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                  <text>A mediação de leitura num contexto de biblioteca comunitária: a
experiência da Biblioteca a Céu Aberto do projeto de extensão
Biblioteca Comunitária na Vila Residencial da UFRJ

Adília Batista de Araújo (UFRJ) - adiliaaraujo34@gmail.com
Patrícia Mallmann S. Pereira (UFRJ) - patriciamall@facc.ufrj.br
Luciano Rodrigues de Souza Coutinho (UFRJ) - lucianocoutinho@facc.ufrj.br
Resumo:
Discute sobre atividades de mediação de leitura para crianças num contexto de biblioteca
comunitária. Entende que a leitura, muito mais do que símbolos para a representação da
palavra, reflete as experiências de vida do indivíduo, sendo que os significados criados a partir
dessas experiências são construídos coletivamente. Possui como objetivo apresentar uma
reflexão sobre o processo de mediação de leitura destinado a crianças, a partir da experiência
do projeto de extensão Biblioteca Comunitária na Vila Residencial da UFRJ. Expõe o projeto e
sua principal atividade, denominada “Biblioteca a Céu Aberto”, que consiste em levar a
biblioteca comunitária para a praça central da Vila e em desenvolver atividades de mediação
de leitura. Utiliza para este relato as ações realizadas em comemoração ao dia das mães de
2017, que foi direcionada à diversidade das famílias. Parte do pressuposto de que todas as
atividades desenvolvidas numa biblioteca comunitária devem refletir as demandas e
necessidades da comunidade local e lhe fazer sentido. E entende que a criança significa a
leitura a partir do que conhece, e produz a sua experiência de leitura com a sua experiência de
mundo. Conclui que o projeto de extensão participa da construção da cidadania desde a
infância, tendo como premissa que o acesso à leitura, à cultura e ao lazer fazem parte dos
direitos sociais.
Palavras-chave: Leitura. Mediação de leitura. Biblioteca comunitária. Projeto de extensão
universitária.
Eixo temático: Eixo 4: Bibliotecas para todos: Acessibilidade para pessoas com deficiência,
inclusão social, enfoque de gênero, bibliotecas como espaço de
aprendizagem. Biblioteconomia Social.

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�XXVII CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

1 INTRODUÇÃO

Ao pensarmos o universo da leitura, o limitamos inicialmente ao mundo das
letras como forma de codificação dos signos linguísticos. A leitura, porém, muito mais
do que símbolos para a representação da palavra, extrapola o campo do previsível
para transpor o campo das experiências de vida do indivíduo, sendo que os
significados criados a partir dessas experiências são construídos coletivamente.
A partir de uma concepção que construa a democratização e o incentivo à
leitura, com um viés e orientação públicos, temos o espaço físico da biblioteca
comunitária. A biblioteca comunitária tem um papel fundamental na democratização
do acesso à cultura, incentivo à educação e contribui para o desenvolvimento da
cidadania social, a partir da leitura e do aprendizado coletivos. A biblioteca comunitária
é essencial em locais onde a biblioteca pública tradicional não atende, exercendo,
porém, as mesmas funções: educacional, cultural, recreacional e informacional
(ALMEIDA JÚNIOR, 2013). Enquanto ambiente cultural e de educação continuada, a
biblioteca comunitária estabelece e identifica sua responsabilidade como produtora,
formadora e transformadora da informação e do conhecimento coletivo na
comunidade a qual pertence. A função recreacional da biblioteca comunitária é a que
mais se aproxima da concepção de mediação de leitura direcionada a crianças,
auxiliando-as a construir seu aprendizado pessoal e a significar e ressignificar suas
experiências individuais e coletivas.
O objetivo deste trabalho é apresentar uma reflexão sobre o processo de
mediação de leitura destinado a crianças, a partir da experiência do projeto Biblioteca
Comunitária na Vila Residencial da UFRJ. É utilizada como foco da observação a
principal atividade do projeto, denominada “Biblioteca a Céu Aberto”, que consiste em
levar a biblioteca comunitária para a praça central da localidade e em desenvolver
atividades de mediação de leitura.

�2 BIBLIOTECA COMUNITÁRIA NA VILA RESIDENCIAL DA UFRJ

O projeto Biblioteca Comunitária na Vila Residencial da UFRJ teve início em
2014, a partir de uma solicitação da própria comunidade que entendia a necessidade
de construção de uma biblioteca na Vila Residencial, e faz parte do Programa de
Inclusão Social da Vila Residencial da UFRJ, que conta com mais de 10 projetos de
extensão que envolvem diversos cursos de graduação. A Vila Residencial localiza-se
na Ilha do Fundão, onde também se encontra o campus Cidade Universitária, local
que concentra a maioria dos cursos, bem como a maior parte das atividades de gestão
e pesquisa da Universidade Federal do Rio Janeiro (UFRJ). O objetivo do projeto é
implantar e manter uma biblioteca comunitária em parceria com a comunidade local,
dando suporte às atividades comunitárias e servindo de espaço público de agregação,
informação, lazer, aprendizado e memória local. O projeto conta com uma participação
expressiva de estudantes e professores do curso de Biblioteconomia e Gestão de
Unidades de Informação da UFRJ (CBG/UFRJ) e com a parceria da Associação de
Moradores e Amigos da Vila Residencial (AMAVILA).
No início, a equipe utilizava uma sala multiuso nas instalações da AMAVILA
para guardar os livros que compõem o acervo, o qual foi composto por doações. Em
2015, por falta de uma sala para implementar a biblioteca, surgiu a atividade Biblioteca
a Céu Aberto, como uma forma de envolver a comunidade e dar visibilidade ao projeto,
uma prática que leva a biblioteca até a praça da Vila, sendo realizada em espaço
aberto com a participação de crianças, em sua grande maioria, além de alguns
adolescentes e adultos. Nessa atividade, que ocorre em dois sábados do mês,
acontecem contações de história, empréstimos de livros e outras atividades lúdicas.
Em 2016, a AMAVILA disponibilizou uma sala no galpão de recreação da Vila para a
instalação da biblioteca. Assim, passou-se a armazenar nessa sala todo o material de
uso do projeto, bem como o acervo. A partir daí foi possível iniciar uma política de
formação e desenvolvimento de coleções, registrar os livros já selecionados, expandir
as atividades de mediação de leitura e atender a comunidade alguns dias da semana
e todos os sábados do mês. Ao longo do ano fazem parte da agenda do projeto
atividades temáticas, tais como o dia das mães, sobre o qual nos deteremos mais
neste trabalho, além do dia das crianças, natal e páscoa, quando são feitas práticas
variadas, como oficinas de cartões e desenhos.

�2.1 Biblioteca a Céu Aberto: atividade especial de dia das mães e suas famílias

Usaremos como exemplo para este relato a atividade realizada pela Biblioteca
a Céu Aberto em comemoração ao dia das mães de 2017, na qual realizamos toda a
ação direcionada à diversidade das famílias, assunto presente nos dias de hoje. Os
livros escolhidos pela equipe para a contação de histórias narravam os laços
existentes em todos os tipos de família. As crianças foram estimuladas a participar da
contação por meio de suas próprias experiências familiares, sentindo-se à vontade
para contar um pouco sobre suas respectivas famílias. Após as contações de histórias,
foram feitas atividades manuais em que cada criança, por meio de bonecos
confeccionados em papel cartolina, desenharam suas famílias. Nesta experiência, as
crianças puderam utilizar a literatura para dar significado ao seu contexto familiar.
Houve também recreação feita com o jogo da memória, cujo objetivo foi de estimular
a concentração, a observação e a memória das crianças, assim como também
estreitar os laços entres a equipe da Biblioteca e o público infantil.
Figura 1 – Mediação de leitura

Fonte: Acervo da Biblioteca Comunitária da Vila Residencial da UFRJ

3 MEDIAÇÃO DE LEITURA PARA CRIANÇAS EM BIBLIOTECA COMUNITÁRIA
“A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta
não possa prescindir a continuidade da leitura daquela.” (FREIRE, 2009, p.11).

Entendemos as bibliotecas comunitárias como:
[...] espaços de integração comunitária, informação, lazer,
aprendizado e memória criada prioritariamente em comunidades com
baixo nível socioeconômico e com pouco ou nenhum acesso a
instituições culturais. Isso deve se efetivar de forma que a comunidade
local tenha autonomia na gestão dos espaços e na definição das

�políticas, mas com acesso a recursos e apoio técnico públicos [...]
(PEREIRA; COUTINHO; SILVA, 2016, p. 195).

Dessa forma, partimos do pressuposto de que todas as atividades
desenvolvidas numa biblioteca comunitária devem refletir as demandas e
necessidades da comunidade local e lhe fazer sentido. O referido projeto passou a
desenvolver, principalmente, atividades de mediação de leitura para crianças, por ser
o público mais assíduo e solicitante. As atividades estão sendo expandidas para
atender a necessidades e desejos de outros públicos, que não foram necessariamente
demandadas.
A partir de suas vivências pessoais, sejam elas individuais ou coletivas, o
sujeito constrói sua reflexão de mundo a partir da realidade que o cerca e de suas
percepções, carregando os significados simbólicos dessa leitura subjetiva. Isso
porque o sentido dado à leitura e à informação é produto não apenas do conhecimento
prévio e do entendimento individual, mas está fortemente relacionado ao contexto
sociocultural e ao conhecimento construído coletivamente. Conforme Capurro (2003,
não paginado), “Só tem sentido falar de um conhecimento como informativo em
relação a um pressuposto conhecido e compartilhado com outros, com respeito ao
qual a informação pode ter o caráter de ser nova e relevante para um grupo ou para
um indivíduo.” Assim, a significação atribuída ao texto lido é construída a partir de
referências coletivas.
A criança significa a leitura a partir do que conhece, e produz a sua experiência
de leitura com a sua experiência de mundo. Conforme Garcia (2003, p.19), “[...] todo
aquele que se apropria da sua própria experiência é capaz de se apropriar de si
mesmo e começar a ler o mundo e a sociedade em torno e além.” Apropriando-se das
histórias contidas em livros, a mediação de leitura utiliza como um dos principais
mecanismos de elo entre o leitor e o livro a contação de histórias, cujo principal objeto
de prática é a oralidade. Ao estimularmos a leitura por meio da oralidade, cria-se o
alicerce para a construção de futuros leitores críticos e formadores de opiniões,
ampliando assim sua capacidade de comunicação e de entendimento do seu contexto
sociocultural. As narrativas orais são fontes de estímulo à imaginação do ser humano
e, consequentemente, possuem a capacidade de incentivar os leitores a externar suas
emoções e entendimentos. Segundo Abramovich (1999, p. 17):

�É ouvindo histórias que se pode sentir (também) emoções importantes,
como a tristeza, a raiva, a irritação, o bem-estar, o medo, a alegria, o
pavor, a insegurança, a tranquilidade e tantas outras mais, e viver
profundamente tudo o que as narrativas provocam em quem as ouve
- com toda a amplitude, significância e verdade que cada uma delas
fez (ou não) brotar... pois é ouvir, sentir e enxergar com os olhos do
imaginário!

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Por meio de ações de extensão integradas, o projeto Biblioteca Comunitária da
Vila Residencial da UFRJ, como espaço democrático de incentivo às transformações
sociais, participa da construção da cidadania desde a infância, tendo como premissa
que o acesso à leitura, à cultura e ao lazer fazem parte dos direitos sociais. As
atividades lúdicas e de mediação de leitura estimulam o imaginário infantil, tornando
a leitura uma ponte para uma melhor compreensão de si e do mundo ao seu redor.
Além disso, construindo com a comunidade em que vivem esse universo de leitura,
as crianças encontram ainda atividades instigantes, divertidas e prazerosas.

REFERÊNCIAS
ABRAMOVICH, F. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione,
1999.
ALMEIDA JÚNIOR, O. F. Biblioteca pública: avaliação de serviços. Londrina:
EdUEL, 2013.
CAPURRO, R. Epistemologia e Ciência da Informação. In: ENCONTRO NACIONAL
DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (ENANCIB), 5., Belo Horizonte,
2003. Anais... Belo Horizonte: UFMG; ANCIB, 2003. Não paginado. Disponível em:
&lt;http://www.capurro.de/enancib_p.htm&gt;. Acesso em: 10 jul. 2017.
FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 50. ed.
São Paulo: Cortez, 2009.
GARCIA, P. B. Círculo de leitura: identidade e formação do leitor em processo de
alfabetização. In: YUNES, E.; OSWALD, M. L. (Org.). A experiência da leitura. São
Paulo: Loyola, 2003. p. 17-22.
PEREIRA, P. M. S.; COUTINHO, L. R. S.; RIBEIRO, G. Biblioteca comunitária: um
conceito ainda em construção: extensão universitária como política pública. In:
Informação e gestão: ensino, pesquisa e extensão. Rio de Janeiro: E-papers, 2016.
YUNES, E. Leitura como experiência. In: YUNES, E.; OSWALD, M. L. (Org.). A
experiência da leitura. São Paulo: Loyola, 2003. p. 7-15.

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