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                  <text>Análise da competência em informação na educação médica
Ismael Soares Pereira (UFRN) - ismael@neuro.ufrn.br
jose Diniz junior (UFRN) - dinizotorrino@gmail.com
Resumo:
Este trabalho de comunicação cientifica resulta de pesquisa em nível de mestrado, cujo
objetivo foi analisar a competência em informação dos discentes do Curso de Graduação em
Medicina da Escola Multicampi de Ciências Médicas da Universidade Federal do Rio Grande
do Norte, na perspectiva do acesso à literatura científica. Caracteriza-se como estudo
descritivo que utiliza abordagem de análise quantitativa. A coleta dos dados procedeu-se
mediante aplicação de questionários à turma do quarta semestre, obtendo um total de 37
participantes. Os resultados indicam que os discentes selecionam adequadamente as
palavras-chave que melhor representam o assunto de um problema de pesquisa e sabem
utilizar catálogos de bibliotecas. Mostram também que apesar da preferência pela internet
para acessar a literatura científica, a maioria sente dificuldades em realizar buscas nas bases
remotas de dados, destacando como principal o uso das técnicas de pesquisa. Por meio de
análise individual de desempenho, confirma-se a necessidade de aperfeiçoar nos estudantes as
habilidades técnicas necessárias ao acesso efetivo de publicações científicas. Conclui que
desenvolver programas de competência em informação nos cursos de Medicina é uma
estratégia que pode resultar em avanços significativos na formação desses futuros
profissionais e contribuir para a melhoria das condições de saúde da população.
Palavras-chave: Competência em informação. Comportamento de busca de informação.
Armazenamento e recuperação da informação. Gestão da informação.
Revisão de literatur
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Introdução: Na área médica, existe um campo denominado Medicina Baseada em
Evidências (MBE), que requer competência do profissional para usar a melhor
evidência disponível na literatura no intuito de oferecer as opções de tratamentos mais
adequadas aos pacientes (KARA-JUNIOR, 2014). Para isso, é imprescindível dominar o
uso de ferramentas, de suportes tecnológicos e de outros recursos que priorizem
recuperação e avaliação da informação. As próprias Diretrizes Curriculares Nacionais
do Curso de Graduação em Medicina recomendam que os conteúdos fundamentais
incluam a compreensão e o domínio das novas tecnologias de comunicação para
acesso a bases de dados (BRASIL, 2014). Enquanto era bibliotecário da Escola
Multicampi de Ciências Médicas (EMCM) da Universidade Federal do Rio Grande do
Norte (UFRN), pude perceber que os estudantes do Curso de Graduação em Medicina
sentem dificuldades para realizar pesquisas bibliográficas. Isso fez surgir o seguinte
questionamento: quais técnicas e ferramentas de busca eles dominam para acessar as
informações científicas necessárias à realização de suas atividades acadêmicas? A
partir dessa indagação elaborou-se este objetivo geral: analisar a competência em
informação dos discentes do Curso de Graduação em Medicina da EMCM/UFRN, na
perspectiva do acesso à literatura científica. Ressalta-se que este trabalho é resultado
de uma pesquisa em nível de mestrado, cujo pressuposto é que o referido grupo
necessita aprimorar as suas habilidades em pesquisa bibliográfica, já que, no exercício
da profissão, deverão ser capazes de tomar decisões em saúde com base no uso de
evidências científicas. Desse modo, é importante entender o objeto deste estudo, a
competência em informação, que na visão de Uribe-Tirado (2013) consiste num
processo de ensino-aprendizagem que possibilita o desenvolvimento da capacidade em
reconhecer as necessidades informacionais e dominar os meios adequados para
localizar, selecionar, recuperar, organizar, avaliar, produzir, compartilhar e divulgar a
informação. Já Dudziak (2011) acredita que essa competência direciona a autonomia
informacional dos sujeitos por meio da proficiência investigativa. Tendo em vista a
importância desse tema para o exercício das profissões de saúde, principalmente

�aquelas que exercem a MBE, espera-se que esta pesquisa embase e provoque
discussões em torno da criação de programas de desenvolvimento da competência em
informação na educação médica.
Método da pesquisa: Este estudo é caracterizado como descritivo e utiliza abordagem
quantitativa para analisar os dados. A coleta ocorreu mediante aplicação de
questionário à turma do quarto semestre do curso de Medicina da EMCM, sendo esta
composta por 40 alunos. Desses, 38 responderam ao instrumento e dois não quiseram
participar. Excluiu-se ainda da análise um respondente que havia preenchido o
questionário de forma incompleta, o que totaliza 37 alunos participantes. Como a
análise englobou praticamente todo o universo de alunos do quarto semestre, entendese que o delineamento deste estudo seja levantamento censitário. A escolha desse
grupo ocorreu por já ter sido submetido a treinamentos em pesquisa bibliográfica na
biblioteca e também porque é a turma que se encontra no período mais avançado da
Escola, o que possibilita maior experiência acadêmica. O instrumento de pesquisa foi
composto por 20 questões fechadas, adaptado do modelo aplicado por Guerreiro
(2009), e abordou tópicos como: perfil dos participantes, uso de operadores booleanos,
uso de estratégias e ferramentas de busca, além de autopercepção quanto ao nível de
competência em informação. Ressalta-se que os participantes foram assegurados da
confidencialidade da sua identificação. Assinaram também o Termo de Consentimento
Livre e Esclarecido (TCLE), que informa sobre os objetivos, a importância, os benefícios
e os possíveis riscos da pesquisa.
Resultados e Discussão: Os resultados revelam que os alunos do curso de Medicina
da EMCM, em sua maioria, são jovens com média de 23 anos de idade e
predominantemente do sexo masculino, o que reflete a tendência de inserção de
médicos jovens no mercado de trabalho e a maior participação dos homens nessa
profissão (SCHEFFER et al., 2015). Verifica-se que 67% dos discentes possuem
conhecimentos básicos em inglês, que atualmente é considerada a língua franca da
ciência. Como grande parte das interfaces de bases de dados e de publicações
científicas é nesse idioma, para elaborar estratégias eficientes de pesquisas é
importante dominá-lo. Barros (2011) detectou que 47,6% dos estudantes de pósgraduação consideram o domínio de idiomas a principal dificuldade para realizar

�pesquisas. Evidencia-se a preferência pelo uso das fontes digitais às impressas, pois
97% utilizam diariamente a internet como meio para realizar pesquisas acadêmicas,
enquanto o percentual daqueles que utilizam o acervo físico da biblioteca para esse fim
é de 40%. Todavia, 55% consideram os livros como a fonte de informação mais
confiável. Esses dados ratificam as análises de Jacob (2012), cujos resultados mostram
que os estudantes do curso de Medicina da Universidade Estadual de Londrina (UEL)
dedicam, aproximadamente, 81 minutos diários para acesso à informação, sendo 51
minutos aplicados ao acesso à internet e 30 minutos ao acervo da biblioteca. Quanto às
habilidades de acesso à informação, boa parte não conhece a lógica booleana, tendo
em vista que a porcentagem de acertos das questões que cobravam o uso dos
operadores AND e OR foi de, respectivamente, 60% e 62%. O truncamento é o recurso
menos utilizado pelos estudantes para realizar pesquisas, pois 81% disseram nunca
usá-lo ao fazer buscas em base de dados. Confirmou-se essa afirmação ao cobrar o
uso do truncamento na estratégia de pesquisa, em que apenas 22% acertaram a
questão. Eles preferem utilizar os filtros para limitar as buscas, considerando que 49%
asseguraram sempre utilizá-los em suas pesquisas. Para montar estratégias de busca é
essencial, além de elaborar a pergunta da pesquisa de modo que fique claro o assunto
a ser abordado, determinar as palavras-chaves que melhor o representam. Quanto a
isso, os estudantes mostraram ter facilidade em identificar os descritores mais
significantes de um tema para compor a estratégia de pesquisa, haja vista que 87%
assinalaram a alternativa correta sobre as palavras que melhor representam o tema
benefícios do exercício físico para a saúde do idoso. Já o estudo realizado por Guerrero
(2009) mostra que 54% dos alunos de pós-graduação das áreas de Ciências
Agronômica e Florestal da Universidade Estadual Paulista não souberam identificar os
termos relevantes a serem selecionados para recuperar informações sobre o tema
efeitos do silício para a cultura da soja. Em relação à familiaridade com ferramentas
digitais de pesquisa, 70% afirmaram sentir dificuldades em usar bases de dados, sendo
a principal o uso de técnicas de pesquisa, como operadores booleanos, truncamento,
busca avançada e outros filtros. Diferente disso, Bochnia (2015) identificou que a
utilização dos operadores booleanos são os menores obstáculos para os estudantes do
curso de graduação em Artes Visuais. As questões concernentes ao uso dos catálogos

�de bibliotecas demonstram que a maioria dos estudantes conhece a finalidade (80%) e
entende a forma de utilizar a ferramenta (86%). No intuito de avaliar o desempenho
individual dos participantes, estabeleceu-se pontuação para as questões. A partir disso
constatou-se que apenas 19% alcançaram a percentual mínimo de acertos para ser
considerado competente em informação, o que confirma o pressuposto gerado no
começo da pesquisa.
Considerações Finais: Os dados apresentados possibilitaram realizar a avaliação
diagnóstica da competência em informação do grupo estudado, assim como o
mapeamento das principais dificuldades para realizar pesquisas bibliográficas
eficientes. Formar profissionais capazes de resolver problemas de saúde complexos e
tomar decisões clínicas com base no uso de evidências científicas é um desafio
enfrentado por muitas escolas médicas. Assim sendo, desenvolver programas de
competência em informação nos cursos de Medicina é uma estratégia que pode resultar
em avanços significativos na formação desses futuros profissionais e contribuir para a
melhoria das condições de saúde da população. Sugere-se que este estudo seja
continuado com os alunos dos demais períodos a fim de analisar se o nível de
competência em informação varia conforme o tempo de curso. Também é viável realizar
estudos regionais multicêntricos comparativos em diferentes instituições de ensino
superior. Por ser uma pesquisa que tem o intuito de apoiar a educação e melhorar a
prática médica, este trabalho relaciona-se com o objetivo de desenvolvimento
sustentável número três (assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para
todos, em todas as idades).
Referências
BARROS, J. S. A biblioteca e a internet na mediação da pesquisa científica: um
estudo com pós-graduandos da UNIOESTE, Campus de Cascavel. 2011. 148 f.
Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão da Informação) – Programa de PósGraduação em Gestão da Informação, Universidade Estadual de Londrina, Londrina,
2011. Disponível em: &lt;http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?
code=vtls000168097&gt;. Acesso em: 18 abr. 2017.
BOCHNIA, B. A. Habilidades informacionais dos estudantes de Artes Visuais
Multimídia: uma abordagem da competência em informação e competência digital. 142
f. 2015. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Programa de PósGraduação em Ciência da Informação, Universidade Estadual de Londrina, Londrina,

�2015. Disponível em: &lt;http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?
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BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 3, de
20 de junho de 2014. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Medicina e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 23 jun.
2014. Seção 1, p. 8-11. Disponível em: &lt;http://portal.mec.gov.br/index.php?
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DUDZIAK, E. A. Em busca da pedagogia da emancipação na educação para a
competência em informação sustentável. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf., Campinas, v. 9, n. 1,
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&lt;http://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/1925&gt;. Acesso em: 14
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GUERRERO, J. C. Competência informacional e a busca de informações
científicas: um estudo com pós-graduandos da Faculdade de Ciências Agronômicas da
UNESP campus de Botucatu. 2009. 111 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da
Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista,
Marília, 2009. Disponível em: &lt;http://hdl.handle.net/11449/93631&gt;. Acesso em: 13 abr.
2016.
JACOB, N. C. M. A competência informacional dos estudantes do curso de
medicina da Universidade Estadual de Londrina. 2012. 97 f. Dissertação (Mestrado
Profissional em Gestão da Informação) – Programa de Pós-Graduação em Gestão da
Informação, Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2012. Disponível em:
&lt;http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?view=vtls000181109&gt;. Acesso em: 14 fev.
2017.
KARA-JUNIOR, N. Medicina baseada em evidências. Rev. bras. Oftalmol., Rio de
Janeiro, v. 73, n. 1, p. 5-6, fev. 2014. Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&amp;pid=S0034-72802014000100005&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. Acesso em: 17
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SCHEFFER, M. C. et al. Demografia médica no Brasil 2015. Departamento de
Medicina Preventiva, Faculdade de Medicina da USP. Conselho Regional de Medicina
do Estado de São Paulo. Conselho Federal de Medicina. São Paulo: 2015, 284 p.
URIBE-TIRADO, A. Lecciones aprendidas en programas de alfabetización
informacional en universidades de Iberoamérica: propuesta de buenas prácticas.
2013. 406 f. Tese (Doutorado) – Universidade de Granada, Granada, 2013. Disponível
em: &lt;http://eprints.rclis.org/22416/&gt;. Acesso em: 03 mar. 2017.

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