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                  <text>ACESSIBILIDADE INFORMACIONAL PARA USUÁRIOS COM
TRANSTORNO DE ESPECTRO AUSTISTA NA BIBLIOTECA

Marcos PASTANA SANTOS (IFRJ) - marcos.pastana@ifrj.edu.br
Cládice Nóbile Diniz (UNIRIO) - cladice.diniz@unirio.br
Edicléa Mascarenhas Fernandes (UERJ) - professoraediclea.uerj@gmail.com
Resumo:
Busca apresentar aos profissionais das bibliotecas escolares e comunitárias a importância de
se capacitarem para que possam atender as necessidades informacionais do usuário com
Transtorno de Espectro Autista (TEA) e melhor solucionarem as situações adversas com que
podem se deparar no cotidiano. O estudo tem fins explicativos e apoiou-se em pesquisa
bibliográfica, com objetivo de levantar atividades que possam ser realizadas com esses
usuários. Os dados foram tratados por método qualitativo. Os usuários com TEA são membros
da comunidade e podem e devem participar de atividades propostas pela biblioteca. Para isso,
será necessário receber o apoio apropriado. O gestor da biblioteca criando ações acessíveis
possibilitará a construção de um ambiente adequado, confortável e agradável. Conclui que
essa oferta de serviços informacionais é relevante pelo número de casos, sendo comum
encontrar crianças com o transtorno que frequentam as escolas da rede regular de ensino e
estas, em suas bibliotecas, contam com o bibliotecário que, conjuntamente com os professores,
podem promover atividades informacionais que aumentem o vocabulário deste usuário e
permitam através da leitura potencializar sua sociabilidade, suas emoções afetivas e a
inteligência cognitiva.
Palavras-chave: Reabilitação de Pessoa com Transtorno de Espectro Autista. Biblioteca.
Acessibilidade Informacional.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�Introdução
A característica da biblioteca de ser um espaço que deve buscar atender
às necessidades informacionais de seus usuários passa a ser de aceitação
geral entre seus estudiosos ao longo do século XX, notadamente a partir da
sua segunda metade. Porém, ao mesmo tempo em que esse entendimento foi
sendo estendido também aos bibliotecários, a sociedade foi se modificando e
desafiando as competências desses profissionais, trouxe-lhe novos usuários
singulares, como é o caso daqueles com transtorno de espectro autista (TEA).
As pessoas com essa desordem têm comportamento atípico e marcante,
que se manifesta de diferentes formas, como por movimentos corporais
bruscos, reação exagerada a determinados sons, falas descontextualizadas,
entonação e volume da voz peculiar, dificuldades de expressar emoções e
suas vontades ou até mesmo surtos com convulsões. Para propiciar-lhe acesso
à informação e autonomia na utilização do material bibliográfico e fazer frente a
eventuais situações inusitadas, o bibliotecário deve estar bem preparado e ter o
domínio de estratégias adequadas.
Para isso, o primeiro passo é estar sensibilizado para a necessidade de
se capacitarem para atender a essas demandas informacionais do usuário com
TEA e melhor solucionarem as situações adversas com que podem se deparar.
Com o objetivo de contribuir com essa sensibilização, ensejou-se este estudo.
Metodologia
O estudo tem fins explicativos e apoiou-se em pesquisa bibliográfica,
realizada através de um levantamento de artigos e publicações sobre o
transtorno e de como o bibliotecário pode propor atividades que possam ser
realizadas com os usuários com TEA.
Os dados foram tratados por método qualitativo. O objeto da pesquisa
trata-se das atividades possíveis de serem realizadas com usuários com TEA e
o seu universo foi o conjunto delas encontrados na literatura e sua amostra foi
dela selecionada.
Resultados
A Lei n° 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência)

�(BRASIL, 2015), não revoga ou retifica a Lei n° 12.764, de 27 de dezembro de
2014, a qual instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa
com Transtorno do Espectro Autista (BRASIL, 2012). Esta Lei (2012) determina
que a pessoa com TEA é considerada com deficiência para todos os efeitos
legais

e

aponta

várias

características

comportamentais

que

são

frequentemente nela identificadas: comportamento atípico marcante, não se
socializa com as pessoas, internaliza seus sentimentos, anormalidade do
contato visual, atraso na linguagem, entre outros. Esses e outros sintomas são
importantes para o diagnóstico. (BRASIL, 2014).
Segundo a American Psychiatric Association (American ..., 2014, p.53),
a TEA engloba transtornos antes denominados autismo infantil precoce,
autismo infantil, autismo de Kanner, autismo de alto funcionamento, autismo
atípico, transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação,
transtorno desintegrativo da infância e transtorno de Asperger. E também cita
(American ..., 2014, p.51) que o termo TEA não engloba os indivíduos que
tenham sintomas que são utilizados como critérios de TEA, ainda que
manifestem déficits acentuados na comunicação social.
As pessoas diagnosticadas com TEA têm aumentado em quantidade
nos últimos anos (BAIO1, 2012 apud SOLOMON, 2013; DAWSON, 2012).
Inclusive no Brasil, segundo Mello et al. (2013 p.45), as quais citam que, no
levantamento estatístico populacional de 2010, no Brasil havia 1.182.643 de
pessoas com TEA para uma população total de 190.732.694, correspondendo
a 0,62% desse total, taxa que se distribui uniformemente entre as regiões do
território nacional.
Alguns

estudos

alertam

que

o

número

de

casos

cresce

exponencialmente, como o do Centers for Disease Control and Prevention
(Centers ..., 2014). Entre 2000 e 2010, nos Estados Unidos a taxa de
prevalência da TEA duplicou, indo de 1 caso a cada 166 indivíduos para 1 a
cada 68. Essa explosão de casos tem suas causas sendo questionadas pelas
autoridades médicas, e em recente pesquisa, de Robison et al. (ROBINSON et

1

BAIO, Jon. Prevalence of autism spectrum disorders: autism and developmental disabilities
monitoring network, 14 sites, United States, 2008. Morbidity and Mortality Weekly Report
(MMWR),
v.61,
n.3,
p.1-24,
mar.
2012.
Disponível
em:
&lt;https://www.cdc.gov/mmwr/pdf/ss/ss6103.pdf&gt;. Acesso em: 09 jul. 2017.

�al., 2016; ROBINSON2 et al., 2016 apud DAVIS, 2016), esses cientistas
sugerem que o autismo envolve muitos fatores complexos e interativos,
incluindo genética, meio ambiente e desenvolvimento do cérebro.
Esses números são preocupantes, principalmente, para as bibliotecas
públicas e escolares, no compreender de Farmer (2013, p.69) estes
indicadores explicam as ações necessárias na biblioteca com os alunos.
Estes alunos têm dificuldade significativa de compreender e usar a
linguagem verbal ou uma deficiência significativa de aprendizagem
não-verbal, e eles têm dificuldade em interações recíprocas; em
outras palavras, eles têm a capacidade para descodificar palavras e
texto em níveis muito avançados sem a capacidade de compreender
os significados de aquelas palavras que estão a ser decodificado.
Bibliotecários precisam selecionar livros que apelam para crianças
autistas: repetitivo/elementos previsíveis, sequências familiares, rima,
pergunta/resposta, formato, cadeia ou uma história circular. Lá várias
técnicas para fazer livros mais acessíveis: páginas de laminação,
enriquecendo a textura, compra de livros com fotografias reais,
localizar livros que são sobre crianças autistas, incluindo opinião do
aluno autista em aquisições de livros da biblioteca. (FARMER, 2013,
p.69)

Portanto, para essa autora (2013), o bibliotecário pode identificar as
demandas informacionais do usuário com TEA por meio de contato com seus
familiares, com os profissionais da saúde e da educação especial que o
atendem, mesmo quando não possui comunicação oral e/ou escrita.
Porém, se não for adequadamente capacitado, os profissionais da
biblioteca podem encontrar dificuldades para apoiar às pessoas com TEA, pois
de acordo com a American Library Association – ALA, o contato com a
biblioteca poderá desencadear uma série de estereotipias do usuário,
explicando:
Um usuário com TEA pode não ser verbal ou pode falar com você em
vez de conversar. Este usuário pode repetir o que você diz, seja
muito alto, interrompa os outros, não compreenda figuras de fala ou
piadas e/ou seja incapaz de seguir as instruções de várias partes.
Uma pessoa com TEA pode ser incomumente sensível a cheiros,
ruídos ambientais, luzes cintilantes e certas texturas. Muitas pessoas
com TEA não têm a capacidade de ler linguagem corporal ou outras
pistas sociais. Algumas pessoas não estão conscientes dos
comportamentos socialmente apropriados - não compreendendo as
regras da distância social, o toque apropriado, a mudança de direção
e o contato visual. Essas deficiências criam uma necessidade de
controle e previsibilidade no meio ambiente. (AMERICAN LIBRARY
ASSOCIATION, 2017, p.1-2, tradução nossa).

2

ROBINSON, Elise B. et.al. Genetic risk for autism spectrum disorders and neuropsychiatric variation
in the general population. Abstracts. Nature Genetics, n.48, mar. 2016.

�Para resolver essa situação, de acordo com as recomendações da ALA
(2017), o bibliotecário poderá oferecer recursos e atividades que possibilitem o
acesso da informação para o usuário, como horários de imagens dos eventos
da biblioteca ou data de vencimento dos materiais, Telas de toque, Alpha
inteligente e Fidgets O uso de tecnologias assistivas nos recursos
informacionais visa a autonomia do indivíduo.
Discussão
Os usuários com TEA são membros da comunidade e podem e devem
participar de atividades propostas pela biblioteca. Para isso, será necessário
receber o apoio apropriado. O gestor da biblioteca criando ações acessíveis
possibilitará a construção de um ambiente adequado, confortável e agradável.
Para criar essas ações o gestor precisa buscar formação no assunto,
não somente devido a tecnologias assistivas que nem sempre são de uso
intuitivo e também devido à reação do usuário com TEA, uma vez que ação
física e emocional de cada um varia. Medida em certas situações é não o
contrariar para uns estudiosos, enquanto para outros a noção é de que há
comportamentos que devem ser controlados.
Uma diretriz razoável é a de que se o usuário não quiser mais
permanecer no ambiente da biblioteca, cabe ao responsável pelo usuário e/ou
bibliotecário orientá-lo à saída e convidá-lo a retornar ao espaço da biblioteca.
Considerações finais
A oferta de serviços informacionais para usuários com TEA é relevante,
pois apesar do aumento considerável de diagnósticos há maior estímulo à suas
reabilitações, sendo comum encontrar crianças que frequentam as escolas da
rede regular de ensino. Nesses espaços existem bibliotecas e o bibliotecário,
conjuntamente com os professores, podem promover atividades informacionais
que aumentem o vocabulário deste usuário e, que permitam através da leitura
potencializar sua sociabilidade, suas emoções afetivas e a inteligência
cognitiva. E, também ampliar a perspectiva para as bibliotecas comunitárias,
incentivando a participação destes indivíduos nos ambientes sociais e o direito
de acesso ao patrimônio cultural de sua comunidade.

�Referências
AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION. People with Autism Spectrum
Disorders (ASD): What You Need to Know. 2017. Disponível em:
&lt;http://www.ala.org/ascla/resources/tipsheets/asd&gt;. Acesso em: 22 jun. 2017.
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico
de transtornos mentais: DSM-5. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
BRASIL. Lei n.º 12.764, de 27 de novembro de 2012. Institui a Política
Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro
Autista; e altera o § 3o do art. 98 da Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Brasília, DF, 2012.
______. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
Brasília, DF, 2015.
______. Diretrizes de atenção à reabilitação da pessoa com Transtornos
do Espectro do Autismo (TEA). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014.
CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Prevalence of
autism spectrum disorder among children aged 8 years: autism and
developmental disabilities monitoring network, 11 Sites, United States, 2010.
CDC, v.63, n.2, p.1-21, 2014.
DAVIS, Nicola. Autism spectrum has no clear cut-off point, research suggests.
In Science. The Guardian, 21 mar. 2016. Disponível em:
&lt;https://www.theguardian.com/science/2016/mar/21/autism-spectrum-has-no-clearcut-off-point-research-suggests-nature-genetics&gt;. Acesso em: 14 jul. 2017.
DAWSON, Geraldine. Dramatic increase in autism prevalence parallels
explosion of research into its biology and causes. JAMA Psychiatry,
Chicago, n.70, v.1, p.9-10, jan. 2013.
FARMER, Lesley S. J. Library services for youth with Autism Spectrum
Disorders. Chicago: ALA Editions, 2013.
MELLO, Ana Maria et al. Retratos do autismo no Brasil. São Paulo:
Associação de Amigos do Autista, 2013.
ROBINSON, Elise B. et.al. Genetic risk for autism spectrum disorders and
neuropsychiatric variation in the general population. Abstracts. Nature Genetics, n.48,
mar. 2016. Disponível em:
&lt;http://www.nature.com/ng/journal/v48/n5/full/ng.3529.html&gt;. Acesso em: 14 jul.
2017.
SOLOMON, A. Longe da árvore: pais, filhos e a busca de identidade. São
Paulo, Companhia das Letras, 2013.

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