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                  <text>Ações da biblioteca para promoção do conceito de desenvolvimento
sustentável

Andréa Pereira dos Santos (UFG) - andreabiblio@gmail.com
Benjamim Pereira Vilela (IFG) - bpvilela@gmail.com
Resumo:
Objetiva-se apresentar os conceitos de desenvolvimento sustentável que podem ser
trabalhados em diversos tipos de bibliotecas, sejam elas escolares, públicas, universitárias
e/ou comunitárias. Entende-se que a biblioteca precisa cumprir um papel que vá além dos
serviços clássicos que ela oferece tais como: serviço de referência, empréstimo, devolução,
orientação à ABNT, treinamentos dentre outros. Busca-se, por meio de uma breve pesquisa
bibliográfica, estabelecer os principais conceitos de desenvolvimento sustentável que podem
ser trabalhados na biblioteca. Conclui-se que tal agenda deve fazer parte do dia a dia da
instituição, seja em páginas da internet ou redes sociais. Importante também a criação de
suportes e bases de dados com informações precisas sobre tal assunto. Enfim, a biblioteca é
uma das principais instituições responsáveis por promover ações junto a sua comunidade em
prol do desenvolvimento sustentável.
Palavras-chave: Desenvolvimento sustentável. Biblioteca. Ação Cultural
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Eixo Temático: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
ODS: 12
Introdução:
Objetiva-se apresentar os conceitos de desenvolvimento sustentável que
podem ser trabalhados em diversos tipos de bibliotecas, sejam elas escolares,
públicas, universitárias e/ou comunitárias. Entende-se que a biblioteca precisa
cumprir um papel que vá além dos serviços clássicos que ela oferece tais como:
serviço de referência, empréstimo, devolução, orientação à ABNT, treinamentos
dentre outros.
Desse modo, a biblioteca, enquanto instituição social, cultural e
educacional, precisa estar atenta às discussões acerca das questões ambientais e
repassar tais informações aos usuários da biblioteca por meio de debates, painéis
e cursos. Agindo assim, a biblioteca estará contribuindo para o entendimento dos
conceitos de desenvolvimento sustentável dos sujeitos por ela atendidos.
Apresenta-se, portanto, um conjunto de conceitos, de diferentes autores,
que podem ser apresentados para os usuários em formato a ser escolhido por
cada biblioteca ou seguindo as sugestões apresentadas por esse texto.
Método da pesquisa:
Trata-se de um levantamento do conceito de desenvolvimento sustentável
proposto por autores credenciados no assunto. A partir de uma pesquisa
bibliográfica, identificou-se autores mais citados nessa área. Com esses conceitos
em mãos, a intensão é de realizar atividades na biblioteca que possam trabalhar
com os usuários os conceitos coletados.
Discussão:
A discussão sobre sustentabilidade da vida que propomos deve transcender
as fronteiras dos quintais, e fazer parte do movimento coletivo dos lugares. Deve ir
ao total e retornar aos quintais e aos lugares; agir dentro do indivíduo e saber que
ele pertence ao fora; agir no fora com a substância interior. De modo que as trocas
de experiências e o máximo de aproveitamento dos elementos naturais e culturais
devem ser buscados para que a sustentabilidade possa ser alcançada (OLIVEIRA
et al, 2009). Esse conceito, ao ser trabalhado na biblioteca escolar e/ou pública
contribui para que o sujeito se sinta pertencente ao meio ambiente fazendo parte
dele e garantindo, sobretudo, o respeito e uso consciente. Oficinas, são ótimas
opções para promoção desse tema.
As considerações apresentadas no tópico acima devem ser levadas a cabo,
para que as gerações futuras possam ter acesso a um planeta em condições de

�vida e sobrevivência. Tais condições só se efetivarão caso: a alfabetização
ecológica seja feita em todos os cantos da terra; haja um sentimento de pertença
a “Mãe – Terra”; e, os seres humanos, sejam capazes de compreender os
princípios básicos da ecologia profunda e viver de acordo com eles. De modo que
a alfabetização ecológica (CAPRA, 1996) e a valorização das práticas e modos de
vida, que são consideradas sustentáveis, devam tornar-se constantes nas políticas
públicas, nas práticas empresariais, nos diversos níveis de escolaridade e também
numa busca da diminuição e/ ou eliminação das contradições sociais.
Ao pensarmos na sustentabilidade como uma alternativa para o
enfrentamento da situação atual, não devemos deixar de lado, as discussões
sobre o tema – os quais têm provocado inúmeros debates, seja no meio
acadêmico, empresarial, político, entre outros. E fazer algumas distinções, com
vistas a aproximar o conceito de sustentabilidade aos contextos atuais:
aquecimento global; extinção significativa da biodiversidade; entre outros.
O conceito de sustentabilidade e os seus desdobramentos nos ajudarão na
compreensão e apreensão dos assuntos discutidos neste modulo, o qual versa
sobre filogenia e soluções adaptativas, os quais se pautam por uma visão holística
e integrada do ambiente.
Vale lembrar que os termos “desenvolvimento sustentável” e
“sustentabilidade”, emergiram, sobretudo com a realização de importantes eventos
e espaços de discussões como: o Relatório Nosso Futuro Comum (1987), a Rio
92, a assinatura do Protocolo de Quioto (1997), o Pacto Global (1999) e o
estabelecimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Os quais tiveram
como motivadores, os problemas ambientais que começaram a afligir o Mundo
com o advento da lógica racionalista e mecanicista, empreendidos pelo modo de
produção capitalista, após o inicio da revolução industrial e consolidados em
escala planetária após a Segunda Guerra Mundial.
Raquel Carson1 não só coloca um elemento central, que permeia as
discussões sobre sustentabilidade; qual seja o domínio dos elementos da natureza
(no exemplo a utilização de elementos da natureza agregados ao saber – os
medicamentos que ajudaram a eliminar doenças), para satisfazer as necessidades
da vida humana. Ela aborda ainda as conseqüências do uso indiscriminado de
substâncias nocivas ao ambiente. Esses argumentos são a tônica do livro, o qual
é considerado um marco contemporâneo para o inicio do chamado “ movimento
ambiental”
A breve contextualização da obra de Carson é importante para darmos
continuidade à reflexão sobre “sustentabilidade”, pois ela foi um marco, ao
despertar para o interesse da humanidade pela proteção da vida na Terra.
O termo segundo Lima (2006) vem sendo utilizado como uma “palavra
mágica”, como uma solução para todos os problemas ambientais, ou como uma
chancela para as empresas se destacarem no mercado, mesmo que estas não
estejam seguindo corretamente os princípios do chamado “desenvolvimento
sustentável”, mas apenas utilizando do discurso, como por exemplo, aqueles

1

Cientista que ajudou o mundo a construir uma consciência do
&lt;http/:animamundhy.com.br&gt;. Acesso em: 08 de julho de 2017.

meio ambiente. Disponível em:

�postulados por Sacks (1993), que dizem que o desenvolvimento deve: promover a
economia; preservar o ambiente; ter a participação social.
Esse problema constitui-se numa artimanha perigosa, pois muitas vezes o
discurso da “sustentabilidade” seduz, mas efetivamente não está sendo
transformado em ação efetivamente.
Cabe, aqui, pegar a idéia de que as neutralidades dos conceitos e dos
discursos inexistem e, também, a idéia de que todo saber e todo discurso são
construídos culturalmente. Para edificar os postulados de “desenvolvimento
sustentável” como também o de “sustentabilidade”, a fim de evitarmos confusões
epistemológicas e teóricas sobre estes termos,
é preciso destrinchar as
categorias constitutivas dos conceitos. É o que buscaremos fazer a fim de aclarar
o entendimento das categorias e dos fundamentos da “sustentabilidade”, para não
corrermos o risco de enredar naquilo que falamos no parágrafo anterior: utilizar o
discurso para “vender uma idéia”. Nesse sentido, o trabalho da biblioteca não deve
permear em atividades isoladas e esporádicas. Devem, sobretudo, permear pela
ideia da ação cultural, ou seja, com atividades e ações com finalidade de tornar os
sujeitos não só passivos mais ativos no processo de educação ambiental
(COELHO, 1989).
Mas, antes, convém salientar que a sociedade, imbuída dos valores
calcados num dos tipos de saber, a ciência, estabelece que esta seja a única
“verdade” por utilizar-se de dois efeitos de poder: a neutralidade e a objetividade.
São nesses efeitos que (LIMA, 2003) crítica nas bases epistemológicas do
“desenvolvimento sustentável” e apresenta adjetivos para justificar seus
argumentos.
Segundo Lima (2003), os discursos da “sustentabilidade”, concentram suas
críticas, no contexto de uma sociedade capitalista orientada pelo mercado. E
destaca que tal condição se interpõem entre a realidade e a prática, a retórica da
sustentabilidade e a possibilidade de sua concretização. Nesta direção, são muitas
as vulnerabilidades apontadas. Uma delas são a possibilidade de crescimento
econômico vinculado a preservação e conservação ambiental: nesse
entendimento, seria impossível tal concretização, uma vez que os fins do
crescimento econômico seria o lucro, pautado na exploração dos recursos naturais
através da exploração do trabalho.
Essas reflexões, as quais, segundo outros autores como (LEFF, 2006),
(LEFF, 2002), (GUIMARÃES, 2004), (LAYRARGUES, 2004), também fazem uma
leitura mais crítica do conceito; estes pontuam que outros aspectos devem ser
revistos, ao considerar que se a sociedade continuar no mesmo ritmo de
desenvolvimento e racionalidade econômica, é difícil chegar-se a sustentabilidade,
dada a grande necessidade que o sistema capitalista tem de apropriar-se da
natureza e do trabalho de outros seres humanos. Neste foco, as questões
ambientais, estão ligadas às estruturas econômicas, conseqüentemente, não se
pode existir neutralidade no discurso da sustentabilidade.
Leff (2006) adverte que o princípio da sustentabilidade desdobra-se do
discurso da globalização econômico – ecológica a qual constata os limites da
natureza diante dos anseios da racionalidade econômica. E que a crise ambiental
veio justamente alavancar os questionamentos referentes aos fundamentos
econômicos que legitimaram o crescimento econômico. De modo que

�desenvolvimento industrial, a urbanização, a tecnologia ou outros aspectos
intrínsecos ao mundo contemporâneo possam aparecer como causadores da crise
ambiental, estes são determinados pelas relações sociais de produção. A crise
ambiental seria resultado do modo de produção capitalista, cuja lei determinante é
a busca ilimitada de lucro. Nesse sentido, as relações sociais capitalistas são
incompatíveis com o desenvolvimento sustentável (TEIXEIRA, 2006).
Resultados:
Os conceitos de desenvolvimento sustentável trabalhados no contexto das
bibliotecas por meio de oficinas, cursos, vídeos, debates dentre outros, são
essenciais para a promoção do bem estar social e cultural dos indivíduos. A partir
desses conceitos, a biblioteca pode montar murais, digitais ou não, de modo a
sempre lembrar aos usuários a importância desse tema e promover mudanças de
atitudes.
Além disso, pode-se apoiar e publicizar trabalhos nesse campo dando
maior visibilidade à esses estudos e promovendo o interesse para que outros
também publiquem e contribuam para o fortalecimento de pesquisas sobre
desenvolvimento sustentável.
Acima de tudo, os conceitos nos mostram que a biblioteca também deve ser
exemplo a ser seguido, tanto na estrutura física, ao utilizar uma arquitetura que
prioriza a luz natural, por exemplo, quanto em motivar o uso comedido de papel e
copos descartáveis.
Considerações Finais ou Conclusões:
Percebe-se que a biblioteca tem um dever social, cultural e político que vá
além dos muros dessa instituição. Ao promover acesso a informações acerca dos
problemas ambientais e levar tais discussões para o seio dela, estará contribuindo
para que os sujeitos por ela atendidos tenha uma maior conscientização acerca
dos problemas que envolvem o nosso meio ambiente. Além disso, a temática
sobre desenvolvimento sustentável deve ser pautada dentro dos preceitos da ação
cultural, ou seja, envolvendo os sujeitos enquanto ativos no processo e não
somente passivos.
Tal agenda deve fazer parte do dia a dia da instituição, seja em páginas da
internet ou redes sociais. Importante também a criação de suportes e bases de
dados com informações precisas sobre tal assunto. Enfim, a biblioteca é uma das
principais instituições responsáveis por promover ações junto a sua comunidade
em prol do desenvolvimento sustentável.
Referências:
BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Protocolo de Quioto: a convenção
sobre mudança do clima : O Brasil e a convenção – quadro das nações
unidas. Brasília: MCT, [200-]. Apoio do Ministério das Relações Exteriores. 29 p.

�CAPRA, Fritjof. A teia da Vida: uma nova compreensão científica dos sistemas
vivos. São Paulo: Cultrix, 1996.
COELHO, Teixeira. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense, 1989.
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO
(CMMAD). Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas,
1988.
LIMA, Gustavo da Costa. O discurso da sustentabilidade e suas implicações para
a educação. Ambiente e sociedade, Campinas, v. 6, n. 2, Dec. 2003.
LEFF, Enrique. Racionalidade Ambiental: a reapropriação social da natureza.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.

LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade,
poder. Petrópolis (RJ): Vozes, 2002.
LAYRARGUES, Philippe Pomier. Identidades da educação ambiental brasileira
/ Ministério de Meio Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental; Philippe Pomier
Layrargues (coord.). Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004.

GUIMARÃES, Mauro. Educação Ambiental Crítica. In: Identidades da educação
ambiental brasileira / Ministério de Meio Ambiente. Diretoria de Educação
Ambiental; Philippe Pomier Layrargues (coord.). Brasília: Ministério do Meio
Ambiente, 2004.

OLIVEIRA, Flávia Camargo de; ALBUQUERQUE, Ulysses Paulino de; FONSECAKRUEL, Viviane Stern daand HANAZAKI, Natalia. Avanços nas pesquisas
etnobotânicas no Brasil. Acta Bot. Bras. [online]. 2009, vol.23, n.2, pp. 590-605.
ISSN 0102-3306. doi: 10.1590/S0102-33062009000200031.
SACHS, Ignacy. Estratégias de Transição para o Século XXI
Desenvolvimento e Meio Ambiente. São Paulo: Studio Nobel - Fundap, 1993.

-

TEIXEIRA, Cristina. Educação e desenvolvimento sustentávelna agenda 21
brasileira. Revista Ambiente &amp; Educação – Revista de Educação Ambiental.
Rio Grande – RS, Vol. 11, 2006.

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