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                  <text>Jardim Vertical: Amenizando o Clima em uma Biblioteca Infanto
Juvenil

Gerusa Maria Teles de Oliveira (UEFS) - gerusa@uefs.br
Maria de Fátima Jesus Moreira (UEFS) - fmoreira@uefs.br
Rejane Maria Rosa Ribeiro (UEFS) - rribeiro@uefs.br
Resumo:
Compreendendo a importância que a biblioteca pública tem para a sociedade e a relevância do
seu papel social, este trabalho se constitui na apresentação de um projeto que visa
proporcionar condições físicas e ambientais, a partir da criação de um espaço ecologicamente
correto, com a instalação de um Jardim Vertical na área externa da biblioteca setorial
Monteiro Lobato (BSML), localizada na cidade de Feira de Santana-Ba e vinculada ao sistema
de Bibliotecas da Universidade Estadual desta mesma cidade (SISBI- UEFS). Situada no centro
da cidade em local pouco arborizado e pouco ventilado, o que torna o ambiente desconfortável
devido às altas temperaturas, pois a cidade é localizada na região do semiárido, e a média
anual da temperatura chega a mais de 30˚ –, os usuários sofrem com o calor intenso e com a
falta de infraestrutura, questões que dificultam a visitação, diminuindo, ainda mais, o contato
da população com esta biblioteca que se insere no número insuficiente desse tipo de
instituições na cidade. Isto posto, o objetivo central, aqui, é o de promover a interação, o
conforto e o bem estar dos usuários, tanto feirenses, quanto a população das regiões
circunvizinhas, Já que Feira de Santana não atende apenas a sua população. O projeto é
exequível, de fácil realização e baixo custo. Este é um projeto sustentável, que visa melhorar
as condições para a coletividade criando um espaço ecologicamente correto minimizando o
desconforto térmico bem como difundindo a pratica de espaços verdes.
Palavras-chave: Feira de Santana. Biblioteca. Jardim Vertical. Arborização.
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS: 13 Combate as alterações climáticas
1 INTRODUÇÃO

“Um país se faz com homens e livros.”
(Monteiro Lobato)

Compreendendo a importância que a biblioteca pública tem para a
sociedade e a relevância do seu papel social, e objetivando maior interação,
conforto e bem estar dos usuários – tanto a população feirense quanto a das
regiões circunvizinhas, já que Feira de Santana não atende apenas a sua
população –, é que priorizamos a preservação da biblioteca setorial Monteiro
Lobato (BSML) com a proposta de realização da instalação de um jardim
vertical na sua área externa.
Esta instituição se insere no conjunto de Bibliotecas Setoriais da
Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), vinculado ao sistema de
Bibliotecas (SISBI), que é composto por uma Biblioteca Central e sete setoriais,
e é fruto de um convenio entre a UEFS e o Lyons Clube de Feira de Santana,
assinado em 20 de maio de 1998 visando atender a comunidade feirense. A
proposta aqui apresentada fundamenta-se na necessidade de criar condições
físicas e ambientais que facilitem o uso do acervo, principalmente pelo público
pertencente à educação básica, a fim de possibilitar que esta biblioteca cumpra
seu papel enquanto fomentadora de cidadãos.
A necessidade de melhorias na biblioteca, foco deste projeto, se justifica
pelo número insuficiente desse tipo de instituições na cidade de Feira de
Santana. De acordo com o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE, 2017),
Feira possui 627.477 habitantes, número claramente desproporcional ao
número de bibliotecas que atendem a população. O cenário aqui desenhado é
o de apenas a existência de sete bibliotecas das quais apenas uma faz parte
do segmento municipal. A situação se agrava quando levamos em
consideração que das sete bibliotecas restam apenas duas para atender toda a
população da educação básica. Outra questão que legitima a nossa proposta
são as condições físicas e ambientais da biblioteca foco deste projeto. A
instituição, aqui em questão, está situada no centro da cidade, local pouco
arborizado, a ventilação das salas se dá através de ventiladores, o que torna o

�ambiente pouco confortável devido às altas temperaturas, pois a cidade é
localizada na região do semiárido, e a média anual da temperatura chega a
mais de 30˚C. É notória a necessidade de investimentos para realizar
melhorias nas instalações de infraestrutura para atender melhor os usuários.
Pensando em colaborar para a diminuição do problema ambiental e em
busca de uma possível solução para esta questão – em consonância com a
política de ecologia da informação, a qual “pretende compreender e administrar
os ambientes que lidam com a informação, ou seja, gerenciar esses ambientes
com foco no ser humano, numa visão holística e na preservação do meio
ambiente” (REIS et al., 2013) –, criamos este projeto sustentável para a BSML,
o qual consiste na

implantação de um jardim vertical, através da eco-

arquitetura para aproveitar a ventilação e a luz solar. Este projeto conta com
mais uma relevância que é a da criação de um espaço ecologicamente correto
que vai minimizar o desconforto térmico bem como difundir a pratica de
espaços verdes.
2 JARDIM VERTICAL: DIRECIONAMENTOS
Exposto a importância e a intrínseca necessidade da realização deste
projeto, apresentamos, neste capítulo, a metodologia empregada com a devida
especificação dos procedimentos. Como já exposto, este projeto visa a
instalação de um jardim vertical na área externa da biblioteca Monteiro Lobato,
sitiada na cidade de Feira de Santana, Bahia. A ação está prevista para ocorrer
no percurso do segundo semestre de 2017.
2.1 IDEALIZAÇÃO DO PROJETO
O Projeto Parede Verde foi idealizado por três bibliotecárias da
Biblioteca Central Julieta Carteado (BCJC- UEFS) e apresentado à direção do
Sistema de Bibliotecas (SISBI), sob orientações técnicas de profissionais da
instituição da área de arquitetura e engenharia ambiental para viabilizar e
desenvolver o projeto que consiste em revestir as paredes externas de uma
área livre, entre duas salas da BSML (a sala infantil e o acervo geral) com
plantas que se fixam na parede formando um jardim vertical. Assim exposto, o
nosso primeiro passo foi conhecer a dinâmica da instalação do jardim vertical,

�o que nos levou à leitura de bibliografias que tratam do assunto e que nos
serviram de orientação e de grande auxílio para tornar este projeto possível.
De acordo com a literatura, 1983 é o ano que começa a história da
instalação de jardins verticais no Brasil e teve como precursor o brasileiro
Roberto Burle Marx. Voltado para um processo de conscientização de
preservação ambiental, o jardim vertical, também conhecido como parede
verde, além de melhorar a paisagem urbana, contribui na filtragem da poluição
do ar e no conforto térmico, tanto do local onde está instalado, quanto do seu
entorno; as plantas auxiliam também no controle da umidade, além de
representarem uma significativa barreira acústica.
Com o objetivo de reunir todos os materiais necessários para a
instalação do Jardim vertical na área externa da biblioteca Monteiro Lobato,
tomamos alguns cuidados: o primeiro deles foi a escolha das plantas,
solicitadas ao Horto Florestal da UEFS, o qual tem trabalho extensionista
fornecendo muda para reflorestamento de áreas degradadas e para a
urbanização de cidades da região. Como o jardim vai ficar em uma área
externa, as plantas selecionadas foram as da coleção de espécies da caatinga,
por sua fácil propagação e ser típica do semiárido baiano, retratada na figura
abaixo.
Figura 1 – Plantas selecionadas

Fonte: Site do cdxnd.

1

Feito isto, partimos para a análise e escolha do suporte.

Por uma

questão de reaproveitamento e facilidade na aquisição, além do baixo custo, o
pallet foi escolhido como suporte. A escolha dos vasos também pede cautela.
1

Disponível em: &lt;www.cdxnd.com&gt; Acesso em: abr.2017.

�Por esta razão, seguindo alguns direcionamentos que apontam que o ideal é
que sejam vasos que possam ficar presos no suporte ou na parede; eles
podem ser de cerâmica ou de plástico. No entanto, por apresentar baixo custo
e dessa forma viabilizar o projeto, optamos por utilizar as mantas como
suporte.
Material de base escolhido, passamos a pensar sobre o plantio
propriamente dito, que se dará no momento de instalação do jardim. De acordo
com os paisagistas, especialista na área, o jardim vertical é muito parecido com
um jardim comum e esta semelhança também se dá na atenção, no carinho;
por isso é de fundamental importância os cuidados no manuseio. Dessa forma,
o próximo passo foi o de pensar como se daria os devidos cuidados e como
seria feita a manutenção desse jardim.
Assim, a nutrição vegetal será feita com adubo apropriado ao tipo da
planta, nos atentando para o que o diz Terral (2015), “[...] por possuírem pouco
espaço para o crescimento radicular devem ser constantemente adubadas”.
Os nutrientes serão doados pela Equipe de Estudos de Educação Ambiental
(EEA) da UEFS. Além disso, será feito ações preventivas de combate à praga
a partir dos cuidados com as plantas, observando-as diariamente, soma-se a
isso o controle químico feito com inseticidas, caso haja necessidade. Sempre
que necessário ocorrerá a renovação das plantas. Vale sublinhar que para a
manutenção do jardim é necessário cuidados frequentes de poda e rega, e a
BSML conta com o trabalho de um jardineiro vinculado à UEFS que dará
manutenção necessária. Na tabela abaixo, está descrito o orçamento pervisto
para a implementação do jardim.
Tabela 1 – Orçamento para a implementação do jardim
ORÇAMENTO

DESCRIÇÃO

Material

Unidade

Temporizador para irrigação
3

Quantidade

Valor R$

01

59,00

Mangueira flexível com orifício gotejador

m

6

27,00

Mangueira

m3

7,5

30,00

Calha de chapa galvanizada

M

7,5

105,00

Manta De Bedim

Cm

(25X49)

64,00

TOTAL

Fonte: elaborada pelas autoras.

285,00

�CONSIDERAÇÕES FINAIS
Espera-se, com a implantação da cobertura verde, solucionar o
problema do desconforto térmico na biblioteca Monteiro Lobato, tanto para
quem trabalha no local como para aqueles que a frequentam, e sensibilizar a
sociedade local para a necessidade de áreas verdes em uma região semiárida,
bem como criar um espaço agradável para a realização de atividades
extensionistas da BSML tais como: hora do conto, vamos desenhar e outras
atividades lúdicas. Este projeto foi estruturado com pouco custo, mão de obra
da própria instituição e o resultado final vai equalizar um problema que pode
ser, se não solucionado, melhorado bastante. Sendo assim, buscar soluções a
custo baixo é a melhor opção para resolver questões e desenvolver projetos
sustentáveis que vão melhorar as condições para a coletividade.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. (IBGE) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Densidade
demográfica da Cidade de Feira de Santana. 2017. Disponível em: &lt;
http://www.ibge.gov.br/home/&gt;. Acesso em: abr.2017.
HORTO Florestal. UEFS. br. Disponível em:&lt; http://www1.uefs.br/portal/auniversidade/orgaos/horto-florestal&gt;. Acesso em: abr. 2017.
JARDIM vertical natural e parede verde. Disponível
em:&lt;http://www.verticalgarden.com.br/jardim-vertical-natural&gt;. Acesso em: abr.
2017.
MONTEIRO LOBATO, José Bento. Frases de Monteiro Lobato. Disponível
em:&lt; https://www.pensador.com/frase/NDk4NzIz/ &gt;. Acesso em: abr. .2017.
REIS, Clemilda Santana dos; et al. Ecologia da Informação: bibliotecas verdes.
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO
E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 25., 2013, Florianópolis. Anais eletrônicos...
Florianópolis: FEBAB, 2013. Disponível em:
&lt;http://portal.febab.org.br/anais/issue/view/4/showToc&gt; . Acesso em: mar.
2016.
Terral.
Artigos
de
jardinagem.
2015.
Disponível
em:
&lt;http://terral.agr.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=19&gt;. Acesso em: 05
jul. 2017.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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