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                  <text>LIVROS PARA ENTENDER A CRISE: A EXPOSIÇÃO COMO
PROCESSO DE DIFUSÃO CULTURAL EM BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS

André de Souza Pena (UFMT) - andresouzapena@gmail.com
Resumo:
O artigo analisa a literatura pertinente a temática da exposição mais especificamente como
prática recorrente em museus vis a vis a possível sistematização desta atividade em
bibliotecas como um dos elementos impulsionadores de um uso mais efetivo das
potencialidades do acervo, tendo em vista no caso específico deste trabalho a situação de crise
atual, com a exposição denominada: livros para entender a crise. Faz alguns apontamentos de
como foi realizada a exposição e seu processo de curadoria apresentando alguns resultados da
exposição. Conclui-se o trabalho evocando a participação da biblioteca e da universidade na
construção de uma cultura de leitores capazes de compreender melhor a grave crise atual.
Palavras-chave: Biblioteca Universitária. Exposição. Livros. Crise. Cultura
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�1 INTRODUÇÃO
A situação de crise atual traz uma série de interpretações e possíveis incorreções sobre
suas causas e desdobramentos para a sociedade em geral. A imprensa, mais modernamente as
redes sociais, veiculam informações (e notícias) sobre os acontecimentos, porém, promovem
contradições hermenêuticas, dificultando uma compreensão crítica da crise atual, sobretudo
para aqueles com nível cultural mais passível ao pensamento dominante. A universidade
moderna, tendo como essência a formação de um senso crítico pode subsidiar o conhecimento
tanto da comunidade acadêmica quanto do seu entorno. Da mesma forma a biblioteca, como
instituição guardiã e promotora do livro enquanto fonte de cultura e conhecimento, através do
estimulo ao uso do acervo colabora na propagação de uma visão mais congruente com a
verdade fatual da atual conjuntura social. A exposição é uma dessas vias de promoção do
acercamento do livro com os usuários, sejam os reais ou os potenciais.
Os livros, uma vez catalogados e incorporados ao acervo estão em exposição
permanente, dado de que a maioria das bibliotecas permite aos usuários o livre acesso às
estantes. O usuário contumaz e cônscio de suas próprias necessidades é capaz de ter acesso ao
livro com uma consulta ao catálogo ou diretamente nas estantes. Contudo, esta prática não é
tão comum para a maioria dos usuários, muitos inclusive não frequentam a biblioteca ou vão
exclusivamente para estudar, sem a curiosidade ou o tempo para simplesmente andar pelas
estantes e escolher um livro de seu interesse para além daquilo que é recomendado à sua
formação profissional. Para esse público pouco afeito à biblioteca, ao livro, e para todos os
que necessitam de sugestões de leitura a exposição parece ser uma ótima forma de estimular
um maior uso do acervo bibliográfico.
A exposição nos museus faz parte de sua própria existência. Diferentemente das
bibliotecas cujo acervo é composto fundamentalmente de livros, os quais para além de sua
forma requerem a leitura para compreensão, o acervo museal é composto de realias cuja
apreciação é fundamentada, ao menos em parte, no aspecto visual1. Assim, verifica-se que “a
exposição é a matéria visual dos museus. Ou seja, a exposição é um dos aspectos da
museografia que se realiza concretamente para o público, usando da tecnologia que o museu
possui para tal fim” (SANTOS, 2011, p. 21). Se no museu a exposição é a concretização da
relação com o público, talvez para a biblioteca a exposição bibliográfica, como a arte de
explorar particularidades do acervo, pode ser um dos momentos de celebração da relação
direta com seu usuário similarmente ao processo de trabalho do museu.
Considerando ainda a centralidade da exposição para o museu, para além daquilo que
o caracteriza como guardião de obras de arte, pode-se pensar que a biblioteca reúne livros de
cunho histórico, técnico-científico e artístico e, nesse sentido, para agir além da preservação
precisa expor de modo mais efetivo seu acervo.
Por outro lado, se a exposição é um dos pilares do trabalho no museu, já para a
biblioteca caracteriza-se quase como uma atividade acessória, isso talvez pela centralidade de
aspectos técnicos no fazer bibliotecário, mas também pela limitação de pessoal. Conforme
observou Crivellari e Sima (2014), por vezes atividades de incentivo à leitura não são
1

Sobre este aspecto é preciso destacar que “o amor pela arte”, nos termos de Bourdieu (2007), se dá
muito mais por uma construção social do que pelas impressões sensoriais. Neste sentido, percebe-se
uma complementariedade das obras de artes e a literatura em geral, sendo que uma reafirma o desejo
pela outra.

�realizadas a contento, porque o bibliotecário, mesmo em bibliotecas universitárias como foi o
caso avaliado pelas autoras, por vezes trabalha sozinho, dificultando sobremaneira a
realização das várias atividades demandadas pelo trabalho bibliotecário.
No tocante à exposição de per si, percebe-se que a seleção daquilo que será exposto é
um discurso indutor da construção de conhecimentos não isentos ou imparciais (IDJERAQUI;
DAVALLON, 2002 apud SANTOS, 2011, p. 181). Isso posto, verifica-se o caráter do quão
livre a instituição manifesta-se inclusive em relação a questões polêmicas. Essa natureza da
exposição, todavia, não desabilita o rigor da seleção de obras pertinentes ao tema proposto.
Obviamente, por isso, requer um conhecimento daquele que se propõe a curadoria da
exposição.
A prática da exposição em bibliotecas escolares é relatada por Souza e Moreira (2016).
Os autores ao perceberem nos usuários a substituição da leitura do livro pelo filme, decidiram
criar um espaço na biblioteca chamado: “Não julgue um livro pelo filme”. A partir desta
iniciativa surgiu a exposição: “O livro além das páginas”, dividida em várias seções temáticas,
as quais além da exposição de livros contou com a exibição de filmes e áudios de músicas
compostas a partir da inspiração de livros. A exposição foi muito bem avaliada pelos
frequentadores e ainda segundo Souza e Moreira (2016, p. 154) a dimensão cultural é
fundamental no trabalho bibliotecário e “[...] as obras utilizadas como fonte de inspiração para
outras expressões artísticas são um grande estímulo para o incentivo à leitura, pois despertam
a curiosidade, sentimentos, sensações e sentidos”. Mesmo que se possa fazer uma
generalização desta assertiva para as bibliotecas em geral, relata-se, a seguir, uma iniciativa
de exposição a qual se justifica pela incorporação de uma diferenciação teórica, qual seja: a
comparação da atividade com o trabalho museal, bem como a carência de estudos desta
natureza.
A exposição, ora relatada, foi realizada como parte de uma atividade proposta em sala
de aula, culminando no evento maior, onde os alunos fizeram demonstrações das várias fontes
de informações disponíveis para a comunidade interna e externa à universidade. A exposição
dos livros, portanto, deu-se fora do espaço da biblioteca durante os três dias que durou o
evento. Posteriormente a exposição foi transferida para o interior da biblioteca, mas nesta fase
apenas com a fotocópia das capas dos livros, permanecendo por aproximadamente doze
meses, tendo em vista que manter os livros fora da estante por um período longo complica a
localização do usuário, habituado a procura-lo na estante.

2 RELATO DA EXPERIÊNCIA
O mote da crise serviu de inspiração para a realização de uma exposição, intitulada:
“Livros para entender a crise”. Esta exposição fez parte de um projeto maior, denominado:
“Semana da Referência”, cujo objetivo foi apresentar os serviços de referência e informação
disponíveis à comunidade acadêmica, no período de 18 a 20 de abril de 2016, sendo a amostra
e a exposição realizadas concomitantemente no corredor central do Instituto de Ciências
Humanas e Sociais (ICHS), por ser um local de fácil acesso e passagem de todos os alunos
para a cantina da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Rondonópolis. A exposição
visou estimular o uso do acervo da Biblioteca, com vistas a contribuir para o debate da
comunidade acadêmica sobre as várias crises presentes no Brasil e no mundo.

�Os livros selecionados para a exposição foram exibidos em estantes do tipo
mostruário, possibilitando aos usuários o livre manuseio. A seleção ou o processo de
curadoria foi feita a partir do catálogo e opinião de especialistas. Houve indicações de
professores e bibliotecários aos quais tivemos acesso mais facilmente por meio de contato
pessoal ou telefônico. No catálogo da biblioteca foram realizadas buscas, tanto no campo de
título quanto no de assunto utilizando-se a palavra “crise”, sendo que se tomou o cuidado de
verificar se o livro escolhido havia preferencialmente dois ou mais exemplares para minimizar
possíveis buscas realizadas pelos usuários durante o período da exposição.
Selecionou-se aproximadamente trinta títulos divididos entre obras literárias e de
divulgação científica que tratam direta ou indiretamente a questão da crise. Os livros
literários, sobretudo os romances, relatam crises individuais vividas pelos personagens e suas
estratégias para superá-las; por outro lado os livros de caráter científico, analisam, explicam e
propõem soluções para as crises sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais. Desse
modo, percebe-se no livro um importante aliado para o enfrentamento da crise, pois propicia
aos indivíduos a formação de uma consciência crítica cidadã, contribuindo para a
transformação social.
No geral a exposição foi muito bem avaliada, com comentários do tipo: “uma
exposição bem organizada que mostra livros selecionados que para nosso atual momento são
essenciais”. Houve assinatura do livro da exposição de aproximadamente 100 pessoas. Dos
livros expostos cabe destaque para os listados abaixo, já que foram mencionados pelos cerca
de 25 visitantes que preencheram um formulário de avaliação como possíveis obras que eles
desejariam ler, conforme o quadro 1, a saber:
Quadro 1 – Livros citados na avaliação dos usuários como possível leitura futura
AMADO, Jorge. Capitães da areia. 112. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. 256 p.
BEATTIE, Alan. Falsa economia: uma surpreendente história econômica do mundo. Rio de
Janeiro: Zahar, 2010. 293 p.
BOBBIO, Norberto. Liberalismo e democracia. São Paulo: Brasiliense, 1988. 100 p.
DE MASI, Domenico. O futuro do trabalho: fadiga e ócio na sociedade pós-industrial. 10.
ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2010. 354 p.
FONSECA, Rubem. Agosto: romance. São Paulo/ Rio de Janeiro: Companhia das Letras,
1990. 349 p.
FRANK, Anne; FRANK, Otto H. ; PRESSLER, Mirjam (Ed.). O diário de Anne Frank. 16.
ed. Rio de Janeiro: Record, 2012. 349 p.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala: formação da família brasileira sob o regime da
economia patriarcal. 21. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981. 573 p. (Introdução à história
da sociedade patriarcal no Brasil ; 1)
FREYRE, Gilberto. Ordem e progresso. [S.I.: s.n., 19--]
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 19 ed. São Paulo: Nacional, 1984. 292
p.
KURZ, Robert. O colapso da modernização: da derrocada do socialismo de caserna a crise
da economia mundial. 2 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993. 244 p.
ORWELL, George. A revolução dos bichos. 20. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1984. 135 p.
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 107. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. 174 p.

�SANTOS, José Vicente Tavares dos; BARREIRA, César; BAUMGARTEN, Maíra
(Org.). Crise social e multiculturalismo: estudos de sociologia para o século XXI. São
Paulo: Sociedade Brasileira de Sociologia: Hucitec, 2003. 443 p.
SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira: romance. São Paulo: Companhia das Letras,
1995. 310 p.
SINGER, Paul. Crise do milagre (A): interpretação critica da economia brasileira. 8 ed. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 1989. 167 p.
TAVARES, Maria da Conceição. A economia política da crise: problemas e impasses da
política econômica. 5 ed. Rio de Janeiro: Achiame/Vozes, 1984. 141 p.
TOLSTÓI, Leon Conde. Guerra e paz. [S.l. s.n. 19--] (Romances Eternos ; 2)
TOURAINE, Alain. Após a crise: a decomposição da vida social e o surgimento de atores
não sociais. Rio de Janeiro: Vozes, 2011. 213 p.
Fonte: dados da pesquisa
A exposição de livros visa, tal qual a exposição no museu, a criação de um público
cativo, com vista a superar a assimetria cultural. Para tanto, é preciso “publicar catálogos,
modernizar a apresentação das obras, animar uma associação de amigos do museu e,
sobretudo, promover exposições” (BOURDIEU, 2007, p. 132). Em bibliotecas a situação é
similar, faz-se necessário criar uma atmosfera atrativa para a disseminação da cultura do livro,
como um dos elementos centrais na aquisição de cultura no ambiente universitário e social em
geral, ou seja, dentro e fora da biblioteca. Um dos pontos não concretizados na exposição,2
que é prática corrente em vários museus, seria propiciar a comercialização de livros e/ou
objetos relacionados, para desta forma estabelecer um vínculo, no caso da biblioteca para
além do empréstimo – contribuindo para o estímulo da aquisição de obras culturais para o
espaço privado como um dos legados da escola: “única capaz de criar a atitude culta”
(BOURDIEU, 2007, p. 154).

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A disponibilidade do acervo não garante uso efetivo. Sendo assim, faz-se necessário
atividades para dinamizar e disseminar o acervo de uma biblioteca, sendo a exposição uma
destes recursos possíveis. Embora seja uma prática frequente e essencial em museus, e mesmo
com certa frequência realizada em bibliotecas públicas, centros de cultura e biblioteca escolar.
Verificou-se a carência de exposições como uma atividade sistematizada no âmbito das
bibliotecas universitárias, como uma das ferramentas de estimulo de uso do acervo para além
da denominada “exposição” das novas aquisições.
Algumas bibliotecas universitárias desempenham atividades de biblioteca escolar e até
comunitária (CRIVELLARI; SIMA, 2014). Portanto, interage com um público bastante
diverso e a leitura é tema central, pois a biblioteca é utilizada como espaço para atividades
escolares, atende a comunidade externa para aqueles que desejam prestar concurso público
e/ou usuários que simplesmente desejam ler os periódicos diários e/ou semanais. Muito
2

Houve um desejo inicial de oferecer a venda de livros paralelamente à exposição dos livros da
biblioteca, infelizmente não foi possível, naquele momento, o estabelecimento de uma parceria com
uma livraria da cidade.

�embora no âmbito acadêmico o acervo seja bastante centrado na formação profissional, a
universidade abriga – como desejável- uma diversidade enorme de livros que além da
formação estritamente profissional possibilitam ampliar a bagagem cultural de seus usuários.
Como forma de contemplar a diversidade cultural da universidade e seu compromisso
com as questões sociais, a exposição transforma-se numa oportunidade de ampliar e
potencializar o uso do acervo bibliográfico. Ainda que a atividade de leitura seja um ato
solitário e individual, o estímulo via exposição do livro fora do ambiente usual das estantes,
pode contribuir para fomentar o interesse, amiúde, latente ou postergado diante das várias
atividades acadêmicas as quais os alunos do ensino superior são submetidos. Ademais, o livro
como objeto preserva uma característica única do ponto de vista da amplificação da
capacidade de análise e entendimento da realidade em que vivemos, ainda mais nesse
contexto de crise, econômica e social, quase sem precedentes na história.

REFERÊNCIAS
BOURDIEU, Pierre. O amor pela arte: os museus de arte na Europa e seu público. 2. ed. São
Paulo: Edusp, 2007.
CRIVELLARI, Helena Maria Tarchi; SIMA, Aline. Biblioteca universitária, escolar e
comunitária: o caso da Biblioteca Comunitária 'Professora Ebe Alves da Silva' do IFMG.
Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 14, p. 28-48, 2016.
IDJÉRAQUI, Linda; DAVALLON, Jean. Le Témoignage peut-il devenir un objet de musée?
In: RECHERCHES RÉCENTES EN SCIENCES DE L’INFORMATION CONVERGENCES
ET DYNAMIQUES. Actes du Colloque MICS-LERASS, 21-22 mars 2002. Toulouse:
ABDS Éditions, 2002.
SANTOS, Vania Carvalho Rôla. Gestão, informação e comunicação museológica: um
estudo comparativo entre pequenos e médios museus brasileiros e franceses. 2011. 267 f. Tese
(Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Ciência da Informação, Universidade
Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
SOUZA, Alan Cruz de; MOREIRA, Daniel do Nascimento. O livro além das páginas:
despertar o desejo pela leitura por meio de uma exposição. Revista Conhecimento em Ação,
Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p. 148-161, jan./jun. 2016.

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