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                  <text>A Fundação Biblioteca Nacional no VIAF
Liliana Giusti Serra (Unesp / SophiA) - lgiustiserra@gmail.com
Luciana Grings (FBN) - luciana.grings@bn.gov.br
Resumo:
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) é uma das maiores bibliotecas nacionais do mundo e a
maior da América Latina. Sua coleção é composta por cerca de 9 milhões de registros e
chegou ao Brasil em 1808, com a vinda da corte de D. João VI ao Rio de Janeiro. É a entidade
responsável pelo depósito legal e pelo controle bibliográfico brasileiro.
O VIAF (Virtual International Authority File) é um consórcio de cooperação formalizado em
2003 e coordenado pela OCLC (Online Computer Library Center). O consórcio foi estabelecido
entre bibliotecas e agências nacionais com o intuito de centralizar e disponibilizar registros de
autoridades de Pessoas, Entidades, Nomes geográficos, Obras (títulos uniformes) etc., em
âmbito internacional.
Este relato de experiência descreve o processo de adesão da FBN ao VIAF, desde os contatos
iniciais, envio de registros para análise, acertos nos metadados, formalização do acordo de
cooperação, início dos testes e aguardo de ajustes finais para disponibilizar os registros do
Brasil no consórcio. No presente momento o Brasil já está representado no VIAF, porém ainda
sem dados visíveis para consulta.
Trata-se de um marco na história da FBN ao engajar-se em projeto cooperativo em prol do
compartilhamento de dados de autoridades, com estabelecimento de descrição de nomes em
língua portuguesa, contribuição para divulgação do controle bibliográfico brasileiro e
posicionamento da instituição em nível internacional.
Palavras-chave: Fundação Biblioteca Nacional; VIAF; Controle de autoridades
Eixo temático: Eixo 6: IV EEPC - Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação.
Organização e Tratamento da Informação: tecnologias e novas ferramentas,
instrumentos, processos, produtos e serviços, políticas, cooperação.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Resumo expandido de relato de experiência
Eixo Temático: 6 – IV EEPC – Encontro de Estudos e Pesquisas em
Catalogação.

Resumo expandido
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) é uma das maiores bibliotecas nacionais do
mundo e a maior da América Latina. Sua coleção é composta por cerca de 9
milhões de registros e chegou ao Brasil em 1808, com a vinda da corte de D. João
VI ao Rio de Janeiro. É a entidade responsável pelo depósito legal e pelo controle
bibliográfico brasileiro.
O VIAF (Virtual International Authority File) é um consórcio de cooperação
formalizado em 2003 e coordenado pela OCLC (Online Computer Library Center).
O consórcio foi estabelecido entre bibliotecas e agências nacionais com o intuito
de centralizar e disponibilizar registros de autoridades de Pessoas, Entidades,
Nomes geográficos, Obras (títulos uniformes) etc., em âmbito internacional.
Este relato de experiência descreve o processo de adesão da FBN ao VIAF,
desde os contatos iniciais, envio de registros para análise, acertos nos metadados,
formalização do acordo de cooperação, início dos testes e aguardo de ajustes
finais para disponibilizar os registros do Brasil no consórcio. No presente momento
o Brasil já está representado no VIAF, porém ainda sem dados visíveis para
consulta.
Trata-se de um marco na história da FBN ao engajar-se em projeto cooperativo
em prol do compartilhamento de dados de autoridades, com estabelecimento de
descrição de nomes em língua portuguesa, contribuição para divulgação do
controle bibliográfico brasileiro e posicionamento da instituição em nível
internacional.
Introdução:
Este artigo descreve o processo de adesão da Fundação Biblioteca Nacional ao
consórcio VIAF, contribuindo com dados de autoridades em língua portuguesa e
estabelecendo padrões para descrição de autoridades brasileiras.

�A participação da FBN no VIAF representa um avanço em termos de catalogação
e cooperação de registros. Além de prover de seus dados de autoridades para
outras bibliotecas do mundo, a estrutura gráfica do VIAF permite que os dados da
FBN sejam visualizados de forma diferente, percebendo como um mesmo nome é
grafado em outras instituições, independentemente do idioma que é utilizado e
quais outras bibliotecas compartilham dados dos autores e a mesma descrição. Ao
dispor dos registros de autoridades estabelecidos em nível nacional, as demais
bibliotecas do mundo podem ter contato com a bibliografia brasileira e a forma que
foi definida para a padronização da terminologia adotada no país.
Em decorrência da estrutura semântica existente no VIAF, é possível vislumbrar,
futuramente, aplicações que favoreçam a reutilização de registros de autoridades
de forma dinâmica, com intuito de fornecer outras alternativas para
compartilhamento de metadados e otimização dos processos de catalogação.
Relato da experiência:
A Fundação Biblioteca Nacional (FBN) é a instituição cultural mais antiga do
Brasil, com mais de 200 anos de história. É a agencia nacional catalogadora,
responsável pelo depósito legal, divulgação da bibliografia brasileira corrente e o
centro nacional de intercâmbio bibliográfico. Seu acervo é composto por cerca de
9 milhões de registros, constituindo a maior biblioteca nacional da América Latina.
Sua coleção entrou no Brasil com a chegada de D. João VI e sua corte ao Rio de
Janeiro em 1808, com estimadas 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas,
estampas, medalhas e moedas. Em 1911, foi palco da criação do primeiro Curso
de Biblioteconomia, sendo o primeiro da América Latina e o terceiro do mundo.
Em 1971 a direção da biblioteca é assumida pela primeira vez por uma
bibliotecária, Jannice de Mello Monte-Mór. Em 1978, a FBN passa a ter
representatividade internacional ao integrar o Comitê Internacional de Diretores de
Bibliotecas Internacionais, representando as bibliotecas nacionais da América
Latina. Em 1982 adota o formato MARC para a descrição de registros, provendo
dados para importação por outras bibliotecas e, em 1998, seu catálogo é
disponibilizado para consulta na Web. Nova etapa de automação é realizada em
2014 (FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL, 2017), com reunião das bases de
livros, periódicos, manuscritos, obras raras, músicas, cartografia e iconografia para
consulta por meio de interface única. Em 2017 formaliza sua participação no
consórcio VIAF, oferecendo às demais bibliotecas do mundo seus dados de
autoridades de Pessoas, Entidades, Locais geográficos e Títulos uniformes.
A FBN desenvolve trabalho de padronização e estabelecimento de autoridades
reconhecidos pelas demais bibliotecas do Brasil. Os dados bibliográficos e de

�autoridades presentes em seu OPAC (Online Public Access Catalog) podem ser
consultados e importados pelas bibliotecas, por meio do formato MARC,
auxiliando as instituições na inclusão e normalização dos registros.
Como trata-se de uma biblioteca nacional, sua participação no projeto VIAF era
esperada por toda a comunidade bibliotecária, uma vez que, além de auxiliar as
bibliotecas brasileiras no estabelecimento de descrição de autoridades, também
contribui com a padronização de nomes em língua portuguesa, orientando a
formação de pontos de acesso para nomes brasileiros às demais bibliotecas do
mundo.
O VIAF é um consórcio formado por bibliotecas nacionais e instituições parceiras
que reúne as autoridades criadas por estas agências catalogadoras em um
catálogo único, onde podem ser consultadas e reutilizadas. Atualmente o
consórcio conta com a participação de 52 bibliotecas, distribuídas em 38 países,
com representação de todos os continentes (ROMANETTO, 2017). O Brasil passa
a ser o segundo país da América Latina a estar presente no consórcio, juntamente
com o Chile.
Os objetivos do consórcio são: 1) reunir nomes de autoridades e oferecer estes
registros para bibliotecas em todo o mundo para reduzir os custos de catalogação;
2) expandir o conceito de controle bibliográfico universal, preservando, porém,
variações nacionais e regionais; 3) suportar necessidades de variações
linguísticas, ortográficas ou gramaticais de cada agencia catalogadora; e 4) prover
dados compatíveis com a Web Semântica (OCLC, 2017).
A primeira versão do consórcio foi lançada em 1998. Em 2014 a base de dados
contava com cerca de 35 milhões de nomes de pessoas, mais de 5 milhões de
entidades, aproximadamente 500 mil nomes geográficos e mais de 2 milhões de
títulos uniformes (SERRA; SILVA; SANTARÉM SEGUNDO, 2017).
Os primeiros contatos entre a FBN e o VIAF datam de abril de 2017, quando, após
apresentação de interesse da FBN em participar do consórcio, iniciaram-se as
tratativas formais e técnicas para início da cooperação.
Após preenchimento de formulário de manifestação de intenção de aderência ao
consórcio, a equipe da FBN tramitou internamente a documentação necessária
para o início do convênio. Tecnicamente, foi realizado desenvolvimento de
funcionalidade para geração de arquivos de autoridades para exportação de forma
automática, com intuito de eliminar a rotina de coleta dos dados de forma manual
para envio dos arquivos com os registros. Após esta etapa, uma primeira carga de
dados de autoridades foi disponibilizada ao VIAF para análise prévia.

�Foi definido que somente as autoridades assinaladas como autorizadas, ou seja,
que já passaram por pesquisa e estabelecimento da forma adotada pela equipe
responsável da FBN, seriam exportadas ao VIAF, conferindo, assim, qualidade ao
conjunto que será disponibilizado para colaboração internacional.
Na etapa de envio de amostragem de registros de autoridades foram dirimidas
dúvidas sobre a forma descritiva adotada pela instituição e sinalizados ajustes em
conjuntos de metadados. Esclarecimentos sobre a padronização descritiva
adotada pela FBN foram apresentados como, por exemplo, o uso de letras no
campo de datas para indicar proximidades (ca., fl., séc., meses na forma
abreviada em português e datas duvidosas). Quebras de linhas dentro de notas
também foram reportadas nos registros, não justificando, entretanto, necessidades
de correção.
Os problemas identificados nos metadados eram relacionados com limitações da
estrutura que era empregada no momento em que os registros foram incluídos,
uma vez que a solução anterior utilizada pela FBN para seus catálogos não
possuía crítica e validação do MARC. Além disso, outras inconsistências poderiam
ter sido ocasionadas, visto que o formato MARC também não era atualizado pela
solução anterior. Os ajustes indicados foram:
a)
b)
c)
d)
e)

Presença de tags não aderentes ao formato MARC;
Preenchimento de valor não esperado em tags 100|m;
Registro bibliográfico cadastrado como autoridade;
Registros com caracteres não autorizados na tag 008;
Registros sem a tag 008.

Com o intuito de identificar todos os registros com os problemas relatados pelo
VIAF, foi feita uma análise dos dados e, como resultado, foi encaminhada à equipe
de autoridades da FBN a relação dos registros que precisavam de ajustes. Com
exceção da ausência da tag 008, os demais casos representavam apenas 14
registros em sua totalidade, quantidade irrisória frente ao catálogo de autoridades
da FBN que conta, atualmente, com cerca de 400 mil registros. Para suprir a
ausência da tag 008, em virtude de possuir grande quantidade de ocorrências, foi
definida a estratégia de tratamento por meio de aplicação de correção em lote,
com a inclusão da tag, de acordo com preenchimento mínimo e neutro de
posições e alinhado com o padrão adotado pelo VIAF. Novas cargas de dados
serão liberadas com regularidade até a fase final de testes. Após a
disponibilização dos dados, a expectativa é que ocorram atualizações da FBN no
VIAF de forma semestral.
Considerações Finais:

�A participação da FBN no VIAF marca um momento importante para a agência
catalogadora brasileira ao inserir-se em contexto cooperativo internacional. Além
de assumir posição de destaque, sua presença no consórcio pode vir a estimular a
participação de outras bibliotecas latino americanas ou de países em língua
portuguesa.
Também é um marco da posição da instituição em direção ao desenvolvimento
tecnológico, ao dispor de seus dados em padrões abertos de interoperabilidade e
com possibilidades de ampliação do uso de recursos semânticos.
Este momento reforça a atuação da equipe à frente da instituição, assumindo sua
tarefa de instituição bibliotecária de referência, proporcionando fontes e recursos
informacionais de qualidade às demais bibliotecas do Brasil e do mundo.
Referências:
FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Apresentação. 2017. Disponível
em: &lt;https://www.bn.gov.br/sobre-bn/apresentacao&gt;. Acesso em: 06 jul. 2017.
OCLC. Virtual
International
Authority
File. 2017.
&lt;https://www.oclc.org/en/viaf.html&gt;. Acesso em: 6 jul. 2017.

Disponível

em:

ROMANETTO, Luiza de Menezes. O controle de autoridade no consórcio
VIAF. 2017. 105 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Ciência da Informação,
Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, Marília, 2017. Disponível
em:
&lt;https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/148839/romanetto_lm_me_m
ar.pdf&gt;. Acesso em: 06 jul. 2017.
SERRA, Liliana Giusti; SILVA, José Fernando Modesto da; SEGUNDO, José
Eduardo Santarém. Application of linked data in the library catalog. In:
INTERNATIONAL CONFERENCE ON INFORMATION SYSTEMS AND
TECHNOLOGY MANAGEMENT CONTECSI, 14., 2017, São Paulo. Anais... . São
Paulo: FEA, USP, 2017. p. 1 - 18.

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