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                  <text>BIBLIOTECAS COM MAKERSPACES: tendência ou necessidade de
inovação?

thais batista zaninelli (UEL) - thais.zaninelli.uel@gmail.com
João Arlindo dos Santos Neto (UEL/UNESP) - santosneto@uel.br
Resumo:
Discute a necessidade em inovar os serviços e produtos informacionais oferecidos atualmente
pelas bibliotecas e, para isso, reconhece no maker space, uma possibilidade para que a
inovação se concretize. Tem como objetivo discutir sobre o maker space no contexto dos
ambientes informacionais e evidenciar as vantagens associadas a este conceito. Como
métodos, a pesquisa é de caráter teórico e teve como base a pesquisa bibliográfica, a partir do
estudo e análise de uma revisão de literatura relacionada à caracterização das bibliotecas no
que tange a adoção de estratégias de inovação. Apresenta uma discussão a partir de um
levantamento bibliográfico realizado no Portal da Capes, na base LISA e no Google Acadêmico
no mês de maio de 2016. As palavras-chave utilizadas foram: inovação; estratégias de
inovação; makerspace; serviços e produtos de informação; sempre no âmbito das Bibliotecas.
Como resultados, apresenta elementos que podem direcionar e auxiliar bibliotecários e demais
profissionais que desejam inserir um maker space em suas bibliotecas. Considera que além de
mobiliário e ferramentas que promovam a criatividade e experimentação, a cultura maker
mostra-se como condição primordial para que o maker space atenda de fato os seus objetivos.
Internalizar a cultura maker promove um desafio para as bibliotecas e bibliotecários, pois
inova a concepção existente em relação aos seus produtos e serviços. Conclui que a inserção
de makerspaces em bibliotecas não é apenas uma tendência, mas sim, uma necessidade de
inovação.
Palavras-chave: Inovação em bibliotecas. Serviços e produtos de informação. Makerspaces.
Eixo temático: Eixo 8: Advocacy , Inovação e Empreendedorismo.

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�INTRODUÇÃO
Neste trabalho, de caráter teórico, se discute a necessidade em inovar os serviços e
produtos informacionais oferecidos atualmente pelas bibliotecas. Para isso, vislumbrase no maker space, uma possibilidade para que a inovação se concretize. Nesse
sentido, o objetivo desta comunicação é discutir sobre o maker space no contexto dos
ambientes informacionais e evidenciar as vantagens associadas a este conceito. Uma
hipótese é a de que o maker space aproxima os usuários da biblioteca e,
possivelmente, desperta neles o interesse em querer permanecer no ambiente
informacional. Nesse espaço inovador os usuários podem desenvolver diversas
atividades para além das normalmente permitidas e disponibilizadas pelas bibliotecas,
como por exemplo atividades de leitura, acesso à internet, estudo, aulas, hora do
conto, dentre outras tradicionalmente ofertadas.
O maker space constitui-se como um espaço que disponibiliza tecnologias e
ferramentas para criar projetos individuais ou coletivos. A necessidade em se inovar
não somente o ambiente físico, como também os serviços e produtos ofertados, é
constatada no momento em que se acredita que caso os bibliotecários e os gestores
das bibliotecas não se dinamizem e tenham criatividade poderão perder os usuários
não apenas para as tecnologias de informação e comunicação (TIC), mas para outros
ambientes mais atrativos e dinâmicos, como as livrarias, os cafés, os shoppings etc.
Justifica-se, portanto, a realização desta discussão no momento em que se constata
não somente uma tendência no âmbito das discussões que se referem a inovação e
ao empreendedorismo, como também pela possibilidade em se divulgar práticas
inovadoras existentes em bibliotecas num foro privilegiado de socialização como é o
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (CBBD) e, em especial,
nesta 27ª edição, ao Eixo Temático 8: Advocacy, Inovação e Empreendedorismo.
Há um estereótipo em relação as bibliotecas, e um dos aspectos que podem contribuir
para isso, se deve muitas vezes, a falta de inovação em seus produtos e serviços e
ausência de “movimento” no ambiente. Este fato, pode, por exemplo, afastar ou não
atrair a sua comunidade (real e potencial) quanto a procura pelos seus serviços. O
público de uma biblioteca escolar é dinâmico, criativo, formado por crianças,
adolescentes e jovens oriundos das gerações Y e Z, pois cresceram com a tecnologia
e se apropriaram dela (TAPSCOTT, 2010).
Acredita-se que um maker space seja um dispositivo para inovar o contexto
biblioteconômico, vislumbra-se que ele possa ser inserido em diversos tipos de
equipamentos informacionais, isto é, universitários, públicos, especializados,
escolares etc.
As bibliotecas são lugares de envolvimento da comunidade. Recentemente, muitas
bibliotecas começaram a desenvolver espaços para design e atividades que ensinam
e capacitam os usuários (BAGLEY, 2013). Nessa mesma linha, Castro (2003, p. 64)
afirma que a biblioteca escolar, por exemplo, se refere, ou pelo menos deveria se
referir, a um “[...] centro convergente de informação que cumpre um papel essencial
na aprendizagem dos alunos, nas tarefas docentes, com o seu entorno social e
cultural.”

�Assim, abordar o tema inovação, em especial a inovação em serviços e produtos
informacionais para os nativos digitais, exige uma reflexão acerca de quais são as
características que definem a inovação e se há uma cultura de inovação estruturada
no contexto das bibliotecas (SCOZZI; GARAVELLI; CROWSTON, 2005; BEHARRY;
PUN, 2011).
Um “dispositivo” inovador que é discutido nesta investigação é composto pelos termos
“maker” + “space”, que significa “espaço do criador” ou “espaço do inventor”. Neste
caso, o foco está no sujeito que utiliza e lhe atribui significado, por isso o termo “maker”
e não “make”, conforme também foi encontrado na literatura. Esse último termo remete
a ideia de “criar espaço” ou “dar espaço”, enfocando no ambiente. Portanto, concordase com a adoção e o uso do termo “maker” pois enfatiza o sujeito, neste caso, o
usuário da biblioteca, fim último das atividades dos profissionais da informação.
Os makerspaces, originados nos Estados Unidos, têm sido incorporados aos poucos,
também, no Brasil para a materialização de ideias com técnicas manuais e todo tipo
de tecnologia. “Estima-se que existam algo em torno de 2000 makerspaces ao redor
do mundo.” (BERNARDO, 2015).
Destinados ao desenvolvimento de projetos que estimulem ideias criativas e
inovadoras, tais espaços, têm atraído os usuários para a biblioteca e impulsionado o
seu uso. De acordo com Martinez (2016, grifo nosso) “Espaços maker, design thinking
e outros modelos servem para dar vida a essas ideias em salas de aula, bibliotecas,
museus e centros comunitários.” Ainda segundo a autora, “Espaços maker devem ser
lugares para empoderamento de pessoas, todas elas, para que experimentem a
possibilidade de dar sentido ao mundo e torná-lo um lugar melhor para suas vidas.”
(MARTINEZ, 2016).
No Brasil, a Ong Recode pretende transformar 50 bibliotecas públicas em
makerspaces, visando a inclusão digital e a possibilidade dos jovens tornarem-se
inventores preparados para desenvolver as tarefas exigidas nos múltiplos campos de
atuação no século XXI. “O programa prevê workshops e oficinas gratuitas para ensinar
programação, desenvolvimento de games e experiências digitais aos usuários.”
(LINDER, [201-]).
Makerspaces referem-se também ao encorajamento dos usuários na tomada de
iniciativas, aprendizagem e criação. Quando esses sujeitos deixam o espaço, além
deles conhecerem sobre um projeto, saberão também que eles são capazes de fazer
mais e que a biblioteca os ajudará a alcançar o que necessitam ou desejam (BAGLEY,
2013).
Bagley (2013) questiona e em seguida responde: “So who uses makerspaces?
Anyone!”. Bibliotecas de todos os tipos encontraram uma maneira de criar
makerspaces. A maioria desses espaços começaram em bibliotecas públicas, cada
uma com um público alvo, algumas trabalhando apenas com crianças e outras com
adultos. As bibliotecas universitárias também estão desenvolvendo makerspaces,
assim como as bibliotecas escolares. As primeiras experiências mostram que os
usuários potenciais de makerspaces não se limitam a um perfil demográfico específico
(BAGLEY, 2013).

�Com base no exposto, o objetivo deste estudo é discutir sobre o maker space no
contexto dos ambientes informacionais e evidenciar as vantagens associadas a este
conceito em um cenário no qual as necessidades e o perfil dos usuários estão
evoluindo rapidamente, havendo a necessidade de promover a inovação nesses
ambientes.
Método da pesquisa
A pesquisa é de caráter teórico e teve como base a pesquisa bibliográfica (MARCONI;
LAKATOS, 2007), a partir do estudo e análise de uma revisão de literatura relacionada
à caracterização das bibliotecas no que tange a adoção de estratégias de inovação.
Desse modo, foi realizado um levantamento bibliográfico em bases de dados
internacionais, por meio do Portal da Capes, na base LISA e Google Acadêmico no
mês de maio de 2016.
As principais palavras-chave utilizadas foram: inovação; estratégias de inovação;
makerspace; serviços e produtos de informação; sempre no âmbito das Bibliotecas.
Nesse contexto, as principais contribuições deste trabalho envolvem uma reflexão
quanto aos conceitos de inovação e empreendedorismo, direcionados as práticas e
processos informacionais no âmbito das bibliotecas.
Resultados e discussão
O movimento maker nas bibliotecas objetiva não somente dar acesso à tecnologia
como também capacitar os usuários em relação as suas competências informacionais
e digitais, para que os mesmos possam tangibilizar suas ideais e seus projetos. Neste
conceito inovador é imprescindível que haja uma relação direta entre a comunidade real e potencial - e a tecnologia, que a cultura maker seja incorporada pelos
profissionais que trabalham no espaço, e que a criatividade das pessoas seja
incentivada pelas bibliotecas.
Através desses makerspaces os usuários criam valor, conteúdos e conhecimento,
individual ou coletivamente, podendo compartilhá-los e desenvolver ainda mais suas
habilidades. Fundamental é, também, que o maker space seja um ambiente flexível,
aberto, que permita a colaboração, o trabalho em equipe e a experimentação, que
seja reconhecido como um ponto de encontro (MARQUINA, 2017).
Tendo em vista que a inserção de um maker space requer reflexão prévia, pois sua
função é atender a comunidade a que está inserido, existem alguns pontos a serem
pensados antes de sua implementação. Deste modo, localizou-se na literatura
internacional (MEYER, 2017; MARQUINA, 2017) elementos que podem direcionar e
auxiliar bibliotecários e demais profissionais que desejam inserir um maker space em
suas bibliotecas e se apresentam alguns deles:
1. Utilizar qualquer espaço disponível: Qualquer ambiente pode se transformar em um maker
space;
2. Criar um espaço ativo para criar: Mobiliário e elementos que permitam a flexibilidade do
espaço;
3. Estabelecer a cultura maker: Estabelecer uma cultura criativa e desenvolver uma declaração
para divulgar entre os usuários sobre o propósito do espaço;
4. Visitar outros Makerspaces: Para coletar ideias e descobrir novas oportunidades;
5. Envolver todas as partes interessadas: Perguntar aos usuários, pais, empregados e
colaboradores o que esperam da iniciativa;

�6. Escolher as ferramentas, os materiais e as tecnologias com finalidades pedagógicas: Fazer
uma lista dos itens que podem ser úteis: impressoras e scanners 3D, microprocessadores,
robôs, ferramentas elétricas, máquinas de costura, peças de construção, papelão e fita
adesiva. Mas antes de adquirir qualquer item: deve-se conhecer muito bem o que se deseja
com e no Makerspace.
7. Começar aos poucos: É melhor fazer poucas tarefas com qualidade e propósito, a que muitas
desprovidas de sentido.

Além destas diretrizes, pode-se acrescentar aquelas propostas por García Sáez
(2017) tais como: a) reutilizar equipamentos e materiais em desuso pela própria
comunidade; b) permitir momentos de ócio, para pensar tranquilamente em futuros
projetos; c) posicionar-se em diferentes canais de comunicação com o intuito de
divulgar projetos e comunicar-se com a comunidade; d) evitar projetos individuais de
fato, pois o responsável pode não comparecer ao espaço e fracassar a ideia; e)
interiorizar a cultura maker aos poucos, com base no diálogo entre os sujeitos; f)
comemorar e compartilhar os resultados bem sucedidos com o grupo; g) ser flexível,
pois o primordial é a metodologia adotada e o fomento a cultura de experimentação.
Considerações Finais
Disponibilizar os ambientes das bibliotecas para os usuários - futuros
“empreendedores criativos” - a partir de um espaço inovador e convidativo como os
makerspaces, faz com que estes possíveis usuários possam abandonar suas
garagens ou coworkings (na maioria das vezes pagos) e passem a utilizar a ambiência
da biblioteca para prospectar e desenvolver projetos criativos e inovadores.
Além do espaço, vale destacar que, se houver dúvidas ou incertezas quanto aos
procedimentos ou manuseio de ferramentas durante a execução de um projeto, a
biblioteca e bibliotecários podem suprir essa necessidade informacional a partir de
seus recursos de informação. A inovação aparece na biblioteca no momento em que
ela faz com que seus usuários queiram estar nela, seja por seu ambiente, seus
recursos, seus produtos, seu maker space etc.
Considera-se, a partir do exposto, que além de mobiliário e ferramentas que
promovam a criatividade e experimentação, a cultura maker mostra-se como condição
primordial para que o maker space atenda de fato os seus objetivos. Internalizar a
cultura maker mostra-se como um desafio para as bibliotecas e bibliotecários, pois
inova a concepção existente em relação aos seus produtos e serviços.
Como projetos futuros, almeja-se a realização de estudos que visem investigar junto
aos usuários de bibliotecas com makerspaces, quais são as expectativas e/ou
impressões sobre este espaço, isto é, descobrir se os utilizadores deste serviço o
consideram útil e inovador. Assim como os demais serviços e produtos da biblioteca,
o maker space deve também ser avaliado pelos usuários. Ao considerar o usuário no
processo de avaliação de um serviço, demonstra-se que ele é reconhecido no
ambiente e que todo fazer é direcionado a ele. Sendo assim, possivelmente, o usuário
construirá uma imagem da biblioteca diferente daquela que remete a livros ou silêncio,
por exemplo. Portanto, infere-se que a inserção de makerspaces em bibliotecas não
é apenas uma tendência, mas sim, uma necessidade de inovação.

�REFERÊNCIAS
BAGLEY, C. A. What is a Makerspace? Creativity in the Library. 2013. Disponível em:
&lt;http://www.ala.org/tools/article/ala-techsource/what-makerspace-creativity-library&gt;.
Acesso em: 04 jul. 2017.
BEHARRY, A. K.; PUN, K. F. Managing innovation practices of smes in the caribbean:
an exploratory study. In: TECHNOLOGY MANAGEMENT CONFERENCE – ITMC, IEEE
INTERNATIONAL, 1., 2011. Conference proceedings… Califórnia: IEEE: 2011.
Disponível em: &lt;http://ieeexplore.ieee.org/document/5995961/?reload=true&gt;. Acesso
em: 10 jul. 2017.
BERNARDO, K. Seleção Draft – Makerspaces. 2015. Disponível em:
&lt;http://projetodraft.com/selecao-draft-makerspaces/&gt;. Acesso em: 04 jul. 2017.
CASTRO, C. A. Ensino e biblioteca: diálogo possível. Transinformação, Campinas, v.
15, n. 1, p. 63-72, jan./abr. 2003. Disponível em: &lt;http://periodicos.puccampinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1477/1451&gt;. Acesso em: 03 jul.
2017.
GARCÍA SÁEZ, C. Como hacer espacio maker. Madrid: La Aventura de Aprender,
2017. Disponível em:
&lt;http://laavelnturadeaprender.educalab.es/documents/10184/51639/como-hacerespacio-maker/&gt;. Acesso em: 14 jul. 2017.
LINDNER, J. 50 bibliotecas públicas viram makerspaces: Comitê pela
Democratização da Informática quer incentivar inclusão digital dos jovens no País. [201]. Disponível em: &lt;http://infograficos.estadao.com.br/e/focas/movimentomaker/relacionado.php&gt;. Acesso em: 14 jul. 2017.
MARCONI, M. A., LAKATOS, E. M. Fundamentos da Metodologia Científica. 6. ed.
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MARQUINA, J. Makerspaces en bibliotecas: el fenómeno Bibliomakers. 2017.
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MARTINEZ, Sylvia. Como construir um espaço maker ou makerspace. 2016.
Disponível em: &lt;http://portaldobibliotecario.com/biblioteca/como-construir-um-espacomaker-ou-makerspace/&gt;. Acesso em: 04 jul. 2017.
MEYER, L. 7 Tips for Planning a Makerspace: districts with multiple makerspaces
describe what works. 2017. Disponível em: &lt;https://thejournal.com/Articles/2017/02/23/7Tips-for-Planning-a-Makerspace.aspx&gt;. Acesso em: 12 jul. 2017.
SCOZZI, B.; GARAVELLI, C.; CROWSTON, K. Methods for modeling and supporting
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TAPSCOTT, D. A hora da geração digital: como os jovens que cresceram usando a
internet estão mudando tudo, das empresas aos governos. Rio de Janeiro: Agir
Negócios, 2010.

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              <text>Discute a necessidade em inovar os serviços e produtos informacionais oferecidos atualmente pelas bibliotecas e, para isso, reconhece no maker space, uma possibilidade para que a inovação se concretize. Tem como objetivo discutir sobre o maker space no contexto dos ambientes informacionais e evidenciar as vantagens associadas a este conceito. Como métodos, a pesquisa é de caráter teórico e teve como base a pesquisa bibliográfica, a partir do estudo e análise de uma revisão de literatura relacionada à caracterização das bibliotecas no que tange a adoção de estratégias de inovação. Apresenta uma discussão a partir de um levantamento bibliográfico realizado no Portal da Capes, na base LISA e no Google Acadêmico no mês de maio de 2016. As palavras-chave utilizadas foram: inovação; estratégias de inovação; makerspace; serviços e produtos de informação; sempre no âmbito das Bibliotecas. Como resultados, apresenta elementos que podem direcionar e auxiliar bibliotecários e demais profissionais que desejam inserir um maker space em suas bibliotecas. Considera que além de mobiliário e ferramentas que promovam a criatividade e experimentação, a cultura maker mostra-se como condição primordial para que o maker space atenda de fato os seus objetivos. Internalizar a cultura maker promove um desafio para as bibliotecas e bibliotecários, pois inova a concepção existente em relação aos seus produtos e serviços. Conclui que a inserção de makerspaces em bibliotecas não é apenas uma tendência, mas sim, uma necessidade de inovação.</text>
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          <description>A language of the resource</description>
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