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                  <text>Controle de autoridades no campo das artes: relato de experiência
na Pinacoteca de São Paulo

Diego Silva (PINA) - dg.silva@live.com
Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli (Pinacoteca - FESP-SP) - isabel.ayres@gmail.com
Resumo:
Para as bibliotecas e os arquivos, o catálogo se constitui como um meio importante para
prover acesso à informação. Nesse contexto, torna-se necessária a elaboração de catálogos
com dados consistentes sobre os registros do conhecimento; caso contrário, o acesso pode
ficar restrito e as informações dispersas.
O presente relato descreve a reestruturação do catálogo de autoridades de nomes da
Biblioteca Walter Wey e do Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca de São Paulo
por meio da inclusão de campos MARC21, criados com base nas propostas da Resource
Description Access (RDA) e nos princípios dos Functional Requirements for Authority Data
(FRAD).
Tal medida possibilitou a organização dos registros de autoridade de forma a contextualizar as
instituições especializadas (galerias de arte, museus, escolas, dentre outros) e os artistas
atuantes no Brasil, no que diz respeito às alterações de nomes e localização.
Considerando que muitos artistas e instituições existiram em uma época anterior à expansão
digital, as dificuldades para localizar informação nos vocabulários especializados se acentuam.
Com a atualização realizada, pudemos construir um vocabulário com informações essenciais
para desambiguizar entidades e pessoas, bem como contextualizar seu o campo de atuação.
Palavras-chave: Anglo American Cataloging Rules (AACR2). Resource Description and Access
(RDA). Catalogação descritiva. Controle de autoridades. Functional
Requiremen
Eixo temático: Eixo 12: V EEPC Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVIII Congresso Brasileiro de
Biblioteconomia e
Documentação
Vitória, 01 a 04 de outubro de 2019.

Introdução:
As novas tendências da catalogação renovam as perspectivas para o
desenvolvimento dos catálogos bibliográficos e de autoridade. Exemplo disso são
os Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade (FRAD), modelo conceitual
estruturado de modo a incluir o usuário como parte integrante do processo
descritivo, o qual deve alcançar seus objetivos de propiciar acesso à informação por
meio do estabelecimento de pontos de acesso e padronização de informações
essenciais para criação do relacionamento entre os demais catálogos.
O FRAD é uma extensão dos Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos
(FRBR), ambos desenvolvidos pela Federação Internacional de Associações e
Instituições Bibliotecárias (IFLA). Além de definir entidades (objeto chave) e seus
atributos (características das entidades), o FRAD apresenta a possibilidade do
relacionamento entre esses atributos, relacionando dados dos registros. Também
cabe mencionar que esse modelo conceitual recomenda níveis de registros que
ampliam a possibilidade do intercâmbio de dados com outras agências
bibliográficas.
Este relato descreve o processo de reformulação do banco de dados de autoridades
da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foi criada uma ficha de autoridade que
pudesse evidenciar os relacionamentos entre as entidades do catálogo, além de
garantir a precisão na recuperação da informação.
A estrutura prévia existente, elaborada com base nas diretrizes do AACR2,
mostrava-se incapaz de abranger as informações necessárias e a utilização de
elementos do MARC21, que têm aporte nas diretrizes da RDA e do FRAD,
permitiram a criação de registros mais funcionais, evidenciando relações entre os
registros.
A reformulação resultou em um arquivo de autoridades com dados mais
especializados, possibilitando assim a padronização das entradas dos bancos de
dados da Biblioteca e do Centro de Documentação e Memória, estabelecendo
relações entre o acervo bibliográfico e o arquivístico.

�Relato da experiência:
A Pinacoteca de São Paulo é um museu focado em arte brasileira do século XIX até
a contemporaneidade. O museu abriga uma Biblioteca especializada e um Centro
de Documentação e Memória (Cedoc), responsável pela guarda do acervo
arquivístico.
A Biblioteca Walter Wey é uma biblioteca pública, atrelada à pasta da Secretaria de
Estado da Cultura, Governo do Estado de São Paulo. Seu acervo é composto por
livros, catálogos, álbuns, coleções especiais (fotografias, objetos tridimensionais,
livros de artista e documentos primários). Possui também uma coleção de dossiês
(convites, folhetos, cartões-postais, cartões telefônicos, hemeroteca dentre outros).
O Cedoc foi criado em 2005, com o propósito de recolher e organizar os
documentos arquivísticos de guarda permanente da Pinacoteca, que constituem o
Fundo Institucional, ou arquivo histórico. Logo após sua abertura, passa também a
abrigar arquivos pessoais e privados de personalidades do mundo das artes visuais
(artistas, curadores, ex-diretores da Pinacoteca).
A partir do ano de 2014, a Biblioteca e o Cedoc formam um núcleo único. Com essa
nova configuração o Cedoc passa a integrar o ambiente da Biblioteca desde de 2011,
a partir da utilização do software Automação para Bibliotecas e Centros de
Documentação (ABCD). Trata-se de software open source desenvolvido pela
Biblioteca Regional de Medicina (BIREME) com apoio da UNESCO.
Embora o catálogo de autoridades seja utilizado também para a descrição dos
documentos arquivísticos do Cedoc, a reformulação da base de dados de
autoridades se deu a partir do projeto de reorganização da coleção de dossiês da
Biblioteca Walter Wey, que demandou uma estrutura que tivesse como foco o
relacionamento entre os diferentes registros.
A coleção de dossiês da biblioteca é composta por mais de 66 metros lineares de
documentos. Estava registrada em fichas catalográficas impressas de forma manual
e o material ficava armazenado em pastas temáticas. Em 2017, foi realizada a
primeira etapa do projeto, a qual previa a organização dos dossiês de artistas. Em
2018, deu-se início à reestruturação dos dossiês de exposições coletivas. A coleção
foi reacondicionada em material de qualidade arquivística e tornou-se necessário
adotar uma metodologia de arquivamento, pois os documentos estavam arquivados
seguindo critérios diversos, como:



Nome do primeiro artista que é citado no catálogo, folder, etc.;
Assunto geral da exposição;

�


Indicação geográfica do local onde ocorreu o evento, ou do local de origem
dos artistas;
Nome da instituição promotora do evento.

A nova proposta de classificação foi elaborada com base na utilização de um código
que representasse o nome da entidade como localizador. Desse modo, o catálogo de
autoridades da biblioteca passou a ser a principal fonte para o registro do nome da
entidade, o qual seria o ponto de acesso ao material físico, tendo em vista que a
descrição bibliográfica dos itens seria realizada em outra etapa.
Nesse processo, foi possível identificar discrepância de informações nos registros
existentes, o que ocasionava um ruído na recuperação de dados, pois as diversas
entidades foram migradas do sistema manual da biblioteca e não tinham sido alvo
de revisão. Diante dos casos de entidades homônimas, alterações de nome e
insuficiência de dados que pudessem contextualizar o histórico das entidades, ficou
evidente que seria necessário adaptar a base existente com elementos mais
adequados para a representação descritiva e para o acesso ao material.
Detalhamento da experiência
Durante o processo de reorganização do acervo de dossiês da Biblioteca, foi
necessário verificar a consistência dos dados de autoridade de entidades de
coletivos artísticos.
Dada à especificidade de nomes, e do material dos dossiês, cujo recorte cronológico
data do início do século XX aos dias atuais, muitas entidades sofreram alteração de
nome ao longo de sua existência; em alguns casos, o período de atuação foi curto.
Vale citar os casos de homônimos, nos quais a recuperação da informação traz um
ruído significante.
A ficha para registro de autoridade no banco de dados, criada em formato MARC21
em 2011, mostrou-se insuficiente para registro das informações, pois, quando ela
foi criada, não havia a previsão para registro de informações tais como os campos
Data e Local de nascimento e morte.
Após consulta ao website da Library Congress, verificou-se quais atualizações
recentes do formato MARC21 autoridades poderiam trazer contribuições para o
catálogo, definindo-se que os seguintes campos seriam adotados:
368 – Tipo de entidade (tradução nossa)
370 – Local associado (tradução nossa)
371 – Endereço (tradução nossa)
372 – Campo de atuação (tradução nossa)
373 – Entidade coletiva associada (tradução nossa)
500 – Referência de nome pessoal

�510 – Referência de nome corporativo
511 – Referência de nome de evento
Para levantamento das informações, além do material dos dossiês, foram
consultadas as seguintes fontes: Biblioteca Nacional, Enciclopédia Itaú Cultural de
Artes Visuais, Union List of Artists Names (ULAN) do Getty Research Institute e o
catálogo de autoridades da Library of Congress. Algumas das complexidades
encontradas podem ser visualizadas nos Quadros 1 e 2 abaixo:
Quadro 1 – Galeria Camargo Vilaça
046 ## $ q 1992 $ r 2001
110 2 # $a Galeria Camargo Vilaça
368 ## $a Galerias de arte
370 ## $c Brasil $e São Paulo, SP
371 ## $a Rua Fradique Coutinho, 1500 $b São Paulo, SP $d Brasil
372 ## $a Artes visuais
500 ## $w r $i Fundador: $a Vilaça, Marcantonio, ^d1962-2000.
500 ## $w r $i Fundador: $a Meneguel, Karla.
500 ## $w r $i Diretora: $a Fortes, Márcia.
510 ## $w r $i Sucessor: $a Galeria Fortes Vilaça.
510 ## $w r $i $a Fortes D’Aloia &amp; Gabriel.
670 ## $a http://fdag.com.br/$bhttp://fdag.com.br $b Remissivas.
856 ## $u http://fdag.com.br/$yhttp://fdag.com.br

Fonte: elaborado pelos autores.
Quadro 2 – Marcantonio Vilaça
100 1# $a Vilaça, Marcantonio, $d 1962-2000
370 ## $c Brasil $e São Paulo, SP
372 ## $a Arte
373 ## $a Galeria Fortes Vilaça.
373 ## $a Galpão Fortes Vilaça.
373 ## $a Galeria Carmago Vilaça.
374 ## $a Comerciante de arte
375 ## $a masculino
510 ## $a Espaço Cultural Marcantonio Vilaça.
510 ## $a Pasárgada Arte Contemporânea.
511 ## $a aPrêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça Artes Plásticas.
670 ## $a http://www.portaldaindustria.com.br/sesi/canais/premio-marcantonio-vilacahome/quem-foi-marcantonio-vilaca/

Fonte: elaborado pelos autores.

�Nos exemplos dos Quadros 1 e 2 é possível visualizar os relacionamentos entre as
entidades e seus respectivos atributos. O Quadro 1 exibe atributos da entidade
coletiva e inclui o relacionamento com a entidade pessoa por meio da inclusão do
campo 510 $w, $i. O Quadro 2 apresenta os atributos da pessoa e explicita relações
com as entidades coletivas e uma entidade coletiva evento nomeado em sua
homenagem.
Considerações Finais:
Conclui-se que as atualizações adotadas no formato MARC21, em consonância com
a RDA e o FRAD, vêm de encontro às necessidades da prática profissional no
campo da arte. Contudo, ainda se faz necessário estudos aprofundados sobre
controle de autoridades e vocabulários controlados de nomes no meio artístico
brasileiro.
Garantir a interação entre os diversos catálogos, para que o usuário possa utilizálos de modo a realizar as tarefas previstas no FRBR e FRAD, é nosso maior
objetivo. O catálogo de autoridades ainda é utilizado apenas por usuários internos.
Futuramente esperamos deixar o catálogo, que contém cerca de 17.000 registros,
disponível para o público, e contribuir assim para a construção de um vocabulário
que aprofunde dados qualificados sobre a arte brasileira.
Referências:
CÓDIGO de catalogação anglo-americano. 2. ed., rev. 2002. São Paulo: FEBAB :
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v.
IFLA. Declaração dos princípios internacionais de Catalogação. 2009. Disponível
em: https://www.ifla.org/files/assets/cataloguing/icp/icp_2009-pt.pdf. Acesso
em: 06 fev. 2019.
IFLA. Working Group on Functional Requirements and Numbering of Authority
Records. Functional requirements for authority data: a conceptual model. Draft
2007-04-01. [S. l.], 2007. Disponível em: . Acesso em: 06 fev. 2019.
LIBRARY OF CONGRESS. MARC 21 format for Authority Data. 1999 edition.
Disponível em: https://www.loc.gov/marc/authority/. Acesso em: 05 jan. 2019.
JOINT STEERING COMMITTEE FOR DEVELOPMENT OF RDA. RDA:
Resource Description and Access. Disponível em:
https://www.rdatoolkit.org/. Acesso em: 17 mar. 2019.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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