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                  <text>A inserção da etnia negra no curso de Biblioteconomia da
Universidade Federal de Santa Catarina a partir das ações
afirmativas

Vera Lucia Rodrigues Barbosa (UFSC) - veraluciarodriguesbarbosa@hotmail.com
Marisa Bräscher Basilio Medeiros (UFSC) - marisa.brascher@gmail.com
Marli Dias de Souza Pinto (UFSC) - marli.dias@ufsc.br
Priscila Machado Borges Sena (UFSC) - priscilasena.ufsc@gmail.com
Resumo:
Apresenta-se neste artigo a inserção da etnia negra no Curso de Graduação em
Biblioteconomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a partir da adoção de
cotas nas Universidades Brasileiras. A pesquisa é caracterizada como exploratória e
qualitativa. Os dados foram coletados por meio do Sistema de Controle Acadêmico de
Graduação – CAGR, elaborado pela Superintendência da Governança Eletrônica e Tecnologia
da Informação da UFSC (SETIC). Verificou–se o aumento de 7,7% da inserção da etnia negra
no curso, no entanto essa porcentagem ainda não é significativa. Dessa forma, o resultado da
pesquisa realizada proporciona uma provocação quanto a relevância das ações afirmativas nas
Universidades Brasileiras bem como no Curso de Graduação em Biblioteconomia da UFSC.
ODS: 10 Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles
Palavras-chave: Ações afirmativas. Curso de Biblioteconomia. Identidade Negra.
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXVII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Fortaleza, 16 a 20 de outubro de 2017.
Eixo Temático: Eixo 1 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS: 10 Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles

1 Introdução
Conhecer as experiências dos afrodescendentes no Brasil constitui tarefa
fundamental para compreender as dinâmicas culturais, sociais e econômicas do
país em que vivemos. Mortari e Vieira (2014, p.166) afirmam que a história destes
homens e mulheres de origem africana ficou atrelada “apenas aos dissabores e
sofrimentos da escravidão, inviabilizando qualquer experiência vivida para além da
condição jurídica de ser ou estar escravo”.
Alguns aspectos abordados acerca das experiências das populações de
origem africana no Brasil no período compreendido entre os séculos XVI ao XIX
visam apontar “a adversidade de vivencias no tocante as questões que envolvem o
cativeiro, as identidades solidariedades, religiosidades e as resistências”.
(MORTARI; VIEIRA, 2014, p.167).
De acordo Lucindo e Rascke (2014, p. 184), estudos sobre as populações
afrodescendentes tem como objetivo apontar alguns aspectos das experiências
após a abolição da escravatura e sua inserção social. Nessa direção, conhecer os
reflexos das políticas de ação afirmativa e de cotas em benefício dos estudantes de
etnia negra e pobres no ensino público universitário colabora para a compreensão
do momento atual, e para a reflexão acerca da diminuição das desigualdades
sociais e raciais acumuladas ao longo dos anos entre brancos e negros.
Essas desigualdades, segundo Munanga (2007, p. 7), observa-se em todos
os setores da vida nacional: mercado de trabalho, sistema de saúde, setor público,
área de lazer, educação, entre outros.
No setor educacional, dois projetos de lei foram propostos no Congresso
Nacional Brasileiro, com o intuito de minimizar as desigualdades relativas à inserção
do negro no ensino superior. Esses projetos defendiam as cotas para negros: o
PL0650\1999, do senador José Sarney, e o PL03198\2000, do Deputado Paulo
Paim. Mas, somente em 2004 o Governo Federal propôs o Projeto de Lei
3.627\2004, que estabelece, para todas as universidades federais, reserva de 50%
das vagas oriundas do ensino médio e público e porcentagem igual para negros
pardos e indígenas.
Dessa forma, neste trabalho procurou-se verificar se as ações afirmativas da
Universidade Federal de Santa Catarina, relativas ao sistema de cotas para negros

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contribuiu para o aumento do número de estudantes negros no Curso de
Biblioteconomia. Ainda no contexto desta temática, apresenta-se uma reflexão
sobre a experiência de uma estudante negra cotista na terceira idade na graduação
em Biblioteconomia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
2 Método da pesquisa
A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, com abordagem qualiquantitativa. Considera-se a pesquisa bibliográfica, segundo proposto por Gil (2010,
p. 29), como aquela realizada a partir de material publicado em diversos tipos de
suporte.
Segundo Silva e Menezes (2005, p.20) “a pesquisa quantitativa significa
traduzir em números, opiniões e informação para classificá-la e analisá-la. Requer
o uso de recursos e técnicas estatística”. Já a pesquisa qualitativa não requer o uso
de técnicas estatísticas (SILVA; MENEZES, 2005), pois nesse tipo de pesquisa, o
ambiente natural é a fonte direta para a coleta de dados, e se apoia na revisão de
literatura.
Nesta pesquisa buscou-se situar a temática da história do negro no Brasil, a
partir da concepção das cotas nas universidades públicas. Realizou-se o
levantamento de literatura, principalmente nos trabalhos dos autores Mortari e Vieira
(2014), Lucindo e Rascke (2014), que refletem sobre a temática e serviram para a
realização deste trabalho.
Em relação ao tema das cotas para negros, foi realizada busca na Biblioteca
Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e selecionadas as pesquisas de
Munanga (2007) e Oliveira e Araújo (2007).
Os dados sobre os alunos do Curso de Biblioteconomia da UFSC foram
obtidos no Sistema de Controle Acadêmico de Graduação – CAGR, elaborado e
gerenciado pela Superintendência da Governança Eletrônica e Tecnologia da
Informação da UFSC (SETIC).
3 Resultados e Discussão
A partir dos documentos concedidos pelo Departamento de Administração
Escolar (DAE) da UFSC, obteve-se a distribuição e relação de alunos do curso de
Biblioteconomia das etnias de cor branca, pardo, negra, dos seguintes períodos:
1999 a 2005, 2006 a 2015 e 2016. A análise realizada compara o percentual de
alunos no período antes (1999 – 2006), 16 semestres, com o percentual após a
implementação das Ações Afirmativas na UFSC (2008-20161). O total de alunos
cadastrados no período total da pesquisa é de 18 da cor amarela, 1253 da cor
branca, 3 da etnia indígena, 129 pardos e 85 negros.

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Apesar de aprovadas em julho de 2007, as Ações Afirmativas foram efetivamente implementadas em 2008.

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Ao analisar os semestres entre 1/1999 a 2/2007, observa-se um total de 642
alunos registrados no CAGR, dentre os quais 573 (89,3%) são brancos, 37 (5,8%)
são pardos e 21 (3,3%) são negros. Ao somar o total de pardos e negros, tem-se
um total de 58 alunos (9%) , em relação a um total de brancos de 89,3%, o que
representa uma diferença proporcional significativa.
No período após a implementação das Ações Afirmativas, temos um total de
828 alunos, sendo que 663 (80,1%) são brancos, 91 (11%) são pardos e 64 (7,7%)
são negros. Somando-se pardos e negros temos um total de 155 alunos (18,7%).
Ao comparar o percentual dos dois períodos, antes e após as Ações
Afirmativas, observa-se a diminuição do percentual de alunos de cor branca (de
89,3% para 80,1%); um aumento do percentual de alunos da cor parda ( de 5,8%
para 7,7%) e um aumento do percentual de alunos negros (de 3,3% para 7,7%). Ao
observar o percentual total de negros e pardos, houve crescimento de 7,7% antes
das Ações Afirmativas para 18,7% após essas Ações, o que representa um avanço,
mas longe ainda de mostrar um maior equilíbrio na distribuição de vagas, pois a
proporção de alunos da cor branca é bastante superior à de alunos pardos e negros.
4 Considerações Finais
Ainda hoje no Brasil é possível ver os reflexos da história de desigualdades
e explorações se questionarmos quem é realmente negro no país. Posto isto, o
acompanhamento dos resultados pós implantação das ações afirmativas contribui
para alcançarmos um dos objetivos da implementação da agenda 2030 – 10
Redução das desigualdades, uma vez que, a partir do aumento da inserção da etnia
negra nos cursos de Graduação em Biblioteconomia, pode-se diminuir o estigma de
elitização das bibliotecas, e estas passarem a representar realmente um espaço de
e para todos e todas.
Mesmo com os dissabores da escravidão e desigualdades, no Brasil e em
outros países, homens negros e os movimentos negros lutaram por sua etnia,
origem e liberdade, e conseguiram vitórias e conquistas, como o escritor Cruz e
Souza na literatura brasileira; Antonieta de Barros, que foi a primeira Mulher negra
a integrar a assembleia Legislativa de Santa Catarina; Machado de Assis, poeta do
gênero literário; Nelson Mandela, símbolo da luta contra o apartheid e a política de
segregação racial; Rosa Louise Mc Cauley Parcks, mais conhecida como Rosa
Parcks, que ficou famosa em 1º de dezembro de 1955 por ter recusado frontalmente
a ceder o seu lugar no ônibus a um branco, tornando-se símbolo do movimento dos
direitos civis dos negros nos Estados Unidos; Martin Luter King, lutador do
movimento negro e pela igualdade racial.
A implementação de cotas, certamente é reflexo de lutas de pessoas ilustres,
mas também de desconhecidos. Nesse aspecto, vale ressaltar que este estudo foi
realizado por uma estudante negra de 60 anos que ingressou no Curso de

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Biblioteconomia graças às Ações Afirmativas da UFSC. Portanto, registramos aqui
sua experiência pessoal, afim de colaborar para a reflexão sobre essa temática:
Disciplina e força de vontade são os requisitos fundamentais para
que esse sonho se realize e a maturidade pode ser o ponto mais
positivo de quem quer escolher, correr contra o tempo de conquistar
o tão sonhado diploma. Quanto às dificuldades de encontrar os
desafios de ser novamente estudante, é que a memória falha um
pouco, mas chegar ao topo é possível. Para os mais velhos, a
convivência com os jovens traz ainda um novo estilo de vida, abre
os horizontes, faz crescer. O maior desafio para essa faixa etária da
vida é a tecnologia. O estudo é importante do nascimento até a
morte, independentemente da idade. Buscando forças em Deus
conseguimos concluir a graduação. Então voltamos a pensar nas
gerações mais novas de famílias de trabalhadores, que estão
repetindo a mesma luta. Não podemos esquecer-nos das teorias,
também não podemos esquecer-nos de nossas próprias vidas. Ao
comparar como são profundas as marcas de mulheres, que
constituem famílias, tornam-se donas de casas, tem filhos, algumas
precisam trabalhar também fora de casa, e desejam realizar até um
curso superior. A vida social moderna não dá oportunidade de
pararmos para pensar na grandeza de conseguir sobreviver a tantas
obrigações, compromissos, deveres e tarefa a realizar. Quando
parte dessa população de trabalhadores consegue chegar a um
curso superior. Essas pessoas de extrema resistência se deparam
com as exigências deste nível de ensino. Temos sentimentos dos
mais variados tipos; sentimos medo e vontade de desistir.

Os negros venceram obstáculos e conquistaram muitos direitos, apesar disso
há muito o que fazer nos níveis de qualidade de vida, rendimento, ensino e
empregabilidade. Dessa forma, há desigualdades sociais que perduraram, apesar
de avanços e conquistas. Muito se tem a fazer para eliminar estas desigualdades,
que são consequência de um modelo adotado na época da colonização do país.
Assim sendo, a finalidade desta pesquisa foi analisar negros nas
Universidades Públicas, abordando que existem diferenças, mas que também
existem esperanças. Conforme Paulo Freire (2005) enfatizou que, aí dos que
cessarem sua capacidade de sonhar, de invejar sua coragem de anunciar e
denunciar. Ai dos que, no lugar de visitar de vez em quando o futuro pelo profundo
engajamento como hoje, como aqui e o agora, se atrelarem a um passado de
exploração e rotina.
Referências
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 48. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
2005.

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GIL, Antônio Carlos. Conceito de pesquisa bibliográfica proposto por Gil.
2010, p. 29.
LUCINDO, William Robson Soares; RASCKE, Karla Leandro. O Brasil após a
Abolição e a inserção social das populações de origem africana. In: Cardoso,
Paulino de Jesus; Rascke, Karla Leandro (orgs.). Formação de professores:
promoção e difusão de conteúdos sobre história e cultura afro-brasileira e africana.
Florianópolis: DIOESC, 2014, p. 246. Capítulo 2, p. 184 – 197.
MORTARI, Claudia; VIEIRA, Fábio Amorim. O Brasil dos Séculos XVI a XIX:
populações de origem africana, cativeiro, identidade... In: CARDOSO, Paulino de
Jesus; RASCKE, Karla Leandro (orgs.). Formação de professores. promoção e
difusão de conteúdos sobre história e cultura afro-brasileira e africana.
Florianópolis: DIOESC, 2014, p. 246. Capítulo 1, p. 166 – 183.
MUNANGA, Kabengele. Considerações sobre as políticas de ação afirmativa no
ensino superior. In: PACHECO, Jairo Queiroz; SILVA, Maria Niza. (Orgs). O negro
na universidade: o direito a inclusão. 1 ed. Brasília: Fundação Cultural Palmares,
2007, p. 7-19.
SILVA, Edna Lucia da; MENEZES, Estera Muszkat. Metodologia de pesquisa e
elaboração de dissertação. 4. ed. rev. atual. Florianópolis: UFSC.

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