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                  <text>COMPETÊNCIAS DIGITAIS: O PROFESSOR COMO GATEWAY DE
NOVOS PESQUISADORES

Cláudia Abreu Pecegueiro (UFMA) - clpecegueiro@hotmail.com
Cassia Cordeiro Furtado (UFMA) - cassia.furtado@ufma.br
Raimunda Ramos Marinho (UFMA) - raimundamarinho19@gmail.com
Resumo:
O artigo apresenta resultados parciais da investigação quali-quantitativa realizada para
mapear as competências digitais de professores - discentes participantes de um programa de
formação continuada. No século XXI o conceito de leitura e escrita teve sua abordagem
ampliada, passando a envolver novas formas de acesso à informação e ao conhecimento,
estando em relevo a informação digital, possibilitando ao indivíduo participar plenamente na
vida social e cívica. Assim, o domínio no uso da informática, em variantes tecnológicas,
notadamente a internet, torna-se fundamental para os professores como forma de acesso as
fontes bibliográficas, e a aquisição da competência para buscar, selecionar e usar as
informações bibliográficas. Notadamente para desempenhar seu labor, que envolve crianças e
jovens da Geração Z. Estabelece-se como objetivo geral identificar uso e domínio das
tecnologias digitais, que possibilitam a inclusão social pelo professor no processo de
ensino-aprendizagem. Conclui que a sociedade do conhecimento exige um novo perfil de
educador onde os docentes devem ser o gateway das bibliotecas digitais do alunado afim de
suprir as necessidades informacionais dos mesmos para estudo e para formação cidadã.
Palavras-chave: Competências digitais. Professor/discente. PARFOR.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�COMPETÊNCIAS DIGITAIS: O PROFESSOR COMO GATEWAY DE NOVOS
PESQUISADORES
INTRODUÇÃO
Ao longo da história, as transformações ocorridas na Ciência e Tecnologia (C
&amp; T) causaram modificações na produção de bens e serviços alterando, portanto, as
relações sociais. Transformações essas que atingiram o seu apogeu a partir do
desenvolvimento das técnicas e das ferramentas da informática. É certo que essas
marcas tecnológicas estão no cotidiano pessoal e profissional dos indivíduos.
É perceptível que esta demanda estabelece um movimento contínuo do
trabalho manual e menos instruído para intelectual e altamente qualificado, com ampla
utilização das tecnologias de informação e comunicação. Tal movimento propicia um
declínio de oportunidades àqueles menos habilitados (os chamados analfabetos
tecnológicos), gerando conflitos e modificações na estrutura social e, ainda, criando
espaços limítrofes entre aqueles que, ao mesmo tempo, estão incluídos no plano da
acessibilidade e distanciados das condições materiais.
Sendo assim, a Educação é sempre uma alternativa que possibilita a inserção
dos indivíduos na atual sociedade tecnológica, pois propicia a oferta de diferentes
metodologias de ensino que podem auxiliar na efetivação do processo de ensinoaprendizagem, cabendo ao docente o papel de mediador, gateway, frente aos novos
recursos tecnológicos. É papel do professor a preparação para o aprendizado
permanente além dos muros escolares, o aprofundamento nas expedições em busca
de conhecimento. Tendo como instrumento desse processo as bibliotecas, em
especial a biblioteca escolar. A tarefa do professor vai além da transmissão do
conhecimento: passa pelo auto formação da pessoa, ou seja, ensinar a assumir a
condição humana, ensinar a viver, formar cidadão. (MORIN, 2011).
O acesso às tecnologias acrescentou, no âmbito educacional, novas formas de
se ensinar e aprender. Contudo, não basta inserir computadores nas atividades
escolares, é preciso “discutir seu uso didático-pedagógico e buscar incorporá-los ao
processo de ensino-aprendizagem” (SILVEIRA, 2001, p.33). Nesse sentido, este
estudo objetiva investigar sobre as competências digitais de professores da educação
básica, participantes de um programa de educação continuada, quanto ao uso das
tecnologias como ferramenta para a inclusão social da comunidade escolar.
Discutir sobre competências significa estabelecer uma relação com o processo
de educação, nos diferentes ambientes escolares, incorporando a biblioteca para o
centro das competências investigativas, que se dá no decorrer da vida e no cotidiano
profissional. O Programa Formação Continuada de Professores da Educação Básica
– PARFOR, que visa assegurar a todos os professores da educação básica possuir
formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de
conhecimento, é um exemplo desse programa.

�A Universidade Federal do Maranhão – UFMA, quando da implementação do
PAFOR pensou nas especificidades e eixos que possibilitem redefinir as funções e o
papel do professor/discente, retomando a ideia de uma formação mais ampla e crítica
(UFMA, 2010).
Entre os possíveis caminhos oferecidos pelo currículo, a proposta está
alimentada por desafios, e busca atender as mudanças trazidas pela cultura digital.
Apresenta em sua estrutura curricular disciplinas do tronco comum que objetivamente
se destinam a estudar os processos pedagógicos e seus elementos constitutivos a
partir de uma concepção de unicidade e interdependência entre forma, teoria,
conteúdo e prática, de modo a compreender as relações mobilizadas na concretização
das proposições curriculares através de um conjunto de disciplinas que visem à lógica
do aprender, da escola e de mundo (UFMA, 2010).
Então, de forma dinâmica ao longo processo curricular estão incluídas
disciplinas voltadas à construção de novos aportes, tanto no que se refere ao
instrumental envolvido com os meios de comunicação, como para a produção e
disseminação do conhecimento que favoreça alternativas democráticas, emancipação
e autonomia, a citar: Tecnologias, Comunicações e Educação; Informática Aplicada à
Educação; História e Política da Educação à Distância, e Processos Metodológicos
em Educação à Distância. Estas disciplinas, embora em número ainda não ideal,
facilitam um movimento no mundo das tecnologias com visão para além da
reprodução, mas a depender de como explorada no cotidiano da sala de aula.
MÉTODO DE PESQUISA
Trata-se de investigação quali-quantitativa desenvolvida com professorescursistas frequentes dos Cursos de Licenciatura em Pedagogia e de Letras,
devidamente matriculados em turmas especiais vinculadas ao Plano Nacional de
Formação de Professores da Educação Básica – PARFOR, e desenvolvidos pela
Universidade Federal do Maranhão - UFMA, constituintes de um processo de
educação continuada.
Classifica-se como explicativa, uma vez que busca fatores que determinam ou
contribuem para a ocorrência dos fenômenos (GIL, 2010) no caso, as competências
digitais de professores - discentes participantes de um programa de formação
continuada.
Os sujeitos participantes do estudo somam 60, todos tiveram conhecimento e
aceite do Termo de Consentimento. Como instrumento de coleta de dados foi utilizado
um questionário-entrevista com 40 perguntas abertas e fechadas, cujos dados
fornecidos foram processados pelo software PSPP. A pesquisa está sendo
desenvolvida em três etapas, sendo a construção de um referencial teórico;
observação da prática e uso das tecnologias digitais pelos professores discentes;
coleta e processamentos dos dados.

�RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para melhor entendimento dos resultados coletados, torna-se necessário
conhecer a realidade do município objeto da pesquisa. Codó é um município sede da
Região de Planejamento dos Cocais no Maranhão e de acordo com o IBGE em 2016,
é o quinto município mais populoso do estado, apresentando Índice de
Desenvolvimento Humano – IDH, de acordo com censo de 2010, de 0.595, estando
assim na faixa de índice baixo.
Com base nos estudos do Projeto Letrar, da Universidade Federal do
Maranhão, citado por Dias (2016) o município conta com 58 escolas públicas
municipais da zona urbana, onde somente nove possuem bibliotecas. Portanto, foi
constatado que,
[...] dentre as escolas que possuem espaço destinado para a biblioteca, uma
significativa parcela não está funcionando de forma organizada. Algumas,
apesar de possuírem espaço próprio, não têm equipamentos, acervo e muito
menos uma pessoa responsável pelo espaço para, efetivamente, constituirse como biblioteca. Pôde-se observar in loco que parte considerável dos
livros expostos e armazenados em várias escolas é didática, e que não está
disposta de forma adequada (DIAS, 2016, p.151).

Na UFMA, onde ocorre a formação dos professores do PARFOR, tem biblioteca
com atuação de profissional de biblioteconomia e laboratório de informática.
No cotejamento dos dados definiu-se para compreensão sobre as
competências digitais, as seguintes variáveis: perfil dos sujeitos, formação acadêmica,
acesso e uso das tecnologias digitais, fontes e suportes de informação e práticas
metodológicas docentes.
Deste modo, identificou-se a predominância do sexo feminino, na faixa etária
de 31 a 40 anos de idade. O tempo de exercício na carreira docente predominante é
de 6 a 15 anos (45,76%) indicando um processo de maturidade profissional, apesar
de 84,75% dos entrevistados acusar está na primeira graduação e não recebeu
nenhuma formação relacionada à temática Tecnologia de Informação e Comunicação
na Educação (96,36%).
Para uso da Internet, os professores pesquisados usam predominante o celular,
seguido pelo computador em apenas 13%, com acesso várias vezes ao dia. Em
autoavaliação sobre competência no uso das ferramentas da web, o maior percentual
definiu como muito reduzida e razoável. A atividade mais usada para produzir e
partilhar conteúdo na internet é o upload de fotos.
Os conteúdos mais acessados envolvem o tema educação, com frequente uso
dos sites de busca e integração através das redes sociais. Os docentes aproveitam
os conteúdos acessados na internet como fonte para elaboração de material didático.
Mas, 94,34% não faz uso da leitura digital em sala de aula com os alunos, assim como
é acentuada a deficiência de laboratório de informática na escola.

�Como fonte de estudo distingue-se a utilização de apostilas, o uso da internet,
com destaque para as redes sociais e o livro impresso. Enfatiza-se a ausência da
utilização de bibliotecas como recurso para acessar fontes de aprendizagem.
Os números da pesquisa realizada docentes / alunos universitários apontam a
ausência do uso da biblioteca como fonte de informação, tanto para o ensino, como
para aprendizagem. Restando assim a limitação somente à internet como recursos
informacional dos referidos professores, com o agravante de que os mesmos não
apresentam competências com nível de qualidade para uso dessas ferramentas,
atuando no papel de consumidores de informações disponibilizadas na web.
Maria Silva, Carlos Alberto Borges da Silva e Josias Ferreira da Silva (2016),
em pesquisa realizada sobre o laboratório de informática em escola em Boa Vista –
Roraima, aponta que “[...] ao pesquisar o dia a dia dos professores e o Projeto Político
Pedagógico- PPP, percebemos que nele não constava nada que fizesse alusão à
utilização dos laboratórios de informática como recurso metodológico para o ensino”.
Considera-se que essa realidade afeta o norte e nordeste do país, e dessa forma, os
laboratórios, quando existem, ficam subutilizados e não contribuem para a inclusão
digital da comunidade escolar. Quando este recurso poderia ser usado para acesso a
inúmeras fontes relevantes para o ensino e aprendizagem, a exemplo das bibliotecas
e livros digitais.
Nesse contexto, o professor da Educação Básica tem deve atuar como
gateway, ou seja, mediador do conhecimento dos alunos, formador de cidadãos
críticos e criativos, responsável pela inclusão social e digital de crianças e jovens. Em
um município com lacunas educacionais graves, a postura desse professor irá
modificar a ideia de uma educação sem a participação da biblioteca, distante dos
livros, não somente dos impressos, mas igualmente dos livros digitais.
Uma comunidade que não conta com uma instituição de leitura, como a
biblioteca, a fim de proporcionar acesso à informação segura e fornecer atividades e
serviços em prol do incentivo à leitura, inclusive da leitura digital, apresentará
problemas futuros na Educação. Pois a tecnologia digital, não sendo usada com
competência, pode desencadear inúmeros aspectos negativos, especialmente por
parte dos mais novos, destacando-se o consumo e compartilhamento de informações
nas redes sociais.
CONCLUSÃO
Conclui-se que a Sociedade do Conhecimento exige um novo perfil de
educador e que, para tal, o sistema de ensino brasileiro deve fornecer condições de
capacitação permanente aos docentes, notadamente em relação a atualização no uso
das tecnologias digitais na Educação, bem como dotar as escolas de infraestrutura
básica para que os mesmos possam trazer as tecnologias para a sala de aula, a
exemplo de biblioteca escolar, laboratório de informática e wifi.

�No município objeto de pesquisa, percebe-se de forma acentuada a
necessidade de fazer uso da biblioteca escolar como porta de entrada das TIC. Cabe
ao professor gateway, como estratégia, ampliar as possibilidades de pesquisa, leitura
e escrita da comunidade.
No ambiente escolar, em maior ou menor grau, são os alunos que tem maior
prática e habilidade ao lidar com ferramentas digitais para se comunicar, interagir e
compartilhar. E as escolas e os professores não podem ignorar tal fato (RAVOTTO;
FULANTELLI, 2011), então recomenda-se o trabalho conjunto, onde toda a
comunidade escolar utiliza as tecnologias, a fim de superar a carência das bibliotecas.
Para tanto, podem valer-se dos recursos das bibliotecas digitais, pois assim tem-se a
inclusão da instituição biblioteca no habitat da comunidade escolar e inclusão digital,
com o uso lúdico e direcionado para a aprendizagem da tecnologia digital. Considerase que os docentes devem ser o gateway das bibliotecas digitais do alunado afim de
suprir as necessidades informacionais para estudo e para formação cidadã. Dessa
forma, os docentes poderão cumprir com o papel de facilitador da inclusão social da
comunidade escolar.
REFERÊNCIAS
DIAS, C. Projeto letrar: uma experiência de extensão da UFMA/ campus Codó na
educação básica. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 3., 2016. Anais
eletrônicos... João Pessoa: CONEDU, 2016. Disponível em: &lt;
http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV056_MD
1_SA5_ID4389_16082016084141.pdf&gt;. Acesso em: 1 jul. 2017.
GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.
MORIN, E. Os setes saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, 2011.
RAVOTTO, P.; FULANTELLI, G. The Net Generation and Teacher Training. Journal
of e-Learning and Knowledge Society, v. 7, n. 2, maio 2011.
SILVA, M. E. N.; SILVA, C. A. B. da; SILVA, J. F. da. Refletindo sobre a formação
dos professores e o uso das tecnologias do laboratório de informática. Revista
Amazônica de Ensino de Ciências, Manaus, v.9, n.18, p.182-196, jan./jul. 2016.
Disponível em: &lt; http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/205&gt;.
Acesso em: 1 jul. 2017.
SILVEIRA, S. A. da. Exclusão digital: a miséria na era da informação. São Paulo:
Fundação Perceu Abrão, 2001.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO. Plano Nacional de Formação de
Professores da Educação Básica. Centro de Ciências Sociais. Curso de Pedagogia.
Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia em Primeira Licenciatura. São Luís,
2010.

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