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                  <text>Biblioterapia na UNIRIO: uma proposta de ensino e extensão
Marilia Amaral Mendes Alves (UNIRIO) - mariliamarall21@gmail.com
Hugo da Costa Maia Bernardo (UNIRIO) - dacosta.hugo@icloud.com
Resumo:
A temática da Biblioterapia vem se consolidando e expandindo como um campo de atuação
para os bibliotecários embora raramente seja abordada nos cursos de Biblioteconomia ou
mesmo de outras áreas correlatas, exatamente pelo seu caráter de inovação. Na Universidade
Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) elaborou-se, em 2016, um projeto de ensino e
uma disciplina optativa, dentro da proposta curricular de Tópicos Especiais em Temas
Contemporâneos, de forma a abordar o tema para alunos de Biblioteconomia. Em paralelo,
iniciou-se o projeto de extensão Biblioterapia em Estudo com o objetivo de promover estudos e
práticas no âmbito da Biblioterapia. O projeto de ensino Biblioterapia: um campo de atuação
contemporânea na Biblioteconomia teve por objetivo geral desenvolver um projeto piloto para
a discussão e a aprendizagem interdisciplinar dos tópicos referentes à Biblioterapia,
possibilitando maior compreensão da temática e permitindo que os alunos contribuíssem para
a definição de conteúdos programáticos futuros e desenvolvimento de material instrucional. O
projeto Biblioterapia em Estudo, aberto à comunidade externa, propõe-se a realizar estudos e
práticas no âmbito da Biblioterapia, contribuindo para o alcance de melhores perspectivas no
viver dos sujeitos na sociedade. Sua execução continua no ano de 2017, com grande
repercussão externa no formato de Grupo de Estudos, e hoje faz da UNIRIO um ambiente de
referência sobre esse tema no Brasil.
Palavras-chave: Biblioterapia; Biblioterapia social; Formação do bibliotecário.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�Eixo temático 4: Biblioteca para todos: Biblioteconomia social.

1 INTRODUÇÃO
O termo “biblioterapia” foi utilizado pela primeira vez por Samuel Crothers (1917),
segundo Beatty (1962) embora sua prática remonte a vinte e dois séculos antes, como visto
na entrada de uma das mais antigas bibliotecas egípcias – sob a égide de Ramsés III: “lugar
de tratamento da alma”.
Como afirma OUAKNIN (1996, p. 117) “[...] o fundamento do método
biblioterapêutico [...] consiste em uma dinamização e ativação existencial por meio da
dinamização e ativação da linguagem [...]”.
Biblioterapia, por sua origem etimológica, significa “terapia por meio dos livros”. A
partir do século XX, passou a ser considerada principalmente como uma leitura
compartilhada com posterior discussão em grupo, e poderíamos descrevê-la como uma
prática de cuidado com o ser, tendo por base o uso de materiais de leitura, tanto para fins
clínicos como para fins de fruição ou autodesenvolvimento, implicando na presença de um
mediador, que no último caso mencionado pode ser um bibliotecário. Atende a públicos
específicos, dos hospitais às prisões, creches, escolas, centros comunitários e bibliotecas,
tendo por base teórica o potencial terapêutico do material ficcional.
A temática da Biblioterapia vem se consolidando e expandindo como um campo de
atuação para os bibliotecários embora raramente seja abordada nos cursos de
Biblioteconomia ou mesmo de outras áreas correlatas, exatamente pelo seu caráter de
inovação. Na UNIRIO, em pesquisa realizada pelo diretório acadêmico em 2016, a demanda
pela oferta de uma disciplina sobre Biblioterapia se mostrou como o principal interesse dos
alunos de Biblioteconomia para estudo complementar. Foi então que elaborou-se um amplo
projeto de ensino e criou-se a disciplina optativa, dentro da proposta curricular de Tópicos
Especiais em Temas Contemporâneos. Em paralelo, iniciou-se o projeto de extensão
Biblioterapia em Estudo com o objetivo de promover estudos e práticas no âmbito da
Biblioterapia, que continuou em execução no ano de 2017 e hoje faz da UNIRIO um
ambiente de referência aos estudos sobre esse tema no Brasil.

�Exatos 100 anos da nomeação desta área nos colocam na tarefa de relatar o
desenvolvimento do projeto de ensino e monitoria Biblioterapia: um campo de atuação
contemporânea na Biblioteconomia e do projeto de extensão Biblioterapia em Estudo.

2 RELATO DA EXPERIÊNCIA

Os projetos de ensino e extensão ocorreram na UNIRIO, em 2016, sendo que o projeto
de ensino foi fundamental para a criação da nova disciplina e o projeto de extensão teve maior
repercussão externa com sua continuidade em 2017, ocasionada principalmente pela
formação do Grupo de Estudos em Biblioterapia.

2.1 O Projeto de Ensino

O projeto de ensino Biblioterapia: um campo de atuação contemporânea na
Biblioteconomia teve por objetivo geral desenvolver um projeto piloto para a discussão e a
aprendizagem interdisciplinar dos tópicos referentes à Biblioterapia, possibilitando maior
compreensão da temática e permitindo que os alunos contribuíssem para a definição de
conteúdos programáticos futuros e desenvolvimento de material instrucional.
Na atividade de pesquisa bibliográfica, que foi o centro da preparação e execução das
aulas, alcançamos quase a totalidade dos livros sobre Biblioterapia publicados no Brasil e
trabalhamos sobre os conhecimentos e provocações que eles apresentam. A partir da
produção de Clarice Fortkamp Caldin, referência brasileira sobre o tema, consolidamos um
programa de disciplina original. E para além dos livros, foram utilizados artigos científicos
e notícias de jornal selecionados de forma colaborativa entre os alunos, os bolsistas e
voluntários da extensão e da monitoria.
a) Quanto a metodologia: partimos da noção que os alunos tinham a priori sobre o tema
e de suas expectativas quanto à disciplina. À noção de senso comum se somaram
conhecimentos históricos, filosóficos e conceituais extensivos acerca da Biblioterapia
e da potência do livro e da leitura. Com a contribuição individual dos alunos,
consolidou-se uma bibliografia sobre a Biblioterapia. Foram elaborados projetos de
ação biblioterapêutica para possível aplicação futura.

�b) Quanto às estratégias de ensino: o formato de roda, para fomentar a discussão,
evidenciando a abertura espacial para o contato com o outro, se mostrou ideal; a
pesquisa de campo no Salão FNLIJ, ocorrido no Centro de Convenções SulAmérica
em junho de 2016, deixou claras suas aplicações práticas e serviu para a elaboração
dos projetos de ação.

Com o desenvolver da disciplina, verificou-se a abrangência do campo e os diversos
universos de aplicação, com seus devidos estudos de caso: hospitais, prisões, creches,
escolas, universidades, centros comunitários, livrarias, bibliotecas. Os alunos demonstraram
uma compreensão ativa de fundamentos importantes para a seleção do acervo e para a
atividade prática da leitura com função terapêutica. Portanto, capacitados para seguir na
pesquisa e no exercício da prática na extensão universitária Biblioterapia em Estudo.
Com relação ao desenvolvimento da Biblioterapia na UNIRIO, pudemos verificar um
enorme avanço. Para além da pesquisa, é evidente que tal progresso tem grande fruto na
convivência entre os alunos e nas suas necessidades informacionais – além das necessidades
psicológicas, corporais e sociais. Houve grande debate acerca da questão da identidade e da
representatividade minoritária de certos grupos na literatura. Houveram questionamentos
acerca da possibilidade de uso terapêutico de livros não ficcionais, o que é natural no
ambiente científico. O que persiste em se reafirmar é a intensidade possível do contágio pela
literatura, e suas implicações positivas nas vivências individual e social.

2.2 O Projeto de Extensão

O projeto Biblioterapia em Estudo tem por objetivo promover o desenvolvimento de
estudos e práticas no âmbito da Biblioterapia, contribuindo para o alcance de melhores
perspectivas no viver dos sujeitos na sociedade. Dentre as ações específicas destacam-se:
a) Desenvolvimento de um Grupo de Estudos interdisciplinar, efetivando a
experimentação de uma metodologia de aprendizagem colaborativa;
b) Criação do blog Biblioterapia em Rede, com informações diversas sobre o campo:
bibliografia com textos acadêmicos, indicações literárias para uso terapêutico,

�identificação de profissionais especialistas e ou universitários que trabalham ou
pesquisam a Biblioterapia e temas correlatos, divulgação de notícias e eventos.

Nos dois anos do projeto, a coordenadora conta com a colaboração de alunos bolsistas e
voluntários na promoção dessas realizações, bem como de colaboradores externos na sua
execução. Dentre elas, ocorreram no ano de 2016:
a) Criação e início da gestão do blog;
b) Elaboração da 1ª edição da bibliografia acadêmica temática incluindo livros e artigos;
c) Identificação dos profissionais atuantes na área e avaliação da presença do tema nos
cursos brasileiros de Biblioteconomia;
d) Organização do evento Biblioterapia – que história é essa? realizado na UNIRIO em
4 de novembro, com a coordenação de Cristiana Seixas, uma das autoras e
fomentadoras do tema no Brasil.

Já no ano de 2017, além da continuidade das ações do ano anterior, foi realizado o
planejamento e a implantação de um Grupo de Estudos em Biblioterapia aberto à comunidade
externa. Com início em 4 de maio e encerramento previsto para 16 de novembro de 2017,
consiste em reuniões semanais intercalando teoria e prática, e conta com a participação de
Bianca Lopes de Souza, psicóloga e colaboradora externa, que em conjunto com a
coordenadora do projeto planeja e media os encontros.
Dessa maneira, efetivamos a movimentação de uma rede para facilitar o
desenvolvimento da Biblioterapia no Brasil, enquanto campo profissional com enorme
potencial de exploração para os bibliotecários e profissionais de áreas como Assistência
social, Saúde, Psicologia, Educação, Letras, dentre outras, evidenciando seu caráter de
interdisciplinaridade e interprofissionalidade.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As tarefas às quais a Biblioterapia se propõe – tratamento do corpo e da alma pelo
livro, desenvolvimento da saúde mental, reflexão sobre si e sobre o seu lugar no coletivo, e
outras incontáveis – são afirmativamente de necessidade pública e individual. A fala atribuída

�a Gandhi, “seja a mudança que quer ver no mundo”, impõe desafios burocráticos: a
prioridade no tratamento de si para que se cuide do outro, as demandas pelo conhecimento e
desenvolvimento das “competências do biblioterapeuta”, além das relações com o território
da Psicologia, da Antropologia e da Pedagogia. Mas sobretudo o imperativo da Biblioterapia
se revela ao percebermos a persistência de questões como a intolerância (tratada por Crothers
já no texto inaugural), a depressão (extensivamente o foco da Biblioterapia no Reino Unido,
com efeitos no consumo de antidepressivos) e o isolamento das relações. Houve a criação de
um espaço único no ambiente universitário de nossa centenária Escola de Biblioteconomia,
o qual se pretende perpetuar.

REFERÊNCIAS
BEATTY, William K. A Historical Review of Bibliotherapy. Library Trends, v. 11, n. 2,
1962. p. 106-117.
CROTHERS, Samuel McChord. A Literary Clinic. Boston; New York: Houghton Mifflin
Company, 1917. 33 p.
OUAKNIN, Marc-Alain. Biblioterapia. São Paulo: Loyola, 1996.

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