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                  <text>Grupo Contadores de Histórias: biblioterapia com amor
Fabyola LIMA MADEIRA (Câmara) - fabyola.madeira@camara.leg.br
Resumo:
Traz o relato da experiência do grupo de voluntários “Contadores de Histórias” que aplica a
biblioterapia em dois hospitais de Brasília: Hospital de Base do Distrito Federal e Hospital das
Forças Armadas.
Palavras-chave: biblioterapia, histórias, trabalho voluntário, hospital
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados:
3 – Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas
as idades.
4 - Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade e promover
oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.
10 - Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.
_______________________________________________________________
Segundo Seitz (2006), o termo biblioterapia é derivado do grego biblion,
que designa todo tipo de material bibliográfico ou de leitura, e therapein significa
tratamento, cura ou restabelecimento. Rubin (apud Vasquez, 1989, p. 22) define
biblioterapia como “um programa de atividades baseada no processo interativo
das pessoas que o experimentam. O material impresso ou não, imaginativo ou
informativo, é experienciado e discutido com a ajuda de um facilitador”. Para
Buonocori (apud Alves, 1982, p. 55), biblioterapia “é a arte de curar enfermidades
por meio da leitura”.
Na literatura científica, percebe-se que o tema biblioterapia contém
numerosas pesquisas e estudos de caso em todo o mundo. Historicamente sabese que o uso da leitura com objetivo terapêutico é bem antigo. No Egito antigo,
o Faraó Rammsés II deixou registrado na entrada de sua biblioteca: “Remédios
para a alma”. No cinema contemporâneo, no filme “A menina que roubava livros”,
a personagem principal lê para um primo enfermo que se hospeda em sua casa,
o qual diz que as leituras tiveram papel fundamental na sua cura.
Nessa perspectiva, em 2011, deu-se início a uma iniciativa que coloca em
prática os conceitos da biblioterapia em um hospital público de Brasília, mesmo
que na época não se tivesse conhecimento dessa prática. Foi dado o primeiro
passo para a criação do grupo Contadores de Histórias. Um integrante da
Comunhão Espírita de Brasília teve a ideia e, juntamente com o Departamento
de Promoção Social dessa instituição, apresentou a proposta de trabalho ao
Hospital de Base do Distrito Federal, a qual foi aprovada. Em seguida o grupo
começou o seu trabalho com apenas quatro voluntários.
Com a ampla divulgação do trabalho e a entrada de novos coordenadores,
muitas pessoas interessaram-se em conhecer o grupo e dele fazer parte. Assim
houve uma ampliação com o ingresso de pessoas das mais diversas idades,
profissões, crenças etc., sendo que, para integrá-lo a única restrição é que se for
menor de idade deve estar acompanhado ou ter autorização do responsável, e
o único pré-requisito é a boa-vontade.
A atuação do grupo começou no Hospital de Base do Distrito Federal, às
quintas-feiras, das 14:30 às 17:00, inicialmente com histórias apenas para as
crianças. Depois surgiram pessoas interessadas em trabalhar às quartas-feiras,
e, posteriormente, aos sábados. Desse modo, formaram-se três equipes: a de
quarta, a de quinta e a de sábado, cada uma com seus coordenadores, mas
assegurada aos voluntários a liberdade de trabalharem em quaisquer dos três
dias ou mesmo em mais de um.
A Associação Amigos do Hospital de Base (AAHB), a qual o grupo é
vinculado, viabiliza todos os tramites administrativos relacionados ao acesso e
circulação dos voluntários no hospital. Na sala onde funciona a AAHB fica
guardado todo o material de trabalho do grupo, como livros e as pastas com as
histórias, e é também onde os voluntários se reúnem e se preparam antes de
subir às enfermarias para começar de fato essa linda troca amorosa e
1

�terapêutica de contar histórias. Ao final, reúnem-se também para guardar o
material utilizado, bem como para trocar informações e reflexões.
Ao longo dos anos o trabalho cresceu muito e, com a sua repercussão,
veio o convite para que o grupo implantasse o trabalho no Hospital das Forças
Armadas, o que teve início no ano de 2015. No começo formou-se uma pequena
equipe que atuava no período da tarde na área de clínica médica que,
posteriormente, expandiu-se para o período da manhã na área de emergência.
Nesse hospital o grupo é vinculado à Associação Amigos do HFA (ASAHFA), e
existem regras mais rígidas para ser voluntário, por isso a equipe é fixa.
Para ingressar no grupo Contadores de Histórias, é preciso entrar em
contato e marcar uma entrevista com um dos coordenadores. Sugere-se sempre
que o candidato acompanhe o grupo por um dia para conhecer o trabalho e
somente depois decida se irá prosseguir. Caso opte por realmente se tornar
membro do grupo, a pessoa passa por uma entrevista com a secretária da
AAHB, que providenciará o cadastro e o crachá de identificação do voluntário. É
fornecido, por empréstimo permanente, um jaleco lilás para uso no hospital.
No Hospital das Forças Armadas, as atividades do grupo ocorrem em
andares fixos às terças (manhã e tarde) e consistem em contar histórias para os
pacientes que se encontram internados ou os que estão na emergência. Esses
pacientes são militares das forças armadas ou seus dependentes.
No Hospital de Base, as atividades do grupo ocorrem nas tardes de
quarta, quinta e sábado. O público é bem variado, formado por pessoas em
condições sociais mais vulneráveis, provenientes do DF e de outros estados do
Brasil. Os voluntários se dividem em pequenos grupos e se distribuem nos
andares previstos para aquele dia. São um total de onze andares, cada um com
cerca de doze enfermarias, essas com dois a quatro leitos cada.
No dia do trabalho em si, os voluntários se reúnem na sala da AAHB ou
ASAHFA, assinam a lista de presença, fazem a leitura da história do dia e uma
breve reflexão, a equipe de sábado por ser maior se reúne no jardim do Hospital
de Base. Aqueles que forem para a pediatria se preparam com adereços,
fantoches e reúnem os livros para levar, enquanto os demais sobem para os
andares programados carregando as cópias das histórias; alguns também fazem
uso dos adereços. Há uma preparação de voz com alguns exercícios rápidos
realizados, por vezes, no caminho para os andares e é feita uma prece antes e
depois do trabalho.
Nas enfermarias de adultos são contadas histórias motivacionais. Os
voluntários entram nos quartos em grupos de dois, três ou quatro, apresentamse, cumprimentam os presentes, distribuem as cópias e contam a história.
Depois disso estimulam uma conversa sobre a história, que, em geral, serve
como abertura para reflexões, desabafos, histórias de vida etc. Alguns ficam em
silêncio por estarem impossibilitados de falar devido à sua enfermidade. Em
algumas situações, as histórias são deixadas ao lado do leito para que o paciente
ou acompanhante leia quando retornar à consciência.
No 11º andar do Hospital de Base, existe uma ala chamada de
“Papudinha”, onde ficam os pacientes que estão cumprindo pena no Complexo
Penitenciário da Papuda (DF), mas que precisam de tratamento hospitalar,
podendo ser homens ou mulheres. Esse setor é separado por uma grade com
sistema de segurança e fortemente vigiado por policiais que permanecem
diuturnamente no local e fazem o controle de tudo o que entra e sai de lá. Os
presos permanecem algemados nas macas. O grupo Contadores de Histórias,
2

�em geral, recebe autorização para entrar e contar a história do dia para os
detentos, desde que siga algumas orientações de segurança.
Com as crianças é bem diferente. O público infantil é composto por
crianças e adolescentes, com idades entre 0 a 18 anos. O 7º andar do Hospital
de Base, onde funciona a pediatria, é todo decorado de forma lúdica e tem uma
sala intitulada de “escolinha”, onde ficam duas professoras. Nesse recinto, os
pacientes realizam suas tarefas escolares e têm a sua disposição livros, jogos
educativos, quebra-cabeças, material para desenhar e colorir, além do auxílio
das professoras para todas as atividades. O grupo sempre conta histórias na
“escolinha” para os presentes e tem total apoio das professoras. Em toda a
pediatria, são utilizados livros infantis.
Considerando a diversidade do público infantil, os voluntários se utilizam
de outros recursos para atrair a atenção aos livros e tornar o momento mais
divertido, como músicas e cantigas infantis para os bebês, mágicas, fantoches e
adivinhações para os adolescentes. São levados alguns exemplares da história
do dia para o caso de enfermarias em que as crianças estejam dormindo e/ou
que tenham apenas os pais/acompanhantes no momento, e com isso conta-se
a história para essas pessoas.
É fundamental destacar que todo o trabalho é precedido pela higienização
das mãos dos voluntários e orientação pelo corpo de enfermagem sobre
possíveis restrições de contaminação assim que chegam em cada andar. Esse
procedimento ocorre para a segurança e proteção mútua de pacientes e
voluntários, e também serve para que os funcionários do andar atendido estejam
sempre cientes da presença do grupo naquele dia.
A Coordenação Geral é responsável pela parte financeira do grupo, que
inclui a intermediação com a instituição (Comunhão Espírita) que dá esse apoio
financeiro para a confecção de jalecos e impressão das cópias das histórias.
Sendo também responsável pela seleção, edição e impressão das histórias que
serão levadas ao hospital para distribuição e leitura junto aos pacientes. A
coordenação geral também informa semanalmente, por meio do grupo de Whats
app, a programação de andares para cada dia de trabalho, a fim de que não haja
repetições de andares na semana, já que é utilizada uma única história por
semana.
Ressalta-se ainda, que representantes do grupo passam por reuniões de
prestação de contas realizadas anualmente no Hospital de Base, em que todas
as associações de voluntários são convocadas a participar para que os
resultados de suas atividades sejam levados ao Ministério Público. Essa prática
respalda a atuação dos voluntários no hospital.
Os funcionários do hospital sempre demonstram total apoio ao trabalho,
não só por fornecerem informações necessárias, mas também por incluírem o
grupo na programação do hospital. Médicos, enfermeiros, auxiliares,
professores, funcionários dos serviços de copa e de limpeza conhecem o grupo
e entendem a relevância do trabalho no tratamento e recuperação dos pacientes.
Um bom exemplo disso é o fato de uma fonoaudióloga do Hospital de Base já
ter ministrado uma aula gratuita aos voluntários em um workshop de capacitação
organizado pelo grupo.
Ao longo desses seis anos o grupo passou por muitas mudanças e evoluiu
bastante. Foram realizadas muitas reuniões entre os coordenadores para tomar
decisões, solucionar questões, organizar melhor as atividades do grupo ou criar
regras necessárias. Foram também ministrados cursos de capacitação para os
3

�voluntários. Além disso, em 2015 ocorreu um Seminário no Senado Federal
sobre Primeira Infância e Epigenética, no qual o grupo participou oferecendo
uma oficina onde houve o compartilhamento do conhecimento adquirido pelo
grupo nesses anos de experiência.
Hoje o grupo Contadores de Histórias conta com cerca de noventa
voluntários, e a experiência adquirida em todos esses anos permite afirmar que
o trabalho realizado contribui para uma hospitalização mais humanizada,
preenche a ociosidade habitual dos pacientes com momentos agradáveis de
descontração, aprendizado, alegria e lazer, colaborando efetivamente no
processo terapêutico dos pacientes.
Nesse sentido, percebe-se o valor inestimável do trabalho realizado para
todos os envolvidos. Para os voluntários é uma atividade muito prazerosa, onde
sempre terminam o dia felizes, em um clima de alegria, bom humor e
descontração. As lições recebidas em cada dia de trabalho voluntário
proporcionam a cura, o crescimento e o amadurecimento de forma visível dos
integrantes do grupo, isto é, existe uma troca terapêutica em que todos se
beneficiam: pacientes, acompanhantes, voluntários e funcionários. Assim, podese afirmar que o trabalho simboliza um remédio para todos cujo princípio ativo é
o amor.
Resumo das atividades de 2016:







Média de 4 pessoas por enfermaria.
Média de 12 enfermarias por andar visitado.
Média de 12 andares por semana (somando os dois hospitais)
Total aproximado de 576 pessoas por semana.
Total aproximado de 2.304 pessoas/mês.
Total aproximado de 27.648 pessoas/ano.

4

�Referências

SEITZ, Eva Maria. Biblioterapia: uma experiência com pacientes internados
em clínica médica. Florianópolis: Habitus, 2006.
VASQUEZ, Maria do Socorro Azevedo Felix Fernandez. Biblioterapia para
idosos: um estudo de caso no lar da Providência “Carneiro da Cunha”, 1989.
Dissertação (mestrado em Biblioteconomia) – Centro de Ciências Sociais
Aplicadas, Universidade Federal da Paraíba.
ALVES, Maria Helena Hees. A aplicação da biblioterapia no processo de
reintegração social. Revista Brasileira de Biblioteconomia e
Documentação, v. 15, n. 1/2, jan./jun. 1982.

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