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                  <text>Análise da utilização dos periódicos de acesso aberto de uma base
de dados assinada pela Biblioteca Universitária da UFSC

Edson Mario Gavron (UFSC) - edson.gavron@ufsc.br
Fabio Lorensi do Canto (UFSC) - fabio.lc@ufsc.br
Resumo:
Acessar a informação científica é a base para o progresso da ciência. Os periódicos científicos
nesse contexto são amplamente utilizados pelos pesquisadores, porém o acesso a esse
conteúdo se tornou muito caro, devido ao aumento dos preços desses periódicos. O acesso
aberto surge como uma alternativa nesse contexto, que contribui para democratizar o acesso a
conteúdos científicos. Existem várias revistas de acesso aberto disponíveis e parte delas são
indexadas em bases de dados, no entanto, estas bases cobram para disponibilizar o acesso.
Neste contexto, buscou-se investigar e conhecer o percentual dentro dos artigos baixados de
uma base de dados assinada pela Biblioteca Universitária da UFSC, quais são de acesso
aberto. Como método foi utilizado o relatório Counter para descobrir quais títulos de
periódicos que receberam download e dentre esses, utilizou-se o diretório UlrichsWeb para
pesquisar quais são de acesso aberto. A pesquisa resultou que aproximadamente ¼ do
conteúdo baixado possui acesso aberto. Desta forma, conclui-se que os critérios de seleção dos
provedores devem ser mais cautelosos, uma vez que os artigos de acesso aberto podem ser
encontrados em outras fontes de pesquisa, sem necessidade de pagamento, para tanto
sugere-se maiores estudos sobre o tema.
Palavras-chave: Fontes de Informação - Gestão. Acesso Aberto - Periódicos. Informação
científica.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�1 Introdução
O acesso à informação científica tem uma contribuição importante no
desenvolvimento da ciência, pois, por meio desta que é possível conhecer o
que está sendo divulgado no mundo pelos pesquisadores. Quanto mais
atualizada for essa informação, maior a sua relevância para os pesquisadores,
promovendo um melhor diálogo entre eles.
Para Kuramoto (2006, p.91) “[...] a informação científica [é como]
insumo básico para o desenvolvimento científico e tecnológico de um país.
Esse tipo de informação, resultado das pesquisas científicas, é divulgado à
comunidade por meio de revistas”.
Os periódicos científicos são canais de comunicação muito utilizados
pelos pesquisadores. É por meio das revistas que os pesquisadores se
comunicam e validam suas pesquisas perante a comunidade científica. Evitam
que uma mesma pesquisa seja realizada duas vezes, poupando tempo e
recursos financeiros. (GUEDON, 2001).
Esse canal cumpre sua função, de forma satisfatória, para comunicação
cientifica, porém, a dependência dos pesquisadores em relação a estas
revistas é um dos problemas que pode ser observado. Desse modo, quem
administra os periódicos, principalmente os de maiores impactos científicos,
detém grande influência e domínio desse meio de comunicação.
Atualmente, o domínio de um pequeno grupo de empresas comerciais
é alarmante. As quatro principais editoras que publicam periódicos nas áreas
de Ciência Naturais e Saúde, Humanas e Sociais são a Reed-Elsevier, WileyBlackwell, Springer e Taylor &amp; Francis. Elas são responsáveis pela publicação
de quase 50% de toda a produção científica dessas áreas indexadas na Web of
Science. (LARIVIÉRE; HAUSTEIN; MONGEO, 2015).
A concentração de periódicos em um pequeno grupo de editoras
proporcionou a estas um domínio desse mercado. Não suficiente de terem
clientes fidelizados, o valor para ter acesso a assinaturas aumentou de forma
significativa no decorrer das renovações, chegando a um ponto que até mesmo
os países que investem alto em produção científica encontram dificuldade para
manutenção das assinaturas, o que popularizou como a crise dos periódicos.
(KURAMOTO, 2006, p. 92).
No final do século XX e início século XXI, com o surgimento cada vez
mais presente de serviços oferecidos pela internet, os periódicos entraram
nessa tendência, com surgimento das edições eletrônicas. Algumas iniciativas
foram criadas para combater a hegemonia das editoras e propor uma
alternativa de publicação para os pesquisadores. Uma dessas iniciativas foi a
criação de periódicos de acesso aberto, sendo que algumas, como a PlosOne,
conseguiram atingir bons resultados de impacto. (GUEDON 2010).
A forma de distribuição dos periódicos também sofreu alteração, seu
acesso agora é realizado através da internet. Algumas empresas se
especializaram em concentrar os periódicos numa única plataforma de busca e
disponibilizá-los por meio de assinaturas. Seu principal cliente são as
bibliotecas, no entanto, nesse pacote de conteúdo, não existe apenas
conteúdos pagos, encontra-se periódicos de acesso aberto. Entre o total de
periódicos científicos que receberam indicativo de download de artigos pelos
usuários da Biblioteca Universitária da UFSC qual percentual é de acesso
aberto?

�Assim, a pesquisa analisou o relatório do uso de um mês de um dos
provedores de conteúdo assinado pela Biblioteca Universitária da UFSC, com a
finalidade de identificar, entre o total de periódicos acessados pelos usuários,
qual o percentual de revistas é de acesso aberto.
2 Metodologia
Foram analisados dados do relatório Counter, coletados através do
espaço de administrador de uma das bases de dados assinadas pela
biblioteca, que apresenta o número de textos com download. O período
analisado foi o mês de junho de 2016, que obteve um registro de 955
downloads, destes distribuídos em 502 títulos de revistas. Alguns títulos foram
descartados, por serem anais de evento, ficando um total de 492 periódicos e
917 downloads.
Para obter a informação se a revista era de acesso livre, foi pesquisado
no diretório UlrichsWeb, utilizando o ISSN como termo de busca. O UlrichsWeb
dispõe de um ícone para sinalizar quando a revista é de acesso aberto, e
também informa o valor da assinatura das revistas, nestes casos optou-se por
não entrar na página do periódicos. Os títulos que não havia valor da
assinatura na plataforma consultada, buscou na página da revista para
conhecer se eram de acesso aberto ou não.
Com os dados levantados, identificou-se dois grupos de periódicos: os
de acesso aberto e os de acesso por assinatura. Os dados foram analisados
por meio de gráficos e quadros, descritos para melhor compreensão das
variáveis expressas.
3 Resultado e discussão
O universo da pesquisa foi de 492 títulos de periódicos, os quais
receberam ao menos um indicativo de download. Destes, 134 títulos são de
acesso aberto, o que representa um total de aproximadamente 27% dos títulos
utilizados. No gráfico 1 é possível verificar sua representação comparado com
os títulos de acesso restrito.
Gráfico 1 – Percentual de títulos de acesso restrito e acesso aberto

100
80

72,76

60

Total de Títulos
Acesso Aberto

40
20

Total de Títulos
Acesso Restrito

27,24

0
Total Títulos
Fonte: Elaborado pelo autor

No gráfico 2, é possível verificar o percentual de artigos de acesso
aberto, comparados com os artigos de acesso pago. A quantidade de artigos

�de acesso restrito utilizado é superior ao de artigo de acesso livre. No entanto,
o percentual dos títulos, apresentado no gráfico 1 é quase o mesmo que
percentual de downloads de artigos. Se compararmos com estudo de Abadal
(2012) o qual analisou 92 mil títulos de periódicos, e encontrou que desses 12
por cento das revistas são de acesso aberto. Pode-se verificar que mesmo as
revistas de acesso aberto que tem uma menor quantidade de títulos publicados
mundialmente, recebem alto nível de download. Essa constatação foi apoiada
na afirmação de Droescher e Silva (2015), que o acesso aberto possibilita uma
maior probabilidade de uso dos artigos.
Gráfico 2 - Total de artigos baixados e tipo de acesso
22%

78%

Total Artigo Acesso Aberto
Fonte: Do autor

Apresenta-se abaixo, dois quadros contendo os 10 títulos de periódicos
de acesso aberto com artigos mais baixados pelos usuários e os títulos de
acesso pago com artigos que mais receberam download.
Quadro 1- Periódicos de acesso aberto mais utilizados
Periódicos Acesso Aberto
Journal of artificial societies and
social simulation
Cuadernos de Desarrollo Rural
Revista de Administração
Mackenzie
Acta Scientiarum Polonorum:
Oeconomia (Ekonomia)
Base
China Business Review
Dental Research Journal
International Journal of
Environmental Research and
Public Health
Revista internacional de
medicina y ciencias de la
actividad física y del deporte
Revista Universo Contabil
Fonte: Elaborado pelo autor

Editora
University of Surrey, Department of
Sociology
Pontificia Universidad Javeriana

País
Reino Unido
Colômbia

Universidade Presbiteriana Mackenzie

Brasil

Wydawnictwo SGGW

Polônia

Universidade do Vale do Rio dos Sinos
China Business Review
Isfahan University of Medical Sciences

Brasil
Estados Unidos
Irã

Molecular Diversity Preservation
Internationa

Suíça

CV Ciencias del Deporte RedIRIS

Espanha

Universidade Regional de Blumenau

Brasil

No quadro acima constatou-se que o Brasil foi o país que mais apareceu
com títulos publicados, seguido por Reino Unido, Colômbia, Polônia, Espanha,
Estados Unidos, Irã e Suíça. Esses são também os principais países que têm
publicação em acesso aberto. (ABADAL, 2012).

�No quadro abaixo, estão os 10 títulos de periódicos pagos mais
baixados, e entre eles, encontra-se a Taylor &amp; Francis, que segundo Lariviére,
Haustein e Mongeo (2015), está entre a quatros principais editoras mundiais
(Reed-Elsevier, Wiley-Blackwell, Springer e Taylor &amp; Francis), as quais juntas
publicam aproximadamente 50% dos conteúdos científicos na Web of Science.
Cabe ressaltar que mesmo não listadas no quadro abaixo, essas editoras são
as que detêm os maiores números de títulos com acesso pago utilizados nesse
estudo.
Com base nestes dados, pode-se deduzir que quem detém o controle
dessas publicações, tem uma maior probabilidade de ser utilizado pelos
pesquisadores. Por este motivo é importante refletir sobre os indicadores
métricos de uso, pois a hegemonia sobre o controle dos periódicos pode
influenciar para maiores índices de uso, muitas vezes sendo sinônimo de
qualidade do periódico e consequentemente um aumento do valor da
assinatura ou submissão dos artigos.
Quadro 2 - Periódicos de acesso restrito mais utilizados
Periódico Acesso Restrito

Journal of Advertising
Women's Wear Daily - WWD
AHFS
Journal of Advertising Research
Journal of Marketing
Administrative Science Quarterly
Journal of sport rehabilitation
Water Science and Technology: A Journal of the
International Association on Water Pollution
Research
Journal of Marketing Research
Research Technology Management

Editora

Taylor &amp; Francis
Conde Nast Publications
AHFS

World Advertising Research Center
American Marketing Association
Sage Publications
Human Kinetics Publishers, Inc.
IWA Publishing
American Marketing Association
Taylor &amp; Francis

Fonte: Elaborado pelo autor.

4 Considerações finais
A grande maioria das publicações são em periódicos de acesso restrito,
no entanto, as iniciativas de acesso aberto vem crescendo e ganhando espaço
no meio editorial de periódicos. Para se ter acesso a informação científica,
insumo indispensável ao desenvolvimento da ciência, as instituições assinam,
com provedores de conteúdos ou com as próprias editoras o licenças de uso
desses conteúdos.
Contudo, pode-se observar que parte desse conteúdo disponibilizado é
de acesso aberto, que nessa pesquisa representou aproximadamente ¼ do
conteúdo que receberam download. Número significativo para atentarmos a
essa questão, principalmente dentro dos critérios de seleção desses
provedores, já que os artigos em acesso aberto são encontrados em outras
fontes de pesquisa.
Assim, é importante ressaltar a realização de maiores estudos sobre
esse tema, já que esse trabalho não analisou os periódicos de publicação
híbrida ou títulos de revistas assinadas pelo Portal de Periódicos Capes.
Conteúdos dessa natureza são acessíveis pela comunidade científica tendo

�vinculo à instituições credenciadas ou não, e podem receber pagamento
duplicado caso a instituição que assina esse conteúdo não refletir sobre esse
contexto.
Essa pesquisa analisou a realidade da Biblioteca Universitária da UFSC,
sendo relevante realizar novos estudos para subsidiar uma maior compreensão
do tema.
Referências
ABADAL, Ernest. Acceso abierto a la ciència. Barcelona: Editorial UOC, 2012.
(Colección El profesional de la información). Disponível em:
&lt;http://diposit.ub.edu/dspace/bitstream/2445/24542/1/262142.pdf&gt; Acesso em:
5 jun. 2017.
DROESCHER, Fernando Dias; SILVA, Edna Lúcia. O acesso aberto e o uso da
informação científica. Investigación Bibliotecológica: Archivonomía,
Bibliotecológica e Información, v. 29, n. 65, p. 161-194, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0187358X16000204?via%3D
ihub&gt; Acesso em: 10 jul. 2017.
GUÉDON, Jean-Claude. Acesso Aberto e divisão entre ciência predominante e
ciência periférica. In: FERREIRA, Sueli Mara; TARGINO, Maria das Graças
(Org.). Acessibilidade e visibilidade de revistas científicas eletrônicas. São
Paulo: Editora São Paulo, 2010.
GUÉDON, Jean-Claude. Oldenburg's Long Shadow: Librarians, Research
Scientists [...], Washington: Association of Research Libraries. 2001.
Disponível em:
&lt;http://www.arl.org/resources/pubs/mmproceedings/138guedon.shtml&gt;. Acesso
em: 07 abr. 2017.
KURAMOTO, Hélio. Informação científica: proposta de um novo modelo para o
Brasil. Ci. Inf., Brasília , v. 35, n. 2, p. 91-102, Aug. 2006 . Disponível em:
&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010019652006000200010&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. Acesso em: 27 jun. 2017.
LARIVIÉRE, V.; HAUSTEIN, S.; MONGEO, P. The oligopoly of academis
publishers in the digital era. PLOS One, v. 10, n.6, 2015. Disponível em:
&lt;http://www.plosone.org/article/fetchObject.action?uri=info:doi/10.1371/journal.
pone.0127502&amp;representation=PDF&gt;. Acesso em: 21 jan. 2016.

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