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                  <text>Bibliotecas universitárias inclusivas: acessibilidade e
oportunidades para os usuários com necessidades educativas
especiais

Isabel Cristina dos Santos Diniz (UA) - isantosdiniz70@gmail.com
Ana Margarida Pisco Almeida (UA) - marga@ua.pt
Cassia Cordeiro Furtado (UFMA) - cassia.furtado@ufma.br
Resumo:
Pesquisa objetiva identificar as ações e projetos de acessibilidade desenvolvidos pelas
bibliotecas universitárias federais brasileiras para assegurar a educação inclusiva, equitativa e
de qualidade, e promover oportunidades e colaboração para a pesquisa na disponibilização de
dados e informações para gerar novos conhecimentos. Esta investigação relata resultados
parcelares de uma pesquisa mais abrangente e em curso que estudar as boas práticas
inclusivas das bibliotecas universitárias no contexto brasileiro e português. Utilizou-se um
inquérito por questionário on-line survey aplicado a 21 bibliotecários de bibliotecas
universitárias federais brasileiras, durante o período de novembro de 2016 a maio de 2017.
Obteve-se retorno de 14 respostas válidas. A análise dos dados recolhidos envolve algum
tratamento em SPSS, em nível de estatística descritiva básica. Os resultados destacam que as
bibliotecas foco desta pesquisa oferecem algum tipo de serviço/produtos direcionado para
usuários com NEE, porém ainda de forma muito incipiente e insatisfatória. Recomenda-se que
as Instituições de Ensino Superior, em especial, a biblioteca universitária crie suas políticas
informacionais para estabelecer diretrizes para o acesso inclusivo de usuários com e sem NEE,
na perspectiva de incluí-los em um único espaços com uma diversidade de serviços comuns e
acessíveis a todos.
Palavras-chave: Biblioteca Universitária Inclusiva; Acessibilidade; Oportunidades; Usuários
com Necessidades Educativas Especiais
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�Bibliotecas universitárias inclusivas: acessibilidade e oportunidades para
os usuários com necessidades educativas especiais
Isabel Diniz
Universidade Federal do Maranhão, Brasil, Universidade de Aveiro, Portugal, icristina@ua.pt
Ana Margarida Almeida
Universidade de Aveiro, Departamento de Comunicação e Arte, Portugal, marga@ua.pt
Cassia Furtado
Universidade Federal do Maranhão, Brasil, cassia.furtado@ufma.br

Introdução
As limitações das pessoas com necessidades especiais (PNE) têm vindo a ser
descritas ao longo dos séculos. A ideia de “deficiência” tem sido explorada como
um fenômeno pertencente ao corpo, representado pela falta, restrição ou falha
de uma ou várias partes do corpo. Norbert Elias, na obra “O Processo
Civilizatório”, nos mostra que a nossa compreensão e experiências sobre o corpo
são herdadas através da história dos processos sociais e psicológicos (ELIAS,
1994). Este sociólogo estudou os desenvolvimentos históricos, centralizando sua
concentração sobre o fato de o poder estar sempre nas mãos de uma minoria
aristocrata, pertencente a cortes reais, e que para perpetuar este poder, a
opressão e a violência para com as pessoas ou grupos menos favorecidos
deveria ser desenvolvida como uma forma de controlar socialmente as emoções
e a consciência de si próprio como indivíduo em um corpo. Para este autor os
códigos de conduta, bem como os padrões de normalidade desenvolvidos na
sociedade a fim de impor o certo e o errado assumem uma forma de controle
social, onde o “corpo” se mostra como portador de uma posição social.
Complementando, Douglas (1988) aborda que existe o “corpo social” e o “corpo
físico”, onde o primeiro determina e restringe o modo como o segundo é
percebido. As propriedades fisiológicas do corpo são fatores determinantes para
a cultura, uma vez que esta é a mediadora e responsável por traduzir essas
propriedades para símbolos significativos.
Dentro dessa realidade, a universidade pode e deve promover o
reconhecimento, a inclusão, a participação e independência dessas pessoas,
nomeadamente dos seus estudantes, estendendo-se este grupo alvo a outros
grupos de minorias, como os afro-descendentes, mulheres, índios, dentre outros
(BARBOSA, 2002), garantindo a igualdade de oportunidades para o acesso à
educação superior para todos, conforme justificado em iniciativas e
regulamentações legislativas.
No Brasil houve um aumento gradativo dessas pessoas quanto ao acesso à
educação, conforme indicadores da educação divulgados pelo Ministério da
Educação (MEC) e Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP). No ano de 2016 foram realizadas 75.059 matrículas de
estudantes com NE no ensino médio: um salto diferencial, pois em 2013 foram
efetuadas 48.589 matrículas (INEP, 2017). Quanto ao acesso de PNE ao ensino
superior, este cresceu de 29.221 ingressos em 2013 para 37.927 ingressos em
2015 (INEP, 2016). Porém, o aumento do número de matrículas de PNE no
ensino superior não significa que a instituição esteja realmente preparada,

�quanto à acessibilidade arquitetónica, comunicacional, metodológica,
instrumental, programática e atitudinal (SASSAKI, 2005). Tal realidade convida
a uma reflexão sobre os vários campos de ação que a Universidade pode
desenvolver para promover a inclusão e o empoderamento das PNE, em
particular, no que respeita ao papel da biblioteca universitária no
desenvolvimento e disponibilização de serviços inclusivos à comunidade
acadêmica.
Desse modo, considerando o atual desconhecimento do cenário brasileiro neste
campo de atuação, esta pesquisa busca resposta para a seguinte questão: quais
as boas práticas desenvolvidas pelas bibliotecas universitárias brasileiras para o
acesso e oportunidades para todos? Dessa forma, traçamos como objetivo
identificar as ações e projetos de acessibilidade desenvolvidos pelas bibliotecas
universitárias federais brasileiras para assegurar a educação inclusiva, equitativa
e de qualidade, que possa promover oportunidades e colaboração para a
pesquisa na disponibilização de dados e informações para gerar novos
conhecimentos. Portanto, esta pesquisa relata resultados parcelares de uma
investigação mais abrangente que estudar as boas práticas inclusivas das
bibliotecas universitárias no contexto brasileiro e português.
Método da pesquisa
Utilizamos um inquérito por questionário on-line (survey) aplicado a 21
bibliotecários de bibliotecas universitárias federais brasileiras, durante o período
de novembro de 2016 a maio de 2017. Obtivemos o retorno de 14 respostas
válidas. O inquérito serviu para identificar as ações e projetos de acessibilidade
desenvolvidos pelas bibliotecas universitárias federais brasileiras para
disponibilizar serviços à comunidade acadêmica com componentes inclusivos,
promovendo oportunidades de acesso à informação e ao conhecimento para
todos, através da visão dos bibliotecários. Relativamente ao questionário, este
contemplou as seguintes dimensões: (i) identificação do respondente; (ii)
caracterização da biblioteca de sua instituição de ensino superior; e (iii)
identificação e caracterização dos projetos, ação e experiências de biblioteca
inclusiva desenvolvidas pelas bibliotecas universitárias federais brasileiras. Para
este artigo utilizaremos apenas 5 (cinco) questões referentes a dimensão (iii), na
categoria Ações, atividades e projetos de acessibilidade das bibliotecas
universitárias brasileiras (que contempla as subcategorias: tipologia,
abrangência, tipo de NEE, serviços/produtos, profissionais atuantes, dificuldades
enfrentadas pelos bibliotecários e tipo de usuário beneficiado), dentre outros
(Quadro 1). A análise dos dados recolhidos envolveu o tratamento em SPSS,
usando estatística descritiva básica.
Quadro 1: Questões analisadas.
Nº
Q1
Q2
Q3

Questões
Especifique os projetos/ações/atividades implementados para garantir a inclusão de
PNE que esta biblioteca desenvolve.
Identifique quem atua nos projetos/ações/atividades de inclusão de enee
desenvolvidos por esta biblioteca
Os projetos/ações/atividades de inclusão desenvolvidos por esta biblioteca abrangem
que tipo de NEE?

�Q4
Q5

Os PNE utilizam os produtos/serviços oriundos dos projetos/ações /atividades de
inclusão desenvolvidos por esta biblioteca?
Identifique as razões que considera poderem estar na base dessas dificuldades

Fonte: Autores.

Resultados e discussão
A partir dos dados recolhidos na Questão 1, foi possível verificar que as ações e
projetos são de diferentes tipologias: 64,3% de tipo “disponibilização de espaços
específicos”; 78,6% de “serviço de referência e apoio à pesquisa e informação
direcionados”; 92,9% de “disponibilização de conteúdos básicos do acervo em
formatos acessíveis”; e 100% de “disponibilização de tecnologias assistivas”,
dentre outros. De notar ainda que 53,8% dos respondentes informaram que
essas iniciativas abrangem apenas o “Campus universitário” e 42,9% são
“abertas à sociedade em geral”. É pois vital que os responsáveis pelas
bibliotecas tenham noção de que ter a informação disponível é completamente
diferente de ter informação acessível. Para tal, tem que haver maior investimento
em criar soluções baseadas em atitudes proativas de promoção de inclusão
(FERREIRA; GRAÇA, 2015).
Na Questão 2, dentre os respondentes, 92,9% identificaram o “bibliotecário”
como profissional que atua nessas ações e projetos de inclusão, 21,4%
“pedagogos”, 21,4% “psicólogos” e 42,9% “alunos”. Cabe aqui um alerta para o
fato de que a inclusão é um processo lento, que envolve não apenas a dimensão
da acessibilidade arquitetônica, requerendo esforços adicionais ao nível da
acessibilidade atitudinal, ou seja, amadurecimento (e promoção da empatia) das
pessoas para com a causa. Neste contexto, a parceria entre os profissionais
torna-se imprescindível. A troca de experiência e de conhecimentos entre as
áreas e o espaço universitário é propício para isso, pois lá estão reunidos
profissionais das mais diversas áreas.
Dentre os tipos de NEE que abrangem essas ações e projetos, estudados na
Questão 3, cabe destaque: 7,1% “deficiência visual”, 21,4% “deficiência
auditiva”, 7,1% “dislexia” e 7,1% “Transtorno de Déficit de Atenção e
Hiperatividade (TDAH)”. Ressaltamos que 35,7% dos bibliotecários informaram
que essas ações contemplam “outros estudantes além daqueles com NEE”
(21,4% - toda a comunidade e 7,1% – presidiários). É de notar que, na literatura
sobre o assunto, a maioria das ações e projetos de inclusão de PNE
desenvolvidos pelas bibliotecas universitárias são direcionados para as pessoas
com deficiência visual. Porém, importa não esquecer que o ideal neste tipo de
projetos é investir no acesso pleno à informação por todos (SILVA; BARBOSA,
2011).
Na Questão 4, relativa ao nível de utilização dos produtos/serviços oriundos
dessas ações e projetos pelos usuários com NEE, é de notar que as maiores
incidências foram para: 35,7% “sempre” e 50% “às vezes”. A explicação para o
baixo índice de utilização desses produtos/serviços pode ser explicada por
Stroparo e Moreira (2016), cujos estudos detetaram que os usuários com NEE
não procuram a biblioteca por já terem passado por problemas de acessibilidade
arquitetônica a atitudinal nesse espaço. Complementando, Bodaghi, Cheong e
Zainab (2016) enfatizam que esses problemas determinam a falta de sentimento

�de pertença ao espaço biblioteca pela PNE. Outro ponto convergente, e que
coloca em xeque a atuação do bibliotecário, está relacionado com a empatia e/ou
compreensão, dimensões fundamentais para a boa prática desse profissional.
Na última questão 50% dos bibliotecários afirmaram ser “difícil” o atendimento
aos usuários com NEE, por conta de diferentes razões: “problemas quanto
acessibilidade
arquitetónica”;
“problemas
quanto
acessibilidade
comunicacional”; e “falta de conhecimento sobre as necessidades especiais”.
Esses dados convergem com as ideias de Stroparo e Moreira (2016), que
obtiveram os mesmos resultados, evidenciando que a solução estaria na
capacitação desses profissionais para atender público diferenciado, para garantir
o planejamento, desenvolvimento e implantação de ações e projetos de boas
práticas inclusivas nessas bibliotecas.
Considerações Finais
As bibliotecas universitárias são instituições particularmente apropriadas para
apoiar e promover boas práticas de acessibilidade e inclusão para PNE, de forma
a assegurar o empoderamento destas pessoas na sociedade. Este papel tem
sido abraçado por profissionais bibliotecários em diversos pontos do mundo, na
tentativa de assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade,
promovendo oportunidades de aprendizagem para todos. Daí a necessidade de
estudos como este, com objetivo de investigar a situação e posicionamento das
bibliotecas universitárias sobre inclusão e acessibilidade em cada nação.
Dessa forma, o presente estudo procurou responder ao objetivo traçado nesta
pesquisa referente a identificar as ações e projetos de acessibilidade
desenvolvidos pelas bibliotecas universitárias federais brasileiras.
Considerando a categoria e subcategorias de análise estabelecidas para análise
e discussão dos dados coletados, podemos perceber que em relação à categoria
Ações, atividades e projetos de acessibilidade das bibliotecas universitárias
brasileiras (que contempla as subcategorias: tipologia, abrangência, tipo de
NEE, serviços/produtos, profissionais atuantes, dificuldades enfrentadas pelos
bibliotecários e tipo de usuário beneficiado), os respondentes sublinham que as
bibliotecas foco desta pesquisa oferecem algum tipo de serviço/produtos
direcionado para usuários com NEE, porém ainda de forma muito incipiente.
Em seus discursos, notamos alguns pontos positivos sobre a atuação dessas
bibliotecas como elementos embrionários para o processo de inclusão como:
disponibilização de espaços específicos; serviço de referência e apoio à
pesquisa e informação direcionada; disponibilização de conteúdos básicos do
acervo em formatos acessíveis; e disponibilização de tecnologias assistivas.
Quanto à abrangência dessas ações e projetos, esta deveria ser aberta à
sociedade em geral, oferecendo acesso e oportunidades para todos, sem
distinção de ter ou não NEE. Os respondentes consideram também a
necessidade de interação e partilha entre profissionais de outras áreas, além da
Biblioteconomia, pois o processo de inclusão requer partilha de conhecimentos
e experiencias de áreas diversificadas.
Para tanto, é necessário que as Instituições de Ensino Superior, em especial, as
bibliotecas universitárias, criem suas políticas informacionais para estabelecer

�diretrizes para o acesso inclusivo de usuários com e sem NEE, na perspectiva
de incluí-los em um único espaço, mas com uma diversidade de serviços comuns
e acessíveis a todos.
Referências
BARBOSA, M. M. A inclusão e a diversidade no ensino superior. Revista Educação &amp;
Mudança, v. 10, n. 9, p. 2-16, 2002.
BODAGHI, Nahid Bayat; CHEONG, Loh Sau; ZAINAB, A. N. Librarians empathy: visually
impaired students' experiences towards inclusion and sense of belonging in an academic
library. Journal of Academic Librarianship, v. 42, n. 1, p. 87-96, 2016. Disponível em:
https://umexpert.um.edu.my/file/publication/00007490_131744.pdf. Acesso em: 11 jul. 2017.
DOUGLAS, Mary. Simbolo naturales: exploraciones en Cosmologia. Madrid: Alianza, 1988.
ELIAS, Norbert. O processo civilizador. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
FERREIRA, Carlos; GRAÇA, Almerinda. A área de leitura para deficientes visuais da Biblioteca
Nacional de Portugal: um estudo de caso. In: Congresso Nacional BAD, 12, Anais…, 2015,
Évora, p. 1-10. Disponível em: https://www.bad.pt/publicacoes/index.php/congressosbad.
Acesso em: 11 jul. 2017.
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http://portal.inep.gov.br/sinopses-estatisticas-da-educacao-banca. Acesso em: 11 jul.2017.
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http://portal.inep.gov.br/basico-censo-escolar-sinopses-sinopses. Acesso em: 11 jul.2017.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: o paradigma do século XXI. Inclusão - Revista de Educação
Especial, 2005, p. 19-23.
SILVA, Hugo Oliveira Pinto; BARBOSA, Josué S. A relação deficiente visual e biblioteca
universitária: a experiência do Centro de Atendimento ao Deficiente Visual – CADV da
Universidade Federal de Minas Gerais. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 1, n.
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2011.
Disponível
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Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/17430. Acesso em: 11
jul.2017.

Agências financiadoras
Fundação de Amparo à Pesquisa e Desenvolvimento Científico do Maranhão
(FAPEMA).

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              <text>Pesquisa objetiva identificar as ações e projetos de acessibilidade desenvolvidos pelas bibliotecas universitárias federais brasileiras para assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades e colaboração para a pesquisa na disponibilização de dados e informações para gerar novos conhecimentos. Esta investigação relata resultados parcelares de uma pesquisa mais abrangente e em curso que estudar as boas práticas inclusivas das bibliotecas universitárias no contexto brasileiro e português. Utilizou-se um inquérito por questionário on-line survey aplicado a 21 bibliotecários de bibliotecas universitárias federais brasileiras, durante o período de novembro de 2016 a maio de 2017. Obteve-se retorno de 14 respostas válidas. A análise dos dados recolhidos envolve algum tratamento em SPSS, em nível de estatística descritiva básica. Os resultados destacam que as bibliotecas foco desta pesquisa oferecem algum tipo de serviço/produtos direcionado para usuários com NEE, porém ainda de forma muito incipiente e insatisfatória. Recomenda-se que as Instituições de Ensino Superior, em especial, a biblioteca universitária crie suas políticas informacionais para estabelecer diretrizes para o acesso inclusivo de usuários com e sem NEE, na perspectiva de incluí-los em um único espaços com uma diversidade de serviços comuns e acessíveis a todos.</text>
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