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                  <text>ACESSIBILIDADE INFORMACIONAL PARA USUÁRIOS COM
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA BIBLIOTECA

Marcos PASTANA SANTOS (IFRJ) - marcos.pastana@ifrj.edu.br
Cládice Nóbile Diniz (UNIRIO) - cladice.diniz@unirio.br
Edicléa Mascarenhas Fernandes (UERJ) - professoraediclea.uerj@gmail.com
Resumo:
Este trabalho objetiva oferecer aos profissionais da biblioteca contribuições para melhorarem
o acesso informacional de pessoas com deficiência, especialmente a intelectual. A metodologia
do trabalho foi exploratória e realizada por pesquisa bibliográfica. Os indicadores
governamentais indicam que quase a metade da população com deficiência intelectual não é
alfabetizada. Compara com as outras deficiências a deficiência intelectual e verifica que possui
a menor escolaridade e que os maiores níveis de retardo mental irão demandar maior atenção
dos profissionais da biblioteca. Observa que a biblioteca para fazer frente a essas
necessidades informacionais deve buscar adequar a capacitação dos seus profissionais.
Recomenda as diretrizes da American Library Association - ALA para as ações. Discute os
paradigmas de deficiência e verifica que o da American Association on Intellectual and
Developmental Disabilities – AAIDD, centrado no ambiente, está subjacente à atual legislação.
Apresenta um modelo para explicar o paradigma atual e a razão das ações inclusivas se
apoiarem em tecnologias assistivas e adaptações no ambiente. Conclui pela importância da
capacitação dos profissionais da biblioteca e da melhoria do ambiente da biblioteca.
Palavras-chave: Deficiência intelectual. Biblioteca. Acessibilidade informacional.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�Introdução
A população com deficiência intelectual no Brasil ultrapassa 1% da
população total. Este usuário é pouco presente nas bibliotecas brasileiras. A
sua presença é mais perceptível nas bibliotecas públicas e escolares, em razão
da primeira ser destinada a todos os usuários, e por último, a vinculação a
instituição educacional, principalmente na educação básica. Aproximadamente
52% da população brasileira com deficiência intelectual é letrada, restando que
quase metade das pessoas com deficiência intelectual sejam analfabetas. A
deficiência intelectual é a que apresenta pessoas com o menor índice de
escolaridade. (IBGE, 2010).
Assim, a necessidade de oferecer serviços informacionais é urgente,
com as bibliotecas oferecendo tecnologias assistivas que possibilitem maior
autonomia do usuário no acesso à informação, ampliando o seu acesso
informacional. Essa proposição coaduna com a mudança em curso do conceito
de deficiência, do paradigma centrado no indivíduo para um que foca o
ambiente, dando destaque à capacidade dos suportes adaptativos de ampliar a
autonomia da pessoa com deficiência.
Para contribuir com soluções para esse quadro se propôs este estudo.
Metodologia
A metodologia é exploratória e, quanto aos meios, bibliográfica e
metodológica. Partiu da leitura de recomendações de recursos informacionais
para usuários com deficiência intelectual da American Library Association ALA. Estuda o paradigma de deficiência utilizado pela American Association on
Intellectual and Developmental Disabilities – AAIDD, que é analisado segundo
modelo proposto por Fernandes (1999), estando presente na legislação vigente
sobre acessibilidade e inclusão. O tratamento dos dados selecionados do
universo de recomendações para a amostra foi por método qualitativo.
Resultados
A pessoa com deficiência intelectual não pode ser tratada de forma
homogênea. Há várias condições clínicas advindas de causas genéticas e/ou
ambientais, variadas síndromes que afetam o desenvolvimento global do
indivíduo. A condição genética mais comum é a síndrome de Down, mais

�conhecida em razão da ampla socialização das características morfofaciais. No
Brasil, através de recomendação do Sistema Único de Saúde, as pessoas com
deficiência intelectual são nomeadas como com retardo mental e classificadas
de acordo com o seu grau de comprometimento, conforme apresentado no
Quadro 1.
Quadro 1 – Classificação do retardo mental por amplitudes de graus de
QI.
Classificação
F70.- Retardo
mental leve

F71.- Retardo
mental moderado
F72.- Retardo
mental grave
F73.- Retardo

Grau de comprometimento

Inclui

Amplitude aproximada do QI
entre 50 e 69 (em adultos, idade
mental de 9 a menos de 12
anos).

•
•
•
•

Amplitude aproximada do QI
entre 35 e 49 (em adultos, idade
mental de 6 a menos de 9
anos).
Amplitude aproximada de QI
entre 20 e 40 (em adultos, idade
mental de 3 a menos de 6
anos).
QI abaixo de 20 (em adultos,
idade mental abaixo de 3 anos).

•
•
•

mental profundo

•
•
•

atraso mental leve,
debilidade mental,
fraqueza mental,
oligofrenia leve, subnormalidade
mental leve.
atraso mental médio,
oligofrenia média,
subnormalidade mental
moderada
atraso mental grave,
oligofrenia grave,
subnormalidade mental grave.

• atraso mental profundo,
• oligofrenia profunda,
• subnormalidade mental
profunda.

Fonte: Adaptado de Sistema Único de Saúde (2017)

As faixas de classificação do retardo mental, para o SUS atreladas às
amplitudes de graus de quociente de inteligência, permitem a reflexão de que
quanto menor for esse grau, maior será o nível de dificuldade que o usuário
terá para assimilar o conhecimento. Essa situação sugere que os profissionais
da biblioteca precisam agir com adequada resposta, com capacitação
condizente para enfrentar essa problemática e tendo à disposição tecnologias
assistivas a fim de oferecê-las a esse usuário, visando sua autonomia.
Entretanto, a atual definição de deficiência intelectual pretende retirar o
estigma social da pessoa e levar o foco para o ambiente, isto é, para o meio
social em que ela vive. Esse novo paradigma sobre a deficiência, procura
identificar o comportamento global da pessoa e considera que o dado
intelectual obtido da avaliação do quociente intelectual pode ser acrescido das
habilidades

nas

áreas

sociais,

das

capacidades

adaptativas

e

da

�funcionalidade do indivíduo. Essas habilidades acrescentadas para o que é ser
intelectual, fazem com que o desempenho deste possa ser ampliado pelos
suportes oferecidos pelo meio ambiente. (AAIDD, 2010).
No Brasil, o Sistema Único de Saúde opta na sua definição clássica nos
níveis de retardo como se apresentou, mas suas legislações recentes já vêm
incorporando os conceitos da AAIDD. O Decreto no. 5296/ 2004, utilizado como
parâmetro para qualificação da deficiência, propõe o termo deficiência mental,
mas se vale de áreas de habilidades adaptativas, como pode ser verificado no
seu artigo quinto parágrafo primeiro, onde define a deficiência mental como
sendo o “funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com
manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais
áreas de habilidades adaptativas. (BRASIL, 2004).
Legislações atuais, como a Lei no. 13.146/2015, que é a Lei Brasileira de
Inclusão ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, e o Decreto no. 6.949/2009,
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, incorporam a visão das
barreiras à funcionalidade da pessoa com deficiência como um ponto norteador
para as políticas voltadas a este segmento (BRASIL, 2009 e 2015). No artigo 2
dessa citada Lei, reitera o foco no ambiente ao afirmar que a interação das
pessoas com deficiências em um ambiente com barreiras pode obstruir suar
participação plena e efetiva na sociedade.
Retomando a discussão do conceito de deficiência intelectual da AAIDD,
pautado na organização dos ambientes e na funcionalidade, corrobora-se com
a perspectiva já levantada por Fernandes (1999), de que ao estudar este
paradigma atenta-se para a importância da oferta de serviços de atendimento
que focalizem os pontos fortes e as capacidades dos usuários dos serviços,
dentro de ambientes normalizados, oferecendo os suportes necessários e
propõe um modelo, que foi adaptado na figura 1 a seguir. No modelo, ao lado
esquerdo encontram-se as capacidades adaptativas da pessoa com deficiência
intelectual, como sua acessibilidade informacional; ao lado direito, os
ambientes do seu meio social – no qual está a biblioteca-; e na base do
triângulo, uma relação vetorial em que as funcionalidades se ampliam a partir
dos suportes que são oferecidos. Ainda que preserve a noção de quociente
intelectual, o modelo não se preocupa com os níveis de deficiência.

�Figura 1- Modelo do paradigma de funcionalidade e suportes,
correlacionando as capacidades adaptativas e habilidades, os ambientes,
os níveis de suportes e funcionalidades

Acessibilidade
Informacional

BIBLIOTECA

Fonte: Adaptado de Fernandes (1999).

O modelo aposta nos níveis de suporte oferecidos ao indivíduo nos
ambientes de sua convivência social, no sentido de potencializar sua
funcionalidade. Entre os suportes, podemos incluir as diretrizes baseadas em
boas práticas, como as da ALA (2017) e as tecnologias assistivas e as
adaptações arquitetônicas e urbanísticas.
Discussão
A importância da reabilitação da pessoa com deficiência intelectual foi
destacada, observando-se a ênfase de propiciar um ambiente sem barreiras, o
atual paradigma. O bibliotecário poderá oferecer não apenas coleções
acessíveis, ambiente adequado, software e serviços de biblioterapia,
audiodescrição, biblioteca itinerante e comunicação alternativa, mas sobretudo
permitir um olhar singular e de respeito à diversidade humana. A acessibilidade
atitudinal é preponderante para a quebra de barreiras.
Recomenda-se de acordo com os pressupostos da ALA, avaliar o caso
de cada usuário, possibilitando o acesso a livros de leitura fácil e quando o
usuário não domina a escrita, possibilitar a utilização de documentos com
pictograma que facilitem sua assimilação e aquisição de conhecimento.
Considerações finais
As bibliotecas brasileiras ainda estão longe de atenderem as
necessidades informacionais dos usuários com deficiência intelectual. A

�acessibilidade no campo da biblioteconomia ainda é muito incipiente. Tem
apenas quatro anos que acessibilidade em bibliotecas se tornou política
pública, através de iniciativa do Ministério da Cultura. Consideramos relevante
destacar a dificuldade encontrada pelas pessoas com deficiência intelectual de
material específico nos espaços de informação e a necessidade de ampliação
de estudos e pesquisas neste campo e a formação inicial e continuada do
bibliotecário para o atendimento a este segmento da população.
Referências:
AMERICAN ASSOCIATION ON INTELLECTUAL AND DEVELOPMENTAL
DISABILITIES. What is intellectual disability? 2010. Disponível em: &lt;
http://aaidd.org/intellectual-disability/definition/faqs-on-intellectual
disability#.VcFZ8flViko&gt;. Acesso em: 01 jul. 2017.
AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION. People with mental health issues:
what you need to know library acessibility tip sheet 7. 2017. Disponível em:
&lt;http://www.ala.org/ascla/sites/ala.org.ascla/files/content/asclaprotools/accessi
bilitytipsheets/tipsheets/7-Mental_Illlness.pdf&gt;. Acesso em: 27 jun. 2017.
BRASIL. Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis
nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às
pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece
normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras
providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2 dez. 2004.
______. Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção
Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo
Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 ago.
2009.
______. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência. Diário Oficial [da] República Federativa
do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 2015.
FERNANDES, Edicléa. Educação para todos – saúde para todos: a urgência
da adoção de um paradigma multidisciplinar nas políticas públicas de atenção a
pessoas portadoras de deficiências. In: Benjamin Constant / MEC, ano 5, n.
14, p. 3- 10. Rio de Janeiro: IBCENTRO, 1999.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cartilha do
Censo 2010: pessoas com deficiência. Brasília, DF: SDH, 2012.
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. Retardo mental e suas divisões. Disponível
em: &lt; http://www.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/f70_f79.htm&gt;. Acesso
em: 01 jul. 2017.

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Documentação&#13;
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