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                  <text>ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO: A EXPERIÊNCIA DA BIBLIOTECA
DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOQUÍMICA DA UFF

Verônica de Souza Gomes (UFF) - veronisg@yahoo.com.br
Resumo:
O texto aborda alguns assuntos para tratar de acessibilidade e inclusão, dentre eles:
identidade, o conhecer o outro, somos ou não ciborgues?, acesso à informação, inclusão, tipos
de deficiência e apresentação das normas voltadas para acessibilidade. Por conseguinte,
apresenta-se os resultados de uma breve análise feita na Biblioteca de Pós-Graduação em
Geoquímica (BGQ) da Universidade Federal Fluminense (UFF), em que se buscou saber se
esta atende ou não as diretrizes para ser considerada como uma biblioteca acessível e
inclusiva. Conclui-se que a biblioteca pode ser classificada como “não-acessível”, e ainda são
poucos os bibliotecários que buscam conhecimento a respeito de acessibilidade e inclusão, e
se faz necessário uma reflexão sobre algumas questões relacionadas ao tema abordado.
Palavras-chave: Acessibilidade. Inclusão. Diretrizes. Biblioteca universitária.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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1 INTRODUÇÃO
De acordo com Solomon (2013), muitos não estão preparados para o
desconhecido e nem para o novo. O “desconhecido” deve ser amado por si mesmo.
Ao tratar de identidade, Solomon (2013) denomina-a em dois tipos: vertical e
horizontal. Na identidade vertical os filhos são instigados a imitar os pais, por
trazerem consigo características do tipo de etnia, linguagem, nacionalidade e às
vezes até de religião. Já a identidade horizontal é caracterizada como inata ou
adquirida, de certa forma é tratada como um defeito ou com estranheza. Na
identidade horizontam enquadram-se os homossexuais, os deficientes físicos, os
autistas, entre outros.
Assim, o que é “excepcional é ubíquo; ser inteiramente típico é o estado raro
e solitário” (SOLOMON, 2013, p. 22). Com isso, exige-se principalmente dos pais o
conhecimento, a competência e ações para serem oferecidas logo de início,
principalmente quando há certo tipo de “anomalia”.
Em relação à identidade, Solomon (2013) coloca que às vezes usa-se o
termo “doença” para desapreciar um modo de ser, e “identidade” para tornar legítimo
essa mesma maneira de ser. Assim, ocorre uma falsa divisão dos termos, em que tal
oposição dos conceitos não deveria existir. Contudo, as reações e interações de
convivência, ou seja, a intimidade com o diferente permite as práticas da boa
relação.
Segundo Pupo, Melo e Ferrés (2006) ninguém é perfeito, e por isso muito
tem se pensado na forma de olhar o mundo e tudo o que está em sua volta. Todos
enfrentam dificuldades, mas isso não significa que não possuam habilidades, e só a
convivência é capaz de diminuir todo e qualquer obstáculo e indiferença ao se
deparar com uma pessoa com algum tipo de deficiência, pois as diferenças fazem
parte da vida. De acordo com Pupo, Melo e Ferrés (2006, p. 14), em cada pessoa
encontramos qualidades, defeitos, potencialidades, surpresas que são infindáveis e
imprevisíveis.
Portanto, para tratar de acessibilidade e inclusão, cabe uma breve
abordagem do significado destes conceitos. A definição de acessibilidade no
dicionário do Kury e Kury (2010, p. 21) é tida como a “facilidade na aproximação, no
trato, na obtenção”. Já no ‘Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia’, Cunha e
Cavalcanti (2008, p. 2) descrevem acessibilidade como a:
possibilidade de o usuário obter, rápida e corretamente, a informação
que procura. Termo genérico que pode ser empregado em relação a:
a) dificuldade ou o não acesso das pessoas aos recursos da internet,
da informática ou dos sistemas de telecomunicações; b) capacidade
de acessar um recurso independentemente do sistema de acesso a
ele.

Com relação à inclusão, segundo Cunha e Cavalcanti (2008, p. 193) se
divide em ‘inclusão de classe’ e ‘inclusão digital’. A inclusão de classe seria o “...
relacionamento entre classes de maneira que uma pode ser incluída na outra...” e a
digital seria a:
extensão a toda a sociedade dos benefícios decorrentes de acesso
às tecnologias de informação e comunicação, por meio de ações,
públicas ou privadas, que têm por objetivo chegar a uma sociedade
da informação que possa prover a igualdade das oportunidades
digitais para todos os seus habitantes; info-inclusão.

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De acordo com Kury e Kury (2010, p. 579), inclusão é “ato ou efeito de incluir
(-se)”, e uma das definições dada à palavra incluir é “estar incluído ou
compreendido; fazer parte; figurar, entre outros”.
Conforme Pupo, Melo e Ferrés (2006, p. 17) e as definições dos dicionários
podemos ver que existem diferentes formas de compreender a expressão
acessibilidade. Contudo, muitos prontamente associam acessibilidade com melhor
qualidade de vida para os idosos e deficientes, e pensa-se no espaço físico (na
locomoção). Porém acessibilidade não se caracteriza apenas dessa maneira, ela
abrange a todas as pessoas – promovendo também o acesso à informação,
produtos e serviços, e melhoras para se trabalhar ou estudar.
Uma sociedade acessível precisa estar aliada ao Desing Universal que “diz
respeito ao desenvolvimento de produtos e de ambientes para serem usados por
todas as pessoas, na maior extensão possível, sem a necessidade de adaptação ou
design especializado” (PUPO; MELO; FERRÉS, 2006, p. 18).
A inclusão surgiu a partir de “um movimento que se iniciou em torno da
busca pela educação de qualidade para todos”, e hoje a inclusão não abrange
somente o setor da educação, mas todos os setores da atual sociedade (PUPO;
MELO; FERRÉS, 2006, p. 41).
Devido às necessidades (físicas ou informacionais) dos usuários de
bibliotecas, e se pensando em acessibilidade e inclusão, as bibliotecas também são
ambientes que precisam de mudanças, precisam se reestruturar, adaptar-se, criar
padrões e tornar o acesso à informação o mais disponível possível, pensando no
benefício de todos e na garantia da acessibilidade com qualidade (SANTOS,
ANDRADE, 2008)
Entretanto, antes de qualquer mudança, os bibliotecários e demais
funcionários das bibliotecas precisam adquirir um conhecimento sobre o assunto –
bem como conhecer as normas da International Federation for Library Associations
and Institutions-IFLA; as portarias e decretos; as exigências da Lei 10.098, de 10 de
dezembro de 2000 – Lei de Acessibilidade. A ABNT NBR 9050:2004, destaca no item
8.7 normas para as bibliotecas:
8.7 Bibliotecas e centros de leitura
8.7.1 Nas bibliotecas e centros de leitura, os locais de pesquisa,
fichários, salas para estudo e leitura, terminais de consulta, balcões
de atendimento e áreas de convivência devem ser acessíveis,
conforme 9.5 e figura 157.
8.7.2 Pelo menos 5%, com no mínimo uma das mesas devem ser
acessíveis, conforme 9.3. Recomenda-se, além disso, que pelo
menos outros 10% sejam adaptáveis para acessibilidade.
8.7.3 A distância entre estantes de livros deve ser de no mínimo 0,90
m de largura, conforme figura 158. Nos corredores entre as
estantes, a cada 15 m, deve haver um espaço que permita a
manobra da cadeira de rodas. Recomenda-se a rotação de 180°,
conforme 4.3.
8.7.4 A altura dos fichários deve atender às faixas de alcance manual
e parâmetros visuais, conforme 4.6 e 4.7.
8.7.5 Recomenda-se que as bibliotecas possuam publicações em
Braille, ou outros recursos audiovisuais.
8.7.6 Pelo menos 5% do total de terminais de consulta por meio de
computadores e acesso à internet devem ser acessíveis a P.C.R. e
P.M.R. Recomenda-se, além disso, que pelo menos outros 10%
sejam adaptáveis para acessibilidade.

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Contudo, as maiores dificuldades não estão relacionadas ao
redimensionamento do espaço físico, na aquisição ou instalação de equipamentos
apropriados para atender pessoas com baixa ou sem nenhuma visão, com
deficiência auditiva, deficiência intelectual, entre outras necessidades especiais, mas
sim nas atitudes das pessoas.
No ambiente biblioteca, o bibliotecário ou quem estiver no atendimento,
precisa se preocupar com as deficiências/necessidades de onde atuam, além de
buscar ser acessível, cordial, solícito com naturalidade e fazer com que as pessoas
se sintam inclusas e não excluídas daquele ambiente. Buscando atender de forma
eficaz as necessidades de qualquer tipo de usuário.
2 RELATO DA EXPERIÊNCIA
A ocorrência de mudanças no ambiente das bibliotecas sejam no espaço
físico, na disposição do acervo, na aquisição de programas, adaptações na web e na
melhoria do atendimento são fundamentais para as novas demandas da sociedade,
bem como dos produtos e serviços oferecidos pelas bibliotecas. Que
consequentemente irá promover o sucesso da organização, por meio de uma
relação e aproximação maior com a sociedade. As bibliotecas universitárias também
precisam se adaptar a essas mudanças, tanto na parte da estrutura física quanto na
questão tecnológica.
Deste modo, será apresentada uma breve análise realizada na Biblioteca de
Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ) da Universidade Federal Fluminense (UFF)
no final do ano de 2015, cujo objetivo foi o de verificar se a mesma atende as
diretrizes que a classificaria como uma biblioteca acessível e inclusiva.
A Biblioteca (BGQ) foi fundada em junho de 1978. Criada para atender
exclusivamente o curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em
Geociências (Geoquímica) – (PPG-Geo). Atualmente, a Biblioteca atende além dos
cursos de mestrado e doutorado do PPG-Geo/UFF, os alunos de graduação – ao
qual o Departamento de Geoquímica oferece disciplinas, e também aos demais
cursos da Universidade.
A BGQ conta com um acervo especializado nas áreas de Geoquímica,
Geologia e Meio Ambiente, com cerca de 10.434 títulos entre livros, teses, mapas,
periódicos, separatas, fotografias e multimídia. Até o ano de 2013 funcionou como
fiel depositária de toda a produção intelectual dos docentes do PPG-Geo/UFF,
porém com a mudança de software utilizado pelo sistema de bibliotecas da UFF
essa atividade foi interrompida.
A partir da análise realizada no espaço da BGQ observou-se que a mesma
não se encontra dentro dos padrões estabelecidos pelas diretrizes de acessibilidade
e inclusão devido a diversos fatores, dos quais se destacou:
 localização - último andar (quinto) do prédio do Instituto de Química;
 estrutura do prédio - possui apenas um elevador que vive com defeito;
 acesso à biblioteca - logo na entrada há um degrau de um lado e a
escadaria de outro, ou seja, obstáculos;
 espaço físico - adaptação de uma cozinha para biblioteca, desta forma não
há uma boa disposição do mobiliário;
 iluminação - ruim, pois as lâmpadas ficam sob as estantes projetando
sombra nos corredores entre as mesmas, escurecendo assim o ambiente;
 sinalização - para os portadores de necessidade especiais não há nenhum
tipo de sinalização;

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 programa ou equipamento – não possui nenhum recurso;
 não possui em seu espaço um tradutor de libras.
Assim, o ambiente pode ser classificado como “não-acessível” de acordo
com Pupo, Melo e Ferrés (2006, p. 23), pois “não reúne os requisitos necessários
para a acessibilidade”. Quanto ao espaço físico da BGQ, não há como fazer
adaptações e novas disposições devido à estrutura predial e o tamanho do espaço
ser considerado pequeno para a realização de mudanças.
Tratando ainda da parte arquitetônica, a biblioteca só se enquadra nas
diretrizes de acessibilidade e inclusão no que diz respeito: ao tamanho da porta de
entrada, por possuir duas aberturas (totalizando 1,26m de largura); e em um espaço
a parte do balcão para atendimento, não muito apropriado, mas que permite o
contato visual entre usuário e bibliotecário – principalmente se for um cadeirante.
Devido a pouca flexibilidade para crescimento e mudanças no ambiente da
BGQ, a parte do acervo acaba não tendo uma disposição muito adequada. No ano
de 2015, o acervo encontrava-se com uma organização/disposição ruim devido a
diversos fatores – sendo o caso de infiltrações um dos motivos. Parte dessa situação
pode ser contornada, por meio de um planejamento contendo uma nova disposição
do acervo, quando e em quanto tempo será feito o serviço de remanejamento,
buscando melhorar a ordenação e o acesso ao mesmo que se tornou confuso para
os usuários.
Cabe ressaltar que atualmente houve uma melhora quanto à disposição do
acervo e recentemente (setembro/2017) o problema da má iluminação foi resolvido –
houve a troca das lâmpadas por de led e principalmente porque foram feitas
instalações de luminárias nos corredores entre as estantes do acervo e também em
outros espaços.
Quanto ao processo de comunicação, a biblioteca utiliza os comuns, como:
sinalização das estantes com o inicio e o fim da classificação de cada corredor;
sinalizadores de que é proibido comer ou fumar no espaço; e quatro painéis
informativos (2 no espaço externo – logo na entrada da biblioteca e 2 no espaço
interno).
Em relação ao acesso digital, inicialmente a biblioteca possuía apenas um
blog, disponível desde junho de 2013, cujo objetivo foi de criar um canal de
comunicação e de tornar mais visível os seus produtos e serviços dentro e fora do
âmbito acadêmico em que está inserida. O blog é uma de muitas ferramentas, e tem
se tornado um grande aliado das bibliotecas no que diz respeito à rapidez com que
as informações são compartilhadas e o seu alcance. Contudo, na sua criação não se
pensou na questão da acessibilidade – quanto ao tamanho da fonte, cor de fundo,
verificação da inclusão de textos alternativos para as imagens, entre outras. Mas é
algo para verificar e aprimorar. Com pouco tempo de espaço, a biblioteca ganhou
mais um canal de comunicação na internet, uma página formulada pelo sistema de
bibliotecas da UFF (cada biblioteca tem uma página).
Por fim, cabe proferir que a BGQ não possui nenhum tipo de tecnologia
assistiva que auxilie na locomoção, no acesso à informação, na comunicação e
outras atividades do cotidiano, como: cadeiras de rodas, bengalas, equipamento
como o Stair Track, lupas, assinadores, aparelhos auditivos, máquina perkins (para
escrever em Braille), trenas com marcação em alto relevo, entre outras. Tão pouco
no uso dos computadores, como: teclados alternativos, sistemas para entrada de
voz, ampliadores de tela, impressora Braille e softwares especializados.
Infere-se que na biblioteca, nunca se pensou em um possível atendimento a
um usuário com alguma necessidade especial. Talvez isso não tenha ocorrido pela

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falta de conhecimento do assunto e a percepção da necessidade de pensarmos e
refletirmos sobre o mesmo.
3 CONCLUSÔES
Conclui-se que a acessibilidade está voltada para a possibilidade e condição
de alcance, de possibilitar a percepção e o entendimento para a utilização de
espaços ou equipamentos com segurança e autonomia. Não importa as diferenças,
pois elas sempre irão existir, o que precisa ser feito é transformá-las em
oportunidades de aprendizagem, usar os recursos disponíveis e enfrentar os riscos
necessários.
No caso das bibliotecas universitárias, estas também precisam adequar suas
instalações de acordo com a Portaria do MEC 1.679 de 2 de dezembro de 1999,
entre outras normas e leis. Bem como promover ações onde todos possam utilizar o
mesmo espaço sem nenhuma dificuldade ou barreira.
Percebe-se que ainda há poucos bibliotecários com conhecimento sobre o
assunto, seja porque não tiveram interesse, pela falta de oportunidade, de
necessidade ou recursos. Contudo, cabe aos bibliotecários refletir sobre algumas
questões que dizem respeito à acessibilidade e inclusão – já que detemos o poder e
a decisão de disponibilizar ou não a informação gerada ou adquirida. Deve-se
perguntar: a quem disponibilizar? E se é para alguns ou para todos. Como temos
atuado e atendido sob a ótica da acessibilidade e inclusão? E como posso contribuir
para que isso ocorra?
4 REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050: acessibilidade a
edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 2004.
p. 88.
CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira.
Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília, DF: Briquet de Lemos;
Livros, 2008. 451 p.
KURY, Adriano da Gama; KURY, Mario da Gama. Minidicionário da língua
portuguesa. São Paulo: FTD, 2010.
PUPO, Deise Tallarico; MELO, Amanda Meincke; FERRÉS, Sofia Pérez.
Acessibilidade: discurso e prática no cotidiano das bibliotecas. Campinas:
Unicamp, 2006. 91 p.
SANTOS, A. R.; ANDRADE, M. V. M. Padrões espaciais em bibliotecas universitárias
no contexto da sociedade do conhecimento: revendo para adequar. In: SEMINÁRIO
NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 15., 2008, São Paulo. Anais...
São Paulo, 2008.
SOLOMON, Andrew. Longe da árvore: pais, filhos e a busca da identidade.
Tradução Donaldson M. Garschagem, Luiz A. de Araújo, Pedro Maia Soares. São
Paulo: Companhia das Letras, 2013. 1056 p.

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              <text>O texto aborda alguns assuntos para tratar de acessibilidade e inclusão, dentre eles: identidade, o conhecer o outro, somos ou não ciborgues?, acesso à informação, inclusão, tipos de deficiência e apresentação das normas voltadas para acessibilidade. Por conseguinte, apresenta-se os resultados de uma breve análise feita na Biblioteca de Pós-Graduação em Geoquímica (BGQ) da Universidade Federal Fluminense (UFF), em que se buscou saber se esta atende ou não as diretrizes para ser considerada como uma biblioteca acessível e inclusiva. Conclui-se que a biblioteca pode ser classificada como “não-acessível”, e ainda são poucos os bibliotecários que buscam conhecimento a respeito de acessibilidade e inclusão, e se faz necessário uma reflexão sobre algumas questões relacionadas ao tema abordado.</text>
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