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                  <text>Implantação do código de catalogação Resource Description And
Access (RDA) Na Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica do
Rio Grande Do Sul (PUCRS)

Marcelo Votto Texeira (PUCRS) - marcelo.texeira@pucrs.br
Michelangelo Mazzardo Viana (PUCRS) - mviana@pucrs.br
Clarissa Jesinska Selbach (PUCRS) - clarissa.selbach@pucrs.br
Loiva Duarte Novak (PUCRS) - loivaduarte@gmail.com
Salete Maria Sartori (pucrs) - ssartori@pucrs.br
Resumo:
O presente estudo de caso discorre sobre os processos que envolveram a implantação do novo
código de catalogação Resource Description and Access (RDA) nos catálogos bibliográfico e de
autoridade da Biblioteca Central Ir. José Otão, na Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul (PUCRS). A adoção de um método de implantação baseada em registros
bibliográficos híbridos, com elementos descritos sob as normas do antigo código Anglo
American Cataloguing Rules (AACR) e do novo código possibilitaram uma sistemática de
trabalho perceptível ao usuário do catálogo. Também são tratados aspectos sobre a exibição
dos novos elementos descritos sob as orientações do RDA e as possibilidades de melhoria na
pesquisa e descoberta dos recursos disponibilizados pela biblioteca.
Palavras-chave: Resource Description and Access; Catalogação; Bibliotecas Universitárias
Eixo temático: Eixo 6: IV EEPC - Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação.
Organização e Tratamento da Informação: tecnologias e novas ferramentas,
instrumentos, processos, produtos e serviços, políticas, cooperação.

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�1 INTRODUÇÃO
O presente relato de experiência versa sobre os processos que culminaram na
implantação do novo código de catalogação Resource Description and Access (RDA)
[Recurso Descrição e Acesso] nos catálogos bibliográfico e de autoridade, o impacto
dos novos processos na usabilidade do catálogo e as mudanças nas práticas do
bibliotecário catalogador na Biblioteca Central Irmão José Otão da Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). A implantação do novo código
deu-se entre o segundo semestre de 2015 e o primeiro semestre de 2016,
movimentando as equipes do Setor de Tratamento da Informação e do Setor de
Suporte e Desenvolvimento da Biblioteca.
O código de catalogação RDA foi originalmente concebido como uma
atualização do Anglo-American Cataloguing Rules, second revision (AACR2). A meta
do então Joint Steering Committee for Revision of AACRR (JSC) [Comitê de Direção
Conjunta para Revisão do AACR], atual RDA Steering Committee (RSC), era dentro
de um plano de ação que compreendia o período entre 2005 a 2009, aprimorar as
regras do AACR2 para que pudesse ser lançada uma terceira edição do código, o
AACR3.
Conforme Oliver (2011), as metas do plano de ação JSC buscavam mudanças
estruturais, conceituais e terminológicas do AACR2, para que melhor se adaptasse
ao esforço da comunidade bibliotecária internacional em aperfeiçoar o acesso aos
recursos em ambiente digital. A atualização do código deveria se basear em padrões
e princípios de catalogação internacionais, algo fora do contexto do AACR2. Neste
contexto, dos padrões e princípios de catalogação, é que estão os Princípios
Internacionais de Catalogação, os ISBDs - agora em edição consolidada - e os
Requisitos Funcionais para Registros.
A grande ruptura, que levou ao “fim” dos AACRs e ao início dos estudos que
deram origem ao RDA, ocorreu no envio para revisão editorial do JSC, do rascunho
da Parte I do AACR3. O comitê de revisão expressou, durante sua reunião em abril
de 2005, insatisfação com a linguagem e estrutura apresentada aos revisores, que
alguns consideram complexa e repleta de jargões de bibliotecas (KINCY; LAYNE,
2014).
No ano de 2010, a primeira parte do trabalho de elaboração do RDA foi
finalizada e disponibilizada mundialmente. Entretanto, dos trinta e sete capítulos que
compreendem o novo código, doze ainda estavam incompletos, sendo estes os que
tratam sobre os dados de autoridades para assuntos. O acesso ao RDA foi
disponibilizado em formato eletrônico, a partir de uma plataforma denominada RDA
Toolkit, que além das normas do código, disponibiliza ferramentas para os
utilizadores, como o mapeamento dos campos MARC 21 com as orientações do RDA
e as políticas de tratamento da informação de diferentes bibliotecas internacionais.
2 PROCESSOS NA IMPLANTAÇÃO DO NOVO CÓDIGO

�Ao iniciarmos os estudos para o projeto de adoção do código RDA dividimos o
mesmo em três grandes partes: o catálogo de registros de autoridades, o catálogo de
registros bibliográficos e o catálogo on-line.
No caso do catálogo de autoridades, o primeiro a ser trabalhado no projeto,
diagnosticou-se os tipos de autoridades existentes no catálogo da Biblioteca e
elaborou-se templates para cada tipo. Foram previstos templates com os campos
específicos do MARC 21 para: Pessoa, Família, Entidade coletiva e Evento. Ou seja,
para cada tipo de autoridade foram criados templates com os campos específicos do
MARC 21 para o Formato de Autoridades. Além disso, foram criados manuais para
cada campo do MARC 21, o que possibilitou a melhor compreensão do catalogador
na aplicação de cada orientação do RDA.
O nível de detalhamento na descrição dos registros de autoridades provido
pelo RDA é perceptível a gestores de Bibliotecas e de grande impacto aos usuários
que utilizam o catálogo. Além disso, por prover poucas alterações na elaboração dos
pontos de acesso, a implantação do RDA para controle de autoridades possui maior
descrição de novos elementos do que alterações em normas aplicadas pelos
catalogadores, quando comparada ao ACCR2.
Sobre a adoção do RDA no catálogo bibliográfico, ao analisarmos os estudos
de implantação do código RDA em diferentes bibliotecas ao redor do mundo
percebemos que cada biblioteca estabeleceu o processo conforme sua cultura e
ajustou o catálogo on-line ao longo das etapas. Um dos exemplos mais exponenciais
em nossa área foi a adoção do RDA pela Library of Congress, que capacitou sua
equipe ao longo do tempo, disponibilizou pareceres, atualizou campos do MARC 21
e estabeleceu o que chamou de “Marco zero”: o dia em que, a partir daquela data,
todos os seus registros seriam criados em RDA e os antigos permaneceriam em
AACR2 até que fossem revisados, gerando a concepção de um catálogo híbrido, com
registros em AACR2 e RDA. (LIBRARY OF CONGRESS, 2012).
No caso da Biblioteca Central Irmão José Otão, no momento em que se
apresentava e a partir do desejo da Direção em obter resultados de alto impacto ao
usuário, deu-se a adoção do RDA por elementos da edição consolidada do
International Standard Bibliographic Description (ISBD). O trabalho se baseou em
determinar um elemento do ISBD, avaliar sua descrição conforme AACR2, verificar
as mudanças existentes a partir da sua descrição em RDA e projetar duas etapas:
a) Gerar catálogo decisório, denominado como campo de ajuda, para a descrição
do elemento analisado em RDA;
b) Ajustar em lote elementos descritos em AACR2 e que poderiam ser alinhados
com o RDA.
Um exemplo prático de execução do processo descrito acima pode ser
mencionado a partir da área cinco do ISBD, denominada “Área de descrição do
material”, no elemento “Extensão”. Enquanto que para materiais impressos e com
paginação o AACR2 indica a descrição utilizando a abreviatura “p.” após o número de
páginas, a descrição em RDA orienta a utilização da expressão “páginas”, sempre no
idioma da agência catalogadora.

�Essa mudança na descrição de um elemento específico permitiu que fossem
alterados em lote todos os registros bibliográficos do nosso catálogo. Atualizando
assim, a descrição do elemento conforme as orientações do RDA. Esse processo foi
realizado em outros campos semelhantes, gerando registros híbridos.
Todavia, antes que partíssemos para as próximas alterações, foi realizado um
mapeamento dos materiais bibliográficos existentes no acervo físico e eletrônico da
Biblioteca, com vista a prover templates com os campos do MARC 21 para Formato
Bibliográfico para cada tipo de material a ser catalogado. O mapeamento seguiu a
concepção de tipo de material, tipo de conteúdo e tipo de suporte, ou seja, uma
gravação de vídeo (tipo de material), pode ser analógica ou digital (tipo de conteúdo)
e disponível em um rolo de filme, DVD ou On-line (tipo de suporte).
Um fator importante a ser mencionado, e encontrado em literatura que trata
sobre a adoção do código RDA, é o pouco impacto dos novos elementos tipo de
conteúdo, mídia e suporte para o usuário (KINCY; LAYNE, 2014; OLIVER, 2011). A
descrição destes elementos baseia-se na possibilidade de geração de facetas de
busca no catálogo. Contudo, a descrição destes elementos, controlados pelo RDA,
não apresentam termos ou expressões de uso habitual para o usuário. Como, por
exemplo, um livro impresso que recebe no tipo de suporte o termo “Volume”. Diante
destes estudos, adotamos a descrição do tipo de conteúdo, mídia e suporte conforme
as orientações do RDA para cada tipo de material da biblioteca, mas a exibição dos
dados em nosso catálogo apresenta os campos locais do MARC 21 para Registros
Bibliográficos para os elementos tipo de conteúdo, mídia e suporte controlados pela
Biblioteca Central Irmão José Otão.
Para os novos elementos de descrição em RDA - tipo de conteúdo, mídia e
suporte - assim como a descrição de características - som, vídeo e imagem - foi
prevista a exibição destes elementos no catálogo on-line da biblioteca e como eles
poderiam beneficiar o usuário que pesquisa no mesmo. Para isso, há um trabalho
conjunto para elaborar melhores formas de pesquisa e recuperação a partir destes
dados. Esse trabalho se dá entre a equipe de bibliotecários que atua na área de
suporte e desenvolvimento e a equipe da área de tratamento da informação, da
Biblioteca Central Irmão José Otão.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A adoção do novo código de catalogação representa um marco importante
para a Biblioteca Central Irmão José Otão. Repensar processos e aprimorar práticas
com vista a potencializar a descoberta e o acesso aos recursos é uma premissa
constante em nossas ações. Nesse sentido, o RDA veio ao encontro desta forma de
trabalhar, permitindo reavaliar um processo antigo e de alta relevância para uma
biblioteca como é o tratamento da informação.
Por outra perspectiva, estar na vanguarda de processos tão significativos para
a área da biblioteconomia, como a catalogação, representa podermos contribuir, com
exemplos práticos, para um cenário acadêmico e técnico da área. E diante disso,
temos a convicção de que divulgar a adoção do RDA e as formas de implantação do

�processo podem contribuir para um cenário próspero na catalogação brasileira, em
que mais bibliotecas avancem seus catálogos para um novo padrão de descrição.
Todavia, cabe salientar que ao adotarmos o RDA como código de catalogação
compreendemos que as atualizações são constantes, no mínimo uma vez ao ano, e
que devemos estar sempre em contato com as agências catalogadoras que regem e
definem as orientações do código. Para isso acontecer, a participação em listas de
discussões e contatos por e-mail são essenciais para a compreensão das normas de
descrição além do código.
Avanços são necessários para potencializarmos o uso do RDA em nosso
catálogo. A exibição dos registros de autoridades ainda não é uma realidade para
nós, por mais que os registros já estejam com elementos que permitam uma
experiência de uso do catálogo de autoridades ao qual julgamos satisfatória. Este é
um processo que desejamos avançar em breve.
Por fim, a adoção do RDA nos catálogos de autoridade e bibliográfico da
Biblioteca Central Irmão José Otão rendeu e continua a render aspectos positivos
para a comunidade acadêmica que utiliza o catálogo da biblioteca. A
implantação ocorreu ao longo do ano de 2016 e percebeu-se um significativo
aumento na satisfação dos usuários que utilizam o catálogo já na avaliação
acadêmica, disponibilizada no início do ano de 2017. O resultado desta avaliação nos
permitiu mensurar que a adoção do RDA está longe de ser apenas um ganho para a
comunidade bibliotecária, sendo também um ganho impactante para a comunidade
acadêmica na pesquisa e descoberta de recursos.
REFERÊNCIAS
CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed. rev. 2002. São Paulo: FEBAB;
Imprensa Oficial, 2004.
INTERNATIONAL
FEDERATION
OF
LIBRARY
ASSOCIATIONS
AND
INSTITUTIONS. ISBD Descripción Bibliográfica Internacional Normalizada. [s.l.]:
IFLA, 2011. (IFLA Series on Bibliographic Control, 44).
INTERNATIONAL
FEDERATION
OF
LIBRARY
ASSOCIATIONS
AND
INSTITUTIONS. Declaração de Princípios Internacionais de Catalogação. [s.l.]:
IFLA, 2009.
KINCY, Chamya Pompey; LAYNE, Sara Shatford. Making the move to RDA: a selfstudy primer for catalogers. Lanham: Rowman &amp; Littlefield, 2014. ISBN (e-book)
9780810887701
LIBRARY OF CONGRESS. Library of Congress (LC) RDA Training Materials.
2012. Disponível em:
&lt;http://www.loc.gov/catworkshop/RDA%20training%20materials/LC%20RDA%20Tra
ining/LC%20RDA%20course%20table.html&gt;. Acesso em: 19 set. 2017.

�OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Tradução de Briquet de Lemos.
Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 9788585637453
RDA TOOLKIT. ©2016. Disponível em: &lt;http://www.rdatoolkit.org/&gt;. Acesso em: 19
set. 2017.

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