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                  <text>Estudo bibliométrico do Acervo Raimundo Jinkings, integrante do
Memorial do Livro Moronguêtá da UFPA

Elisangela SILVA COSTA (UFPA) - lisa@ufpa.br
Suelene Santana Assunção (UFPA) - suelenesa@ufpa.br
Resumo:
O objetivo geral deste estudo foi: elaborar uma análise bibliométrica do acervo que pertenceu
a Raimundo Jinkings, um eminente livreiro, jornalista e ativista político, responsável pela
propagação do pensamento de esquerda no Pará. E, teve como objetivos específico: a)
identificar os autores mais frequentes no corpus em estudo; b) investigar as editoras que mais
produziam as obras prediletas de Jinkings; c) Averiguar os anos das publicações estudadas; d)
verificar quais as temáticas predominantes no acervo em análise. A pesquisa em tela é do tipo
biobibliográfica, com recorte quanti-qualitativo e para torná-la exequível foram feitas
consultas ao Inventário do Acervo da Biblioteca de Raimundo Jinkings, disponível no Memorial
do Livro Moronguêtá. Os registros selecionados foram extraídos os seguintes dados: autores
mais presentes, editoras mais frequentes, ano de publicação e assuntos predominantes. Com
base no exposto percebe-se que estudos sobre o acervo particular do ativista Raimundo
Jinkings foi bastante elucidativo pois pontuou alguns aspectos basilares para a compreensão
do arcabouço intelectual deste eminente livreiro, responsável por inocular o pensamento
esquerdista no norte do Brasil. Ressalta-se que o bibliotecário precisa permanentemente fazer
estudos desta natureza em coleções especiais a fim de que possa se familiarizar ainda mais
sobre avida e obra dos antigos proprietários das obras que estão sobre sua gerencia,
possibilitando um atendimento mais customizado as futuros consulentes.
Palavras-chave: Acervos Particulares. Coleções Especiais. Análise bibliométrica. Ideologia
Comunista. Ativismo Político.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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Introdução
Raimundo Jinkings foi um eminente livreiro, jornalista e ativista político,
responsável pela propagação do pensamento de esquerda no Pará. O presente
artigo se propõe a fazer um breve retrospecto de sua vida e um estudo
bibliométrico de sua biblioteca particular, a fim de identificar suas inspirações
literárias, autores prediletos, livrarias influentes e assuntos que retratam uma
época muito marcante da história do Brasil – os Anos de Chumbo e seu
consequente período de abertura.
Em Turumim, distrito de Santa Helena, na comarca de Pinheiros, região do
rio Turiaçu, no Maranhão, nascia, no dia 05 de setembro de 1927, o terceiro de
oito filhos do casal Raimundo Jinkings e Francisca Leite Jinkings, registrado como
Raimundo Antônio da Costa Jinkings (BRASIL, 1995).
Alfabetizou-se em uma escolinha e continuou a estudar com o pai em casa.
Após a morte de sua mãe, foi morar na casa de seus avós em Pinheiros, com o
objetivo de estudar. Um amigo da família levou Jinkings e seu irmão mais velho,
Hércules, para morar em São Luiz, eles vendiam quadros durante o dia e
estudavam à noite. Através da ajuda deste mesmo amigo, Jinkings vem para
Belém se aventurar na vida.
Em outubro de 1948, viu pela primeira vez Isa Tavares, que futuramente
seria sua esposa e companheira. No dia 02 de maio de 1953, casou-se com a
professora Maria Isa Valente Tavares, com quem teve 5 filhos: Nise, Leila,
Antônio, Álvaro e Ivana.
Foi aprovado, em 1951, para o concurso do Banco de Crédito da Amazônia
S/A, atualmente Banco da Amazônia (BASA). Em 1952, começou a escrever
artigos para os jornais de Belém, "Folha do Norte", o “Flash” e o “Estado do Pará”,
iniciando sua carreira de jornalista. Foi colaborador nos jornais “A Província do
Pará”, “O Liberal” e “Diário do Pará”, “Resistência”, que era contrário à Ditadura
Militar, e em um jornal de circulação clandestina, a “Voz na Unidade”, assinava-os
como R. A. Jinkings. (OLIVEIRA, 2012).
Com o Golpe Militar de 1964, Jinkings decidiu entrar na clandestinidade,
abrigando-se na casa de familiares e amigos. Raimundo Jinkings foi preso em 29
de abril de 1964, pelo oficial da Polícia Militar, José de Azevedo Bahia Filho, o
Capitão Bahia, recebendo a acusação de organizar uma guerrilha para lutar contra
a Ditadura. Combinou entregar-se à polícia para não ser demitido pelo BASA por
abandono de emprego.
Com base no Ato Institucional nº 1, aprovado pela Ditadura em 1967, que
consistia em cassar os direitos políticos dos opositores do regime político por um
período de 10 anos, Jinkings foi destituído de suas prerrogativas politicas em
1979. Voltou, então, ao Banco da Amazônia, onde trabalhou por 2 anos e depois
se aposentou.
Para sustentar a família, montou uma barraca na feira de Batista Campos,
onde vendia gêneros alimentícios ajudado pela mulher. A seguir, decidiu oferecer
livros didáticos em colégios e até de porta em porta, descobrindo a sua habilidade
para essa profissão (OLIVEIRA, 2012, p. 246).
Jinkings comprava os livros por reembolso postal, pois, nos ditos Anos de
Chumbo os estabelecimentos literários de Belém daquela época não vendiam as

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obras de esquerda, literatura preferida de Raimundo Jinkings. As editoras do Rio
de Janeiro e de São Paulo já conheciam este cliente fiel e, por isso, lhe concediam
crédito para comprar, via reembolso postal, e revender em Belém os livros
didáticos. Assim, Jinkings começou a atuar como representante comercial da
Editora Brasiliense.
No dia 22 de outubro de 1965, nasceu a “R. A. Jinkings Comércio e
Representações”. Na sala de visitas de sua residência, na rua dos Mundurucus, nº
1567, Jinkings recebia seus primeiros clientes: professores, jornalistas e
companheiros de luta.
A intelectualidade de Belém correu a frequentar a “Jinkings” e a consumir o
seu variado estoque de livros. Virou, inclusive, alvo da vigilância permanente do
Serviço Nacional de Informações (SNI) em ação desde 13 de junho de 1964.
Várias vezes teve obras apreendidas pela Polícia Federal, sempre consideradas
“subversivas” pelos censores da Ditadura (OLIVEIRA, 2012, p. 247).
A visita da polícia era frequente ao estabelecimento comercial dos Jinkings
para procurar obras consideradas subversivas, principalmente as que tinham a
capa vermelha. Os policiais levaram os seguintes livros: Vermelho e o Negro, do
Stendhal; Reunião, do Carlos Drummond de Andrade, pois tudo referente à
reunião naquela época era proibido. Confiscaram até livros sobre cubismo, por
acharem que estava relacionado a Cuba. Para evitar que os livros de cunho
socialista fossem apreendidos, Jinkings construiu um balcão com fundo falso para
armazenar os “livros proibidos” e oferecê-los apenas aos clientes de sua confiança
(JINKINGS, 2013).
Existiam filiais da Livraria Jinkings no Shopping Iguatemi, no Colégio
Moderno, nos municípios de Santarém, Castanhal e até no estado do Amapá. A
qualidade da Livraria Jinkings é reconhecida e enaltecida por Elizabete Vidal e
Germana Sales no comentário abaixo:
O livreiro Jinkings ofereceu a Belém, dos anos de resistência, “a melhor
literatura de que poderíamos dispor”, e que era devorada pelos leitores
pelos mais diversos objetivos e, um deles, como esforço na
reinvindicação dos seus direitos, valores e cidadania, o que nos faz
reafirmar o livro como um dos instrumentos mais grandiosos da vida
humana (VIDAL; SALES, 2009, p. 67).

Em virtude de uma enfermidade, faleceu no dia 05 de outubro de 1995. Em
13 de dezembro de 2011, concedeu-se uma homenagem intitulada de “Cidadão
do Pará Post Mortem” a Raimundo Jinkings. O filho, Álvaro Jinkings, recebeu a
homenagem das mãos do deputado Edmilson Rodrigues, autor da honraria, e do
deputado Manoel Pioneiro, presidente da Câmara Municipal de Belém.
Método da pesquisa
A pesquisa em tela é do tipo biobibliográfica, com recorte quanti-qualitativo
e para torná-la exequível, foram feitas consultas ao Inventário do Acervo da
Biblioteca de Raimundo Jinkings, disponível no Memorial do Livro Moronguêtá.
O Memorial do Livro Moronguêtá é um projeto da UFPA que objetiva
recolher, organizar e disponibilizar para consulta materiais bibliográficos e objetos

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pessoais que pertenceram a intelectuais paraense ou de atuação destacada na
cena intelectual paraoara (para obter maiores informações sobre o projeto,
consulte o blog, disponível na URL: http://moronguetaufpa.blogspot.com.br/).
O objetivo geral deste estudo foi: elaborar uma análise bibliométrica do
acervo que pertenceu a Raimundo Jinkings. E teve como objetivos específicos: a)
identificar os autores mais frequentes no corpus em estudo; b) investigar as
editoras que mais produziam as obras prediletas de Jinkings; c) averiguar os anos
das publicações estudadas; d) verificar quais as temáticas predominantes no
acervo em análise.
A ferramenta analítica utilizada foi a Bibliometria, que é uma técnica de
pesquisa que já vem sendo usada com muito êxito no âmbito da Biblioteconomia,
mas que trabalha com a quantificação de indicadores científicos e, por isso, pode
ser igualmente aplicada a outras áreas do conhecimento humano (GLANZEL,
2009).
O acervo é composto por 1.714 livros. A escolha deste corpus se deu pelos
seguintes motivos: a) o material selecionado serviu de subsídio à feitura do
Trabalho de Conclusão do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do
Pará de uma das autoras deste trabalho; b) o acervo é bastante consultado por
pesquisadores e precisa ser estudado em detalhe para que possamos atender
mais satisfatoriamente nossos clientes.
Resultados E Discussões
Em relação aos autores mais presentes no acervo estudado, destacam-se:
Literatos, como: (Vitor Hugo (42), Monteiro Lobato (11), Lima Barreto (17), Ilya
Ehremburg (7), Jorge Amado (7), Stefan Zweig (7), e Emile Zola (5); Políticos
(Lenin, Gorbachev, Fidel Castro, Stalin), e Filósofos (Marx, Engels, Gramsci); ou
seja, autores emblemáticos do pensamento de esquerda.
Gráfico 1 – Autores mais frequentes no Acervo Raimundo Jinkings.

No que se refere às editoras, as obras constantes no acervo Jinkings
pertencem às editoras: Brasiliense (148), à Progresso (109), à Alfa-Omega (61), à
Global (60) dentre outras, percebe que o eixo aglutinante deve-se ao fato destes
estabelecimentos possuírem suas linhas editoriais voltadas às áreas de Ciências
Humanas, Letras e Artes e Ciências Sociais Aplicadas (Ver Gráfico 2).

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Gráfico 2 – Editoras mais presentes no Acervo Raimundo Jinkings

Do ponto de vista cronológico (Ver gráfico 3), a pesquisa identificou que os
anos de publicações mais frequentes se concentraram entre as décadas de 60,70
e 80, que historicamente compreendem ao período da Ditadura Militar brasileira e
seu consequente período de abertura política.
Gráfico 3 – Anos de publicações mais recorrentes no Acervo Raimundo Jinkings
1000

815

800
600

423

400

244

200

48

7

5

2

83

52

33

2

0
A -1800 B - 1920 C - 1930 D - 1940 E -1950 F - 1960 G - 1970 H - 1980 I - 1990 J - 2000 K - 2010

Quanto às temáticas predominantes, destacam-se: a Ciência Política, as
Ciências Sociais e a Economia. Entretanto percebe-se que o Jornalismo ocupa um
lugar de destaque na coleção, infere-se que Jinkings cultivava obras nesta área
porque ele era o editor do jornal A Voz da Unidade, por meio do qual ele
atualizava os operários sobre seus direitos e as mudanças no mundo do trabalho.
Gráfico 4 – Temáticas predominantes no Acervo Raimundo Jinkings
400
300
200
100
0

341

318

306
202

87

18

45

104

36

92

153
12

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Considerações Finais
Com base no exposto percebe-se que estudos sobre o acervo particular do
ativista Raimundo Jinkings foram bastante elucidativos, pois pontuaram alguns
aspectos basilares para a compreensão do arcabouço intelectual deste eminente
livreiro, responsável por inocular o pensamento esquerdista no norte do Brasil.
Apesar do assunto ser centrado na seara biblioteconômica, nota-se que
outras áreas do conhecimento, tais como: Ciências Políticas, Ciências Sociais
Economia, Educação, Letras e Jornalismo também podem fazer uso de técnicas
bibliométricas a fim de selecionar literatura clássica pertinente aos seus estudos,
principalmente se considerarmos um acervo tão rico e eclético como o de
Raimundo Jinkings.
Ressalta-se que o bibliotecário precisa permanentemente fazer estudos
dessa natureza em coleções especiais, para que possa se familiarizar ainda mais
sobre a vida e a obra dos antigos proprietários do material bibliográfico que está
sob sua gerência, possibilitando um atendimento mais customizado aos futuros
consulentes.
Referências
BRASIL, Jocelyn. Entre as letras e as baionetas. Rio de Janeiro: Jotanesi
Edições, 1995.
GLÄNZEL, Wolfgang. History of bibliometrics and its present day tasks in
research evaluation. 2009. Disponível em: www.kawax.cl/observatorio/Indicadore
s_20060116/ppt/WolfgangGlanzel.ppt. Acesso em: 18.05.2017. 50 slides
JINKINGS, Isa. Seminário “Raimundo, relato de vida”. Belém: XVII Feira Panamazônica do Livro, 04 maio 2013.
OLIVEIRA, Alfredo. Cabanos &amp; Camaradas. Belém: [s.n.], 2012.
PEREIRA, João Carlos. Um amigo dos livros e um livro perdido. O Liberal, Belém,
22 fev. 2010. Caderno Magazine, p. 1.
VIDAL, Elizabete de Lemos; SALES, Germana Maria Araújo. Entre livros e
leitores: o livreiro de Belém. In: SALES, Germana Maria Araújo; FURTADO, Marlí
Tereza. (Orgs.). Linguagem e Identidade Cultural. João Pessoa: Idéia, 2009.

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