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                  <text>A Biblioteca digital de Juventude : implantação
Jaqueline Rodrigues Jesus (IBICT) - jaque1906@gmail.com
Ingrid Torres Schiessl (Ibict) - ingridschiessl@gmail.com
Priscila Rodrigues dos Santos (DF) - cilaa.rodrigues@gmail.com
Lucas Angelo Silveira (UNB) - lucas.angel9@gmail.com
Milton Shintaku (IBICT) - milton.shintaku@gmail.com
Resumo:
Com a mudança do impresso ao digital e as leis que garantem o acesso à informação, cria-se
um cenário propício para o desenvolvimento de Bibliotecas Digitais (BD) que apoiam a
disseminação da informação. Dessa forma, este estudo descreve a implementação da
Biblioteca Digital de Juventude da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), vinculada à
Secretaria de Governo da Presidência da República, apresentando seus aspectos de seleção de
software, customização, organização do acervo e adaptação de sua interface. Contribui-se com
as discussões sobre as Bibliotecas Digitais e Repositórios em órgãos governamentais.
Palavras-chave: Software livre. Dspace. Memória técnica. Políticas públicas de juventude.
Eixo temático: Eixo 3: Gestão de bibliotecas: aquisição e tratamento de materiais no
ambiente físico e virtual, curadoria digital, coleções especiais,
desenvolvimento de serviços e produtos inovadores, bibliotecas digitais e
virtuais, portais e repositórios, acesso aberto.

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�INTRODUÇÃO

Com a mudança do impresso ao digital e as leis que garantem o acesso à
informação, cria-se um cenário propício ao desenvolvimento de Bibliotecas Digitais
(BD), na medida em que são sistemas informatizados que apoiam a disseminação
da informação, operando na web. Como descreve Cunha (1999), biblioteca digital
possui característica de ser acessível pela web, possibilitado acesso ao documentos
completos, por meio de coleções organizadas.
Conforme apresentado por Sayão (2009), as possibilidades reais e
imaginárias das BDs criam expectativas que dificultam a sua implementação, tendo
em vista que a abrangência das definições impactam no planejamento das
funcionalidades a serem desenvolvidas, assim, cada instituição deve ajustar as
definições e funcionalidades para atender às suas necessidades, de forma a obter
melhores resultados.
Nas instituições acadêmicas, as BDs são utilizadas para dar visibilidade a
sua produção, como relatado por Sayão (2009), sendo um instrumento para
diminuição das desigualdades informacionais. Para órgãos de governo, por sua vez,
podem

ser

instrumentos

para

satisfazer

as

necessidades

de

acesso

à

documentação governamental, como fonte primária, diferentemente das BDs
acadêmicas.
Dessa forma, o objetivo do presente estudo é relatar a implementação da
Biblioteca Digital de Juventude (BDJuv), nos seus aspectos de seleção do software,
customização, organização do acervo e adaptação da interface. Contribuindo com
as discussões sobre as BDs e Repositórios em órgãos de governo, pois como relata
Macedo, Shintaku e Brito (2015), muitos órgãos governamentais possuem BDs,
requerendo estudos que apoiem o desenvolvimento de melhores práticas e o
compartilhamento de experiências.

RELATO DE EXPERIÊNCIA

Criada em 2004, a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), vinculada à
Secretaria de Governo da Presidência da República (SGPR), tem a tarefa de
formular, coordenar, integrar e articular políticas públicas para a juventude, além de
promover programas de cooperação com organismos nacionais e internacionais,

�públicos e privados, voltados para as políticas juvenis. O programa Participatório, é
um ambiente virtual interativo concebido para estimular os jovens a participarem
ativa e diretamente da construção de políticas públicas de juventude, nele foi
idealizada a BDJuv, que tem como objetivo reunir, disponibilizar e dar visibilidade
mundial num único local à produção bibliográfica e institucional da SNJ e do
Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), além das produções sobre juventude
depositadas nos repositórios de universidades. Contribuindo para a ampliação da
importância destas instituições, dos seus funcionários, consultores, pesquisadores e
técnicos, bem como o impacto no desenvolvimento das ações, além da preservação
da memória das políticas públicas de juventude.
A implantação da BDJuv é um dos produtos do projeto firmado entre a SNJ e
o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), com início em
2015 e data prevista para conclusão no ano de 2019, que para preservar e
disseminar o acervo bibliográfico instalou um sistema informatizado com
funcionalidades alinhadas às características apresentadas por Cunha (1999) e
Sayão (2009).
Para desenvolver tal atividade, foi selecionado o software livre DSpace,
desenvolvido inicialmente para o Massachussets Institute of Technology (MIT) pela
Hewlett-Packard (HP) e posteriormente mantido pela organização sem fins
lucrativos DuraSpace1. Tansley et al (2003) descrevem o DSpace como uma
solução para ofertar às instituições e organizações funcionalidades voltadas para
repositórios digitais, bibliotecas digitais principalmente para a preservação a longo
prazo. Com isso, o Dspace dispõe de funcionalidades voltadas ao processamento
técnico de tipologia documental diversas, além de armazenar e dar acesso ao
conteúdo integral. No Brasil, Murakami e Fausto (2013), apresenta o Dspace como
a ferramenta mais utilizada no desenvolvimento de repositórios institucionais
acadêmicos. Macedo, Shintaku e Brito (2015) verificaram que o DSpace também é
utilizado nos órgãos do governo revelando a flexibilidade da ferramenta em adaptarse a diversas finalidades, tanto para repositórios de cunho científico, quanto para a
disseminação de documentação governamental, como as memórias técnicas.
Entende-se por memória técnica, como disposto por Camargo (2002), consistindo
na reunião de saberes registrados, voltados ao apoio do grupo que o reuniu para

1

http://duraspace.org

�seu aperfeiçoamento. Dessa forma, o BDJuv2, preserva e disponibiliza a
documentação técnica e científica gerada no âmbito da Secretaria.
O acervo foi organizado de forma flexível, de forma a estar preparado para
uma possível diversificação de assuntos, visto a transversalidade dos temas
tratados pela SNJ (figura 1). Possui apenas três comunidades, denominadas Ações
Institucionais, Nacionais e Internacionais, ficando para as subcomunidades e
coleções completar a classificação dos documentos. Optou-se por simplificar a
estrutura de comunidades e coleções, investindo na recuperação por facetamento.
Figura 1- Estrutura informacional da BDJuv

Fonte: Dos autores, 2017.

A Comunidade Ações Institucionais reúne a produção intelectual da
Secretaria, além de resgatar o histórico da Instituição, com todos os resultados dos
trabalhos desenvolvidos, ações, atividades, projetos e programas de todo o
conteúdo produzido, contribuindo para o aumento de sua credibilidade e visibilidade.
A Comunidade Ações Internacionais reúne os documentos oficiais e
publicações da Organização das Nações Unidas (ONU), relacionadas à juventude.
Como também das publicações editadas, por outros organismos internacionais que
fazem parte do Sistema ONU e da Organização Iberoamericana de Juventude (OIJ).
2

http://juventude.gov.br/biblioteca

�A Comunidade Ações Nacionais reúne documentos cujas características não
justificam sua inclusão em coleções separadas, reunindo os trabalhos e documentos
publicados sobre juventude no Brasil, exceto os publicados pela/em parceria com a
SNJ.
Poucos metadados foram utilizados nos formulários de entrada, na medida
em que o acervo se apresenta majoritariamente documental e utiliza-se a indexação
do texto completo, de forma que todas as palavras do texto torna-se um ponto para
recuperação do documento. Com isso, grande parte dos metadados são utilizados
para gerar serviços, como os facetamentos e futuramente gerar indicadores.
A BDJuv não implementa auto depósito em suas políticas, devido à restrição
na abrangência da biblioteca. Todos os documentos tem sua entrada efetuada pela
equipe do Centro de Documentação e Pesquisa em Políticas Públicas de Juventude
(CedocPPJ), na medida em que, diferentemente dos documentos científicos, os
documentos do acervo do repositório requer tratamento técnico diferenciado sem
padrão vigente.
Para sua interface adotou-se um leiaute mas simplificado valendo-se de
imagens, o uso de recursos como figuras tem intuito de tornar a biblioteca mais
atraente aos jovens. A estrutura das comunidades e coleções foi escolhida para ser
simples e intuitiva e, também, capaz de se fundir a outras bibliotecas digitais. Uma
vez que, no início do projeto a SNJ estava migrando para o extinto Ministério das
Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, que
atualmente se chama apenas Ministério dos Direitos Humanos, por isso a estrutura
foi idealizada para ser flexível e compatível.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

As bibliotecas digitais revelam ser ferramentas importantes nas organizações
governamentais, pois esse sistema de informação, muitas vezes, são responsáveis
pela preservação e disponibilização da memória técnica da instituição. Uma vez
que, os órgãos públicos precisam se adequar a legislação, que prevê a
disponibilização e acesso da informação ao público.
Isto posto, a SNJ procura ofertar à sociedade uma biblioteca especializada
em juventude e políticas públicas, de modo a se tornar uma referência sobre o
tema. O uso do software livre Dspace auxilia na organização, preservação,

�recuperação e disseminação dessas informações para os interessados por essa
temática, os permitindo autonomia e ampliando as condições de busca,
disponibilidade e recuperação, de maneira globalizada e qualitativa.
O estudo ainda destaca a importância de equipes multidisciplinares na
implementação de sistemas informatizado, pois o êxito da Biblioteca Digital de
Juventude se deve a participação de toda a equipe na instalação e customização.

REFERÊNCIAS
CUNHA, Murilo Bastos da. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da
Informação, [S.l.], v. 28, n. 3, dec. 1999. ISSN 1518-8353. Disponível em:
&lt;http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/829/861&gt;. Acesso em: 05 jun. 2017.
doi:http://dx.doi.org/10.18225/ci.inf..v28i3.829.
CAMARGO, Célia Reis.. Experiências inovadoras de educação profissional: memória
em construção de experiências inovadoras na qualificação do trabalhador (1996-1999). São
Paulo: Unesp, 2002.

MACÊDO, Diego José; SHINTAKU, Milton; BRITO, Ronnie Fagundes. Dublin core usage for
describing documents in Brazilian government digital libraries. In: International Conference
On Dublin Core And Metadata Applications. 2015. p. 129-135. Disponível em:
&lt;http://dcpapers.dublincore.org/pubs/article/view/3768/1958&gt;. Acesso em: 05 jan. 2017.

MURAKAMI, Tiago Rodrigo Marçal; FAUSTO, Sibele. Panorama atual dos repositórios
institucionais das instituições de ensino superior no Brasil. InCID: Revista de Ciência da
Informação e Documentação, v. 4, n. 2, p. 185-201, 2013. Disponível em:
&lt;http://www.revistas.usp.br/incid/article/view/69327/71820&gt;. Acesso em: 06 ago. 2016.
SAYÃO, Luis Fernando. Afinal, o que é biblioteca digital?. Revista USP, n. 80, p. 6-17,
2009. Disponível em: &lt;http://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/13709&gt;. Acesso em:
06 abr. 2017.

TANSLEY, Robert et al. The DSpace institutional digital repository system: current
functionality. In: Proceedings of the 3rd ACM/IEEE-CS joint conference on Digital
libraries. IEEE Computer Society, 2003. p. 87-97. Disponível em:
&lt;https://dspace.mit.edu/handle/1721.1/26705&gt;. Acesso em: 15 maio 2017.

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