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                  <text>O conteúdo dos portais de bibliotecas universitárias: percepções
para serviços de informação na era digital

Stela Nascimento Madruga (USP) - stela.madruga@gmail.com
José Fernando Modesto da Silva (USP) - fmodesto@usp.br
Resumo:
O estudo desenvolvido consistiu em uma análise preliminar de pesquisa sobre o conteúdo dos
sites das bibliotecas universitárias no contexto da Era digital. O trabalho teve como objetivo
identificar e sistematizar o conteúdo disponibilizado nos portais e, com isso, refletir sobre as
possibilidades de exploração desse ambiente digital pelas bibliotecas acadêmicas. A partir da
revisão de literatura com o recorte na área de ciência da informação, percebe-se a perspectiva
de atuação das bibliotecas no contexto contemporâneo e a necessidade de acompanhar as
mudanças sociais e tecnológicas, promovendo o acesso à informação por meio do uso de novas
ferramentas tecnológicas, pois o formato digital mudou a forma de consumo da informação em
todas as esferas sociais, e isso inclui a universidade e a pesquisa científica. Como forma de
delimitar o universo de pesquisa exploratória, utilizou-se o ranking Times Higher Education
(THE) para selecionar as instituições, já que este classifica as universidades pelo seu
desempenho. Como resultados, observa-se que o conteúdo apresentado nas páginas das
bibliotecas das melhores universidades do mundo é extenso e descreve os serviços e produtos
ofertados de forma minuciosa. Por fim, sugere-se novos estudos com indicadores de
abrangência do conteúdo, focando nas bibliotecas universitárias por especialidade, aliados
com a aplicação de instrumentos de pesquisa com usuários. Além disso, considera-se relevante
uma futura análise comparativa com as bibliotecas universitárias brasileiras.
Palavras-chave: bibliotecas universitárias, portais, era digital
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�Resumo
O estudo desenvolvido consistiu em uma análise preliminar de pesquisa sobre o conteúdo dos
sites das bibliotecas universitárias no contexto da Era digital. O trabalho teve como objetivo
identificar e sistematizar o conteúdo disponibilizado nos portais e, com isso, refletir sobre as
possibilidades de exploração desse ambiente digital pelas bibliotecas acadêmicas. A partir da
revisão de literatura com o recorte na área de ciência da informação, percebe-se a perspectiva
de atuação das bibliotecas no contexto contemporâneo e a necessidade de acompanhar as
mudanças sociais e tecnológicas, promovendo o acesso à informação por meio do uso de novas
ferramentas tecnológicas, pois o formato digital mudou a forma de consumo da informação em
todas as esferas sociais, e isso inclui a universidade e a pesquisa científica. Como forma de
delimitar o universo de pesquisa exploratória, utilizou-se o ranking Times Higher Education
(THE) para selecionar as instituições, já que este classifica as universidades pelo seu
desempenho. Como resultados, observa-se que o conteúdo apresentado nas páginas das
bibliotecas das melhores universidades do mundo é extenso e descreve os serviços e produtos
ofertados de forma minuciosa. Por fim, sugere-se novos estudos com indicadores de
abrangência do conteúdo, focando nas bibliotecas universitárias por especialidade, aliados com
a aplicação de instrumentos de pesquisa com usuários. Além disso, considera-se relevante uma
futura análise comparativa com as bibliotecas universitárias brasileiras.
Introdução

A sociedade em rede ou sociedade da informação possui uma demanda informacional
cada vez mais rápida e assertiva, e essa necessidade é preenchida e ao mesmo tempo
alimentada pelas tecnologias da informação. A internet e os recursos de informação nos
ambientes digitais permitem que as bibliotecas explorem esse espaço de diversas maneiras, de
acordo com o perfil de seu público-alvo.
Com as constantes mudanças na forma de aprendizado e na busca pela informação que a
tecnologia aliada à internet proporciona, julga-se a premência por serviços digitais de consumo
da informação. Assim sendo, o estudo busca identificar e sistematizar a exploração das
bibliotecas universitárias nesse ambiente aberto à inúmeras possibilidades, e refletir sobre os
produtos e serviços oferecidos por essas unidades de informação no contexto da Era digital.
A descrição das ações realizadas nos portais das instituições mais renomadas do mundo
promove o melhor entendimento e também o desenvolvimento de inovações em serviços de
informação online, campo ainda pouco explorado pela ciência da informação.
A biblioteca universitária tem como missão dar o suporte ao ensino que versa dentro das
universidades, assim como às atividades de pesquisa e extensão desenvolvidas pela instituição
de ensino superior a qual pertence. Atualmente, com a evolução da tecnologia e da ciência, as
bibliotecas universitárias procuram adaptar-se aos processos de inovações tecnológicas. Para
tal, atuam não somente em um acervo de livros e de artigos científicos, mas também como um

�local de intercâmbio de informações, impressas e digitais, atuando em colaboração com outras
instituições nacionais e internacionais, e atendendo usuários de todas nacionalidades.
Macedo e Modesto (1999, p. 49) comentam que as mudanças e transformações que
ocorrem em diversas áreas com a entrada da Internet nos canais de comunicação e informação,
influenciaram no uso de vários recursos comunicacionais (correio eletrônico; videoconferência;
transferências de arquivos; armazenamento de conteúdo em nuvem, e outros) que alteram
comportamento de emissores e receptores de conteúdo.
Segundo Pereira (2008), uma biblioteca adquire sua “matéria-prima” de um universo
bibliográfico e transfere o que foi obtido, através de seus serviços, para uma dada comunidade.
Ela está situada entre dois ambientes altamente exigentes: sua comunidade de usuários e o
universo bibliográfico, e ambos têm demonstrado ser de alguma forma imponderáveis.
Entretanto, a biblioteca universitária, em seu contexto constitutivo, tem a missão de
contribuir com a capacitação e formação contínua de sua comunidade universitária
(estudantes, docentes, funcionários), no sentido de torná-los mais autônomos no uso da
informação (impressa e digital). Seu objetivo se manifesta ao se estabelecer como interface
entre o usuário e a informação, no sentido de contribuir na otimização da busca e recuperação
da informação que influenciam no desempenho e desenvolvimento da comunidade acadêmica
“em lides de ensino; aprendizagem; estudos e pesquisa; e necessidades várias no âmbito
bibliotecário”.
Miranda (1980, p.5) afirma que a biblioteca e universidade são fenômenos
indissociáveis, vasos comunicantes, causa e efeito. A biblioteca não pode ser melhor que a
universidade que a patrocina. A universidade, consequentemente, não é melhor do que o
sistema bibliotecário em que se alicerça.
No planejamento de suas ações (serviços e produtos) a biblioteca universitária deve ter
em conta as necessidades, em momentos diversos, manifestadas pelos vários segmentos de
públicos acadêmicos que a procura ou usufrua de seu serviço, compreendendo, ainda, as
peculiaridades das várias áreas de conhecimento e níveis de usuários. Segundo Targino (2000,
p.1), “a biblioteca é e sempre foi a instituição social a que compete exercer as funções de
preservação e disseminação das informações, e por conseguinte, o bibliotecário, o profissional
encarregado de concretização de tais objetivos”.
Portanto, assim como Macedo e Modesto (1999) colocaram, os bibliotecários
universitários devem ser membro institucionais ativos e participar de reuniões, informar-se
sobre os currículos, projetos de pesquisa, comissões e grupos de trabalhos, além de integrar-se
com os setores de informática para dar suporte às necessidades da exploração potencial de
recursos computacionais e, atualmente, das mídias digitais no provimento de conteúdo ao seu
público.
As bibliotecas precisam trabalhar com o conteúdo em todas as suas formas de acesso,
para Jorente e Santos (2014) a hibridação de gêneros descritivos (textuais, imagéticos,
sonoros) articulada nas tecnologias e a consequente expansão dos ambientes informacionais,
provocam, contemporaneamente, mudanças no ecossistema da percepção e da criação de
mensagens, de informação e de conhecimento socialmente compartilhado.
Reflexões em relação às novas sensibilidades e às novas formas de consciência, que são
firmadas nesses novos ambientes e ecossistemas e mídias convergentes, devem constituir em

�crescentes estudos exploratórios na Ciência da Informação (CI), já que são essenciais para a
compreensão dos fenômenos informacionais na sociedade contemporânea.
Método da pesquisa

Este estudo caracteriza-se como pesquisa descritiva-exploratória baseada em
levantamento bibliográfico para subsídio do referencial teórico e para o levantamento e
mapeamento do uso de recursos disponíveis em ambientes digitais por bibliotecas
universitárias.
Realizada no primeiro semestre de 2017, a pesquisa intenta-se identificar e descrever as
melhores iniciativas das bibliotecas selecionadas. Para coleta e análise, utilizou-se os portais
institucionais como instrumento de pesquisa.
O universo retratado compreende as bibliotecas de instituições de ensino superior
melhores avaliadas pelo ranking Times Higher Education (THE). Os rankings universitários
são listas de instituições, amplamente divulgadas, que comparativamente, em ordem
decrescente, apresentam melhor desempenho, seguidas das que apresentam desempenho
inferior, nos quesitos analisados pelas instituições responsáveis (SEOANE, 2009). Esse
ranqueamento contribui para a decisão de futuros alunos a ingressar ou não na universidade,
nas ações dos gestores universitários, professores acadêmicos, governos e investidores no
ensino superior (MARGINSON, 2014), assim como, na definição das políticas públicas
educacionais (ERKKILA, 2014).
O ranking THE é considerado o único que examina as universidades em todas as suas
principais dimensões - ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas
internacionais, enquanto outros se dedicam exclusivamente à pesquisa. A lista de 2016-2017
contempla as 980 melhores universidades do mundo, para esta pesquisa serão avaliadas as
cinco primeiras instituições listadas por ordem de classificação:
1 University of Oxford (Reino Unido)
2 California Institute of Technology (Estados Unidos)
3 Stanford University (Estados Unidos)
4 University of Cambridge (Reino Unido)
5 Massachusetts Institute of Technology (Estados Unidos)
Resultados e Discussão
Os resultados obtidos apresentam um conteúdo extenso, completo e minucioso em
todos os websites analisados, os quais contemplam as páginas das bibliotecas das melhores
universidades do mundo. Nota-se que o site destas bibliotecas é um espelho das atividades
desenvolvidas, e essas instituições conseguem aproveitar o espaço para divulgar amplamente
os serviços e produtos ofertados no ambiente físico, que agora também é digital. Portanto, a
web 2.0 e o ambiente digital são explorados de maneira inteligente e eficiente, transportando a
atuação dos bibliotecários para os portais, além de promoverem, também, o acervo e espaço
físico.
O conteúdo identificado foi estruturado e sistematizado pelos principais tópicos das
bibliotecas em seus sites, conforme imagem abaixo apresentada (Figura 1):

�Figura 1 – Conteúdo identificado nos portais das bibliotecas universitárias
SOBRE A BIBLIOTECA
Localização, endereço, horário
de funcionamento
Mapas das bibliotecas
institucionais



Políticas, relatórios e
planejamento estratégico



Informações sobre informática



Histórico



Visitas, tours



Acessibilidade para deficientes



Cafeteria



Apoio à imprensa



Equipe



Diretório de bibliotecas



Loja



Empregos




CONSCIENTIZAÇÃO DE QUESTÕES ATUAIS E INFORMAÇÕES ÚTEIS


Direitos autorais, copyright



Notícias



Acesso aberto



Informativo, boletim

SERVIÇOS


Circulação



Recebimento de doações



Empréstimo entre
bibliotecas





Delivery/entrega de
documentos impressos



Cópia de documentos
eletrônicos

Apoio à pesquisa:
especialistas
Guias de pesquisa,
tutoriais, perguntas
frequentes
Treinamentos para
pesquisadores






Recursos para redação
científica



Exposições



Conservação e preservação
do acervo



Recebimento de
solicitações de aquisição

CONTATOS




Especialistas



Bibliotecários



Fale conosco / Pergunte ao
bibliotecário



Pedido de documentos
eletrônicos
Administração da biblioteca,
serviço



Telefone, e-mail, formulário
online, sms, chat, redes sociais



Contato para reclamações

FERRAMENTAS OU RECURSOS DE TECNOLOGIA


Blog



YouTube



LaTeX



Chat



Instagram



BibTeX



RSS de notícias



Itunes



Zotero



Facebook



Podcasts



Mendeley



Twitter



RefWorks



Colwiz

Fonte: Autoria própria (2017).

�Como destaques e diferenciais das bibliotecas, podemos citar a divulgação de
informações e serviços como área os animais, aluguel dos espaços das bibliotecas para eventos,
diretório das mídias digitais da biblioteca, disponibilização de tecnologias assistivas, serviços
para ex-alunos, serviços de informação em realidade virtual, empréstimos de notebooks, iPads,
kindles e outros equipamentos, cafeterias, permissão para entrar com aperitivos que não
possuem odor, orientação à análise de dados e softwares de estatísticas. Além disso, é
importante destacar também que a maioria das páginas das bibliotecas estão localizadas na
home page das universidades (3 bibliotecas) ou subordinadas a página de pesquisa (2
bibliotecas).
Considerações Finais
Dada a crescente proeminência do ambiente virtual, nota-se que a transformação dos
websites em portais mudam a atuação da biblioteca. Esse movimento em direção a portais de
biblioteca robustos, fazem com que as unidades de informação repensem alguns de seus papéis
tradicionais e invistam nesse novo contexto.
As bibliotecas observadas fazem uso das tecnologias da Web 2.0 em seus portais, tais
como: blogs, RSS Feeds, guias que atuam como wikis, redes sociais e acessibilidade para
dispositivos móveis. O conteúdo apresentado nas páginas é extenso e descreve todos os
serviços de forma abrangente, com hiperlinks que fazem conexões para outras páginas da
biblioteca, da universidade ou de instituições externas.
Sugere-se novos estudos com indicadores de abrangência do conteúdo, focando nas
bibliotecas universitárias por especialidade, aliados com a aplicação de instrumentos de
pesquisas com usuários. Assim como, uma análise comparativa com as bibliotecas
universitárias brasileiras.
Referências
SEOANE, A. Y. ¿Cómo se evalúan las universidades de clase mundial? Revista de la educación
superior, v. 38, n. 150, p. 113-120, 2009.
ERKKILÄ, T. Global university rankings, transnational policy discourse and higher education in
Europe. European Journal of Education, v. 49, n. 1, p. 91-101, 2014.
JORENTE, M. J. V; SANTOS, P. L. V. A. C. Mídias de informação e comunicação e Ciência da
Informação. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 19, n.1, p.190-206, jan./mar 2014.
MACEDO, Neusa Dias de; MODESTO, Fernando. Equivalências: do serviço de referência convencional
a novos ambientes de redes digitais em bibliotecas: parte I - do serviço de referência convencional.
Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, nova série, v.1, n.1, p.38-54,
1999.
MARGINSON, S. Open source knowledge and university rankings. Thesis Eleven, v. 96, n. 1, p.
9-39, 2009.
MIRANDA, Antônio. Estrutura de informação e análise conjuntural ensaios. Brasília:
Pioneira, 1980.
TARGINO, Maria das Graças. Quem é o profissional da informação? Transinformação. Campinas,
V.12, n.2, p.61-69, jul./dez. 2000.
PEREIRA, Joana D’Arc da Silva. Bibliotecas universitárias: uma abordagem organizacional.
Disponível em: &lt;libdigi.unicamp.br/document/?down=1116&gt; Acesso em: 27 maio 2008.

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