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                  <text>Para além do desenvolvimento sustentável: o conhecimento
científico como instrumento de defesa da Natureza

Angela Maria Moreira Silva (UFRR) - angelsenhora@gmail.com
Marcos Jose Salgado Vital (UFRR) - salvital2@hotmail.com
Lena Vania Ribeiro Pinheiro (IBICT) - lenavania@terra.com.br
Resumo:
O presente estudo trata das caraterísticas do conhecimento científico em Meio Ambiente, cujo
debate se alicerça nas determinações dos acordos internacionais. Como aporte teórico,
discute-se a questão da sustentabilidade para além da noção de desenvolvimento sustentável e
levantam-se perspectivas que podem contribuir para a superação da visão antropocêntrica
sobre a Natureza.
Palavras-chave: Sustentabilidade.
internacionais.

Conhecimento

científico.

Saber

Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

ambiental.

Tratados

�Eixo temático: Eixo 1

ODS: Educação de qualidade

1 Introdução
O presente estudo trata das caraterísticas do conhecimento científico em
Meio Ambiente, cujo debate se alicerça nas determinações dos acordos
internacionais. Como aporte teórico, discute-se a questão da sustentabilidade para
além da noção de desenvolvimento sustentável e levantam-se perspectivas que
podem contribuir para a superação da visão antropocêntrica sobre a Natureza.
A noção de desenvolvimento sustentável surgiu na década de 1980 e tinha
como principal princípio atender às necessidades do presente sem comprometer a
capacidade das gerações futuras de terem as suas necessidades atendidas,
conforme o Relatório Brundtlant (NOSSO...1991). Desenvolvimento sustentável
tinha a intenção de ser um conceito guarda-chuva (CARVALHO, 2013) que se
propunha a reunir governos, sociedade civil, empresários, comunidades
tradicionais, ONGs para construir um novo modelo de crescimento.
O tempo mostrou, porém, que o problema não era só a questão das
necessidades, mas de desejos fortemente incutidos pelo mercado para manter os
altos padrões de consumo. Os governos das grandes potências sempre recuaram
com a pressão dos grupos econômicos de seus países para não assinarem os
acordos ambientais internacionais. Carvalho (2013) diz que já na Eco 92, o então
presidente George Bush deixou claro que o modo de vida norte-americano não
estava ali em questão. O que pareceu quase uma sentença de morte para o meio
ambiente, pois o que se presenciou depois do evento foi o boom neoliberal da
década de 1990 com o aumento do consumo, das emissões de CO2, bem como
do travamento das discussões sobre o clima.
Ainda que se tenham passado quase trinta anos da Conferência de
Estocolmo, na qual a Comissão Brundtlant consagrou a noção de
desenvolvimento sustentável (NOSSO...,1991), os problemas ambientais só vêm
se agravando, inclusive com o aumento brutal da concentração de renda e da
pobreza mundial.
2 Método da pesquisa
A pesquisa bibliográfica foi utilizada como principal técnica de pesquisa
para as discussões teóricas. As fontes de pesquisas foram identificadas pelo
Portal de Periódicos da CAPES, Google Acadêmico e Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações (BDTD). As fontes identificadas foram utilizadas para discutir
perspectivas alternativas de sustentabilidade para além do desenvolvimento
sustentável, como a Ecologia profunda (NAESS, 1973), o movimento Bem Viver
(ACOSTA, 2016) e publicações do movimento indígena, além do papel dos

�acordos internacionais em Meio Ambiente para a produção e disseminação do
conhecimento científico (SCHMIDT; FREITAS, 2012; VARELLA; BARROSPLATIAU, 2009). Para empreender a principal discussão do presente artigo, que
são as características do conhecimento científico em Meio Ambiente, utilizam-se
as obras clássicas de Enrique Leff (2001, 2002, 2010), Edgar Morin (MORIN,
2005, 2007) e Bertha Becker (2010).
O estudo é um recorte da pesquisa de doutorado, intitulada Do saber
ambiental à divulgação científica: o ciclo da produção científica do PRONAT à luz
do paradigma da complexidade, em andamento.
3 Resultados e Discussões
Apresentam-se a seguir os resultados da análise das fontes estudas,
concomitantemente às discussões necessárias.
3.1 CONTRIBUIÇÕES DO CHAMADO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
A noção de desenvolvimento sustentável não conseguiu livrar a Natureza
das imposições de mercado, nem reverter a lógica da exploração ilimitada dos
recursos naturais, além de manter a visão antropocêntrica, até hoje hegemônica e
utilitarista. Por outro lado, possibilitou várias transformações que deram novos
contornos à atuação em Meio Ambiente:
a) surgimento e alinhamento a novas abordagens de sustentabilidade:
A característica guarda-chuva conseguiu inserir nas discussões as
comunidades tradicionais, indígenas e populares, que trouxeram seus
conhecimentos para o enriquecimento do debate. A partir desse processo
foi possível ter acesso a ideias e valores, de matriz comunitária, de povos
que vivem em harmonia com a Natureza como o movimento indígena, o
movimento Bem Viver (ACOSTA, 2016) ou a noção de Ecologia Profunda
(NAESS, 1973). Essas visões subvertem a lógica da exploração e fazem
emergir a noção do cuidar da Natureza, além de disseminarem uma nova
perspectiva de sustentabilidade, pois afastam a visão antropocêntrica,
colocando o homem no mesmo nível de importância dos demais seres da
Natureza e imprimem uma relação não de exploração, mas de afetividade
com o Ambiente;
b) criação de acordos internacionais específicos de sustentabilidade:
as discussões em torno do desenvolvimento sustentável fomentaram a
ampla criação de acordos ou tratados internacionais (SCHMIDT; FREITAS,
2012; VARELLA; BARROS-PLATIAU, 2009). Os países que fazem parte
dos acordos internacionais reconhecem que a degradação do Meio
Ambiente é um problema em comum e passam a incentivar políticas de

�sustentabilidade. Um tratado internacional é criado a partir da constatação
de um problema ambiental que ocorre local, regional ou globalmente, mas
que esteja atingindo pelo menos dois países. Os principais marcos dos
acordos ambientais foram as conferências promovidas pelas Nações
Unidas (ONU): Estocolmo, (1972), Rio de Janeiro (1992), Johanesburgo
(2002), Rio de Janeiro (2012).
As grandes conferências também
fomentaram a realização de convenções e acordos mais específicos como
a Convenção sobre a Diversidade Biológica, a Convenção de Ramsar e o
acordo de Conservação das Aves, para citar aqui alguns acordos vigentes
na Amazônia roraimense;
c) fomento a pesquisas, formação de pessoal e divulgação das informações
científicas:
Todos os acordos internacionais em Meio Ambiente determinaram e
incentivaram a ampla realização de pesquisas científicas e a formação de
pesquisadores, técnicos e comunidades para atuarem localmente de forma
sustentável. Da mesma forma, todos os acordos determinaram a
disseminação e divulgação das informações científicas produzidas junto às
comunidades.
3.2

CARACTERÍSTICAS
AMBIENTE

DO

CONHECIMENTO

CIENTÍFICO

EM

MEIO

Desde o Relatório Brundtlant em Estocolmo (NOSSO...1991) a produção e
divulgação do conhecimento científico em Meio Ambiente são apontadas como
condição essencial para munir a sociedade de informações, que possam reverter
as situações degradantes.
Diante deste fenômeno, o conhecimento científico se apresenta como
mola mestra para garantir a sustentabilidade do planeta. Como afirma (BECKER,
2010, p. 16), a produção do conhecimento e a inovação podem concretizar as
experiências já existentes e “implementar um novo modo de produzir baseado no
conhecimento, capaz de utilizar o patrimônio natural sem destruí-lo e, inclusive, de
alterar as relações sociais e de poder”.
Morin (2005), contudo, alerta que o conhecimento científico fragmentado,
disciplinar e pautado na neutralidade, é um dos grandes responsáveis pela
destruição do planeta, tanto na perspectiva da degradação ambiental como na
perspectiva bélica. Leff (2010) corrobora com Edgar Morin e afirma que pela
primeira vez na história da Terra, a crise pela qual passamos é uma crise de
conhecimento, baseada na superespecialização e visão fragmentada. Tal
abordagem levou ao desconhecimento da Natureza com sua noção de recursos
naturais ilimitados, de segregação social gerada pela apropriação diferenciada do

�conhecimento científico e educativo, de apropriação privada dos saberes
tradicionais e de concentração do poder tecnológico.
Leff (2001, 2002, 2010) defende que deve haver o diálogo entre os
saberes na construção do conhecimento científico tanto no interior da academia,
como no âmbito da sociedade, onde haverá a aliança com os saberes tradicionais
e práticos. Enrique Leff chama esse diálogo de saber ambiental.
Tanto Leff (2001) como Morin (2007) defendem que não há como buscar
soluções para a problemática socioambiental dentro do paradigma cartesiano da
ciência, ora predominante. É preciso colocar em prática o pensar complexo que se
alicerça no diálogo entre saberes científicos, pautados na interdisciplinaridade e
nos saberes tradicionais. A apropriação dos conhecimentos tradicionais e
populares exige que os pesquisadores tenham a responsabilidade de dar um
retorno à sociedade acerca do conhecimento gerado.
É importante lembrar que a disponibilização de informações de cunho
ambiental, voltada para o grande público, ficou concentrada em bibliotecas
especializadas ligadas a instituições públicas e Organizações Não Governamentais
(ONG) ambientais. Essas informações têm uma denominação específica chamada
informação ambiental, que se encaixa plenamente no conceito teórico de saber
ambiental, pois trabalha tanto com o conhecimento científico para especialistas
como com o conhecimento prático e tradicional para o público leigo. A informação
ambiental surgiu a partir da realização da Eco-92, merecendo até um número
especial na revista mais importante para área de Ciência da Informação naquele
momento (CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 1992).
Apesar de dar conta da disseminação e divulgação das informações
científicas e práticas, a informação ambiental não dá conta da produção do
conhecimento científico. Daí a importância da noção de saber ambiental de Enrique
Leff, pois em um só conceito o autor conseguiu englobar a produção do
conhecimento científico, com características interdisciplinares e alimentadas por
saberes tradicionais e práticos; a disseminação, entendida como retorno aos
especialistas; e a divulgação, que seria o retorno à sociedade. Portanto, infere-se
que o termo saber ambiental é a perfeita caracterização do conhecimento científico
em Meio Ambiente.
4 Conclusões
Conclui-se que o advento dos tratados internacionais foi fundamental para o
desenvolvimento do conhecimento científico em Meio Ambiente. Ademais, o
conhecimento científico tomou características de saber ambiental, termo cunhado
por Enrique Leff, que vai além da interdisciplinaridade e se alimenta, também, dos
conhecimentos tradicionais e práticos da sociedade, e, em um movimento
contínuo, devolve o conhecimento produzido a essa comunidade ou sociedade.

�Nesta perspectiva, entende-se que saber ambiental caracteriza plenamente o
conhecimento científico em épocas de busca pela sustentabilidade, ora vigente.
Referências
ACOSTA, Alberto. O bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos.
São Paulo: Autonomia literária; Elefante, 2016. 264 p.
BECKER. B. Ciência, tecnologia e inovação. Parcerias estratégicas, Brasília, v.
15, n. 31, ed. esp., part. 2, p. 15-33, jul./dez. 2010. Disponível em:
&lt;http://www.cgee.org.br/parcerias/parcerias.php&gt;. Acesso em: 12 jun. 2015.
CARVALHO, M. A. B. De frente para o espelho: ecopsicologia e sustentabilidade.
2013. 165 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável) – Centro de
Desenvolvimento Sustentável, Universidade de Brasília, Brasília, 2013.
CIENCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: IBICT, v. 21, n. 1, abr. 1992. Disponível em:
&lt;http://revista.ibict.br/ciinf/issue/view/44&gt;. Acesso em: 02 abr. 2016.
LEFF, E. Epistemologia ambiental. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 240 p.
______. Pensar a complexidade ambiental. In: LEFF, E. (Coord.).
complexidade ambiental. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. p. 15-64.

A

______. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
Petrópolis: Vozes, 2001. 494p.
MORIN. E. Ciência com consciência. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2005. 350 p.
_______. Introdução ao pensamento complexo. 3. ed. Porto Alegre: Salina,
2007. 120 p.
NAESS, A. The shallow and the deep, long‐range ecology movement. A summary.
An Interdisciplinary Journal of Philosophy, Oslo, v. 16, n. 1-4, p. 95-100, 1973.
NOSSO futuro comum. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1991.
SCHIMIDT, C. A.; FREITAS, M. A. P. Tratados internacionais em Direito
Ambiental: textos essenciais ratificados pelo Brasil. Curitiba: Juruá, 2012. 338 p.
VARELLA, M. D.; BARROS-PLATIAU, A. F. (Org.) Proteção internacional em
meio ambiente. Brasília: UNITER; UNICEUB; UNB, 2009. 302 p.
Agência financiadora: Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias. Centro de
Estudos da Biodiversidade da Amazônia (INCT.CENBAM/CNPQ).

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