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                  <text>A Implantação da RDA em Biblioteca: identificando procedimentos
José Fernando Modesto da Silva (USP) - fmodesto@usp.br
Liliana Giusti Serra (Unesp / SophiA) - lgiustiserra@gmail.com
Resumo:
Em um mundo interconectado e globalizado, as bibliotecas menos ajustadas aos novos
processos de representação descritiva terão dificuldades em oferecer serviços e produtos
inovados para atendimento das demandas atuais de seu público. Neste contexto, que a RDA se
torna um padrão de uso internacional. Assim, a abordagem deste artigo, orientado ao
ambiente das bibliotecas, tem o objetivo de identificar experiências e procedimentos adotados
por entidades e agências bibliográficas dos países que migraram para a RDA. Em termos
metodológicos, o estudo classifica-se como de caráter descritivo e exploratório, por sua
finalidade em proporcionar maior familiaridade com o problema com vista a torna-lo mais
explícito e, assim, contribuir para o aprimoramento das ideias ou reflexões. Nas
considerações, observa-se os procedimentos adotados pelos países, por meio entidades
profissional e agências bibliográficas, para migração à nova norma. Além do estabelecimento
de critérios e pesquisas que possam subsidiar a tomada de decisão pelo uso e implantação da
RDA, como exemplo, a ênfase nos programas de treinamento e a tradução do código. Duas
situações que devem fomentar as ações de implantação da RDA no Brasil.
Palavras-chave: Código de Catalogação Bibliográfica; RDA; Planejamento Bibliotecário;
Catalogação Descritiva
Eixo temático: Eixo 6: IV EEPC - Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação.
Organização e Tratamento da Informação: tecnologias e novas ferramentas,
instrumentos, processos, produtos e serviços, políticas, cooperação.

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�Eixo 6: IV EEPC - Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação. Organização
e Tratamento da Informação: tecnologias e novas ferramentas, instrumentos,
processos, produtos e serviços, políticas, cooperação.

1. Introdução
Na atualidade, em um ambiente global interconectado, as bibliotecas que melhor se
ajustarem ao uso de um novo código orientado à organização e tratamento de material
informacional, certamente estarão capacitadas para o exercício de ações cooperativas e
de intercâmbio de registros bibliográficos, em amplitude mundial. As bibliotecas menos
ajustadas aos novos processos de representação descritiva terão dificuldades em se
beneficiar dos/ou oferecer serviços e produtosinovadores para atendimento das
demandas atuais de seu público.
É, neste contexto, que a RDA (Resource Description and Access) se torna um padrão de
uso internacional. Sinaliza para este fato o seu uso pelas principais bibliotecas do
mundo, em especial as bibliotecas anglo-saxãs, bem como diversas bibliotecas
nacionais europeias.
Contribui com essa tendência da RDA que, mais do que a substituta, é a continuação
natural do AACR2 (Código de Catalogação Anglo Americano, 2ª edição). O que a
indica como alternativa a ser implementada nos países da América Latina, em especial,
o Brasil. Apesar de ter sido desenvolvida para atender ao trato do conteúdo digital,
também considera os materiais impressos ou analógicos, proporcionando condições
para descrição de acervos híbridos. Diante destes aspectos justificam-se a importância
de abordar a questão da implantação da RDA nos serviços técnicos bibliotecários. Por
meio da análise de experiências externas intenta-se obter subsídios que estimulam
avaliações e planejamentos quanto aos procedimentos a serem adotados pela
comunidade bibliotecária brasileira.
2. Objetivos
O contexto da abordagem deste artigo, orientado ao ambiente das bibliotecas, tem o
objetivo principal de identificar experiências e procedimentos adotados por entidades de
representação profissional e agências bibliográficas dos países que migraram para a
RDA. Além de elencar critérios que possam subsidiar as discussões sobre a definição de
programas e de estratégias de implantação da RDA.
3. Metodologia
Em termos metodológicos, o estudo classifica-se como de caráter descritivo e
exploratório, por sua finalidade em proporcionar maior familiaridade com um
determinado problema, com vista a torna-lo mais explícito e, assim, contribuir para o
aprimoramento das ideias ou reflexões (GIL, 2009). No enfoque do problema de
implantação da RDA, procedeu-se a análise, na literatura da área da Biblioteconomia,
de material bibliográfico selecionado. Para tanto, coletou-se artigos com abordagem
sobre planejamento e estratégias de adoção da RDA, no período de 2010 – 2016. Optouse por analisar ocorrências em comunidades bibliotecárias de países de língua inglesa
(cultura anglo-saxã) e países do continente europeu, por estarem esses países, na sua
maioria, envolvidos no projeto de desenvolvimento da própria RDA.
4. As ações e estratégias para adoção da RDA

�A RDA torna-se um fato irreversível como uma norma semântica de uso internacional
ou no mínimo uma alternativa mais viável para as bibliotecas, no contexto da ambiência
digital. Atualmente, é adotada pelas principais bibliotecas do mundo, em especial, nos
países de língua inglesa, bem como entre várias bibliotecas nacionais europeias.
Ademais, a RDA é a continuação da AACR2. Neste sentido, é presumível que será
amplamente implementada por agências bibliográficas. No Brasil, observa-se de forma
institucional, que existem bibliotecas em processo de implantação. Uma questão que
motiva este estudo é saber como proceder e que critérios aplicar para um processo de
implantação da RDA.
4.1 Contexto dos países de língua anglo-saxã
Tillett (2010) comenta os procedimentos de utilização da RDA na Austrália, Canadá,
Reino Unido e Estados Unidos; países esses responsáveis pelos testes iniciais da RDA,
bem como pela sua manutenção e atualização. No caso da Austrália estabeleceu-se um
cronograma de aplicação da norma, alinhado com a agenda de testes realizados nos
Estados Unidos, sendo a implementação iniciada em meados de 2011. O cronograma
contemplou a introdução de programa de treinamento planejado pelo Australian
Committee on Cataloguing, acompanhado de pesquisa realizada para avaliar os
resultados do treinamento. A Biblioteca Nacional da Austrália também promoveu
alterações na Australian National Bibliographic Database; revisou as políticas de
catalogação existentes; procedeu à conversão dos pontos de acesso legado; e
implementou mudanças para acomodar a RDA ao catálogo coletivo local.
4.2 Contexto dos países europeus
Em relação ao continente europeu, Danskin e Gryspeerdt (2014) comentam que as
bibliotecas adotaram, inicialmente, posição de cautela nos procedimentos de uso da
RDA. A partir de seminário realizado em 2010, na cidade de Copenhague, organizado
pelo Joint Steering Committee for Development of RDA (JSC) e o European RDA
Interest Group (EURIG), representantes de bibliotecas nacionais abordaram os seus
respectivos planos em relação à norma. Foi consenso, entre as manifestações, aguardar
o processo de implantação realizado pela Library of Congress, no período.
Saliente-se que a EURIG é uma entidade constituída de 32 membros representando 20
países. Esses membros são formados por bibliotecas nacionais, redes de bibliotecas,
agências bibliográficas, empresas e organizações de padronização. Originalmente, a
entidade, foi estabelecida informalmente pela British Library, Deutsche
Nationalbibliothek, e a Biblioteca Nacional de España. Esta entidade assume a
responsabilidade de instituir uma rede formal de disseminação de informação sobre a
RDA e sua implantação, tornando-se parte ativa na comunidade responsável pelo
desenvolvimento e implantação da norma.
No que se refere aos países europeus, demonstra-se que, em termos técnicos, o projeto
RDA recebe a contribuição de várias entidades europeias, com destaque mencionado
pelos autores, ao trabalho da Federação Internacional de Associações de Bibliotecas e
Instituições (IFLA), Seção de Catalogação e o EURIG. Salienta-se que o sucesso do
trabalho está baseado na cooperação e no consenso. Apesar da necessidade em conciliar
diferentes culturas nas abordagens, a Seção de Catalogação da IFLA prepara e mantém
padrões catalográficos básicos. Estes padrões são fundamentais e têm influência sobre a
RDA.
5. Análise dos planejamentos e estratégias adotados

�Neste tópico, sistematiza-se as informações coletadas na análise da literatura
apresentada no item anterior sobre a implantação da RDA. Por meio do quadro 1, listase alguns dos procedimentos adotados na implantação da norma em países citados.
Certamente, não se esgota e nem abrange a totalidade das ações, apenas ilustra e
corrobora para o tipo de atenção e reflexão que podem ser desenvolvidas, no Brasil,
para estimular a adesão ao uso da RDA, em curto prazo.
Quadro 01 – Lista de ações implementadas para adoção da RDA
Indicadores
Catálogo Coletivo
Comitê Implantação
RDA
Cronograma
Implantação
Eventos/Lista
discussão RDA
Obstáculos para RDA
Pesquisa
sobre
bibliotecas
Pesquisa
sobre
descrição e definição
RDA
Pesquisa resultado do
treinamento
Produção
Documentos RDA
Programa
de
Treinamento
Tradução RDA

Austrália

Alemanha

Canadá

X

X
X

X

Espanha

EUA

X

França

Holanda

X

X
X

Reino
Unido
X

X
X
X
X
X

X

X

X

X

X
X

X

X

X

X

X

X
X

X

X

X

X

X

Entre os indicadores, encontra-se a tradução do código promovida pelos países de fora
da comunidade de língua inglesa. Mesmo o Canadá, país bilingue, promoveu, em
parceria com a França, a tradução da norma para sua comunidade de língua francesa.
No Brasil, a questão da tradução parece não encontrar preocupação maior na
comunidade bibliotecária, ao menos no que seja de conhecimento público.
Entende-se que a tradução da RDA ao idioma português é essencial para sua maior e
melhor disseminação entre a comunidade bibliotecária. Possibilitar ampla capacitação
dos profissionais e, principalmente, a formação dos estudantes de biblioteconomia sob
as novas perspectivas da catalogação descritiva é um passo determinante para a
construção de estratégia de transição de normativas.
O programa de treinamento orientado ao conhecimento, avaliação e planejamento no
uso da RDA, é um indicador destacado. Dois aspectos estão relacionados a esse
requisito. Um é a aplicação de pesquisa avaliativa dos seus resultados. Procedimento
essencial até para ambientação com o trato da nova norma. Outro aspecto é a
constituição de um Comitê nacional de coordenação do processo de implantação da
RDA ou de grupos de trabalhos com a mesma finalidade.
Observa-se o forte envolvimento de entidades profissionais e agências bibliográficas
(bibliotecas nacionais e bibliotecas consideradas principais) no processo de
planejamento, até mesmo sediando os comitês ou estabelecendo os grupos de trabalho

�dedicados à produção de documentos sobre a RDA, seu impacto no sistema
bibliotecário, no intercâmbio de registros e nos custos.
Ainda, em relação à constituição de um Comitê, deve-se observar a tentativa, neste
sentido, de criar no Brasil a Comissão Brasileira de Tratamento da Informação (CBTI).,
proposta aprovada a partir da recomendação efetuada em agosto de 2011, durante a
realização do XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, na
cidade de Maceió. A proposta ocorreu durante encontro de catalogação promovida pela
professora Rosa Maria Correa, com a indicação de três bibliotecários responsáveis por
encaminharem, posteriormente, à FEBAB, uma proposta regimental de funcionamento
do CBTI como um órgão assessor da Diretoria, com a finalidade de promover a
divulgação e o desenvolvimento de padrões, normas e atividades relacionadas à
representação e descrição bibliográfica em unidades de informação brasileiras (citação
nossa).
Um aspecto, que implica na necessidade de planejamento do treinamento, é a
compreensão dos conceitos teóricos envolvidos no fazer do catalogador. Diferente dos
processos tradicionais, o processo de capacitação requer leitura e reflexão sobre as bases
teóricas advindas com os requisitos funcionais dos registros bibliográfico e de
autoridade, e os novos princípios da catalogação que enfatizam as atribuições das
tarefas dos usuários. Há necessidade, ainda, de entender a própria leitura dos registros
em formato MARC sob estas novas perspectivas trazidas pela modelagem dos dados
bibliográficos: obra, expressão, manifestação e item.
Entre os países citados, alguns possuem catálogos coletivos nacionais. Esses catálogos
foram analisados quanto as alterações e mudanças necessárias para acomodar a RDA
por serem meios de compartilhamento e distribuição de registros entre as bibliotecas,
contribuindo para uma uniformidade dos dados e um padrão das atividades técnicas.
O Brasil não possui um catálogo coletivo nacional. Assim, as análises sobre os ajustes
das bases de dados catalográficas estão limitadas ao âmbito institucional, o que não
invalida o estabelecimento de orientações técnicas para implementar a RDA nos
catálogos existentes. Constata-se que os espaços de pesquisas sobre a implantação da
norma, além de necessárias, tendem a se ampliar nos próximos anos para melhor
dimensionar os seus efeitos nos processos técnicos.

Considerações Finais
A RDA se torna um padrão de uso internacional. O seu uso pelas principais bibliotecas
do mundo sinaliza para esse fato. A norma não só substitui a AACR2, mas implementa
uma revisão nos processos catalográficos tradicionais.
Conforme intenção dos objetivos deste trabalho, observa-se os procedimentos adotados
pelos países, por meio de entidades profissionais e agências bibliográficas, para
migração à nova norma. Além do estabelecimento de critérios e pesquisas que possam
subsidiar a tomada de decisão pelo uso e implantação da RDA como, por exemplo, a
ênfase nos programas de treinamento e a tradução do código. Situações que devem
fomentar as ações de implantação da RDA no Brasil e que são essenciais para
consolidar sua adoção ao torna-la assimilável pela comunidade bibliotecária.
A inserção da RDA, no contexto da catalogação brasileira, provavelmente será lenta e
custosa, com reflexo para a comunidade usuária em usufruir de novos parâmetros de

�representação descritiva, interfaces de catálogos online, e novos princípios de
relacionamento entre registros bibliográficos. Além destes pontos, recomenda-se
também o estabelecimento de planejamento criterioso e aplicação de estratégia de
transição do AACR2 à RDA por parte das instituições interessadas, com o intuito de
compartilhar com as demais bibliotecas brasileiras um arcabouço de experiências ou, até
mesmo, estipular uma metodologia que fomente orientações para a transição.
A não adoção ou a morosidade na implementação da RDA nas bibliotecas brasileiras
também podem representar restrições nas atividades de catalogação cooperativa,
podendo limitar ou impedir a importação de registros bibliográficos de instituições
internacionais que já aderiram à RDA.
E, por fim, a constituição de uma comissão nacional para conduzir ou estimular um
salto para adoção efetiva da RDA e sua disseminação entre todas as categorias de
biblioteca, de forma uniforme.

Referências:
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Arsenault, C.; Paradis, D.; Riva, P. Translating RDA into French. Cataloging &amp;
Classification Quarterly, v. 52, n. 6-7, p.704-722, 2014. Disponível em:
http://dx.doi.org/10.1080/01639374.2014.889059. Acesso em: 10 mar. 2016.
Behrens, R.; Frodl, C.; Polak-Bennemann, R. The Adoption of RDA in the GermanSpeaking Countries. Cataloging &amp; Classification Quarterly, v. 52, n. 6-7, p. 688-703,
2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1080/01639374.2014.882872. Acesso em: 10
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BNE. Biblioteca Nacional de Espanha declaração relativa à RDA. RDA em Espanha |
@ ABES rda, 2014. Disponível em: https://rda.abes.fr/tag/rdaenespagne/. Acesso em:
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Danskin, A.; Gryspeedt, K. Changing the rules? RDA and cataloguing in Europe. Liber
Quarterly, v. 24, n. 2, p. 112–123, 2014.
Garcia, A. RDA in Spanish: Translation Issues and Training Implications. Cataloging
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Tillett, B. B. RDA and Plas: Australia, Canada, UK e US. EURIG, August 8, 2010.
Wintermans, L.; Van Spanje, D. Implementing RDA in the Netherlands. Viena:
OCLC, 25 April 2014. Disponível em: https://goo.gl/KXPXjZ. Acesso em 10/03/2017.
Acesso em: 05 dez. 2016.

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