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                  <text>Inovação em bibliotecas: considerações sobre a disponibilização de
serviço de impressão 3D

David Vernon Vieira (UFCA) - david.vieira@ufca.edu.br
Resumo:
Estudos recentes sobre as perspectivas nos ambientes das bibliotecas têm apresentado como
tendência a disponibilização de espaços criativos conhecidos como Makerspaces. Dentre os
serviços inovadores oferecidos por eles está a impressão de modelos tridimensionais (3D) que
podem ser usados para diversas finalidades na educação. Desta forma, discute-se sobre a
disponibilização de serviços de impressão 3D no espaço das bibliotecas. A metodologia foi
concebida por meio de levantamento de artigos de periódicos científicos nacionais e
internacionais e sites da área de biblioteconomia e ciência da informação que trabalharam
com essa temática. Observou-se que o tema, por ser novo, ainda não foram encontradas
pesquisas sobre ele na literatura nacional da área, porém em países como os EUA e no
continente europeu onde a tecnologia já se faz presente é possível ver exemplos de seu uso.
Palavras-chave: Impressão 3D; Tecnologia; Bibliotecas; Inovação.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas
Introdução:
O conceito de inovação sugere que as organizações devem estar atentas para
oferecer serviços que melhorem a competitividade e gerem maior valor de
mercado mediante a oferta de produtos ou serviços que tragam novas ideias de
negócios e desta forma que se produza algo novo.
Outro elemento a ser observado é que a inovação requer um elemento de
aplicação, ou seja, que possa ser destinado a um propósito diferenciado por meio
do desenvolvimento de um produto ou serviço novo. Isso por si só já provoca
mudanças e finalidades distintas daquelas as quais poderiam ser empregadas e
assim, tem como resultado melhorar a qualidade de vida das pessoas.
A inovação pode ser dividida em quatro tipos: inovação de produto (mudança
nos produtos/serviços), inovação de processo (mudança na forma como
produtos/serviços são criados ou entregues), inovação de posição (mudança no
cenário em que produtos/serviços são introduzidos no mercado) e inovação de
paradigma (mudança nos modelos mentais da organização). (TIDD; BESSANT;
PAVITT, 2008).
As bibliotecas também fazem parte deste contexto sempre buscando inovar em
termos de produtos, serviços e processos que favoreçam principalmente a
melhora no acesso dos usuários à informação, seja por meio da disponibilização
de recursos tecnológicos ou realizando ações que promovam esse acesso.
As bibliotecas estão inseridas em um ambiente de interação
social e educacional que está em processo contínuo de
mudanças onde a tecnologia da informação deve ser empregada
para dinamizar os serviços oferecidos e ajudar no
desenvolvimento de novas oportunidades de serviços.
(GUILHEM, TORINO, TAVARES, 2013).

Contudo, um fato que tem impedido o crescimento dela se dá por conta da
limitação do espaço físico que dificulta a introdução de novos serviços. Uma
solução para esta situação é a migração da coleção física para a digital embora
se reconheça o custo que existe para implementar este serviço.
Nesse contexto, surgiram recentemente os Makerspaces que são espaços de
aprendizagem e criação que tem como característica desenvolver o pensamento
crítico, explorar novas ideias, inventar, colaborar e que podem ser
implementados inclusive em bibliotecas. (MOOREFIELD-LANG, 2015).
As bibliotecas seguem se renovando e inovando de maneira contínua exigindo
dos profissionais da informação a incorporação de novas habilidades e
competências. Por outro lado, os usuários de bibliotecas estão demandando

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novos serviços que possibilitem desenvolver melhor suas atividades
educacionais com a remodelagem do espaço de trabalho, aprendizagem e
convivência inserindo novo mobiliário e serviços como cybercafé. (ALONSOAREVALO, 2016).
Dentre os equipamentos disponibilizados nos Makerspaces estão, Impressora
3D, cortadora à laser, cortadora de vinil, máquinas fresadoras de Comando
Numérico Computadorizado1 de pequeno e de grande porte que são utilizadas
para a criação de produtos utilizando como material pequenos filamentos de
plástico, chapas de ou metal. Destes enumerados aquele que tem maior
potencial de adesão rápida é a impressora 3D pois seu preço2 é um dos mais
baixos considerando o investimento inicial de R$ 4.500 e o filamento de plástico
para gerar a impressão variando de R$ 150 a R$ 400 reais.
Assim, a problemática que se apresenta é: De que forma as bibliotecas podem
disponibilizar o serviço de impressão 3D? Assim, discute-se sobre a
disponibilização de serviços de impressão 3D no espaço das bibliotecas.
1. IMPRESSORAS 3D EM BIBLIOTECAS
A representação tridimensional por meio de equipamentos pode para os leigos
ser algo novo, mas ele se origina de conceitos provenientes da foto-escultura e
da topografia.
A foto-escultura iniciou-se em 1860 onde tinha o objetivo de reproduzir formas
humanas e de objetos com maior exatidão do que era possível na época
empregando para isso 24 câmeras fotográficas dispostas em torno do objeto de
modo a reproduzir a silhueta. Da topografia a impressão 3D se apropriou de
conceitos provenientes da patente de Blanther (1890) apud Monteiro (2015), que
procurava a representação da forma tridimensional por camadas de níveis
variados. (MONTEIRO, 2015).
Outro conceito pertinente à impressão 3D é o da “Manufatura Aditiva” que tem
como princípio a produção do objeto em camadas na medida em que o material
vai sendo adicionado por um equipamento automatizado onde a intervenção
humana é quase inexistente, e que pode ser construído a partir de um modelo
de objeto pré-existente ou criado a partir de um software específico para essa
finalidade. (MONTEIRO, 2015).
Mais recentemente com o desenvolvimento de softwares CAD (Computer-Aided
Design, ou Projeto Auxiliado por Computador) ficou mais fácil especificar
protótipos de modelos virtuais geometricamente. Desta forma, no ano de 1984
1

Máquinas de CNC. Disponível em:&lt;http://www.protoptimus.com.br/maquinas-cnc-historia-comando-numericocomputadorizado/&gt;. Acesso em: 06 jul. 2017.
2 Investimento Impressão 3D Fonte site Techtudo. Disponível em:&lt;http://www.techtudo.com.br/dicas-etutoriais/noticia/2016/01/quer-uma-impressora-3d-veja-os-cuidados-que-voce-precisar-ter-antes-decomprar.html&gt;. Acesso em: 06 jul. 2017.

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surgiram as impressoras 3D que utilizavam softwares para a leitura dos modelos
ou protótipos e a sua manufatura utilizando material baseado em plástico,
madeira ou com composto químico que possui maior durabilidade.
As impressoras 3D já são consideradas a 3ª Revolução Industrial pois elas
podem facilitar o aparecimento de novos produtos apenas com a criação de
modelos utilizando softwares CAD.
Para isso, as bibliotecas devem oferecer treinamento que possibilite ao usuário
procurar modelos já pré-concebidos disponibilizados na internet, desenvolver
seus próprios modelos por meio do software compatível com o equipamento e
ainda treinamento para saber o que fazer para a biblioteca preparar para a
impressão do modelo 3D. (ELROD, 2016).
Assim, a preocupação em primeiro treinar a equipe de bibliotecários para utilizar
o equipamento antes de disponibilizá-lo para o público, é importante para que
possa ocorrer uma interação entre os colaboradores e os usuários que podem
desconhecer o potencial do equipamento ou aqueles que já conhecem e
pretendem apenas utilizá-lo para criar o produto que foi especificado fora da
biblioteca.
Neste sentido, Wapner (2015) destaca que:
a tecnologia de impressão em 3D está ajudando os estudantes
a desenvolver habilidades voltadas para a ciência, tecnologia,
engenharia, artes e matemática que os auxiliam a trabalhar num
mercado competitivo onde as bibliotecas escolares, públicas,
universitárias podem ajudar a liderar os esforços para promover
este tipo de atividade em seu espaço.

Ao oferecer serviços e atividades que utilizem a impressora 3D as bibliotecas
contarão com uma nova geração de usuários curiosos para saber como irá ficar
determinado protótipo desenvolvido em softwares criados por eles próprios além
de promover a livre expressão artística cada vez mais demandada pelos jovens.
2. Método da pesquisa
A metodologia consistiu de pesquisa bibliográfica sobre serviços que envolvam
o uso de Impressoras 3D em bibliotecas. Desta forma, observou-se artigos e
textos em inglês, espanhol e português que tratavam do assunto.
O levantamento abrangeu os periódicos nacionais e internacionais que estão
presentes no portal de periódicos da Capes, bem como livros, dissertações e
sites de internet, e eventos que tratam do assunto no período de 2008 a 2017.
Contudo não foram encontrados até o momento nenhum trabalho sobre essa
temática em periódicos da área de Ciência da Informação aqui no Brasil.

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3. Resultados
Em termos de preocupação para o emprego das impressoras 3D em bibliotecas
pode-se sugerir que o interesse pelo tema pode ser estimulado pela tendência
popular em aderir a um novo recurso tecnológico. Segundo Colegrove (2014) a
contribuição para a adoção deste equipamento pela biblioteca pode vir de outros
setores com os quais a biblioteca interage, sejam eles escolas, centros de
pesquisa ou faculdades que desenvolvem disciplinas que podem se utilizar deste
equipamento e assim, criar peças em plástico de engrenagens que poderão ser
utilizadas na área de medicina, engenharias, artes, geografia, paleontologia
entre outras que façam o uso efetivo.
Colegrove (2014) ressalta que devesse fazer um projeto piloto que especifique
pelo menos dois tipos de impressora uma maior com um custo de cerca de USD
22 mil dólares que tenha capacidade de gerar modelos sem a intervenção
humana e outro mais simples com o custo de USD 4,3 mil dólares que tenha
condição de oferecer recursos a qualquer tipo de usuário. Além das duas
impressoras 3D, Colegrove (2014) sugere a compra de um escâner a laser que
possibilite a conversão de objetos reais em modelos digitais que possam criar
cópias de materiais que necessitam de cuidados para sua apresentação em sala
de aula e a sua preservação para manter o original guardado.
De acordo com Colegrove (2014) dois sites oferecem à comunidade inscrita
diversos modelos já pré-concebidos para download e reuso na impressão 3D. O
Thingiverse3 da empresa Makerbot e o Site de Design Shapeways4 que
oferecem modelos gratuitos ou para venda. Além destes dois citados
anteriormente, Brian (2015) enumera uma lista de outros 22 sites com modelos
oferecidos gratuitamente.
4. Considerações Finais
A pesquisa mostrou que o emprego de impressoras 3D em bibliotecas exige que
a equipe de bibliotecários esteja familiarizada com a tecnologia para poder fazer
com que o serviço seja efetivado com a presença de usuários que podem ou não
conhecer a tecnologia. Além disso, deve-se ter em mente que o custo para
implementar um projeto piloto tem o investimento inicial de aquisição dos
equipamentos alto, bem como sua manutenção para a compra de material deve
ser estudada de modo que se tenha um plano de solicitação de impressão pelo
usuário que contemple o custo de aquisição dos filamentos de plástico. De toda
forma, vale a articulação com os demais setores com os quais a biblioteca se
relaciona de modo que o equipamento esteja em uso constante.

3

Comunidade Makerbot Thingiverse. Disponível em:&lt;https://www.thingiverse.com/&gt;. Acesso em: 12
jul. 2017.
4
Site Shapeways. Disponível em:&lt;https://www.shapeways.com/&gt;. Acesso em: 12 jul. 2017.

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Pesquisa futura pode ser desenvolvida para se estabelecer qual a melhor forma
de oferecer o serviço de impressão 3D em bibliotecas de instituições públicas
onde em alguns casos não se pode cobrar pelo uso.
Referências
ALONSO-AREVALO, Julio. La biblioteca en proceso de cambio. BiD: textos
universitaris de biblioteconomia i documentació, n. 36, 2016. Disponível
em: &lt;http://bid.ub.edu/pdf/36/es/arevalo.pdf&gt;. Acesso em: 05 jul. 2017.
BRIAN, Por. 24 sites para baixar modelos grátis para impressão 3D. 3D
Lab, 28 set. 2015. Disponível em:&lt;https://3dlab.com.br/23-sites-para-baixarmodelos-gratis-para-impressao-3d/&gt;. Acesso em: 06 jul. 2017.
COLEGROVE, Patrick. Making It Real: 3D Printing as a Library Service.
Educause Review, 27 out. 2014. Disponível
em:&lt;http://er.educause.edu/articles/2014/10/making-it-real-3d-printing-as-alibrary-service&gt;. Acesso em: 07 jul. 2017.
ELROD, Rachael E. Classroom innovation through 3D printing, Library Hi Tech
News, v. 33, n. 3, p. 5-7, 2016.
GUILHEM, Cristina B.; TORINO, Ligia P.; TAVARES, Helena. Um olhar sobre
inovação em bibliotecas universitárias: desafios e possibilidades. In: XXV
Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação
– CBBD. 2013, Florianópolis, SC. Anais... Florianópolis, SC: CBBD, 2013. p.
1-12. Disponível em: &lt;https://portal.febab.org.br/anais/article/view/1645&gt;.
Acesso em: 10 jul. 2017.
MONTEIRO, Marco T. F. A impressão 3d no meio produtivo e o design: um
estudo na fabricação de joias. 2015. 129 f. Dissertação (Mestrado em Design) Universidade do Estado de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em
Design, Belo Horizonte, 2015. Disponível em: &lt;http://anapaulanasta.com/wpcontent/uploads/2015/09/Dissertação-Marco-Túlio-Ferreira-Monteiro.pdf&gt;.
Acesso em: 09 jul. 2017.
MOOREFIELD-LANG, Heather. User agreements and makerspaces: a content
analysis. New Library World, v. 116, n. 7/8, p. 358-368, 2015.
TIDD, J.; BESSANT, J.; PAVITT, K. Gestão da inovação. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.
WAPNER, Charlie. Progress in the Making: 3d printing policy considerations
through the library lens. OITP Perspectives, n. 3, p. 1-21, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.ala.org/offices/sites/ala.org.offices/files/content/3D Library PolicyALA OITP Perspectives-2015Jan06.pdf&gt;. Acesso em: 5 jul. 2017.

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