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                  <text>SATISFAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO EM TRABALHAR EM
BIBLIOTECA ESCOLAR

Gleice Pereira (UFES) - gleiceufes@gmail.com
Patrícia Nogueira Rodrigues Sobrinho (UFES) - patricia.d@hotmail.com
Resumo:
O estudo visa a analisar um discurso presente nos alunos finalistas do Curso de
Biblioteconomia da Universidade Federal do Espírito Santo, que evidenciava certo
distanciamento e até insatisfação em relação a trabalhar em bibliotecas escolares tanto do
setor público quanto do privado. Essa questão despertou o interesse em pesquisar com mais
profundidade se o discurso apregoado pelos alunos finalistas era uma realidade dos
bibliotecários que atuavam na área. A hipótese mais provável em relação a estar satisfeito ou
insatisfeito com o trabalho perpassa por questões da baixa remuneração e da falta de
reconhecimento por parte dos gestores. O estudo objetiva identificar se os bibliotecários estão
satisfeitos/insatisfeitos em trabalhar em bibliotecas escolares, conhecer os incentivos dados a
esse profissional no local em que atua e analisar se as funções são desempenhadas de forma
semelhante nas escolas públicas e privadas. Buscou-se ouvir a opinião do próprio bibliotecário
que trabalha nesse nicho do mercado. Optou-se por um estudo de cunho quantitativo. Para o
levantamento de dados, fez-se visita in loco às bibliotecas analisadas e, como instrumento de
coleta de dados, foi utilizado o formulário. Das questões impostas aos bibliotecários do setor
público e do privado, conclui-se que a insatisfação dos profissionais lotados em instituições
públicas tem relação com o salário e a falta de reconhecimento da profissão. Por outro lado, os
indivíduos das instituições particulares disseram ter as condições necessárias de trabalho.
Palavras-chave: Biblioteca escolar. Satisfação/insatisfação no trabalho. Bibliotecário escolar.
Eixo temático: Eixo 2: 3º Fórum Brasileiro de Biblioteconomia Escolar: pesquisa e prática.

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�Eixo Temático: Eixo 2: Fórum Brasileiro de biblioteconomia Escolar: pesquisa
e prática.
INTRODUÇÃO
Dentre as diferentes áreas de trabalho para atuação do bibliotecário, a biblioteca
escolar é uma das que mais ofertam e possibilitam ao profissional a colocação em
um posto de trabalho. Esses dados são evidenciados no município da Grande Vitória
no Espírito Santo, com base na solicitação ao Departamento de Biblioteconomia da
Universidade Federal do Espírito Santo e nos anúncios de editais de emprego
publicados na impressa local. Além disso, há a exigência da Lei nº 12.244, de 24 de
maio de 2010, que determina que, no prazo de dez anos, todas as instituições de
ensino, públicas e privadas do país, deverão possuir bibliotecas. Seguramente, se
houver o cumprimento da lei, será um setor que trará muitos empregos.
No entanto, durante três anos, foi feito um acompanhamento dos alunos dos últimos
períodos em disciplinas que envolviam o ingresso deles no mercado de trabalho e
pudemos perceber, em diálogos com eles, um discurso que evidenciava certa
insatisfação e distanciamento em relação a trabalhar em bibliotecas escolares tanto
do setor público quanto do privado. Visto com parcimônia essa questão, um dos
setores que mais empregam é o de menor atrativo para os alunos. Qual a razão
desse antagonismo?
Diante disso, procurou-se analisar com mais profundidade se o discurso apregoado
pelos alunos finalistas era uma realidade dos bibliotecários que atuavam na área. A
hipótese mais provável em relação a estar satisfeito ou insatisfeito com o trabalho
perpassa pela questão da baixa remuneração. Assim, objetivando identificar se os
bibliotecários estão satisfeitos/insatisfeitos em trabalhar em bibliotecas escolares,
conhecer os incentivos dados a esses profissionais no local em que atuam e analisar
se as suas funções são desempenhadas de forma semelhante nas escolas públicas
e privadas, buscou-se ouvir a opinião do próprio bibliotecário que atua nesse nicho
do mercado.
As atividades profissionais preenchem o cotidiano de cada ser, no entanto nem
sempre o labor leva o indivíduo a ter satisfação com o faz. Segundo Siqueira
(2008), o tema satisfação no trabalho está diretamente ligado à qualidade de vida no
ambiente, ou seja, ao bem-estar físico e à felicidade do trabalhador. A satisfação no
trabalho “[...] é um tema que interessa não só aos pesquisadores, mas
especificamente aos gestores que buscam conferir a adequação de suas políticas e
práticas de gestão” (SIQUEIRA, 2008, p. 267).
Para trabalhar satisfeito, não é suficiente ter somente um bom salário; é preciso
dispor de recursos que possibilitem a realização das atividades a serem
desempenhadas. É necessário que haja a participação de toda a equipe de trabalho,
para o bom andamento e divulgação desse meio de disseminação do conhecimento,
que é a biblioteca escolar.
Carlotto e Câmara (2008) constituíram-se como base teórica para a discussão dos
dados. Segundo esses autores:
Por sua complexidade, a satisfação no trabalho tem sido definida de
diferentes maneiras, dependendo do referencial teórico adotado. Um
dos modelos mais utilizados na literatura sobre o tema é o de Locke
(1976, 1984) que determina que os elementos causais da satisfação

�no trabalho estão relacionados ao seu conteúdo, às possibilidades de
promoção, ao reconhecimento, às condições e ambiente de trabalho,
às relações com colegas e subordinados, às características da
supervisão e gerenciamento e às políticas e competências da
empresa ( CARLOTTO; CÂMARA, 2008, p. 204).

Assim, buscamos compreender como são as realidades vividas pelos profissionais
que se dispõem trabalhar nesses locais tão iguais pelos seus objetivos, mas tão
diferentes pela sua realidade. É possível que um bibliotecário tenha o mesmo grau
de satisfação em trabalhar em escola particular e em escola pública? O mundo vive
em constantes mudanças sociais e tecnológicas e nem sempre a biblioteca dispõe
de serviços que acompanhem esses avanços, que requerem recursos financeiros e
mão de obra qualificada, e algumas escolas não têm disponíveis esses recursos
para investir nesse espaço.
Dentro desse contexto, os bibliotecários que trabalham em escolas que
historicamente carregam a pecha de locais sem muitos atrativos não dispõem de
verba e nem têm orçamento próprio, portanto, como podem ter satisfação no
trabalho?
Para Carlotto e Câmara (2008, p. 203),
Satisfação no trabalho é um fenômeno complexo e de difícil
definição, por se tratar de um estado subjetivo, podendo variar entre
sujeitos, de acordo com diferentes circunstâncias, e ao longo do
tempo, para uma mesma pessoa.

Um dos papéis da biblioteca escolar é atender às necessidades dos usuários
assumindo um compromisso de melhora contínua, conforme preconiza a
International Federation of Library Associations/ Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e a Cultura (Ifla/Unesco, 2006, p. 3):
A biblioteca escolar proporciona informação e ideias fundamentais para
sermos bem-sucedidos na sociedade actual baseada na informação e no
conhecimento. A biblioteca escolar desenvolve nos estudantes
competências para a aprendizagem ao longo da vida e desenvolve a
imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos responsáveis.

No entanto, sabe-se, empiricamente, que o condicionante acima citado, além de
muitos outros, ainda não são uma realidade das bibliotecas de escolas públicas e
privadas. Muitas delas permanecem à margem das ações que ocorrem nas escolas.
De acordo com Almeida Júnior e Bortolin (2009, p. 215), a dissociação de fazeres da
biblioteca pode acarretar a “[...] invisibilidade desse centro de recursos e, por
sucessão, esquecimento do livro, abandono da leitura, desprezo pela cultura e
desinteresse pela informação”, além da falta de uma consciência crítica.
Para que a biblioteca escolar exerça o papel de incentivadora da leitura e provoque
a consciência crítica, Côrte e Bandeira (2011, p. 3) afirmam que:
Três elementos são fundamentais: um acervo bem selecionado e
atualizado, que contemple todo tipo de suporte de informação; um
ambiente físico adequado , acolhedor e mediador; a figura do
bibliotecário/professor que surge no processo de leitura, com a
função de atuar produtivamente na seleção do acervo.

�Assim, seria o bibliotecário escolar um herói? A questão fundamental abordada no
estudo, a satisfação ou insatisfação do trabalho em biblioteca escolar – pública ou
privada ─ remete a fatores que muitas vezes extrapolam o modo pela qual os
bibliotecários percebem seu trabalho.
2 CAMINHOS TRILHADOS
A opção por um estudo quantitativo foi pautada nas colocações de Falcão e Regnier
(2000). Segundo esses autores, os dados quantitativos permitem que “[...] a
informação que não pode ser diretamente visualizada a partir de uma massa de
dados poderá sê-lo se tais dados sofrerem algum tipo de transformação que permita
uma observação de outro ponto de vista” (p. 232). Para a amostra dos dados, foram
selecionadas 20 escolas no município de Vitória/ES. Dentre elas, dez com
bibliotecários de escolas públicas e dez com bibliotecários de escolas particulares. A
escolha das escolas foi norteada pelos seguintes critérios: escolas com
bibliotecários em tempo integral, tempo de trabalho do bibliotecário na escola entre
dois e cinco anos, e a escola em que pudesse ser feita a visita in loco, entrevistando
os bibliotecários, sem interferência dos superiores hierárquicos.
Dessa forma, o método utilizado para o levantamento de dados foi a visita in loco às
bibliotecas analisadas. Como instrumento de coleta de dados, utilizou-se o
formulário que foi aplicado pelas pesquisadoras.
3 O QUE DIZEM OS BIBLIOTECÁRIOS ESCOLARES DA ESCOLA PÚBLICA E
DA PRIVADA A RESPEITO DA SATISFAÇÃO NO TRABALHO: RESULTADOS E
DISCUSSÕES
Constatou-se que os bibliotecários, de maneira geral, estão satisfeitos em trabalhar
em bibliotecas escolares. O discurso evidenciado no curso de graduação não
representa necessariamente uma realidade quando ele ingressa no mercado de
trabalho.
Com referência à remuneração, embora os valores salariais pagos pelas escolas
públicas e privadas estejam na mesma faixa, foi evidenciada uma insatisfação maior
no setor público. É importante analisar tais diferenças – que podem implicar a
conduta do trabalhador e levantam uma simples questão: até que ponto o salário
influencia o comprometimento, a satisfação e a motivação do trabalhador?
Quanto ao motivo da escolha em trabalhar em escola, foi possível identificar
diferenças existentes entre bibliotecários de instituições públicas e bibliotecários de
escolas privadas. Percebe-se que, na escola pública, a questão da estabilidade e a
falta de opção de outro local de trabalho foram fatores preponderantes na escolha.
Nesse quesito, observa-se que alguns fatores são vistos como estimulantes na
escola privada, como plano de saúde e gratuidade na mensalidade dos filhos.
Outro fator existente que agrava a insatisfação dos bibliotecários das escolas
públicas é com relação aos professores, pedagogos e diretores que não têm como
prática o incentivo do uso, nem o conhecimento da função da biblioteca. Nas escolas
privadas, o entendimento da função e o incentivo ao uso da biblioteca são condições
sine qua non para os mesmos profissionais terem “sucesso” na escola.
Assim, é evidente a importância da biblioteca para o aprendizado do aluno. Dessa
forma, é de responsabilidade da escola propiciar a vivência do aluno na biblioteca,
que deve possuir meios que o auxilie, com ajuda do bibliotecário que deve estar
capacitado para solucionar suas necessidades informacionais. Segundo Campello
(2003, p. 11):

�A biblioteca escolar é, sem dúvida, o espaço por excelência para promover
experiências criativas de uso de informação. Ao reproduzir o ambiente
informacional da sociedade contemporânea, a biblioteca pode, através de
seu programa, aproximar aluno de uma realidade que ele vai vivenciar no
seu dia-a-dia, como profissional e como cidadão.

Na concepção de Campello (2003, p. 22):
O espaço privilegiado para a pesquisa na escola é a biblioteca escolar,
lugar onde os estudantes têm, desde o início de sua vida escolar,
oportunidade de explorar informações, de selecionar fontes, de elaborar
produtos que reflitam o que aprenderam durante a pesquisa, com a
mediação do bibliotecário, de maneira que aprendam não apenas os
conteúdos, mas o processo, que será aprimorado ao longo de sua
formação.

Sobre a função da biblioteca para a escola, quando o bibliotecário tem participação e
há um entendimento do papel da biblioteca escolar no desenvolvimento intelectual
de seus alunos, o bibliotecário se sente mais satisfeito em relação ao trabalho.
Côrte e Bandeira (2011, p.12) destacam que “[...] a biblioteca escolar não é uma
instituição independente. Ela existe para atender às necessidades de informação da
comunidade escolar [...]”. Com isso, a satisfação do bibliotecário não depende só do
salário ou da infraestrutura, mas também da união dos profissionais que atuam na
escola. É o que torna a biblioteca um lugar de aprendizagem e dinâmico.
Corroborando esse pensamento, percebeu-se que o bibliotecário da instituição
privada tem voz no processo de decisões no que tange a melhorias que envolvem a
biblioteca. Além disso, as escolas tinham investimento anual para a biblioteca, tendo
em vista uma mudança do quadro situacional em que se encontravam. As
bibliotecas particulares têm um nível de excelência mais elevado com relação às
bibliotecas do setor público, o que pode ser justificado pelo elevado grau de
investimentos aplicados por parte desse setor, em uma busca constante da
satisfação de seus clientes, com o intuito de ampliar a demanda pelos seus serviços.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em vista dos argumentos apresentados, conclui-se que bibliotecas públicas e
particulares, apesar de contarem com o mesmo nicho de trabalho, têm inúmeras
diferenças consideráveis.
Ambas têm o papel de atender às necessidades informacionais de seus usuários,
sejam eles parte da comunidade interna, sejam da comunidade externa da escola,
realizando um trabalho comprometido, pois é a partir desse primeiro contato que se
define, nos alunos, o gosto – ou não – pela leitura.
Das instituições aqui estudadas, constatou-se que os bibliotecários que se
encontram em escolas públicas se sentem insatisfeitos com várias questões as
quais são de suma importância para um bom desenvolvimento de uma biblioteca.
Das questões impostas a
lotados em instituições
reconhecimento do papel
insuficientes. Tudo isso é

ambos, conclui-se que a insatisfação dos profissionais
públicas tem relação com o salário, a falta de
da biblioteca no contexto educacional e investimentos
indispensável para o bom funcionamento de qualquer

�biblioteca. Por outro lado, os indivíduos das instituições particulares disseram ter as
condições necessárias de trabalho.
A maioria dos bibliotecários das escolas públicas não se sente satisfeita em
trabalhar em bibliotecas escolares. Estão inseridos nesse ambiente, normalmente,
por falta de opções mais rentáveis, o que não acontece com os bibliotecários de
instituições particulares, já que a maioria se diz satisfeita, gosta de trabalhar com
crianças e tem o desejo de melhoria contínua do trabalho que executam nas
escolas.
É fácil compreender a existência de desvantagens que recaem sobre instituições
públicas, as escolas particulares têm um comprometimento maior com quantidade e
a qualidade dos serviços apresentados ao “seu público alvo”.
REFERÊNCIAS
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essencial mediador de leitura. In: SOUZA, Renata Junqueira de (Org.). Biblioteca
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12244.htm.
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CARLOTTO, Mary; CÂMARA, Sheila Gonçalves. Propriedades psicométricas do
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CARVALHO, Ana Maria Sá de. A biblioteca na escola. Fortaleza, CE: Sesi/Senai,
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SIQUEIRA, Mirlene Maria Matias et al. Medidas do comportamento
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              <text>O estudo visa a analisar um discurso presente nos alunos finalistas do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Espírito Santo, que evidenciava certo distanciamento e até insatisfação em relação a trabalhar em bibliotecas escolares tanto do setor público quanto do privado. Essa questão despertou o interesse em pesquisar com mais profundidade se o discurso apregoado pelos alunos finalistas era uma realidade dos bibliotecários que atuavam na área. A hipótese mais provável em relação a estar satisfeito ou insatisfeito com o trabalho perpassa por questões da baixa remuneração e da falta de reconhecimento por parte dos gestores. O estudo objetiva identificar se os bibliotecários estão satisfeitos/insatisfeitos em trabalhar em bibliotecas escolares, conhecer os incentivos dados a esse profissional no local em que atua e analisar se as funções são desempenhadas de forma semelhante nas escolas públicas e privadas. Buscou-se ouvir a opinião do próprio bibliotecário que trabalha nesse nicho do mercado. Optou-se por um estudo de cunho quantitativo. Para o levantamento de dados, fez-se visita in loco às bibliotecas analisadas e, como instrumento de coleta de dados, foi utilizado o formulário. Das questões impostas aos bibliotecários do setor público e do privado, conclui-se que a insatisfação dos profissionais lotados em instituições públicas tem relação com o salário e a falta de reconhecimento da profissão. Por outro lado, os indivíduos das instituições particulares disseram ter as condições necessárias de trabalho.</text>
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