<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2837" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/2837?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-16T19:48:28-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1919">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/23/2837/1951-1968-1-PB.pdf</src>
      <authentication>0ea26b0717055b427b0307eaf6a794a9</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="33305">
                  <text>O modelo organizacional do Sistema de Bibliotecas (SISBIB) da
Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Heloisa dos Santos Brasil (UFRA) - heloisa.brasilhsb@gmail.com
Resumo:
Este artigo versa sobre a construção de um sistema de bibliotecas universitárias federais.
Tem-se por objetivo descrever o processo de construção do Sistema de Bibliotecas (SISBIB) da
Universidade Federal do Tocantins (UFT), relacionando-o ao processo de modernização dessas
bibliotecas. Para essa descrição utilizou-se a abordagem metodológica qualitativa, a partir das
concepções de pesquisa de Lejano (2006), para a coleta de dados utilizou-se de múltiplas
estratégias de investigação, como: pesquisa bibliográfica e documental, observação
participante e entrevistas qualitativas. O percurso de criação do SISBIB foi iniciado de modo
informal com Comissão de Vitalização das Bibliotecas (2003 - 2005), formalizado a partir da
Coordenação de Bibliotecas (2005 – 2009), transformado Coordenação do SISBIB em 2009 e
em Diretoria do SISBIB em 2015. Considera-se que os profissionais envolvidos SISBIB
trabalharam na perspectiva de acompanhar as indicações da literatura especializada, uma vez
que atualmente o Sistema funciona como órgão suplementar ligado a Reitoria, há um assento
para representação discente e para os representantes das oito bibliotecas no Comitê Gestor do
SISBIB, entende-se que essa estrutura pode contribuir para uma gestão participativa e
descentralizada. De modo que o SISBIB tem potencial para funcionar como um órgão
articulador entre as oito bibliotecas e o Repositório Institucional (RI/UFT).
Palavras-chave: Bibliotecas universitárias - modelo organizacional. Sistemas de Bibliotecas.
Gestão Participativa.
Eixo temático: Eixo 7: Comunicação científica, formação do bibliotecário e o ensino de
Biblioteconomia.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�INTRODUÇÃO
Neste artigo apresenta-se a criação do Sistema de Bibliotecas (SISBIB) da
Universidade Federal do Tocantins (UFT). Esse Sistema é composto oito bibliotecas
universitárias, são elas: Biblioteca do Campus de Palmas, Biblioteca do Campus de
Miracema, duas Bibliotecas do Campus de Araguaína, Biblioteca do Campus de
Tocantinópolis, Biblioteca do Campus de Arraias, Biblioteca do Campus de Gurupi,
Biblioteca do Campus de Porto Nacional.
O objetivo deste artigo é descrever o processo de construção do SISBIB. As
informações apresentadas são parte da pesquisa de mestrado1 da autora. Acredita-se
que essa análise pode contribuir com a memória do SISBIB/UFT, assim como pode
apresentar elementos que embasem a construção de novos modelos organizacionais
de sistemas de bibliotecas universitárias.
Segundo

Carvalho

(2004),

os

modelos

organizacionais

de

bibliotecas

universitárias foram fortemente abordados na década de 1980, onde se discutia se
seriam centralizados, descentralizados ou mesmo em redes de bibliotecas. De acordo
com essa autora, a forma de organização que se consolidou foi o formato de Sistema
de Bibliotecas, 60, 4%, nos quais as bibliotecas de uma universidade estão ligadas por
um órgão coordenador.
Conforme nos indica Dziekaniak (2008, p.15) “decidir sobre um Sistema de
Gestão para Biblioteca Universitária exige reflexão a respeito da razão de ser de uma
BU, isto é, qual o seu papel e contribuição à comunidade acadêmica”. A partir desse
pressuposto desenvolve-se a análise descritiva a seguir.
MÉTODO DA PESQUISA
A abordagem metodológica deste artigo é qualitativa, de acordo Lejano (2006)
que defende a aproximação entre pesquisador e a realidade investigada, por meio da
utilização de múltiplas estratégias de investigação. As fontes de coletas de dados
foram: 1) fontes de informação bibliográficas e documentais como: livros, artigos de
periódicos, relatórios institucionais, notícias do sitio da UFT, etc; 2) observação
1

BRASIL, Heloisa dos Santos. Avaliação do processo de modernização da biblioteca da
Universidade Federal do Tocantins, campus de Palmas. Dissertação de mestrado, Curso de Mestrado
Profissional em Avaliação de Políticas Públicas (MAPP) da Universidade Federal do Ceará (UFC), 2011.

�participante, segundo Lejano (2006), que consiste em observações e interações
sistemáticas com os atores envolvidos na pesquisa, de modo que os dados devem ser
registrados em anotações e categorizados e 3) entrevistas qualitativas, conforme
recomenda Valles (1999), a partir da elaboração prévia de roteiros com temas a serem
abordados. Realizadas com (três) professores2, (um) assistente em administração e
(três) bibliotecários. Para garantir o sigilo quanto à identidade dos entrevistados, os
seus nomes foram trocados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A UFT foi originada da federalização dos Campus da Universidade do Estado do
Tocantins (Unitins), foi criada em 2000, mas iniciou suas atividades a partir de maio de
2003 com a estrutura, a equipe de pessoal, o patrimônio, os cursos e os alunos que
recebeu da Unitins. Segundo o professor Henrique as bibliotecas foram transferidas nas
seguintes condições: “o acervo era bastante limitado, todos os espaços improvisados.
Não, não foram construídos para serem bibliotecas, [...] não tinha um sistema existente,
na verdade a gente tinha oito bibliotecas isoladas sem uma comunicação entre elas”
(informação verbal)3.
Segundo os entrevistados, além da desatualização dos acervos, da falta de
padronização e informatização dos serviços e das estruturas físicas inadequadas, os
recursos humanos também não eram suficientes e eram inadequados, uma vez que os
bibliotecários e auxiliares de biblioteca não pertenciam ao quadro de pessoal da UFT,
mas eram provenientes dos recursos humanos da Unitins.
A primeira mobilização da UFT para reestruturar as suas Bibliotecas, ocorreu
logo após a implantação da UFT, quando foi formada a Comissão de Vitalização das
Bibliotecas (período de atuação: 2003 – 2005). De acordo com os dados coletados por
meio das entrevistas essa Comissão era composta de por três professores e um
bibliotecário de cada Campus e as suas atividades eram gerenciar a aquisição, o
tombamento e a distribuição dos livros para as Bibliotecas de todos os Campi da UFT.
Contudo, a sua composição era voluntária e a falta de institucionalização ocasionou em

2

Os três professores ocupavam cargos na Reitoria e na Pró-Reitoria de Graduação.
concedida a pesquisadora por meio de entrevista qualitativa.

3Informação

�problemas metodológicos. Essa situação mostrou a necessidade da UFT de articular
formalmente as bibliotecas.
E assim, no ano de 2005, a UFT instituiu a Coordenação de Bibliotecas,
subordinada à Diretoria de Programas Especiais em Educação (DPE) da Pró-Reitoria
de Graduação (PROGRAD), sob responsabilidade de uma bibliotecária ligada ao
Estado do Tocantins. Conforme a professora Marcela “esse setor teve como missão a
elaboração do diagnóstico da situação das bibliotecas da UFT” (informação verbal)4.
Com base no resultado do diagnóstico, a partir de 2006, a UFT passa a investir
esforços para modernizar as suas bibliotecas universitárias, período denominado como
“Ano da Biblioteca"5. Esse processo de modernização envolveu investimentos em:
infraestrutura dos espaços físicos, aquisição de acervo da bibliografia básica e
complementar dos cursos de graduação, aquisição de equipamentos de informática, de
mobiliários, na informatização desses setores, formação de uma equipe de
bibliotecários concursados e a institucionalização do Sistema de Bibliotecas da UFT.
Os bibliotecários do quadro efetivo da UFT, ingressaram no ano de 2006, e
durante três anos (2007-2009) se reunirão para discutir o Regimento Geral do SISBIB
(UFT, 2010). Esse Regimento foi aprovado, como a Resolução 19/2009, pelo Conselho
Universitário (CONSUNI). A partir desse documento o SISBIB é formado por um
Coordenador (ar) Geral e um Comitê Gestor (UFT, 2009).
O Coordenador (ar) Geral do SISBIB deve ter formação em biblioteconomia e o
Comitê Gestor composto pelo Coordenador Geral e pelos Chefes de cada Biblioteca
dos Campus e um discente indicado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Nessa estrutura não há uma biblioteca central, mas oito bibliotecas universitárias
equivalentes que se reportam funcionalmente, no que se refere a política de gestão da
informação, a Coordenação do SISBIB e administrativamente as direções dos Campus
(UFT, 2009).
Tanto a formação do Comitê Gestor quanto a obrigatoriedade de haver, no
mínimo, duas reuniões entre os membros do Comitê Gestor, declarada no artigo 5º do

4

Informação concedida a pesquisadora por meio de entrevista qualitativa.
veiculada
no
sitio
da
UFT.
Disponível
em:
&lt;http://www.noticias.uft.edu.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=21133&amp;Itemid=5&gt;. Acesso
em: 25 jul. 2010.
5Notícia

�Regimento (UFT, 2009), podem permitir uma gestão participativa e a não centralização
das decisões por parte do Coordenador do SISBIB. A participação assegurada de um
discente no Comitê Gestor de um Sistema de Bibliotecas é entendida por Alvarenga
(2002) como uma mudança qualitativa porque visa à participação da Comunidade
Universitária no processo de decisão.
Assim como a primeira Coordenação de Bibliotecas da UFT a Coordenação
Geral do SISBIB continuou subordinado à PROGRAD. Mas, segundo Alvarenga (2002,
p. 14) “os sistemas de bibliotecas, em sua grande maioria, estão subordinados à
Reitoria da Universidade”. Sobre essa tendência da administração de biblioteca
universitária, Dziekaniak (2008) considera que quando esse tipo de sistema está ligado
a Reitoria a comunicação é rápida e evita distorções.
Um exemplo disso pode ser a opção da UFT em adquirir somente livros das
bibliografias básicas dos Cursos de Graduação, apesar de ser expresso no Regimento
do SISBIB que a sua finalidade é oferecer informações técnico-científicas à comunidade
acadêmica para dar suporte aos programas de Ensino, Pesquisa e Extensão. (UFT,
2009).
No ano de 2015, a Resolução 19/2009 foi modificada para a Resolução
007/2015, as principais mudanças no Regimento do SISBIB foram: 1) a sua
administração deixa de ser representada por uma Coordenação e passa a ser uma
Diretoria; 2) deixa de ser subordinado a PROGRAD e passa a responder diretamente a
Reitoria da UFT e 3) além das oito bibliotecas o SISBIB também é composto pelo
Repositório Institucional da UFT (RI/UFT). Além disso, manteve o Comitê Gestor, com
as mesmas características (UFT, 2015).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O
percurso
de

criação

do

SISBIB

iniciou

com

a

Comissão de Vitalização das Bibliotecas (2003 - 2005), porém as bibliotecas foram
articuladas formalmente a partir da Coordenação de Bibliotecas (2005 – 2009), a qual
teve um bibliotecário a sua frente com a designação de articular os demais
bibliotecários para modernizar as bibliotecas e construírem o SISBIB, sendo este
aprovado formalmente, como uma Coordenação Geral em 2009 e transformado em
Diretoria em 2015.

�Nota-se que desde a sua criação até a sua institucionalização os profissionais
envolvidos com o SISBIB tentam acompanhar as indicações da literatura especializada,
seja por manter uma relação sistêmica e descentralizada entre a Direção do SISBIB e
as suas oito bibliotecas; seja por atualmente sua Diretoria ser um órgão suplementar
subordinada ao Reitoria da UFT e seja por garantir a participação dos representantes
das bibliotecas e a representação discente no Comitê Gestor do SISBIB, o que pode
contribuir para o desenvolvimento de uma gestão participativa e para um melhor
conhecimento das necessidades dos seus usuários.
REFERÊNCIAS
ALVARENGA, Thais Castro Caldeira de. Sistemas organizacionais de bibliotecas
universitárias do estado do Rio de Janeiro: um breve estudo de suas gestões frente às
novas tecnologias de informação. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 12, 2002, Recife. Anais... Disponível em:
&lt;http://www.sibi.ufrj.br/snbu/snbu2002/oralpdf/139.a.pdf&gt;. Acesso em: 25 out. 2010.
CARVALHO, Isabel Cristina Louzada. A socialização do conhecimento no espaço
das bibliotecas universitárias. Niterói: Intertexto, 2004.
DZIEKANIAK, Cibele Vasconcelos. Sistema de gestão para biblioteca universitária
(SGBU): teoria e aplicação, Biblios, n. 31, p. 1-28, abr./jun. 2008. Disponível em:
http://www.scielo.org.pe/pdf/biblios/n31/a04n31.pdf. Acesso em: 25 out. 2010.
LEJANO, Raul P. Experience. In:_.Frameworks for policy analysis: mergig text and
context. New York: Routledge, 2006. p. 177 – 197.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Relatório de Avaliação Institucional –
UFT 2009-2010. Palmas: UFT, 2010.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Resolução do Conselho Universitário
(CONSUNI) N° 19/2009. Dispõe sobre a criação do Regimento Geral do Sistema de
Bibliotecas da UFT (SISBIB). Palmas: UFT, 2009.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Resolução do Conselho Universitário
(CONSUNI) N° 007/2015. Dispõe sobre o Regimento Geral do Sistema de Bibliotecas
(SISBIB) no âmbito da Universidade Federal do Tocantins. Palmas: UFT, 2015.
VALLES, Miguel S. Técnicas de conversación, narracion (1): las entrevistas em
profundidad. In:__. Técnicas cualitativas de investigación social: reflexión
metodológica y prática profissional. Madrid: Sintesis, 1999. p.177-233.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="23">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26057">
                <text>CBBD - Edição: 27 - Ano: 2017 (Fortaleza/Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26058">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26059">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26060">
                <text>2017</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26061">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26062">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="26063">
                <text>Fortaleza (Ceará)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33298">
              <text>O MODELO ORGANIZACIONAL DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS (SISBIB) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS (UFT)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33299">
              <text>Heloisa dos Santos Brasil</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33300">
              <text>Fortaleza (Ceará)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33301">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33303">
              <text>Eixo 7: Comunicação científica, formação do bibliotecário e o ensino de Biblioteconomia.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="33304">
              <text>Este artigo versa sobre a construção de um sistema de bibliotecas universitárias federais. Tem-se por objetivo descrever o processo de construção do Sistema de Bibliotecas (SISBIB) da Universidade Federal do Tocantins (UFT), relacionando-o ao processo de modernização dessas bibliotecas. Para essa descrição utilizou-se a abordagem metodológica qualitativa, a partir das concepções de pesquisa de Lejano (2006), para a coleta de dados utilizou-se de múltiplas estratégias de investigação, como: pesquisa bibliográfica e documental, observação participante e entrevistas qualitativas. O percurso de criação do SISBIB foi iniciado de modo informal com Comissão de Vitalização das Bibliotecas (2003 - 2005), formalizado a partir da Coordenação de Bibliotecas (2005 – 2009), transformado Coordenação do SISBIB em 2009 e em Diretoria do SISBIB em 2015. Considera-se que os profissionais envolvidos SISBIB trabalharam na perspectiva de acompanhar as indicações da literatura especializada, uma vez que atualmente o Sistema funciona como órgão suplementar ligado a Reitoria, há um assento para representação discente e para os representantes das oito bibliotecas no Comitê Gestor do SISBIB, entende-se que essa estrutura pode contribuir para uma gestão participativa e descentralizada. De modo que o SISBIB tem potencial para funcionar como um órgão articulador entre as oito bibliotecas e o Repositório Institucional (RI/UFT).</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66800">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="18">
      <name>cbbd2017</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
