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                  <text>Breves considerações sobre a relação paradoxal entre o prescrito e
o necessário no âmbito da recuperação da informação a partir da
elaboração de referências

Erika Alves dos Santos (Fundacentro / MTE) - erikasantos@yahoo.com
Marcos Luiz Mucheroni (USP) - mucheroni.marcosl@gmail.com
Resumo:
O cenário anfibológico caracterizado pelo irreprimível e crescente aumento no volume de
informações científicas (e não científicas) na contemporaneidade configura o conceptáculo que
iniciou o delineamento do problema em pauta. Em face do volume de informações geradas
diariamente aborda-se a elaboração de referências enquanto mediadoras e facilitadoras da
recuperação de informações confiáveis e enquanto faceta da representação descritiva.
Evidencia-se a relação de interdependência da referência perante a catalogação, considerando
sobretudo a relação de dependência da referência perante a outros instrumentos, tal como os
catálogos das bibliotecas para o acesso ao documento referenciado. Apresenta considerações
críticas quanto a existência de diversos estilos bibliográficos replicados em inúmeras versões
interpretadas por instituições de diversas naturezas, em controvérsia ao propósito de
existência de tais instrumentos, que é justamente a unificação da linguagem descritiva
científica. Por último, propõe-se o uso das tecnologias da web semântica e dos dados ligados
(linked data) como contribuição para o estabelecimento de interconexões entre documentos
afins bem como para a descrição destes documentos, na forma de referências.
Palavras-chave: Referências. Recuperação da informação. Representação descritiva. Padrão,
norma.
Eixo temático: Eixo 6: IV EEPC - Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação.
Organização e Tratamento da Informação: tecnologias e novas ferramentas,
instrumentos, processos, produtos e serviços, políticas, cooperação.

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�Introdução
A ampla oferta de informações ao mesmo tempo em que é favorável, especialmente
sob a ótica do universo acadêmico-científico, também representa óbices para a
seleção e recuperação de informações de relevância científica, que está diretamente
vinculada ao tratamento descritivo e temático dedicado a essa massa documental.
Nesse contexto, a elaboração e apresentação de referências em trabalhos
científicos é abordada a partir de três aspectos. O primeiro propõe a consideração
das listas de referências como fonte secundária de informações sobre um
determinado assunto; o segundo evidencia a relação de dependência e
complementaridade estabelecida entre as referências em relação aos catálogos das
bibliotecas, bancos e bases de dados, conforme o caso, considerando que a
referência por si só, muitas vezes não é autossuficiente no sentido de viabilizar o
acesso ao documento referenciado e o terceiro sugere a prática da elaboração e
apresentação de referências como uma faceta da representação descritiva. Em meio
a esse cenário, a ampliação do uso das tecnologias alterou as formas de
recuperação e uso da informação de modo geral. A reformulação e ampliação dos
meios de representação e acesso à informação, sobretudo no caso da catalogação
com o advento do RDA, demandaram uma postura reativa da Ciência da
Informação, o que não ocorreu em relação à elaboração de referencias, mormente
no Brasil. Apesar da relação de interdependência das referências face à
catalogação, não há correspondência entre elas no que se refere à forma de
representação da informação. Enquanto a catalogação avança no aprimoramento e
implantação do RDA, as normas brasileiras de elaboração de referências
permanecem inalteradas desde 2002. Ignore-se o fato de que a descrição dos
suportes de informação, sobretudo em meio digital, não são devidamente abordados
pelas normas brasileiras. Ademais, em face do atual cenário digitalizado que
permeia o universo da informação, é necessário que haja esse entendimento por
parte das normas de representação descritiva, no sentido de apontar para a
tecnologia, considerando, inclusive, aspectos da (Web) semântica e do linked data.
Método da pesquisa
Existem mais de 800 estilos bibliográficos para elaboração de citações e referências
em vigência, sendo muitos constituem versões interpretadas e adaptadas de outros.
A culminância é que surgem incontáveis derivações distintas das mesmas diretrizes,
o que por si só configura uma controvérsia em relação ao propósito da existência de
tais instrumentos, a saber: unificar, individualizar e simplificar a forma de
apresentação de informações de referência, bem como favorecer a recuperação e
acesso aos documentos referenciados.
No Brasil, não há uniformidade na adoção dos estilos bibliográficos. Algumas
instituições adotam o estilo Vancouver, outras APA, e há as que elaboram estilos
próprios, baseados em compilações interpretadas das normas ABNT NBR
6023:2002 Referências – Elaboração e apresentação; ABNT NBR 10520:2002
Informação e documentação - Citações em documentos – Apresentação e, ABNT
NBR 14724:2011 Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos Apresentação, todas publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT). A esse respeito, Keimelion (2014, grifo nosso), comenta: “Ah, e o estilo da
ABNT? Bem, esse estilo é uma jabuticaba: só é empregado no Brasil, parece ter
sido derivado do estilo Chicago, piorado e complicado; nunca tem interpretação

�uniforme e cada instituição tem um manual que o apresenta de uma forma distinta”.
Com efeito, as normas e padrões de estilos bibliográficos, sobretudo os brasileiros,
transmitem pouca clareza e exaustão no que se refere às orientações para redação
de referências, considerando os múltiplos formatos e suportes nos quais a
informação pode se apresentar. Em vista de tais aspectos, considerem-se três
pontos:
a) geralmente as referências são elaboradas por pesquisadores, provenientes
também de outras áreas do conhecimento, além da Ciência da Informação;
b) tais pesquisadores normalmente não têm um entendimento claro sobre a
importância da normalização e da qualidade formal dos trabalhos. Além disso,
alguns desconhecem a relação das normas e demais instrumentos normativos que
estabelecem as diretrizes para a padronização do registro do pensamento científico;
c) a diversidade nos tipos de suporte de informação, aditada à readequação das
formas de gerenciamento e recuperação da informação, potencializou o
aparecimento de outras formas de registro e apresentação do pensamento científico
até então não consideradas pelas normas vigentes.
Nessa perspectiva emerge o questionamento sobre como os sistemas de gestão da
informação devem responder às buscas de informação da comunidade científica e,
quais são (ou devem ser) os dados elementares e indispensáveis para a
identificação e acesso a um determinado documento. As considerações preliminares
a esse respeito foram produzidas a partir de avaliação da norma ABNT NBR
6023:2002 Referências – Elaboração e apresentação, que integra a metodologia de
trabalho de uma pesquisa em desenvolvimento na Universidade de São Paulo, que
será apresentada como tese.
Resultados preliminares
A norma ABNT NBR 6023:2002 Referências – Elaboração e apresentação destinase a “estabelecer os elementos a serem incluídos em referências e convenções para
transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras
fontes de informação” (ABNT, 2002b, p.1).
A ABNT (2002b, p. 2), define a referência como um “Conjunto padronizado de
elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação
individual”, os quais podem se dividir em elementos essenciais, caracterizados pelas
informações indispensáveis à identificação do documento, e elementos
complementares que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor
caracterizar e individualizar os documentos. A elaboração de referências faz parte
do processo de tratamento documentário que se remete à representação descritiva,
que pode ser entendida por “[...] um signo [...] que, sob certo aspecto ou modo,
representa algo para alguém” (PEIRCE, 1977, p. 61).
A observação conduzida revelou que a ABNT NBR 6023:2012 peca pela falta ou
deficiência na apresentação de orientações sobre como normalizar determinados
tipos de documentos, a exemplo de anais de eventos simultâneos e legislação
estrangeira. Em contrapartida recomenda a indicação de elementos que não
necessariamente são determinantes na recuperação do documento consultado,
como é o caso da indicação do local de publicação das obras referenciadas, que
inclusive constitui elemento essencial, segundo a norma em pauta, sobretudo
considerando documentos eletrônicos que passíveis de identificação pelo Digital
Object Identifier (DOI). Isso não significa que tais informações não sejam
importantes, porém, deve haver clarividência na distinção entre os níveis e formas

�de descrição e detalhamento das informações sob a ótica das referências e da
catalogação. Apesar de a referência constituir um metadado descritivo, ela
normalmente não dispensa a consulta à outras fontes de informação, como por
exemplo, um catálogo de uma biblioteca, para recuperação do item referenciado,
excetuados os documentos eletrônicos de acesso aberto disponíveis na Internet cuja
indicação da fonte de consulta (link) constar na própria referência. E em sendo
assim, justifica-se a abolição da exaustividade no que se refere ao emprego de
esforços para o registro de informações referenciais que não terão efetiva utilidade
no sentido de facilitar a recuperação e acesso à informação. Outra questão a se
considerar nesse aspecto é a granularidade dos dados. A norma ABNT NBR 10520
Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação (ABNT
2002a), estabelece como opcional a indicação do número da(s) página(s) citada(s).
Ora, se a possibilidade de reconstrução do método e do raciocínio científico
percorrido por um autor na construção de suas argumentações é um pré-requisito da
Ciência, a indicação das páginas consultadas e citadas torna-se um item facilitador
desse processo, sobretudo em se tratando de obras extensas, de modo que deveria
constituir elemento obrigatório na apresentação de quaisquer citações e referências.
Outro ponto questionável é a recomendação do uso de expressões abreviadas
provenientes do latim nas citações, sobre as quais não há orientações detalhadas
sobre seu uso nas normas ABNT.
As normas ABNT NBR 10520 e 6023 estão intimamente interligadas numa relação
de complementaridade, até mesmo porque devem ser utilizadas conjuntamente,
porém, ambas citam discretamente uma a outra como documentos prescritivos, e
não complementares. Considerando que citações são necessariamente relacionadas
às referências, e analogamente à lógica de apresentação dos padrões bibliográficos
internacionais, pressupõe-se que as diretrizes para elaboração de citações e
referências poderiam apresentar-se em um documento único.
A referência enquanto metadado descritivo na era da Web Semântica
O metadado não necessariamente precisa ser digital. Profissionais da informação
instigados pela própria herança cultural sempre geraram metadados desde os
primórdios da gestão de coleções. Ainda que estejam sendo incorporados aos
sistemas de informação digital, metadados são absolutamente passíveis de registro
em formato analógico como os catálogos impressos e etiquetas de arquivos, por
exemplo (GILLILAND, 2008). A definição parece razoável, e se aplica também na
perspectiva da redação de referências porém, camufla outra perspectiva que
também configura objeto de discussão: quais são os elementos que devem compor
uma referência? (BALL, DUKE, 2012). Conste que “referências devem facilitar o
acesso ao documento bem como aos metadados associados, tanto para humanos
quanto para máquinas, na recuperação do documento referenciado (BALL, DUKE,
2012)”. A recíproca, contudo, não é verdadeira. As informações prescritas para
comporem referências nem sempre estão presentes e/ou explícitas no documento, e
no caso específico do Brasil, ainda que assim não o seja, a própria norma NBR
6023:2002 omite instruções que fomentam dubiedades procedimentais que
contribuem para a ocorrência de referências distintas para um único documento.
Além disso, considere-se que as referências remetem a padrões, e em
contrapartida, a norma brasileira que orienta a sua elaboração é controversa,
confusa e incompleta, sem mencionar que em função disso, as instituições
educacionais, editores de periódicos e repositórios costumam sugerir formas e

�padrões de apresentação de citações e referências próprios, sendo que a correlação
entre estes e a norma ABNT NBR 6023:2002 nem sempre é consistente.
A elaboração de referências mantém correspondência com a catalogação, no
sentido de que ambas visam à produção de metadados descritivos com a finalidade
de possibilitar ou facilitar o acesso ao documento descrito e, são abrangidas pelo
conceito da representação descritiva. Embora tais semelhanças sejam factíveis, é
importante registrar que o catálogo (analógico ou digital), é independente da
referência, e que o inverso nem sempre é uma verdade no que tange à recuperação
da informação.
Uma análise comparativa superficial entre a ABNT NBR 6023:2002 e o Código de
Catalogação Anglo Americano (AACR2), que inclusive constitui um dos documentos
prescritivos da primeira, ressalta a analogia entre os elementos que devem compor o
registro catalográfico e a referência, ambos baseados nas 6 áreas de descrição
sugeridas pelo AACR2. No âmbito da catalogação, é louvável a descrição exaustiva,
incluindo relações semânticas com outros conteúdos, quando possível. Em
contrapartida, sob a ótica das referências, considerando os fins aos quais se propõe,
nem todas estas informações são imprescindíveis.
A construção de um repositório de referências, estruturado, centralizado e de acesso
aberto, fruto de esforços conjuntos das universidades, dos editores de conteúdos
científicos e não científicos, das bibliotecas (principalmente as bibliotecas nacionais),
e das instituições mantenedoras de repositórios institucionais, não necessariamente
nessa ordem de importância, poderia protagonizar a normalização universal de
apresentação de referências, se é que assim pode ser chamada, como uma
alternativa para mitigar ou sanar as discrepâncias estabelecidas no universo
descritivo no tocante às referências.
Considerando que já existem os catálogos das bibliotecas, os repositórios
institucionais, e as bases de dados dos editores, sendo os dois últimos inclusive,
fonte de acesso direto para o conteúdo, pensar em construir um novo ambiente de
consulta pode também caracterizar um retrabalho e uma postura oposta à que a
ferramenta proposta preconiza, que é justamente evitar a duplicidade de trabalhos.
Uma alternativa a isto pode ser o acréscimo das informações acerca da indicação de
referências diretamente nos canais de recuperação da informação (repositórios,
catálogos e bases de dados) já existentes.
Os benefícios deste tipo de serviço, entretanto, transcendem o âmbito do limite de
auxílio ao pesquisador. Considerando a possibilidade de a interface do instrumento
proposto ser desenvolvida em ambiente XML com registro de TAGs nas referências
indicadas, formar-se-ia uma “teia de conhecimento” na medida em que os
documentos oriundos de assuntos correlatos estivessem semanticamente
interligados, formando uma espécie de rede neural de publicações com temática
semelhante, o que certamente seria benéfico, sobretudo para os pesquisadores.
Enquanto de um lado a organização da informação, especialmente na web, ocupase de questões relacionadas ao big e open data, ontologias e semântica, por outro
lado, ainda existem problemas de representação da informação na forma de
referências, que configuram empecilhos, ou mesmo impedimentos, para a sua
recuperação. Ainda que estas sejam elaboradas por gerenciadores de referências,
há que se considerar que o tempo do pesquisador é escasso e precioso e, portanto,
deve ser otimizado sempre, e primordialmente.
Considerações Finais

�O empirismo é uma das características da Ciência considerando, sobretudo, que a
produção do pensamento e da argumentação científica devem pautar-se pela
convergência das considerações e do diálogo dos especialistas em suas respectivas
área de atuação, de modo que o conhecimento acumulado é moldado, adaptado e
transformado segundo as tendências sinalizadas pelas discussões lideradas pela
academia e pelos centros de pesquisa, considerando que os pesquisadores que
representam a massa crítica da construção do conhecimento, geralmente estão
vinculados à tais instituições. Para que tal empirismo se concretize efetivamente, os
pesquisadores devem cumprir com seu dever de não apenas fazer ciência, mas,
sobretudo, comunicá-la para que a relação de derivação e de complementaridade
que promove o avanço do conhecimento humano se estabeleça continuamente.
(RODRIGUES, LIMA, GARCIA, 1998). Entretanto, para que tal comunicação tenha
efetividade, é necessário considerar a qualidade formal dos trabalhos, o que reforça
ainda mais a necessidade de cuidar para aspectos voltados à normalização.
Em consequência da diversidade de objetos e campos de interesse, a ciência tem
características aparentemente inconciliáveis: tem o ideal de buscar o conhecimento
total e integrado do mundo, mas se realiza em partes ínfimas, pequenas partes que
compõem um quebra-cabeças, para o qual contribuem pares/concorrentes, que têm
histórias de vida diversas, vivem em mundos distantes, apresentam hábitos culturais
distintos e falam idiomas diferentes (RODRIGUES, LIMA, GARCIA, 1998, p. 153).
Referências
ABNT. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos:
apresentação. Rio de Janeiro, 2002a.
ABNT. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002b.
BALL, A. ; DUKE, M. How to cite datases and link to publications. In: DCC how-toguides. Edinburgh: Digital Curation Centre, 2012. Disponível em:
&lt;http://www.uis.unesco.org/Library/Extra%20Documents%20for%20Document%20Li
brary/How_to_Cite_Link.pdf&gt;. Acesso em 26 fev. 2017.
GILLILAND, A. J. Setting the Stage. In: BACA, M. (Ed.). Introduction to metadata.
2nd ed. Los Angeles : The Getty Research Institute, 2008. Disponível em:
&lt;https://d2aohiyo3d3idm.cloudfront.net/publications/virtuallibrary/0892368969.pdf&gt;.
Acesso em: 8 mar. 2017.
KEIMELION. Revisão de teses e dissertações. Disponível em:
&lt;http://www.keimelion.com.br/2014/06/estilos-de-citacoes.html&gt;. Acesso em: 1 mar.
2017.
PEIRCE, C. S. Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 1977.
RODRIGUES, M. E. F.; LIMA, M. H. T. de; GARCIA, M. J. de O. A normalização no
contexto da comunicação científica. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo
Horizonte, v. 3, n. 2, p. 147-156, jul./dez. 1998. Disponível em:
&lt;http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/603/372&gt;. Acesso
em: 19 fev. 2017.

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              <text>Eixo 6:  IV EEPC - Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação. Organização e Tratamento da Informação: tecnologias e novas ferramentas, instrumentos, processos, produtos e serviços, políticas, cooperação.</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O cenário anfibológico caracterizado pelo irreprimível e crescente aumento no volume de informações científicas (e não científicas) na contemporaneidade configura o conceptáculo que iniciou o delineamento do problema em pauta. Em face do volume de informações geradas diariamente aborda-se a elaboração de referências enquanto mediadoras e facilitadoras da recuperação de informações confiáveis e enquanto faceta da representação descritiva. Evidencia-se a relação de interdependência da referência perante a catalogação, considerando sobretudo a relação de dependência da referência perante a outros instrumentos, tal como os catálogos das bibliotecas para o acesso ao documento referenciado. Apresenta considerações críticas quanto a existência de diversos estilos bibliográficos replicados em inúmeras versões interpretadas por instituições de diversas naturezas, em controvérsia ao propósito de existência de tais instrumentos, que é justamente a unificação da linguagem descritiva científica. Por último, propõe-se o uso das tecnologias da web semântica e dos dados ligados (linked data) como contribuição para o estabelecimento de interconexões entre documentos afins bem como para a descrição destes documentos, na forma de referências.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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