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                  <text>Analise preliminar dos Currículos dos Cursos de Biblioteconomia
da Região Nordeste acerca da formação tecnológica dos seus
egressos

Rosa Zuleide Lima de Brito (UFPB) - rosazuleide@hotmail.com
JOsivan Coêlho dos Santos Vasconcelos (UFCG) - josivanvasconcelos@hotmail.com
Resumo:
Objetiva analisar como os Cursos de Biblioteconomia da região nordeste qualificam seus
egressos quanto ao uso e domínio das tecnologias de informação e comunicação, mapear as
disciplinas encontradas nos currículos pesquisados, identificar quais disciplinas e suas
ementas para verificar se atendem ao novo perfil do bibliotecário. Trata-se de um estudo
exploratório, com abordagem quali-quantitativa, em que utiliza a pesquisa documental para
obtenção dos dados, por meio dos sites e e-mails das IFES da região nordeste. Para
tratamento dos dados, usa como ferramenta o método comparativo, para verificar por meio
das ementas dos componentes curriculares ofertados sejam elas obrigatórias,
optativas/eletivas, destacando os componentes curriculares obrigatórios que abordam direta
ou indiretamente conteúdos de formação tecnológica. Conclui-se que os Cursos de
Biblioteconomia pesquisados, de maneira geral, não preparam seus egressos conforme a
temática abordada. Sugere-se a criação de um canal de discussão permanente entre os Cursos
de Biblioteconomia da região Nordeste para troca de experiências sobre as disciplinas que
abordam sobre a formação tecnológica dos bibliotecários.
Palavras-chave: Biblioteconomia. Currículo. Bibliotecário. Formação profissional
Palavras-chave: Biblioteconomia. Currículo. Bibliotecário. Formação profissional
Eixo temático: Eixo 7: Comunicação científica, formação do bibliotecário e o ensino de
Biblioteconomia.

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�1 INTRODUÇÃO
A formação do bibliotecário nas últimas décadas passou por várias transformações
para se adequar aos desafios em seu ambiente de trabalho e de estudo. Um desses desafios
se refere ao domínio das novas tecnologias que transformaram as relações do homem com a
informação, e de ambos com os sistemas de informação. No caso do ensino da
Biblioteconomia brasileira, reformas curriculares foram acontecendo para adaptar os
bibliotecários nas bibliotecas frente às novas demandas.
Esse artigo pretende, apresentar os resultados de uma pesquisa que buscou verificar
como os currículos de Biblioteconomia da região nordeste estão formando seus egressos
quanto ao uso das Tecnologias da Informação e comunicação, tornando imperativo na
formação dos bibliotecários, a aquisição de conhecimentos específicos para dominar os
recursos tecnológicos utilizados na área.
3 O ENSINO DA BIBLIOTECONOMIA NO BRASIL
Em 1911, foi criado o primeiro Curso de Biblioteconomia na Biblioteca Nacional, por
meio do Decreto 8.835 no período da administração de Manoel Cícero Peregrino da Silva.
Devido à falta de candidatos naquele ano, o curso não iniciou suas atividades. Obtendo êxito
em 1915, com disciplinas sob a influência francesa humanística, conservadora e
enciclopedista, como afirmam Oliveira, Carvalho e Souza (2009). Em 1921 o curso parou
suas atividades novamente por falta de alunos, voltando a funcionar em 1931 sem grandes
mudanças, continuando com a abordagem francesa, valorizando a cultura em detrimento das
técnicas.
Segundo Almeida (2012, p.44) “em 1929 instalou-se em São Paulo, no Mackenzie
College, o Curso Elementar de Biblioteconomia, orientado pela bibliotecária americana
Dorothy Muriel Gedds Gropp.”, que difundiu a influência americana, advinda da Columbia
University, com o pensamento mais voltado às técnicas do que à cultura.
Segundo Castro (2000, Apud ALMEIDA, 2012, p. 45) “O curso de Biblioteconomia do
Mackenzie College foi encerrado em 1936. Neste mesmo ano foi instalado no Departamento
de Cultura da Prefeitura de São Paulo um curso, criado por Rubens Borba de Moraes”. A Alta
confiança dos que cuidavam das bibliotecas, mostrada nas 215 matriculas de maio de 1937,
configura que o modelo era inovador e deu certo até 1939, quando foi suspenso devido a
motivações políticas. Em 1940, o curso após suspensão, voltou a ser sediado na Escola Livre
de Sociologia e Política, após o apoio dado a Rubens Borba de Morais, fato que possibilitou a
disseminação do pensamento americano no ensino brasileiro de Biblioteconomia. (OLIVEIRA;
CARVALHO; SOUZA, 2009)
No começo da década de 40 os currículos dos cursos do Rio de Janeiro e de São Paulo
consistiam em estudos de disciplinas muito diferentes, se assemelhando apenas no ensino de

�bibliografia. A partir de 1944, com a exigência do mercado e com a mudança no cenário
europeu, a Biblioteca Nacional passou a adotar algumas disciplinas de cunho voltado à
influência americana.
Com o aumento no número de cursos em todo o Brasil, demandou na falta de padrão
na grade curricular e a regulamentação da profissão de bibliotecário como nível superior, o
primeiro currículo mínimo da Biblioteconomia se fazia necessário e se tornou obrigatório de
acordo com a lei nº 4.084 que regula a profissão, fez surgir o currículo mínimo de 1962.
Com a visão da área se transformando também por ocasião dos cursos de
pósgraduação, Oliveira, Carvalho e Souza (2009, p. 19) destacam que “[...]as propostas
curriculares elaboradas por diversos professores, resultaram, em 1982, na aprovação de um
novo currículo multidisciplinar, publicado pelo Conselho Federal de Educação, na resolução
nº 08/82’”.
As Diretrizes curriculares implantadas para a Biblioteconomia do Brasil do século XXI
no parecer, CNE/CES 492/2001 do Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de
Educação, deixaram de ser o modelo antigo com disciplinas obrigatórias delimitadas e trazem
definições sobre competências, habilidades e formação. Nas competências apresentadas,
mostram a preocupação com a formação do bibliotecário quanto ao desenvolvimento e
utilização de novas tecnologias e assim atender a demandas sociais de informação produzidas
pelas transformações tecnológicas que caracterizam o mundo contemporâneo.
4 METODOLOGIA
Trata-se de uma pesquisa exploratória, que segundo Gil (2006, p.41) “têm como
objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito
ou a constituir hipóteses.” A abordagem, é quali-quantitativa, uma vez que busca verificar a
adequação dos Currículos dos Cursos de biblioteconomia do nordeste mapeando as ementas
das disciplinas que tratam sobre o a formação do bibliotecário quanto ao domínio e uso das
tecnologias da informação e comunicação.
A pesquisa quali-quantitativa “representa a combinação das duas modalidades, o que
requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas, porém não abdica da interpretação dos
fenômenos e da atribuição de significados aos dados. (FILLOS et al., 2012 p. 5)
O universo é composto pelos cursos das universidades federais existentes na região
nordeste, exceto os da Universidade Federal do Piauí e da Universidade Federal do Ceará.
A amostra da pesquisa são as disciplinas pertencentes aos currículos dos Cursos de
Biblioteconomia das IFES do nordeste disponibilizados on-line e solicitados por e-mail. A
amostra consta de dez (10) dos 12 cursos existentes. Adotou-se a pesquisa virtual, haja vista
a realização de buscas nos sites dos referidos cursos, com objetivo de identificar as ementas
das disciplinas constante nos projetos pedagógicos. Nos casos de não identificação através
dos sites, foram feitas solicitações pelas redes sociais e por e-mails. Foram considerados os

�conteúdos curriculares analisados cujas ementas contemplam conteúdo definidos na
pesquisa. Quanto as disciplinas de práticas, estágio, monografia cuja ementa não se
identificam tais conteúdos, foram desconsideradas, com exceção daquelas que abordam
claramente sobre aspectos tecnológicos.
Para análise dos dados, o método comparativo foi a ferramenta usada para identificar
as diferenças entre as ementas dos componentes curriculares. Nesse sentido, Assis (2012,
p. 12) diz que esse método “procura identificar semelhanças e explicar diferenças entre
grupos, pessoas, sociedades, culturas, sistemas e organizações políticas, padrões de
comportamento familiar ou religioso etc.”
5 TRATAMENTO DOS DADOS E RESULTADOS OBTIDOS
Para tratamento dos dados, delimitou-se as disciplinas cujas ementas abordam direta e
indiretamente sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs); Inicialmente foram
analisadas as ementas dos cursos mencionados, os conteúdos e suas referências, levando
em conta disciplinas obrigatórias e optativas (eletivas). As disciplinas que diretamente
abordam o tema foram delimitadas por determinação dos currículos (onde havia uma
separação por assunto) ou por análise direta nas ementas. As disciplinas que abordam o tema
indiretamente foram definidas em decorrência da análise das ementas e de suas referências
buscando termos referentes a estudos das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
Os conteúdos curriculares que tratam diretamente da temática estudada e de caráter
obrigatório foram considerados de maior relevância nesse estudo perante as que tratam forma
indireta, nesse caso, as Optativas/eletivas.

Dessa forma, o estudo abarcou o total de

componente curriculares com ementas que tratam sobre a aplicação e uso de tecnologias,
com exceção dos casos que a matéria tenha nomenclatura claramente tecnológica.
5.1 Analise dos resultados
a)

O Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Maranhão, tem seu currículo

formado por 47 disciplinas, sendo que três em caráter obrigatório, com 60h cada e apenas
uma como optativa, com 30h. que tratam diretamente e mais 5 que abordam indiretamente
sobre Tecnologias da Informação e Comunicação.
b)

O Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB, composto de

68 disciplinas verificou-se que quatro com 60h/a em caráter obrigatório, são especificas para
a formação por possuir ementas que abordam diretamente sobre as TICs e quatro disciplinas
com abordagem indiretamente tecnológica.
c)

No Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), as

informações foram retiradas do Projeto Pedagógico do Curso, no site da UFAL. O total de
disciplinas é de 55, das quais 7 disciplinas tratam diretamente sobre tecnologia, sendo 5
obrigatórias, onde uma delas possui 80h/a e as demais 60h/a. As duas restantes são de

�caráter optativo com 60h/a. Quanto as disciplinas que abordam indiretamente sobre a
temática, foram identificadas 8 disciplinas que abordam indiretamente a aplicação e uso de
tecnologias.
d)

Quanto ao Curso de Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio

Grande do Norte (UFRN), verificou-se que, das 46 disciplinas encontradas, somam-se quatro
com conteúdo de formação tecnológica de caráter obrigatório com 60 h/a e 8 disciplinas com
abordagem parcial sobre a temática estudada.
e)

No Curso de Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal de Pernambuco

(UFPE), verificou-se que 68 disciplinas formam sua grade curricular, onde identificou-se 2
disciplinas obrigatórias, sendo uma com 30 h/a e outra com 60 h/a, que tratam diretamente
sobre formação tecnológica; 4 de caráter optativo, sendo duas com 60 h/a e duas com 30 h/a.
Quanto as disciplinas que abordam de forma indireta, foram identificadas 10, sendo 7
obrigatórias (seis com 60 h/a e uma com 30 h/a); três em caráter optativo com 30 h/aulas.
f)

No caso do Curso de Graduação em Biblioteconomia e Documentação da

Universidade Federal da Bahia (UFBA), a não localização do Projeto pedagógico do Curso de
Biblioteconomia da UFBA e pelo fato de muitas ementas não constarem no site, dificultaram
na obtenção dos dados e consequentemente da pesquisa. Contudo, das 33 disciplinas
analisadas, 3 possuem teor de formação tecnológica, sendo 1 obrigatória e 2 optativas,
enquanto 5 abordam a temática de maneira indireta.
g)

O Curso de Graduação em Biblioteconomia e Documentação da Universidade Federal

de Sergipe (UFS), possui o total de 55 disciplinas, das quais. 6 disciplinas cujas ementas
possui conteúdo de formação tecnológica, sendo 2 obrigatórias e 4 optativas, todas com 60
h/a. Com relação as disciplinas que abordam indiretamente sobre tecnologia. As disciplinas
que abordam a temática indiretamente, são em número de 6, sendo 5 de caráter obrigatório
e 1 de caráter optativo.
h)

No que se refere ao Curso de Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal

do Ceará Unidade Cariri – UFCA, o Projeto Pedagógico deixa de elencar, em seu currículo,
as ementas das disciplinas optativas. Desse total, 34 disciplinas foram analisadas. Verificouse que 8 delas, sendo 6 obrigatórias e duas optativas, contemplam conteúdo de formação
tecnológica diretamente. As disciplinas que indiretamente discorrem sobre assuntos ligados
as tecnologias são em número de 7.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os cursos de Biblioteconomia da região nordeste estudados, a partir das ementas das
disciplinas com conteúdo de formação tecnológica analisadas, se mostram diferentes quando
ao ensino das TICs nos itens contemplados em suas ementas. Mesmo em alguns dos cursos
que ofertam uma quantidade maior de disciplinas que abordam o estudo das TICs
diretamente, verificou-se que apenas duas são disciplinas obrigatórias, como é o caso dos

�cursos da UFS e da UFPE, o que nos leva a inferir que é necessário torná-las obrigatórias,
considerando que disciplinas optativas não são de obrigatoriedade serem disponibilizadas ou
cursadas.
Em outros cursos, verifica-se a inexistência de um olhar maior sobre a importância do
ensino das TICs, como vimos nos cursos da UFPB e da UFMA, por apresentar apenas três
disciplinas sobre a temática estudada e o curso da UFBA, possui apenas uma disciplina
obrigatória destinada a temática aqui tratada. Avanços como o ensino do formato Marc 21,
são identificados nos cursos da UFS assim como a boa distribuição de disciplinas que
contemplam o tema de forma indireta presente no curso de Biblioteconomia da UFPE,
merecem destaque.
Conclui-se ainda que, a importância de um estudo tratando de buscar uma proposta
de currículo modelo usando as experiências de cada currículo aqui analisado para o ensino
de tecnologia se mostra relevante para auxiliar na concepção de projetos pedagógicos futuros.

REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras,
Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia. Parecer CES/CNE 492/2001, homologação
publicada no DOU 09/07/2001, Seção 1, p. 50.
ALMEIDA, N. B. F. A Biblioteconomia no Brasil – análise dos fatos históricos da criação e do
desenvolvimento do ensino. (Dissertação). Mestrado em Ciência da Informação, Brasília,
2012. Brasília: Universidade de Brasília, 2012.
ASSIS, Maria Cristina de. Metodologia do Trabalho Científico/ Maria Cristina de Assis.
[S.I.:s.n.], [2012?].
BARRETO, A.A. A condição da informação. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 16, n.
3, p. 67-74, 2002. Disponível em:&lt; www.scielo.br/pdf/spp/v16n3/13563.pdf&gt;. Acesso em: 03
fev. 2015.
FILLOS, L. M. et al. Uma discussão sobre os aspectos metodológicos das investigações em
modelagem matemática do XI EPREM. In: ANPED SUL, 9., 2012, Caxias do Sul. Artigo...
Caxias
do
Sul:
[s.n.],
2012.
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Disponível
em:
&lt;http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/view/456/533&gt;.
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GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
OLIVEIRA, M.; CARVALHO, G.F.; SOUZA, G.T., Trajetória histórica do ensino da
Biblioteconomia no Brasil, Informação &amp; Sociedade, v. 19, n. 3, p. 13-24, set./dez. 2009.
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SIQUEIRA, Jéssica Câmara. Biblioteconomia, documentação e ciências da informação:
história, sociedade, tecnologia e pós-modernidade. Perspectivas em Ciências da Informação,
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Disponível
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www.scielo.br/pdf/pci/v15n3/04.pdf&gt; . Acesso em: 02 fev. 2015.

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              <text>Objetiva analisar como os Cursos de Biblioteconomia da região nordeste qualificam seus egressos quanto ao uso e domínio das tecnologias de informação e comunicação, mapear as disciplinas encontradas nos currículos pesquisados, identificar quais disciplinas e suas ementas para verificar se atendem ao novo perfil do bibliotecário. Trata-se de um estudo exploratório, com abordagem quali-quantitativa, em que utiliza a pesquisa documental para obtenção dos dados, por meio dos sites e e-mails das IFES da região nordeste. Para tratamento dos dados, usa como ferramenta o método comparativo, para verificar por meio das ementas dos componentes curriculares ofertados sejam elas obrigatórias, optativas/eletivas, destacando os componentes curriculares obrigatórios que abordam direta ou indiretamente conteúdos de formação tecnológica. Conclui-se que os Cursos de Biblioteconomia pesquisados, de maneira geral, não preparam seus egressos conforme a temática abordada. Sugere-se a criação de um canal de discussão permanente entre os Cursos de Biblioteconomia da região Nordeste para troca de experiências sobre as disciplinas que abordam sobre a formação tecnológica dos bibliotecários.Palavras-chave: Biblioteconomia. Currículo. Bibliotecário. Formação profissional</text>
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