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                  <text>TEORIA E PRÁTICA SOBRE AS DIMENSÕES DA COMPETÊNCIA
EM INFORMAÇÃO: ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM E DE
VIVÊNCIA COM ALUNOS DE GRADUAÇÃO

Elizete Vieira Vitorino (UFSC) - elizete.vitorino@ufsc.br
Celine Probst Packer (ufsc) - celine.purnhagen@grad.ufsc.br
Guilherme Goulart Righetto (UFSC) - rghtto@gmail.com
Djuli Machado De Lucca (UFSC) - djuli.mdl@gmail.com
Resumo:
Trata das conexões entre as teorias sobre a competência em informação e, em especial, à
teorização criada por Vitorino e Piantola (2011) sobre as dimensões da técnica, estética, ética
e política para esta competência e, agora relatada sob o recorte da teoria versus prática.
Volta-se também ao ensino e à aprendizagem e Biblioteconomia. Relata a atividade realizada
com alunos de graduação sobre aspectos das teorias associadas à realidade e mais exatamente
em apresentar a ação que se concretiza na prática dos profissionais bibliotecários nas
bibliotecas universitárias. São observações realizadas por alunos de 3ª. fase (um ano e meio
de curso), da disciplina de CIN7306 – Competência em Informação, ofertada no núcleo comum
dos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Ciência da Informação da Universidade Federal
de Santa Catarina (UFSC). A realização da atividade permitiu aos alunos reconhecerem
elementos das práticas em teorias. Isto significou que foi possível estabelecer, segundo a
experiência, que há diversas relações entre teoria e prática quando se trata das dimensões da
competência em informação.
Palavras-chave: Competência em informação – ensino e aprendizagem. Dimensões da
competência em informação.
Eixo temático: Eixo 7: Comunicação científica, formação do bibliotecário e o ensino de
Biblioteconomia.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017

1

Introdução

O tema desta pesquisa se refere às conexões entre as teorias sobre a
competência em informação e, em especial, à teorização criada por Vitorino e
Piantola (2011) sobre as dimensões da técnica, estética, ética e política para esta
competência e, agora relatada sob o recorte da teoria versus prática. Trata-se de
identificar na prática diária de trabalho, a dimensão técnica, a dimensão estética; a
dimensão ética) e, a dimensão política. Volta-se também ao ensino e à
aprendizagem e Biblioteconomia.
Para Borges (2007), a teoria está presente em todo o processo de pesquisa:
“uma investigação é iniciada com teoria e é concluída com mais teoria” Para a
autora, “pesquisar é construir teorias ou avançar teorias existentes, já que teorizar é
procurar uma compreensão melhor ou formas mais refinadas de explicar os
fenômenos da realidade.” (BORGES, 2007, p.208).
Nosso investimento, neste momento em que se relata esta atividade realizada
com alunos de graduação, está em apresentar aspectos das teorias associadas à
realidade e mais exatamente em apresentar a ação que se concretiza na prática dos
profissionais bibliotecários nas bibliotecas universitárias. São observações
realizadas por alunos de 3ª. fase (um ano e meio de curso), da disciplina de
CIN7306 – Competência em Informação, ofertada no núcleo comum dos cursos de
Biblioteconomia, Arquivologia e Ciência da Informação da Universidade Federal de
Santa Catarina (UFSC)1.
2 Aspectos metodológicos
A abordagem de pesquisa utilizada neste relato é chamada qualitativa e está
vocacionada, segundo Flick (2005, p. 13), para casos concretos, nas suas
particularidades de tempo e de espaço, partindo das manifestações e atividades dos
indivíduos nos seus contextos. Para o autor, alguns traços são característicos desta
abordagem: a) a escolha de teorias, métodos e procedimentos apropriados à
investigação; b) o reconhecimento e a análise de diferentes perspectivas; c) a
reflexão do investigador sobre a investigação, como parte da produção do saber e,
d) a variedade dos métodos e perspectivas (FLICK, 2005, p. 5). A pesquisa realizada
1

Alunos do período noturno: Allan Bezerra, Ana Carolina Vieira Hurtado, Ana Paula Antunes, Bruna Salvan,
Carolina Figueira, Cinara Littig Vilela, Clemilson Rosa, Cristiani Chierighini, Daniel de Mesquita Rosa, Giuseppe
Celebrone Lourenco, Hugo Victor da Silva, José Humberto Takayama Koerich, Juliana Martins Alves, Karoly
Gabriely Martini, Laura Corrêa Pires, Laura Lavinia Sabino do Santos, Leticia Cabral Faraco Meneghel, Lucas
Teixeira Bastos, Maiara da Silva Oliveira, Mariana Xavier de Oliveira, Maryáh Müller Koerich, Michel Fernandes
Zefrino, Nathiele Rodrigues Leopoldo, Patrick Steffen Esnarriaga dos Santos, Rafael Luis da Silva, Samila
Conceição de Brito, Silvane Lemos de Moraes, Thiago Sturdze, Vinicius Rutkowski Bernardes. Alunos do período
matutino: Amanda Amaral Goncalves, Ângela Beatriz da Silveira, Barbara Balbis Garcia, Bernardo Devens
Fraga, Bruna Gabrieli Lago Laudino, Celine Rubia Probst Purnhagen Packer, Deivid Antônio Medeiros, Gabriel
dos Santos, Ingo Ramos, Jaqueline Santina Werlich, Joao Vitor de Souza Penedo, Joceli Padilha, Jonatas
Edison da Silva, Kariny Rodrigues, Lucas Longsvitz Franco, Marcela Gaspar Custódio, Patricia Soares da Silva
Bertotti, Sibelly Maria Cavalheiro, Silvana Ruthes Cassias Pereira, Tatiane Andrade, Vânia Maria Silvano, Willian
Campos da Silva.

�neste relato consiste numa tentativa continuada, sistemática e fundamentada, para
aprimorar a teoria, ou seja, se encaminha para a análise de estruturas e fenômenos
que favorecem discussões e a produção sobre a realidade. Em Tripp (2005)
podemos reconhecer que, ao descrever-se a prática, aprende-se mais no correr do
processo, tanto a respeito da prática quanto da própria investigação: a pesquisa
buscou o reconhecimento de práticas e ações atuais no contexto de uma biblioteca
universitária, vinculando-as e também comparando-as às teorias sobre as
dimensões da competência em informação descritas em Vitorino e Piantola (2011).
Nesse sentido, foi realizada uma atividade de aprendizagem na disciplina de
CIN7306 – Competência em Informação, ofertada na 3ª. fase do núcleo comum dos
cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Ciência da Informação. Participaram da
atividade, como observadores das ações desenvolvidas numa biblioteca
universitária, 2 turmas: a primeira delas, do período noturno, cuja atividade foi
realizada na Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e
uma segunda turma, do período matutino, cuja atividade foi realizada numa
biblioteca universitária a escolha dos alunos. Uma parcela dos resultados foi
selecionada para ser apresentada neste relato.
3 Relato de experiência
Para os fins deste relato, foi realizada a “atividade de aprendizagem e de
vivência sobre as dimensões da competência em informação: teoria e prática” na
disciplina de CIN7306 – Competência em Informação, ofertada na 3ª. fase do núcleo
comum dos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Ciência da Informação. Os
alunos foram convidados a realizar uma aula “diferente” que se concretizou por meio
de uma aula prática, cujo propósito estava em reconhecer vínculos entre as teorias
sobre as dimensões da competência em informação e as ações numa biblioteca
universitária.
Rios (2006, p. 93-109) caracteriza as dimensões da competência da seguinte
forma: a) dimensão técnica – é o suporte da competência, uma vez que esta se
revela na ação dos profissionais; diz respeito à capacidade de lidar com os
conteúdos – conceitos, comportamentos e atitudes – e à habilidade de reconstruílos; b) dimensão estética – é a percepção sensível da realidade; diz respeito à
presença da sensibilidade e sua orientação numa perspectiva criadora; está
relacionada com o potencial criador e com a afetividade dos indivíduos; esta se
converte em criatividade ao ligar-se estreitamente a uma atividade social significativa
que se aproxima do que se necessita concretamente para o bem social e coletivo; c)
dimensão ética – é a dimensão fundante –diz respeito à orientação da ação, fundada
no princípio do respeito e da solidariedade, na direção da realização de um bem
coletivo; e d) dimensão política – diz respeito ao compromisso político, ou seja, à
participação na construção coletiva da sociedade e ao exercício de direitos e
deveres.
Com vistas a identificar conexões entre teoria versus prática, no quesito
“dimensões da competência em informação”, a atividade foi realizada a partir da
identificação de exemplos e características das dimensões da competência em
informação, utilizando quatro dissertações disponibilizadas para o estudo,
defendidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação
(PGCIN) da UFSC (ORELO, 2013; OLIVEIRA, 2014; LUCCA, 2015 e PELLEGRINI,

�2016). Uma parcela dos resultados2 pode ser vista nos quadros 1, 2, 3 e 4, cujo
contexto foi a Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Educação (CED) da
UFSC. Esta observação foi realizada no dia 03 de maio de 2017 no período das
11:50 até às 14:00hs.
Quadro 1: Dimensão técnica da competência em informação: teoria e prática
TEORIA
Oliveira
(2014)

DIMENSÃO TÉCNICA
Nesta dimensão, o
termo técnica pode ser
definido como uma
habilidade ou forma
requerida para a
realização de
determinada ação ou
para a execução de um
ofício (VITORINO;
PIANTOLA, 2011)

EXEMPLO DA TEORIA
Acessar e avaliar a
informação

EXEMPLO NA PRÁTICA
Resolver o problema do usuário, indicar
a localização do livro em outra Biblioteca

Serviço de referência

Bibliotecário como mediador

Domínio das tecnologias

Utilização do auto empréstimo, da
renovação automática e do scanner
disponível para digitalização

Identificar a necessidade
de informação

Indicar um livro ou autor para responder
a uma busca

Fonte: dados obtidos na pesquisa

No quadro 1 é possível perceber que os exemplos da prática representam a
dimensão técnica por meio de ações no contexto da informação: solução de
problemas que exigem habilidades específicas, mediação no uso das tecnologias,
disponibilidade do bibliotecário em atender uma necessidade de informação básica,
ou seja, indicar a localização de um livro em outra biblioteca.
Quadro 2: Dimensão estética da competência em informação: teoria e prática
TEORIA
Orelo
(2013)

DIMENSÃO ESTÉTICA
A experiência estética
está presente em todos
os aspectos da vida
humana, constituindo-se
como fator fundamental
na construção da
subjetividade e
determinante do próprio
caráter do homem
(VITORINO; PIANTOLA,
2011)

EXEMPLO DA TEORIA
Bem-estar social, o
bibliotecário como
mediador entre usuário e
informação

EXEMPLO NA PRÁTICA
Organização e atendimento às
necessidades do usuário
Auxílio do Bibliotecário, disponibilidade
em atender o usuário

Serviços de referência
Estimular no indivíduo o
pensamento crítico
Habilidades,
conhecimento,
criatividade e inovação

Mostrar as várias maneiras e
possibilidades de localizar o que busca
Ambiente organizado, e satisfatório.
Tecnologias disponíveis: renovação on
line, scanner, auto empréstimo

Fonte: dados obtidos na pesquisa

Por meio do quadro 2, percebe-se que os exemplos sobre a dimensão
estética mostram a sensibilidade e disponibilidade do bibliotecário em atender
necessidades de informação, por meio de diversas possibilidades (criatividade), mas
também de um ambiente organizado, e com o uso das Tecnologias da Informação e
comunicação (TIC). Os quadros 3 e 4 apresentam os resultados da atividade
realizada para as dimensões ética e política. Percebe-se, a partir da análise do
quadro 3, que a dimensão ética se expressa na prática por meio da orientação para
o uso responsável da informação e à realização do bem comum. O atendimento
2

Os demais resultados serão divulgados posteriormente em periódico científico da área da Ciência
da Informação.

�imparcial, o bem-estar coletivo e o uso de recursos de senha e de identificaç4ao
para o acesso ao acervo são exemplos disso.
Quadro 3: Dimensão ética da competência em informação: teoria e prática
TEORIA
Pellegrini
(2016)

DIMENSÃO ÉTICA
Esse caráter crítico atribuído à
ética está no cerne da ideia de
competência informacional, já
que o indivíduo que é
efetivamente competente em
informação é capaz de tomar
posição, assumir uma postura
crítica diante de determinadas
informações o que requer, na
maioria das vezes, um
julgamento de valor
(VITORINO; PIANTOLA,
2011)

EXEMPLO DA TEORIA
Igualdade e imparcialidade
na relação com o usuário

EXEMPLO NA PRÁTICA
Atendimento imparcial aos
usuários

Propriedade intelectual

Fazer o empréstimo do livro

Trabalho de qualidade

Bem-estar coletivo entre
colegas e usuários

Cabe ao estudante
também seguir normas e
leis com relação ao acesso
e uso da informação

Identificação e utilização de
senhas para empréstimo de
livros

Fonte: dados obtidos na pesquisa

Da análise do quadro 4, que se refere à dimensão política da competência em
informação, constata-se na prática que a ação se dá no coletivo: a biblioteca do CED
concede espaço para convívio e compartilhamento de ideias e é aberta à
comunidade, favorecendo o exercício da cidadania.
Quadro 4: Dimensão política da competência em informação: teoria e prática
TEORIA
Lucca
(2015)

DIMENSÃO POLÍTICA
A cidadania, como atividade
que visa a um bem comum,
articula-se
diretamente com o conceito de
política (VITORINO;
PIANTOLA, 2011)

EXEMPLO DA TEORIA
Coletividade,
compartilhamento de
experiências

EXEMPLO NA PRÁTICA
Estudantes trabalham em grupo
compartilhando conhecimento

Convívio social (troca
de informações)

O convívio social acontece
entre usuários e funcionários da
Biblioteca
Proatividade no atendimento ao
usuário

Olhar além das
necessidades do
indivíduo
Exercício de Cidadania

A Biblioteca setorial do CED é
aberta à comunidade

Fonte: dados obtidos na pesquisa

As conexões entre as dimensões da competência em informação
apresentadas por Vitorino e Piantola (2011) versus a prática em bibliotecas
universitária são visíveis: a prática diária de trabalho mostrou que as dimensões
técnica, estética, ética e política se efetivam. Se a informação e a prática diária de
trabalho comportam diversos níveis de complexidade, constata-se, por meio deste
trabalho que a competência para lidar com esta demanda é multifacetada. Deste
modo, técnica, estética, ética e política constituem as bases sobre as quais se dá a
competência necessária para agir significativamente na realidade da biblioteca
universitária.
4 Considerações finais
A realização da atividade permitiu aos alunos reconhecerem elementos das

�práticas em teorias. Isto significou que foi possível estabelecer, segundo a
experiência, que há diversas relações entre teoria e prática quando se trata das
dimensões da competência em informação. Estudos futuros, podem identificar tais
relações noutros tipos de bibliotecas e noutras teorias, o que significará estabelecer
parâmetros de comparação daquilo que se apresenta como abstrato com aquilo que
se efetiva como concreto. A identificação e análise das quatro dimensões da
competência em informação permite clarificar aspectos complexos da informação e
da competência e auxilia a aprimorar as atividades diárias de uma biblioteca
universitária.
Referências
BORGES, Regina Maria Rabello (org.). Filosofia e história da ciência no contexto da
Educação em ciências: vivências e teorias. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007. Disponível
em: &lt;https://books.google.pt/books?id=ceB-udmFo6AC&amp;pg=PA208&amp;dq=sobre+a+teoriza
%C3% A7%C3%A3o+na+ci%C3%AAncia&amp;hl =pt-BR&amp;sa=X&amp;ved=0CEsQ6AEwCWoVChMI
xrnrr 8flyAIVAzoUCh2RzQGC#v=onepage&amp;q=sobre%20a%20teoriza%C3%A7%C3%A3o%
20na%20ci%C3%AAncia&amp;f=false&gt;. Acesso em 02 nov. 2015.
FLICK, Uwe. Métodos qualitativos na investigação científica. Lisboa: Monitor, 2005.
LUCCA, Djuli Machado de. A Dimensão Política da Competência Informacional: Um
estudo a partir das necessidades informacionais de idosos. 2015. 287 f. Dissertação
(Mestrado) - Curso de Pós-graduação em Ciência da Informação, Ciência da Informação,
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2015. Disponível em:
&lt;https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/158842/337185.pdf;sequence=
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PELLEGRINI, Eliane Pellegrini. A Dimensão Ética da Competência em Informação: A
experiência narrada dos Bibliotecários do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia de Santa Catarina (IFSC). 2016. 301 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Pósgraduação em Ciência da Informação, Ciência da Informação, Universidade Federal de
Santa Catarina, Florianópolis, 2016. Disponível em:
&lt;https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/167928&gt;. Acesso em: 03 maio 2017.
OLIVEIRA, Alexandre Pedro de. A Dimensão Técnica da Competência Informacional:
Estudo com Bibliotecários de Referência das Bibliotecas Universitárias da Grande
Florianópolis, SC. 2014. 205 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Pós-graduação em
Ciência da Informação, Ciência da Informação, Universidade Federal de Santa Catarina,
Florianópolis, 2014. Disponível em: &lt;https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/129176&gt;.
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ORELO, Eliane Rodrigues Mota. A Dimensão Estética (sensível) da Competência
Informacional. 2013. 201 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Pós-graduação em Ciência
da Informação, Ciência da Informação, Universidade Federal de Santa Catarina,
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Acesso em: 03 maio 2017.
RIOS, T. A. Compreender e ensinar: por uma docência de melhor qualidade. 6 ed. São
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VITORINO, Elizete Vieira; PIANTOLA, Daniela. Dimensões da competência informacional.
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&lt;http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/1328&gt;. Acesso em: 31 jul. 2017.

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              <text>Eixo 7: Comunicação científica, formação do bibliotecário e o ensino de Biblioteconomia.</text>
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              <text>Trata das conexões entre as teorias sobre a competência em informação e, em especial, à teorização criada por Vitorino e Piantola (2011) sobre as dimensões da técnica, estética, ética e política para esta competência e, agora relatada sob o recorte da teoria versus prática. Volta-se também ao ensino e à aprendizagem e Biblioteconomia. Relata a atividade realizada com alunos de graduação sobre aspectos das teorias associadas à realidade e mais exatamente em apresentar a ação que se concretiza na prática dos profissionais bibliotecários nas bibliotecas universitárias. São observações realizadas por alunos de 3ª. fase (um ano e meio de curso), da disciplina de CIN7306 – Competência em Informação, ofertada no núcleo comum dos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Ciência da Informação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A realização da atividade permitiu aos alunos reconhecerem elementos das práticas em teorias. Isto significou que foi possível estabelecer, segundo a experiência, que há diversas relações entre teoria e prática quando se trata das dimensões da competência em informação.</text>
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