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                  <text>Bibliotecas Parque e Agenda 2030: análise das atividades no Rio de
Janeiro

Daniela Spudeit (UDESC) - danielaspudeit@gmail.com
Jorge Moisés Kroll do Prado (Senac SC) - jorge.exlibris@gmail.com
Resumo:
O presente trabalho teve como objetivo analisar as ações desenvolvidas pelas bibliotecas
parque no estado do Rio de Janeiro, para verificar se contemplavam as premissas de
sustentabilidade propostas pela Agenda 2030. Apresenta-se como uma pesquisa descritiva e
bibliográfica enquanto seus objetivos e métodos utilizados. Para alcançar o objetivo, foi
realizada uma coleta de dados nas notícias divulgadas nos sites e nas páginas no Facebook das
bibliotecas parque do Rio de Janeiro (Estadual, Niterói, Rocinha e Manguinhos), tendo como
período o ano de 2016. Conclui-se que grande parte das atividades realizadas contempla o que
informa a Agenda 2030. Entretanto, é necessário desenvolver atividades dirigidas ao
empoderamento de mulheres, homossexuais, negros e incluir pessoas com deficiências, povos
indígenas, grupos marginalizados, refugiados e imigrantes. Também são bem-vindas ações
focadas na promoção de um sistema de intercâmbio e circulação de materiais que reduzam a
geração de resíduos e orientem sobre a gestão da água, a pesca, o uso da terra, a caça, o
saneamento. Como as bibliotecas parque foram fechados pelo governo do estado em dezembro
de 2016, destaca-se ainda a necessidade da abertura urgente destes espaços, inclusive com a
ampliação dos horários de atendimento, abertura de concursos públicos para contratação de
pessoas qualificadas e maior periodicidade das ações sistematizadas para promover a
sustentabilidade das próprias bibliotecas.
Palavras-chave: Bibliotecas Parque; Rio de Janeiro; Agenda 2030
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�ODS: 16
Introdução
Em setembro de 2015, vários chefes de Estado e de Governos se reuniram
na sede das Nações Unidades em Nova Iorque com o objetivo de firmar um
compromisso para o desenvolvimento sustentável global, originando a Agenda
2030. Segundo dados das Organizações das Nações Unidades (ONU), disponível
no Programa Cidades Sustentáveis, entre 2007 e 2050, o número de habitantes no
planeta terá um aumento de 3.100 milhões de pessoas. Esta migração trará consigo
uma carga cada vez maior sobre a infraestrutura, os serviços governamentais, os
recursos naturais, o clima e muitos outros aspectos fundamentais para a qualidade
de vida nas zonas urbanas.
No Brasil há um crescente aumento populacional e intenso processo de
urbanização. Desta forma, vários países estão buscando alternativas para
solucionar problemas relacionadas com a sustentabilidade mundial. É com esta
finalidade que a Agenda 2030 foi planejada.
A Agenda é um plano de ação que prevê 17 objetivos e 169 metas em busca
de um mundo livre de pobreza, fome, enfermidades, violência, com acesso
equitativo e universal a educação de qualidade em todos os níveis assegurando
atenção à saúde e proteção social. Os objetivos e metas propostos pela ONU
estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para
a humanidade.
Ao levar esta investigação de práticas de sustentabilidade para o âmbito das
bibliotecas, se percebe que é necessário pensar em ações efetivas para que estes
espaços possam colaborar com um desenvolvimento sustentável. Weber (2011, p.
395) evidencia que:
As bibliotecas atendem aos princípios de sustentabilidade ao disponibilizar
serviços e produtos informacionais e também quando tem a possibilidade
de ser referência em inovação, recuperação, preservação e disseminação
da informação, participando do desenvolvimento dos indivíduos de forma
sustentável e participativa.

A Federação Internacional de Associações de Bibliotecas e Instituições
(IFLA), há proposto que os bibliotecários e instituições planejem ações dirigidas a
estes objetivos e se planejem diferentes atividades que possam ser desenvolvidas
pelas bibliotecas, tais como: acesso público à informação e recursos que gerem
oportunidades para melhorar a vida das pessoas, capacitação que as pessoas
aprendam novas habilidades para o uso das informações e que possibilitem buscar
oportunidades de trabalho e estudo, saúde e cuidados médicos, espaços
agradáveis e inclusivos para encontros e debates, programas que busquem
intercâmbio cultural, acesso livre e seguro à internet e outros tantos pontos.
Estas premissas estão de acordo com o Manifesto das Bibliotecas Públicas
elaborado em 1994 pela IFLA e UNESCO. As bibliotecas públicas devem ser uma
porta de acesso local ao conhecimento, proporcionar condições de aprendizagem
continuada e desenvolvimento cultural dos indivíduos. Estes pressupostos se
ajustam às diretrizes propostas pela Agenda 2030, assim como as reflexões

�levantadas por Lankes (2016) ao ressaltar a importância das bibliotecas para o
desenvolvimento social.
Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo analisar as ações
desenvolvidas pelas bibliotecas-parque no estado do Rio de Janeiro para verificar
se contemplam as premissas propostas pela Agenda 2030.
As bibliotecas-parque nasceram na cidade de Medellín, na Colômbia, por
iniciativa do governo em trazer para uma determinada região da cidade mais bemestar social e cultural. A palavra “parque” faz referência ao fato de que a biblioteca
não é um espaço unicamente de livros, mas sim de ócio, de teatro, dança, oficinas,
música, acesso à internet e tantas outras atividades.
Depois do êxito, prêmios e repercussão internacional, o governo do Estado
do Rio de Janeiro resolveu trazer o conceito para o Brasil. Com o Programa de
Aceleração do Crescimento, elas contam com ambientes como “ludoteca, filmoteca,
sala de leitura para portadores de deficiências visuais, cineteatro, cafeteria, música
digitalizada, acesso à internet, empréstimo domiciliar e atividades para crianças e
jovens (ANDRADE; SABBAG, 2017, p. 80).
O Estado conta com 4 bibliotecas-parque:
. Biblioteca Parque Estadual: é a matriz da Rede de Bibliotecas-Parque,
localizada no centro do Rio de Janeiro. O edifício conta com 15 mil metros
quadrados e é uma importante instituição cultural brasileira, tendo sido inaugurada
em 1873 por Dom Pedro II, com reinauguração em 29 de março de 2014.
. Biblioteca Parque de Manguinhos: situada no complexo de Manguinhos, é
a primeira Biblioteca Parque do país, criada em 2010. O espaço tem um importante
papel nas comunidades a que serve, já que se situada numa área de risco, portanto,
contribui para a diminuição da violência, criando um espaço de convivência.
. Biblioteca Parque da Rocinha: criada em 2012, a terceira da Rede. Realiza
atividades culturais e de promoção de leitura nos mais diversos suportes, com o
objetivo de estimular a produção das produções artísticas e, em particular, a
viabilidade de acesso à cultura.
. Biblioteca Parque de Niterói: criada em 1913, após uma cuidadosa
restauração, é reinaugurada em 2011 e transformada em um espaço pautada pelo
livre acesso de informação. Foi renovada para ampliar o acesso à leitura, em
sintonia com a mudança de paradigmas em tempos digitais.
Método da pesquisa
Para alcançar o objetivo proposto, esta investigação tem um caráter
exploratório e descritivo.
A coleta de dados foi realizada nas quatro páginas no Facebook e sites das
bibliotecas-parque que compõem nosso universo: Biblioteca Parque Estadual,
Biblioteca Parque da Rocinha, Biblioteca Parque de Manguinhos e Biblioteca
Parque de Niterói. O período das publicações analisadas foi de 1 de janeiro a 29 de
dezembro de 2016.
Todas as notícias transmitidas foram analisadas perante os objetivos do
desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 através de categorização de
assuntos com a finalidade de verificar quais delas estavam de acordo com o que se
propõe no documento.

�Resultados
Ao mapear as atividades se percebeu uma grande quantidade de ações
desenvolvidas pelas bibliotecas que estão de acordo com os ODS e outras que
necessitam de um melhor planejamento pelas equipes.
Na Biblioteca Parque Estadual, foram realizadas atividades como: sarais
poéticos e de leitura, oficina de meditação e consciência corporal, concursos
literários, cursos de formação artística, concertos musicais, cinepipoca com
discussão de filmes, exposições culturais, espetáculos musicais, entre outros.
Algumas ações realizadas por esta biblioteca chamam a atenção por ter
âmbito internacional, como a I Semana Internacional de Acessibilidade e Cultura,
Colóquio Internacional de Conteúdos Digitais em Bibliotecas, além do recebimento
da tocha paraolímpica. Foi ponto de encontro de reuniões do Conselho Estadual de
Política Cultural e cenário de ações como a Roda de Conversação para Consumo
Consciente e o Festival Visões Periféricas.
A Biblioteca Parque de Manguinhos promoveu ao longo de 2016 ciclos de
literatura infantil e juvenil, curso de dança, contação de histórias, serviço de atenção
ao cidadão, aulas de reforço escolar, laboratório multimídia, exposição sobre
consciência negra e direitos humanos, feira literária, clube de leitura e outras.
Alguns eventos se destacam, como as oficinas indígenas, que é uma iniciativa que
fortalece o intercâmbio entre grupos identitários da cultura fluminense e o programa
Favela Criativa, que oferece e jovens agentes culturais formação artística e
especialização em gestão cultural.
Já a Biblioteca Parque da Rocinha oportunizou oficinas sobre direitos
humanos, artes e histórias, a escola de música da Rocinha, sarau Letras da Favela,
aulas de dança de salão, serviços do Sebrae, teatro, aulas de yoga, exposições
sobre a consciência negra e outras.
Por fim, a Biblioteca Parque de Niterói organizou diferentes atividades como
apresentação de banda sinfônica, cinema na biblioteca com debate, programa de
acessibilidade, contação de histórias, Projeto Aprendiz, oficina de formação de
ensino de História da África, lançamento de livros, apresentação de orquestras, chá
com poesia entre outras variadas ações.
Discussão
Ao analisar as ações das quatro bibliotecas parque, se percebe que grande
parte contempla o que informa a Agenda 2030 em relação às atividades propostas
pela IFLA para ser desenvolvidas pelas bibliotecas, tais como espaço para acesso
público à informação e recursos que geram oportunidades para melhorar a
qualidade de vida das pessoas, diversos tipos de capacitação para que as pessoas
aprendam novas habilidades para o uso das informações e que possibilitem buscar
novas oportunidades de trabalho e de estudo, possuem espaços agradáveis e
inclusivos oportunos para a realização de encontros e debates, ademais oferecem
acesso livre e seguro à internet de alta velocidade dentro das bibliotecas para que
pessoas leiam, estudem e trabalhem.

�No entanto, ainda há uma necessidade de planejar mais atividades dirigidas
ao empoderamento de mulheres, homossexuais, negros e incluir pessoas com
deficiências, povos indígenas, grupos marginalizados, refugiados e imigrantes.
Necessária também a realização de ações direcionadas a promover um
sistema de intercâmbio e de circulação de materiais que reduzam a geração de
resíduos e orientem sobre a gestão da água, da pesca, o uso da terra, caça,
saneamento, informes meteorológicos e produtores agrícolas.
Diante de toda a possibilidade de atuação das bibliotecas parque do Estado
de Janeiro, pontua-se a necessidade de reabertura urgente destes espaços,
inclusive com a ampliação dos horários de atendimento, abertura de concursos
públicos para a contratação de pessoas qualificadas para atuar nestes ambientes.
É imprescindível também implementar programas com indicadores de avaliação
para a busca da qualidade, periodicidade das ações sistematizadas para promover
a sustentabilidade das próprias bibliotecas que necessitam ter recursos anuais
estabelecidos e gestão independente.
Considerações Finais
Ao longo dos anos, uma série de programas e iniciativas nacionais e
internacionais buscou propiciar aos espaços das bibliotecas seu devido valor e
reconhecimento. Muitos deles se alinham estrategicamente com instâncias maiores,
como IFLA, ONU e UNESCO.
A Agenda 2030 vem dentro deste contexto, como uma alavanca de
oportunidades para todas as bibliotecas, mas principalmente para as públicas, que
podem vislumbrar no documento uma série de atividades a realizar em seus
ambientes. Além disso, seu papel social também é melhorado, pois trabalhará com
temas como política, econômica, cultura, alfabetização, ócio e tantos outros.
Neste texto buscamos apresentar um breve panorama das bibliotecas
públicas e dentro dele o surgimento da iniciativa das bibliotecas parque, que
recentemente chegou no Brasil com a proposta no Rio de Janeiro. Estas bibliotecas
conseguem trazer um olhar muito diferenciado daquele que já é comum pelo
público, em virtude seus serviços, atividades e produtos.
Com a análise das notícias publicadas nas páginas no Facebook e no site
das bibliotecas parque, foi possível perceber que elas desenvolvem atividades
concernentes aos objetivos da Agenda 2030. No entanto, ainda há alguns temas
que necessitam ser abordados para contemplar outras necessidades
informacionais, além do planejamento e capacitação constante dos profissionais
envolvidos.
A ONU ao estabelecer a Agenda 2030 em busca de ações para um mundo
livre de pobreza, fome, enfermidade, violência, com acesso equitativo e universal a
educação de qualidade em todos os níveis, teve por objetivo assegurar a atenção à
saúde e segurança pública, o bem-estar físico, mental e social da população.
Neste contexto, as bibliotecas públicas têm uma importante contribuição e
por isso, é necessária uma conscientização dos governos nas esferas municipal,
estadual e federal, já que estes espaços requerem investimentos e políticas públicas
para desenvolver um trabalho que traga resultados a médio e longo prazo. Para
ajudar a promover a sustentabilidade do planeta, o governo brasileiro necessita

�pensar também na sustentabilidade financeira das próprias bibliotecas e demais
equipamentos culturais públicos que atualmente encontram-se fechados no Estado
do Rio de Janeiro.
Referências
ANDRADE, M. A. L.; SABBAG, D. M. A. Política de indexação: um estudo nas
bibliotecas públicas do estado do Rio de Janeiro. Bibl. Esc. em R. Ribeirão Preto,
v. 5, n. 2, p. 76-98.
INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARIES ASSOCIATION, IFLA.
Manifesto da IFLA/UNESCO sobre bibliotecas públicas. Disponível em:
https://www.ifla.org/files/assets/public-libraries/publications/PL-manifesto/plmanifesto-pt.pdf
LANKES, David. Expect More: melhores bibliotecas para um mundo complexo.
São Paulo: FEBAB, 2016.
WEBER, Claudiane. As bibliotecas e o aporte para o desenvolvimento sustentável.
Anais... Congresso de Responsabilidade e Reciprocidade, Recanto Maestro.
Disponível em: https://reciprocidade.emnuvens.com.br/rr/article/download/64/72

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