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                  <text>Parceria Bibliotecário e CRAS na promoção de uma oficina: em
prol da sustentabilidade e renda

Francisco Leandro Castro Lopes (IFCE) - francisco.lopes@alf.ifmt.edu.br
Resumo:
O trabalho aborda a educação sustentável como uma forma de profissionalizar pessoas e gerar
renda, assim qualificar e desenvolver uma atividade que pode gerar uma renda concentrada
apartir do reaproveitamento de materiais antes descartados. Levando indivíduos à geração de
renda permeando ações e obtendo produtos, que são inseridos no caminho do turismo. Com o
uso de materiais reaproveitados, como recipientes de vidro e caixas de leite, contribuindo no
uso sustentável e se direcionando ao ecoturismo, uma atividade voltada para ecologia e
turismo. O uso do método dialético no entendimento das abordagens feitas, sendo pesquisados
os seguintes assuntos: educação sustentável, artesanato e ecoturismo. Foram realizadas
pesquisas através de leituras, usos de mídias e com a participação da comunidade no uso
consciente do meio ambiente. Com a realização das oficinas de materiais recicláveis, uma
atividade de educação profissional, percebe-se que a transformação desses resíduos em
alguma forma de produto artesanal pode ser um possível gerador de renda. Conclui-se que o
ensino do artesanato traz uma grande impulsão social, profissional, econômica e cultural no
âmbito do ecoturismo.
Palavras-chave: Educação sustentável. Artesanato. Renda.
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�Eixo temático: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

ODS: 8

Introdução
O trabalho foca a sustentabilidade com o reaproveitamento de materiais recicláveis como
uma forma de profissionalizar pessoas e gerar renda, caracterizando-se numa educação profissional
que está em desenvolvimento acelerado no país e contém uma visível demanda. A procura dessa
educação tem crescido bastante, como exemplo, podemos citar o artesanato, um tipo de atividade
profissionalizante que tem como propósito qualificar e desenvolver nas pessoas a capacidade de
poder gerar uma renda concentrada dentro da área de sustentabilidade.
O reaproveitamento de materiais, antes descartados, proporciona aos indivíduos a geração da
própria renda, permeando ações e obtendo produtos que são inseridos no caminho do autossustento.
É importante procurar, de maneira não destrutiva, a utilização de materiais orgânicos que a natureza
nos oferece, agindo assim, poderá haver uma relação de beneficiamento real. Pois [...] a informação
para o desenvolvimento sustentável, é uma questão estratégica, ante a importância ecológica e
econômica das reservas de natureza existentes em nosso território (ALBAGLI, 1995).
Horodyski (2007) defende a visão de que projetos turísticos são, com frequência,
relacionados ao artesanato local, considerando que esse produto costuma atrair a atenção dos
visitantes. Ações como: reaproveitar materiais (recipientes de vidro, caixas de lite e jornais);
transformá-los manualmente em produtos artísticos; direcioná-los ao mercado de consumo turístico
por meio de sua comercialização; podem contribuir com a sustentabilidade.
Segundo Marconi (2010), natureza e sociedade formam-se de objetos e acontecimentos
puramente orgânicos conectados entre si, havendo uma dependência entre ambos e, ao mesmo
tempo, condicionando-se mutuamente.
Portanto, o importante é desenvolver nas pessoas o ato consciente do uso do meio ambiente,
no qual estão inseridas, para virem a reaproveitar e reciclar o que for possível, trazendo assim,
benefícios econômicos, culturais e sociais para a sociedade.
Relato de Experiência
A ideia de trabalhar o artesanato como forma de educação sustentável surgiu a partir de um
projeto de extensão intitulado INCENTIVO À EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL PELO IFMT CAMPUS ALTA FLORESTA. O projeto foi desenvolvido em 2015, na cidade de Alta Floresta –
Mato Grosso, pelo Coordenador do projeto e Bibliotecário Francisco Leandro Castro Lopes, com as
colaborações do Professor de Geografia Flávio Lucio Alves, a monitora voluntária da oficina de
materiais recicláveis Lurian Andrade e em parceria com o Centro de Referência da Assistência
Social – CRAS.
A oficina aconteceu no CRAS, no horário das 13 às 15 horas, com total de 12 horas/ aula,

�durante as 04 (quatro) primeiras terças do mês de setembro, sendo inscritos 26 (vinte e seis)
participantes, que eram pessoas atendidas pelo CRAS. Por exemplo, as famílias e indivíduos
beneficiários dos programas de transferências de renda, como o BPC - Benefício de Prestação
Continuada, Bolsa Família e dentre outros frequentadores.
A partir da realização da oficina de materiais recicláveis, mais precisamente uma atividade
de educação ambiental, percebemos que a transformação desses resíduos em alguma forma de
artesanato pode ser geradora de renda, pois o trabalho artesanal (objetos produzidos pelos
participantes da oficina) que se conseguiu, abriu uma possibilidade de ser comercializado e
vendido. Segundo a UNESCO (2005 apud Gadotti, 2010), educação é um elemento indispensável
para que se atinja o desenvolvimento sustentável.
A conscientização dos participantes das oficinas referentes ao reaproveitamento de
materiais, que do lixo vem à confecção de produtos a partir da caixinha de leite (carteirinha para
moeda e dinheiro); dos vidros/ recipientes de extrato de tomate (vidro artesanal e decorativo para
guarda de objetos e alimentos) e com jornal (cestinha decorativa).
Conclusões
Conclui-se que o ensino da confecção do artesanato traz uma grande impulsão social,
profissional, econômica e cultural, podendo ser desenvolvido no âmbito da sustentabilidade,
relacionando duas atividades que estão ligadas às questões ecológicas e sustentáveis. claro que a
segunda mais que a primeira, porém aliadas podem trazer transformações na forma com a qual o
homem lida com a natureza.
Estes resultados demonstram que a realização destes tipos de oficina artesanal pode
desempenhar um papel econômico importante para uma determinada comunidade, com a produção
a partir do reaproveitamento de materiais que antes iam para o lixo, passando a serem geradores de
renda.
Referências
ALBAGLI, Sarita. Informação e desenvolvimento sustentável: novas questões para o século XXI.
Disponível em: &lt;http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/617/619&gt;. Acesso em: 01 set. 2017.
GADOTTI, Moacir. Educar para sustentabilidade: uma contribuição à década da educação para o
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Ed, L, 2009.
HORODYSKI, Graziela Scalize, RUSCHMANN, Doris van de Meene. Artesanato dos Campos
Gerais do Paraná. Revista Eletrônica de Turismo Cultural, n.1, abr. 2007. Disponível em:
&lt;http://www.eca.usp.br/turismocultural/graziela.pdf&gt;. Acesso em: 15 out. 2015.
MARCONI, Marina de Andrade, LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Agências financiadoras
Agradecimentos a Pró - Reitoria de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e

�Tecnologia de Mato Grosso e ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato
Grosso, Campus Alta Floresta.

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