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                  <text>Competência Informacional desenvolvida em analfabetos e semianalfabetos do Conjunto Barbará de Alencar II- Curió- Messejana

ANA VIRGINIA FERREIRA CARMO (UFMA) - anavirginia.fc@gmail.com
Resumo:
Este estudo objetiva analisar a competência informacional nos analfabetos e semi-analfabetos
residentes no Conjunto Bárbara de Alencar II- Curió- Messejana. Utilizando-se de revisão de
literatura sobre o assunto objetiva refletir a análise teórica e juntar com a prática do grupo de
leitura semanal na comunidade, para entender como as informações chegam aos sujeitos
envolvidos, seja de forma oral, escrita ou visual, além de verificar como eles absorvem o que
receberam com o auxilio de uma bibliotecária enquanto mediadora da informação. Nesse
sentido o estudo explorará o método qualitativo de revisão de literatura, além de se utilizar de
grupo focal, roda de conversa, diário de bordo e observação para a coleta dos dados.
Palavras-chave: Competência em informação; analfabetos, papel do bibliotecário.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Modelo 1: resumo expandido de comunicação científica
Eixo Temático: 04 – Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com
deficiência, inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem, Biblioteconomia Social.
Introdução
O cenário do mercado de trabalho no Brasil coloca a educação e a
aprendizagem como prioridade para contratações, da forma que aquele que
melhor qualificado (teoricamente) será aquele que terá melhores cargos e
consequentemente, melhores salários.
A aprendizagem, a informação enquanto instrumento de aprendizagem e
de elemento para a transformação desse conhecimento em competência
informacional tem papel sinequanon para os que estão à procura de melhores
condições de vida através da educação.
Fazer uma reflexão de como o analfabeto ou semi-analfabeto vive a
competitividade diária da sociedade contemporânea, como eles conseguem
produzir competências informacional para a vida diária no mundo do trabalho
competitivo, das relações interpessoais, da vida cultural, dentre tantas outras
facetas da vida de um ser humano, é no mínimo curioso; além do que
questionar o papel do Bibliotecário enquanto ponte para a amenização desse
quadro é questão primeira a ser pensada pelos mediadores da informação.
Podemos afirmar que a aprendizagem é um processo que se constrói ao
longo da vida, ela possibilita o ser humano adquirir além da cognição de viver
eticamente em sociedade, o desabrochar de um sentimento crescente de
pertença ao local em que se vive, sentimento de trabalho coletivo e
cooperativo, além da identificação social que o individuo adquire ao longo da
sua jornada diária de absorção de competências na mobilização de habilidades
e conhecimentos.
Dudziak (2008, p.17) afirma que através da mobilização de habilidades
e conhecimentos, a aprendizagem passa por inúmeras dimensões: dimensão
cognitiva, dimensão da apropriação de conteúdos, dimensão do processo

�reflexivo como também a dimensão das atitudes e valores que o individuo dará
ao conhecimento gerado.
Segundo Ausbel apud Farias
o

individuo

amplia

e

1

(2015), a aprendizagem é significativa;

reconfigura

os

conhecimentos

já

existentes,

transformando-os em outros conhecimentos inéditos. Dessa forma, seguindo a
linha de raciocínio ainda de Ausbel apud Farias (2015) retrata-se

05 padrões

de indicadores de competência em informação: 1) o indivíduo determina a
natureza e a extensão da sua necessidade de informação, 2) o individuo
acessa a informação necessária a sua efetividade; 3) o individuo avalia
criticamente a informação e sua fonte, 4) o individuo usa a informação para
alcançar seu objetivo, 5) o individuo usa a informação de forma ética e legal.
A aprendizagem e a construção da competência em informação se
diagnosticam através das vivências e das aprendizagens significativas, o que
possibilita

o

analfabeto

construir

competências

informacional

gerando

conhecimentos e agregando valores morais, éticos e sociais a eles, que mais
tarde serão utilizados na vida cotidiana, mesmo que inconscientemente.
Ao participar de grupos sociais, ao vivenciar experiências diárias o sujeito
analfabeto se oportuniza na construção de conhecimentos inéditos que
silenciosamente se tornam competências e são elementos essenciais para a
sua sobrevivência no sistema, sinônimo de competência informacional.
Apresentada a possibilidade da geração de competências informacional
através da aquisição de informações não escritas, necessário refletir de como
as informações chegam aos sujeitos analfabetos, não se preocupando em qual
formato, mas preocupando-se em qual forma crítica. Nesse sentido, faz-se
necessário uma avaliação profunda dos meios de comunicação existentes,
analisando o conteúdo que está sendo

transmitido, ao mesmo tempo que

analisando o conteúdo mais consumido e aproveitado pela população.
Destarte, a pesquisa busca observar sobre como estes

cidadãos

analfabetos ou semi- analfabetos, em especial os moradores que residem no
Conjunto Barbará de Alencar II – Bairro Curió- Messejana- Fortaleza, absorvem

1

Relatos coletados no II Encontro de Competência Informacional na Universidade Federal do
Ceará – 2015.

�informações relevantes para sua vida, através da informação oral, visual e
prática, e desse modo analisar quais as principais dificuldades enfrentadas na
construção da competência informacional diante da pouca ou mesmo a
ausência da leitura e da escrita, como os conhecimentos empíricos influenciam
na competência informacional e mesmo se esta existe em analfabetos?
Método da pesquisa:
A pesquisa se caracteriza como qualitativa, utilizando-se de elementos
da Etnografia como técnica para traduzir a observação, a descrição das
analises das dinâmicas interativas e comunicativas, ademais foi utilizado
também como instrumentos a revisão documental sobre o assunto, grupo focal
com entrevistas livres para saber do histórico, estruturação familiar, profissão
dos sujeitos envolvidos, diários de bordo do grupo de leitura na comunidade
em questão, com interferência do bibliotecário enquanto mediador da leitura,
além da interação do sujeito pesquisado e do sujeito pesquisador, tendo em
vista a convivência diária.
Resultados e Discussão:
Segundo, Farias2 (2015) a aprendizagem por competência perpassa por
duas fases: permitir o acesso à informação e proporcionar pensamento crítico a
esta informação. Desse modo, a aprendizagem por competência envolve
aprendizagem, experiências, reflexão, abstração e ação. Nesse prisma, foi
realizado

grupo

de

leitura

com

aproximadamente

15

moradores

da

comunidade, a intenção: ler matérias de jornais, artigos de revistas, ouvir
noticias no rádio e mostrar páginas da internet, além do relato de experiência
de vida de cada participante com uma roda de conversa, uma vez por semanaaos sábados- por uma hora. Nesse processo, foi analisada de forma empírica,
as habilidades dos participantes, tendo em vista o tipo de atividade que
desenvolviam e como estes se comportavam em suas atividades remuneradas,
sendo eles: pedreiros que nunca fizeram um curso formal, costureiras que
aprenderam com a mãe, cuidadoras, desenvolvendo a habilidade do
tratamento e cuidado com o outro, dentre outras atividades.

2

Relatos coletados no II Encontro de Competência Informacional na Universidade Federal do
Ceará – 2015.

�A bibliotecária envolvida, colaborou no processo de seleção da
informação, possibilitando ao leitor a oportunidade de um pensamento crítico
sobre o que ele ler, além de oportunizar o surgimento de um processo cognitivo
suficiente para a seleção das fontes. A experiência foi importante, diante do
nascimento e do aumento ( naqueles que já tinham)

do desejo de querer

estudar mais para melhor qualificação na sua educação, fato que gerou a
matricula de mais de 70% dos participantes do grupo

no Programa Mais

Educação de uma escola da prefeitura do bairro, dentre estes, após o término
do projeto que foi de seis meses, muitos ainda

estão estudando no EJA

noturno da mesma escola.
Considerações Finais ou Conclusões:
Quanto aos objetivos apresentados, foi possível deduzir que estes
sujeitos mesmo com pouca ou nenhuma educação na escrita e na leitura
possuem competência informacional, tendo em vista que muitos desenvolvem
atividades que aprenderam ao longo da vida com seus familiares. No que
trata das dificuldades, muitos já foram enganados por assinar documentos
que lhes causaram prejuízos, a exemplo de empréstimos e uso dos seus
nomes de forma indevida, além da dificuldade para se utilizar do direito à
cidade, pegando ônibus errado, por não saberem ler - apenas pela cor- dentre
outras situações desagradáveis. Contudo, vale salientar que aferir a
competência em informação é um processo que vai além da escrita e da
leitura, tendo em vista o exemplo dos participantes da experiência
apresentada, pois muitos não os possuem, e os que possuem, é

muito

pouco.
Referências:
AGUIAR, Alessandra Gomes Melo et al. O Bibliotecário como ser social no
combate ao analfabetismo funcional. Docfoc. Disponível em:
&lt;http://www.docfoc.com/o-bibliotecario-como-ser-social-no-combate-aoanalfabetismo-funcional&gt;. Acesso em: 10 set. 2016.
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&lt;http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300932800_ARQUIVO_SI
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FONTES, Beatriz Pimentel de Sá Loven de; Monteiro, Emilio Zuleta Queiroga.
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Disponível em: &lt;http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=230440&gt;.
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