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                  <text>O compartilhamento de artigos científicos nos repositórios
institucionais portugueses e brasileiros: com a voz os gestores

Viviane Santos de Oliveira Veiga (Fiocruz) - vivianesantosveiga@gmail.com
Cícera Henrique da Silva (Fiocruz) - cicera.silva@globo.com
Luis Guilherme Gomes de Macena (ANS) - guilhermelg2004@gmail.com
Maria Manuel Borges (Instituição - a informar) - mmborges@gmail.com
Resumo:
A presente pesquisa verificou a visão dos gestores dos repositórios portugueses e brasileiros
quanto ao compartilhamento de artigos científicos pelos pesquisadores nos repositórios
institucionais (RIs) e o índice de autoarquivamento alcançados nestes repositórios. Foram
enviados questionarios online para os gestores dos RIs em Portugal e no Brasil. Verificou-se
que os RIs portugueses têm maior índice de autoarquivamento que os RIs brasileiros e que os
repositórios portugueses estão em consonância com a filosofia do AA quanto ao
autoarquivamento enquanto os gestores de RIs no Brasil precisam de maior capacitação
quanto aos objetivos e filosofia do AA.
Palavras-chave: Compartilhamento de Informação; Repositórios
Institucionais; Acesso Aberto; Autoarquivamento

digitais;

Repositórios

Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no ambiente físico e virtual, curadoria
digital, coleções especiais, desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e virtuais, portais e
repositórios, acesso aberto.

INTRODUÇÃO
O movimento de Acesso Aberto (AA) ao conhecimento objetiva o acesso
público e sem barreiras a toda a produção científica (BUDAPEST, 2002;
BUDAPEST, 2017). Para isto duas estratégias foram estabelecidas: o acesso
aberto dourado, onde o artigo é disponibilizado sem barreiras de acesso no
periódico científico; e o acesso aberto verde onde o artigo é disponibilizado sem
barreiras de acesso em repositórios digitais. Neste caso o pesquisador faz o
autoarquivamento ou compartilhamento do artigo no sistema.
A presente pesquisa verificou a visão dos gestores dos repositórios
portugueses e brasileiros quanto ao compartilhamento de artigos pelos
pesquisadores nos repositórios institucionais (RIs) e o índice de
autoarquivamento alcançados nestes repositórios.
METODOLOGIA
Para obter um panorama do autoarquivamento em Portugal e no Brasil e
conhecer a visão dos gestores dos repositórios foi realizada pesquisa
exploratória, utilizando como instrumento de coleta de dados questionário
eletrônico semiestruturado que foi aplicado a gestores de repositórios
institucionais em Portugal e no Brasil. A seleção dos repositórios que entrariam
na amostra foi realizada a partir das informações disponibilizadas no OpenDoar1
e no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)2. O corpus
da pesquisa foi constituído mediante os seguintes critérios de seleção: área
geográfica do repositório, Portugal ou Brasil; tipo do conteúdo, artigo; e
característica do repositório, institucional.
O levantamento dos dados no Brasil foi realizado entre 29/11/2014 e 03/12/2014.
Foram identificados 86 repositórios institucionais, destes 43 declaravam possuir
a coleção de artigos. Cabe ressaltar que destes 43 apenas 8 possuíam registros
das políticas mandatórias no Registry of Open Access Repository Mandates and
Policies (ROARMAP3).
O levantamento dos dados em Portugal foi realizado entre 30 de março e 28 de
abril de 2016. Foram identificados 43 repositórios institucionais portugueses no
OpenDOAR. Destes, 39 declaravam possuir a coleção de artigos. No RCAAP
foram identificados 49 RIs portugueses, destes 48 com coleção de artigos.
Verificou-se neste levantamento que o RCAAP possui mais informações sobre
os repositórios em Portugal do que o OpenDoar. Retiradas as duplicidades,
foram encontrados 48 RIs com coleção de artigos, sendo que 1 estava com
acesso inativo.
Para mapear a visão dos gestores quanto ao compartilhamento, foi criado
questionário online utilizando o aplicativo Google Forms e encaminhado por
correio eletrônico aos gestores dos 43 (quarenta e três) RIs selecionados no
Brasil e 47 (quarenta e sete) RIs selecionados em Portugal. Obteve-se o retorno
de 25 (vinte e cinco) questionários com respostas válidas no Brasil e 27 (vinte e
sete) em Portugal.
1

http://www.opendoar.org/
https://www.rcaap.pt/
3
https://roarmap.eprints.org/
2

�RESULTADOS E DISCUSSÃO
O software mais utilizado no mundo para a criação de repositórios, o
Dspace, possui como default o autoarquivamento (Selfarchiving) em sua
instalação, assim o próprio pesquisador compartilha suas publicações no RI.
Porém, algumas instituições desabilitam essa função e os depósitos são
realizados por intermédio de outros, em sua maioria bibliotecários. Apesar de ser
uma premissa para promover o autoarquivamento, percebe-se que nos RIs
brasileiros 36% não utilizam essa função. Por outro lado, nos RIs portugueses
apenas 19% não possibilitam a participação do autor no depósito da produção
científica (gráfico 1). Com isso, verifica-se que no Brasil a promoção do
autoarquivamento nas instituições precisa ser melhor explorada pelos gestores
dos RIs.
Gráfico 1 – Autoarquivamento habilitado nos Repositórios Institucionais
O repositório da sua instituição possibilita o
autoarquivamento pelos autores ?

Brasil

Portugal

100%
80%
60%
40%
20%
0%
SIM

NÃO

O fato de habilitar o autoarquivamento não garante a efetividade. Como
instrumento para o aumento do índice de autoarquivamento, políticas
mandatórias estão sendo empregadas. No entanto, isto não é garantia de
adesão.
Entre os repositórios que habilitam o autoarquivamento constatou-se que
há uma baixa adesão do pesquisador. Nos repositórios brasileiros 75% dos
gestores informaram que menos de 5% do material foi depositado via
autoarquivamento. Nos repositórios portugueses, 27% do gestores afirmam que
91% a 100% do quantitativo da produção intelectual disponibilizada no RI foram
depositadas através do autoarquivamento. A adesão ao autoarquivamento é
maior nas instituições portuguesas do que nas brasileiras. (Gráfico 3).
Gráfico 3 – Índice de Autoarquivamento

�Porcentagem de depósitos pelo autoarquivamento
80%
70%
60%
50%
40%

Brasil

30%

Portugal

20%
10%
0%
Menos
de 5%

6% a
30%

31% a
50%

51 %a
60%

61% a
80%

81% a
90%

91%a
100%

Observa-se que a maioria dos repositórios que habilitam o
autoarquivamento priorizam a coleção de artigos (100%). Em seguida encontrase os Trabalhos Apresentados em Eventos, com o percentual de 81,2% nos
repositórios brasileiros e 95% nos repositórios portugueses. Os relatórios de
pesquisas possuem 31,2% no Brasil e 59% em Portugal. As Teses e
Dissertações em ambos os países apresentam 50%. Para os Dados de
Pesquisas, no Brasil, apenas 25% está habilitado para o autoarquivamento, já
em relação a Portugal o índice alcança 50%, segundo os gestores (gráfico 3).
Gráfico 3 – Tipologias habilitadas para autoarquivamento
Quantidade de RI que disponibilizada tipologias para
autoarquivamento
120%
100%
80%
60%

Brasil

40%

Portugal

20%
0%
Artigos

Trabalho Relatórios de
Teses
Dados de
apresentado pesquisas Dissertações pesquisas
em eventos

Outros

A tipologia documental Teses e Dissertações, predominantemente possui
tradição no ambiente acadêmico e de pesquisa e os Programas de Pós-

�graduação têm a obrigação de disponibilizá-los, o que ocorre, via de regra, por
meio das bibliotecas institucionais, que têm a incumbência de salvaguardá-las e
depositá-las no repositório, ao passo que os Dados de pesquisa têm obtido
novos espaços nesse ambiente. Portugal se destaca pela grande quantidade de
repositórios que aderem ao autoarquivamento dessa tipologia. Reputa-se que as
políticas governamentais estabelecidas colaboram para o tal avanço, cabendo
citar aqui as diretrizes da Comissão Europeia para o acesso aberto aos dados
de pesquisas no Horizonte 2020 (EUROPEAN COMMISSION, 2016).
A maioria dos gestores brasileiros (86%) que não habilitam o
autoarquivamento no sistema acredita que se o autoarquivamento estivesse
habilitado os pesquisadores não estariam interessados em realizar o
autoarquivamento da sua produção no RI. Esta crença precisa ser investigada a
fim de promover maior atuação dos pesquisadores na inserção da produção
intelectual nos RIs das suas instituições. Em relação aos gestores portugueses,
percebe-se um panorama semelhante ao brasileiro, porém em menor proporção:
60% dos gestores informaram que a minoria dos seus pesquisadores faria uso
do compartilhamento de artigo através do RI (gráfico 4).
Gráfico 4 – Uso do autoarquivamento pelos autores em caso de habilitação
Se estivesse disponível a opção de autoarquivamento no Repositório
Institucional, os autores de sua instituição fariam uso desta ferramenta?
100%
90%
80%
70%
60%
50%

Brasil

40%

Portugal

30%
20%
10%
0%
A minoria faria uso do
autoarquivo

Não fariam uso do
autoarquivo

Sim. Já estão
perguntando

A atuação do gestor do RI em conjunto com a Instituição é fundamental
para melhorar o interesse dos pesquisadores. É preciso pensar em ações em
prol da filosofia do acesso aberto, do advocacy do autoarquivamento e ampliar
a adesão ao RI, ferramenta de compartilhamento de informação.

CONSIDERAÕES FINAIS
Este trabalho almejou obter um panorama do compartilhamento de artigos
científicos através de repositórios institucionais (RIs) em Portugal e no Brasil e
conhecer a percepção do gestor de RIs quanto a esta forma de
compartilhamento. A visão do gestor do repositório é fundamental na
constituição de políticas adequadas ao Acesso Aberto no RI.

�Conclui-se que os gestores dos repositórios portugueses, em sua grande
maioria, viabilizam o autoarquivamento de trabalhos por seus autores,
habilitando esta função no sistema, o que demonstra um entendimento dos
objetivos da criação de repositórios. Porém, no Brasil verifica-se um
desconhecimento maior sobre os pilares do Acesso Aberto. Verificou-se
também que os RIs portugueses estão atentos para a importância do acesso aos
dados de pesquisa na comunicação científica, preparando seus repositórios para
o autoarquivamento desta tipologia. Quanto à adesão dos pesquisadores ainda
é preciso avançar nos dois paises. É imprescindível conhecer as especificidades
das áreas, verificar as barreiras e os estímulos ao compartilhamento de artigos
científicos e dados de pesquisa para, assim, ampliar a adesão ao
autoarquivamento por parte dos pesquisadores em Portugal e no Brasil.
A visão do gestor do repositório e da própria instituição é fundamental
para o avanço do AA verde. Os dirigentes das instituições que possuem RIs e
os profissionais que ocupam a função de gestores dos repositórios precisam
estar alinhados a filosofia do acesso aberto e serem os principais
disseminadores da importância do autoarquivamento neste momento de
reestruturação do processo de comunicação científica.
Considera-se importante a capacitação dos profissionais frente ao RI e de
todos os bibliotecários que contribuem para a existência do repositório na
instituição, através de cursos, participação em eventos e outros espaços que
favoreçam a troca de experiencias e o entendimento deste movimento global em
prol do acesso aberto ao conhecimento.
REFERRENCIAS
BUDAPEST OPEN ACCES INITIATIVE. Read Budapest Open Access
Initiative. 2002. Disponível em: &lt;http://www.budapestopenaccessinitiative.org/read&gt;.
Acesso em: 05 mar. 2012.
BUDAPEST OPEN ACCESS INITIATIVE. Open access: toward the internet of
the mind. 2017. Disponível em: &lt;http://www.budapestopenaccessinitiative.org/openaccess-toward-the-internet-of-the-mind&gt;. Acesso em: 02 abr. 2017.
EUROPEAN COMMISSION. Directorate-General for Research &amp; Innovation.
Background note on open access to scientific publications and open
research
data,
2016.
Disponível
em:&lt;https://ec.europa.eu/research/openscience/pdf/openaccess/background_n
ote_open_access.pdf&gt;. Acesso em: 06 abr 2017.

AGENCIA FINANCIADORA
CAPES.

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Documentação&#13;
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