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                  <text>BIBLIOTECONOMIA: UMA QUESTÃO DE GÊNERO?
Irajayna de Sousa Lage Lobão (UDESC) - iraph13@gmail.com
Danielle Borges Pereira (UDESC) - danielle.borges.pereira@gmail.com
Fernanda De Sales (UDESC) - fernanda_faed@yahoo.com.br
Jéssica Glienke David (UDESC) - jdglienke@gmail.com
Resumo:
As profissões consideradas femininas têm ao longo da história encontrado problemas para se
destacar, estando em constante necessidade de atestar suas competências, como acontece na
Biblioteconomia que é considerada uma profissão majoritariamente feminina em nosso país.
Os estudos sobre o gênero no trabalho biblioteconômico são ainda em número limitado e
pouco consolidados o que dificulta os estudos. A compressão de como ocorre a divisão do
trabalho por gênero na Biblioteconomia é importante para o entendimento da imagem da
profissão perante a sociedade e o quanto suas relações são emuladas no espaço profissional.
Sendo assim, pretende-se conhecer o número de mulheres atuantes na área da
Biblioteconomia no Estado de Santa Catarina e discutir o destaque dado a elas ao longo da
história. A pesquisa caracteriza-se como quanti-qualitativa, com dados coletados referentes
aos cargos profissionais de mulheres e homens levantados por meio de solicitações ao
Conselho Regional de Biblioteconomia de Santa Catarina (CRB-14), e compreendem dados
sobre a atuação de bibliotecárias e bibliotecários em Bibliotecas situadas no estado a ser
estudado e demais Unidades de Informação que contenham bibliotecários em seu exercício
referentes ao ano de 2017. Destaca por meio dos dados coletados se as escolhas pelos
profissionais que devem ocupar os cargos de poder dispostos nas bibliotecas durante décadas
foi e ainda é de grande parte pelo sexo masculino, mesmo que mais de 85% de profissionais da
área sejam representada por mulheres.
Palavras-chave: Gênero. Gênero na Biblioteconomia. Biblioteconomia em Santa Catarina.
Divisão do trabalho.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�BIBLIOTECONOMIA: UMA QUESTÃO DE GÊNERO?
Introdução: Este artigo pretende contribuir para a reflexão sobre a
Biblioteconomia enquanto campo profissional por meio da abordagem
teórica das relações de gênero, que objetivam compreender e estudar,
além das divisões entre os sexos, a diminuição e/ou exclusão da mulher
em vários campos da sociedade. (PIRES, 2016). Tendo em vista, que a
Biblioteconomia ainda contemporaneamente é considerada uma profissão
majoritariamente feminina em nosso país. Ferreira (2003) aponta que as
profissões consideradas femininas têm ao longo da história encontrado
problemas para se impor, estando em constante necessidade de atestar
suas competências. Pretende, assim, conhecer o número de mulheres
atuantes na área da Biblioteconomia no Estado de Santa Catarina e
discutir o destaque dado a elas ao longo da história da área.
Parte-se do pressuposto que à divisão sexual do trabalho foi e em grande
medida ainda é, uma constante na história humana se apoiando em um
determinismo biológico, visando naturalizar essa divisão, em que o sexo
feminino é tido como menos capaz tanto física quanto intelectualmente o
que determinou durante séculos o modo da mulher ver-se e ser vista
socialmente e tendo em vista que a sociedade está alicerçada em
conceitos patriarcais, estuda-se o conceito de gênero, termo utilizado
pelos grupos feministas para fundamentar a organização social. Para
apoiar as discussões deste contexto, partimos da análise dos números de
mulheres e homens atuantes como bibliotecárias e bibliotecários no
Estado de Santa Catarina, com a finalidade de discutir a divisão por
gênero e a visibilidade dada à mulher.
Compreender como a divisão do trabalho por gênero se configura na
Biblioteconomia é importante para o entendimento da imagem da
profissão perante a sociedade e o quanto suas relações são emuladas no
espaço profissional (VEIGA, 2014). Os estudos sobre o gênero no
trabalho biblioteconômico vêm sendo pesquisados apenas há algumas
décadas. Ferreira (2003), em seu estudo sobre o profissional da
informação no mundo do trabalho e as relações de gênero, aponta que
pesquisas sobre mulher e gênero na Biblioteconomia são ainda em
número limitado e pouco consolidadas o que dificulta os estudos. Ainda
que esse seja um campo de estudo bem delineado e com grande
legitimidade social, tendo em vista, as mudanças socioculturais referentes
ao papel da mulher na contemporaneidade.
Método da Pesquisa: A pesquisa aqui apresentada caracteriza-se como
quanti-qualitativa. Os dados coletados referentes aos cargos profissionais

�de mulheres e homens foram levantados por meio de solicitações ao
Conselho Regional de Biblioteconomia de Santa Catarina (CRB-14), e
compreendem dados sobre a atuação de bibliotecárias e bibliotecários em
Bibliotecas situadas no estado a ser estudado e demais Unidades de
Informação que contenham bibliotecários em seu exercício. Importante
frisar que os dados solicitados referem-se a estatísticas de 2017. Após
este levantamento será realizada uma discussão acerca da visibilidade
dada às bibliotecárias no Estado de Santa Catarina.
Resultados e Discussão: Segundo estudo de Pires (2016), 8635
mulheres e 1889 homens foram graduados a partir da década de 1980
nas cinco regiões que compõem o território Brasileiro. No que se refere a
Santa Catarina, o Conselho Regional da 14ª Região (CRB-14/SC) informa
que existem atualmente 1580 bibliotecários inscritos no CRB-14. Dentre
estes, 756 estão ativos e atuantes no estado de Santa Catarina: 651
profissionais do sexo feminino, e 105 do sexo masculino. Sendo uma
profissão historicamente considerada feminina, é compreensível a
disparidade entre os números, um problema que esteve presente em
muitos países além do Brasil (KRISTY, 1983 apud DELONG, 2013). De
acordo com Tilley (1988), a Austrália contava com apenas 20% de
bibliotecários do sexo masculino e, mesmo assim, os setores com cargos
de maior prestígio era composto em 69% por homens. Vogt (2003) apud
Record e Green (2008) aponta que apesar de 25% de estudantes de
biblioteconomia dos Estados Unidos serem homens, 60% acabam em
posições de poder em universidades. No Brasil, Sousa (2014) elaborou
um estudo na Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina
(UFSC) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Na UFSC, revelou
que apesar de haver 25 (vinte e cinco) bibliotecárias mulheres e sete
homens, apenas 28% dessas profissionais do sexo feminino exerciam
função administrativa na biblioteca. Semelhantemente, apenas 30% dos
bibliotecários atuando em um cargo administrativo na UFPB eram
mulheres.
Pierre Bourdieu (2003) em sua obra A Dominação Masculina aponta a “A
violência simbólica”, que efetiva essa dominação masculina na medida
que a as estruturas sociais e de atividades produtivas e reprodutivas
reúnem todas as condições para que esta dominação se efetive com base
na divisão sexual do trabalho, essa leva inclusive em consideração as
diferenças biológicas do corpo para a divisão social do trabalho, que em
se tratando de áreas dominadas pelo gênero feminino são naturalmente
desvalorizadas. (SILVA, 2015).

�Observa-se essa diferenciação biológica apontada por Bourdieu nas
ponderações de Martucci (1996) sobre a mudança da predominância do
gênero feminino na profissão, a autora indica a existência de uma ligação
entre a profissão bibliotecária e o magistério, que deriva da aproximação
histórica entre o desenvolvimento da escola e da biblioteca. A biblioteca,
era percebida como espaço que necessitava de um profissional "[...] culto,
missionário, maternal, dedicado, leal e submisso às regras, no qual o
estereótipo da mulher do século XIX também se enquadrava na
perspectiva educacional". (Martucci, 1996, p. 239).
Assim, pode-se observar que as profissões ditas femininas não recebem a
mesma relevância social dadas as profissões masculinas, possuindo no
decorrer dos tempos problemas para se impor. Ferreira (2003) comenta
que as enfermeiras, as assistentes sociais, as bibliotecárias e as demais
profissões consideradas femininas existem em processo permanente de
provação de suas competências.
Dessa forma, compreende-se que a Biblioteconomia ser considerada uma
profissão feminina é uma característica carregada de significados e de
práticas, que interferem na práxis profissional, e na divisão dos cargos de
gestão como foi evidenciando nas pesquisas acima mencionadas de
Tilley, (1988); Record e Green (2008) Delong, (2013) e Sousa (2014),
demonstrando que os homens em um profissão feminina como a
biblioteconomia concentram significativamente os cargos de poder, o que
faz sentindo, tendo em vista, que a sociedade construiu-se pautada em
conceitos patriarcais e androcêntricos (BOURDIEU, 2003). Neste sentido,
cabe também aos profissionais contribuir, por meio da reflexão para a
construção de novas relações sociais. Cabe-nos, portanto, concordar com
Brecht (2003, p. 23): “Nunca digam: isto é natural. A fim de que nada
possa ser imutável [...]”.
Considerações Finais: Por meio dos dados coletados para essa
pesquisa é possível concluir que as escolhas pelos profissionais que
devem ocupar os cargos expostos nas bibliotecas durante décadas foi e
ainda é de grande parte pelo sexo masculino, mesmo com tantas
mulheres atuantes na área. Tal fator pode ser evidenciado ao decorrer da
história referente ao mercado de trabalho, no qual se percebe questões de
gênero relacionadas a cultura de uma sociedade e de como ela
transpassa seus ideais. Ocorreram melhorias no que se diz respeito aos
cargos empregados por mulheres, mas ainda há uma grande
porcentagem de desigualdade de gênero, isso fica exposto quando
relatamos os cargos de poder e sua visibilidade dada ao homem em uma
profissão em que mais de 85% é representada por mulheres conforme

�dados informados pelo CRB 14ª região referente ao Estado de Santa
Catarina. Dessa forma, compreendemos ser necessária um
aprofundamento no estudo para examinar se essa divisão do trabalho
ocorre no estado de Santa Catarina, tendo em vista, que essas relações
são emuladas no espaço profissional e influenciam a maneira como a
profissão se organiza e é vista e reconhecida socialmente.
Referências:
BOURDIEU, Pierre. A dominação masculina. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2003.
BRECHT, Bertolt. Poemas: 1913-1956. São Paulo: Editora 34, 2003.
DELONG, Kathleen. Career Advancement and Writing about Women
Librarians: A Literature Review. Evidence Based Library and
Information Practice, v. 8, n. 1, fev. 2013. Disponível em:
&lt;https://journals.library.ualberta.ca/eblip/index.php/EBLIP/article/view/1727
3/14796&gt;. Acesso em: 10 jul. 2017.
FERREIRA, Maria Mary. O profissional da informação no mundo do
trabalho e as relações de gênero. Transinformação, Campinas, v. 15, n.
2, p.189-201, maio 2003. Disponível em:
&lt;http://www.brapci.ufpr.br/brapci/index.php/article/view/0000000371/35bfa
823b2fe221d920ca9d701167608&gt;. Acesso em: 10 jul. 2017.
MARTUCCI, Elisabeth Márcia. A feminização e a profissionalização do
magistério e da biblioteconomia: uma aproximação. Perspectivas em
Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.1, n.2, p.225-244, jul./dez.
1996.
PIRES, Hugo Avelar Cardoso. Relações de gênero e a profissão
bibliotecária na contemporaneidade: panorama nacional e os motivos
da entrada masculina em curso majoritariamente feminino. 2016. 134 f.
Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Federal
de Minas Gerais, Escola de Ciência da Informação, Belo Horizonte, 2016.
RECORD, Aloha; GREEN, Ravonne. Examining gender issues and trends
in Library Management from the male perspective. Library
Administration &amp; Management, [S.l.], v. 22, n. 4, 2008.

�SILVA, Bárbara Ferreira de Souza. Estudo de gênero: a inserção da
mulher no campo científico da Ciência da Informação no Brasil. 2015. 53 f.
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biblioteconomia) –
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Escola de
Biblioteconomia, Rio de Janeiro, 2015.
SOUSA, Beatriz Alvez de. O gênero na biblioteconomia: percepção de
bibliotecárias/os. 2014. 270 f. Tese (Doutorado em Ciências Humanas) –
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014.
VEIGA, Marcos Aurélio Pereira. Mercado de trabalho profissional
Bibliotecário do Estado do Maranhão: um estudo sobre educação
continuada. 2014. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em
Biblioteconomia) – Universidade Federal do Maranhão, São Luís, 2014.
TILLEY, Christine. Gender equality in librarianship: a review article. J.
Librarianship, [S.l.], v. 20, n. 1, jan. 1988.

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