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                  <text>A ECONOMIA DO LIVRO NO BRASIL: PRODUÇÃO E CONSUMO
SUSTENTÁVEIS

LETÍCIA LIMA DE SOUSA (UFRA) - llsleticia.sousa@gmail.com
ALCIONE CARDOSO DE SOUSA (UFPA) - acsalcione@hotmail.com
Rafael Silva Patrício (UEPA) - prof.rspatricio@gmail.com
Simei Nascimento da Silva (SEDUC- PARÁ) - simeinsilva@gmail.com
Jean Pereira Corrêa (ufpa) - jean.p.correa7@gmail.com
Resumo:
O presente artigo tem a seguinte problemática: A produção e o consumo de livros no Brasil
são realizados pensando na sustentabilidade?. Aborda sobre a produção e o consumo do livro
no Brasil verificando os benefícios advindos com a adoção de um modelo de produção e de
consumo sustentáveis. Estuda o mercado brasileiro do livro, investigando alguns aspectos
importantes, objetivando: mostrar como ocorreu o surgimento e evolução do suporte
informacional ao longo do tempo, analisar o mercado editorial utilizando a teoria
microeconômica e verificar se existe sustentabilidade no processo de produção e consumo do
livro. Realiza a diferenciação entre consumo produtivo e consumo individual sob a concepção
marxista. Faz uma revisão de literatura acerca da história do livro a fim de compreender como
ocorreu seu surgimento e evolução até chegar aos modernos suportes informacionais. Analisa
o mercado editorial sob uma concepção microeconômica. Constata que o mercado editorial é
um mercado perfeitamente competitivo. Explicita que é essencial produzir e consumir
pensando na questão da preservação do meio ambiente. Ratifica que já existe uma
preocupação governamental em produzir e consumir de forma sustentável, pois em 2011 o
Ministério do Meio Ambiente (MMA) por meio do Comitê Gestor de Produção e Consumo
Sustentáveis (CGPCS) formulou o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis
(PPCS). Conclui que o mercado editorial e os consumidores de livros estão gradativamente se
adequando a este novo modo de produção e de consumo sustentáveis proposto pelo PPCS.
Palavras-chave: Produção sustentável – Livro. Consumo sustentável – Livro. Mercado
editorial – Análise microeconômica. Preservação – Meio ambiente.
Eixo temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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�Eixo Temático: Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) (Contém 17
objetivos). ODS: Do total de dezessete objetivos apenas dois são contemplados pela
temática deste trabalho: 12 - Consumo e produção sustentáveis e 13 - Combate às
alterações climáticas.
Resumo expandido: O presente artigo tem a seguinte problemática: A produção e o consumo de
livros no Brasil são realizados pensando na sustentabilidade?. Aborda sobre a produção e o
consumo do livro no Brasil verificando os benefícios advindos com a adoção de um modelo de
produção e de consumo sustentáveis. Estuda o mercado brasileiro do livro, investigando alguns
aspectos importantes, objetivando: mostrar como ocorreu o surgimento e evolução do suporte
informacional ao longo do tempo, analisar o mercado editorial utilizando a teoria microeconômica e
verificar se existe sustentabilidade no processo de produção e consumo do livro. Realiza a
diferenciação entre consumo produtivo e consumo individual sob a concepção marxista. Faz uma
revisão de literatura acerca da história do livro a fim de compreender como ocorreu seu surgimento
e evolução até chegar aos modernos suportes informacionais. Analisa o mercado editorial sob uma
concepção microeconômica. Constata que o mercado editorial é um mercado perfeitamente
competitivo. Explicita que é essencial produzir e consumir pensando na questão da preservação do
meio ambiente. Ratifica que já existe uma preocupação governamental em produzir e consumir de
forma sustentável, pois em 2011 o Ministério do Meio Ambiente (MMA) por meio do Comitê Gestor
de Produção e Consumo Sustentáveis (CGPCS) formulou o Plano de Ação para Produção e
Consumo Sustentáveis (PPCS). Conclui que o mercado editorial e os consumidores de livros estão
gradativamente se adequando a este novo modo de produção e de consumo sustentáveis proposto
pelo PPCS.

Introdução: O artigo tem a seguinte problemática: A produção e o consumo de
livros no Brasil são realizados pensando na sustentabilidade? Este trabalho
tem os seguintes objetivos: Estudar o mercado do livro, no Brasil, observando
alguns aspectos históricos intrínsecos a este; Verificar como ocorreu o surgimento
e evolução do suporte informacional; Analisar o mercado editorial utilizando a
teoria microeconômica; Verificar se há sustentabilidade no processo de produção
e consumo do livro. Partiu-se inicialmente, de uma discussão sobre os principais
pontos da história do livro para entender como ocorreu o surgimento e evolução
através do tempo até chegar às modernas formas de armazenamento da
informação as quais permitiram a economia no processo de produção do livro. A
seguir, foram abordados aspectos da teoria microeconômica que ajudaram a
entender a estrutura da indústria livreira tanto no formato tradicional quanto no
formato eletrônico. Buscou-se compreender, especificamente, a partir de uma
análise microeconômica recorrendo-se aos teóricos do referido campo de estudo.
Depois se analisou a questão da produção e do consumo do livro para verificar se
de fato com o advento das chamadas Tecnologias da Informação e Comunicação
(TICs) adotou-se a prática de produzir pensando no meio ambiente, isto é,
produzir e consumir pensando na sustentabilidade a fim de combater às
alterações climáticas. Primeiramente, A produção foi analisada verificando-se as
políticas de produção e se estas contemplam a questão do emprego de matériasprimas e de processos produtivos inovadores que viabilizem a economia dos
recursos naturais. Para analisa-la utilizou-se o conceito de produção sustentável:
é a incorporação, ao longo de todo o ciclo de vida de bens e serviços, das melhores
alternativas possíveis para minimizar custos ambientais e sociais. Acredita-se que esta
abordagem preventiva melhore a competitividade das empresas e reduza o risco para
saúde humana e meio ambiente. Vista numa perspectiva planetária, a produção sustentável
deve incorporar a noção de limites na oferta de recursos naturais e na capacidade do meio
ambiente para absorver os impactos da ação humana. (BRASIL, 2011, p. 6).

�Em seguida, o consumo também foi estudado. Para verificar se esta prática
realizada pelo mercado consumidor vem sendo pautada na preocupação com a
preservação dos recursos naturais. Empregou-se o conceito de consumo
sustentável:
é o uso de bens e serviços que atendam às necessidades básicas, proporcionando uma
melhor qualidade de vida, enquanto minimizam o uso dos recursos naturais e materiais
tóxicos, a geração de resíduos e a emissão de poluentes durante todo ciclo de vida do
produto ou do serviço, de modo que não se coloque em risco as necessidades das futuras
gerações. (BRASIL, 2011, p.6).

Método da pesquisa: Esta pesquisa classifica-se quanto ao objetivo em
exploratória, de acordo com Gil (2009, p. 41) visa “proporcionar maior
familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a constituir
hipóteses. Pode-se dizer que estas pesquisas têm por objetivo principal o
aprimoramento de ideias ou a descobertas de intuições”. Já em relação ao objeto
de estudo se constitui numa pesquisa bibliográfica. Segundo Marconi e Lakatos
(2003, p. 183) este tipo de pesquisa “abrange toda bibliografia já tornada pública
em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais,
revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc”.
Resultados: Com o surgimento das TICs o livro ganhou novo suporte, o qual
permitiu a economia de recursos naturais e também diminuiu o tempo de
produção. Ecologicamente, os livros eletrônicos têm como vantagem o fato de não
agredirem a natureza. As áreas florestais são poupadas, pois não há necessidade
de papel para sua produção. O conceito de produção e consumo sustentáveis se
relaciona com a chamada Produção Mais Limpa (P+L) na qual há menos recursos
naturais sendo empregados e geração de menor resíduo. Os impactos sofridos
pelos ecossistemas quando se produz sem pensar na sustentabilidade são: 1. A
escassez dos recursos não renováveis; 2. Os níveis de aquecimento planetário
elevados; e 3. Os efeitos catastróficos dos dejetos industriais e poluentes diversos.
A produção sustentável proporciona a minimização dos custos ambientais e
sociais. Portanto, o ato de produzir deve ser feito de forma consciente buscando
os impactos positivos para o bem-estar da sociedade e do meio ambiente. Tratase da produção pensando na sustentabilidade, contribuindo para a qualidade de
vida das próximas gerações. No Plano de Ação para Produção e Consumo
Sustentáveis (PPCS) existem 17 temas, porém selecionaram-se seis prioridades:
1. Educação para o consumo sustentável; 2. Compras públicas sustentáveis; 3.
Agenda ambiental da administração pública – A3P; 4. O aumento da reciclagem
de resíduos sólidos; 5. O varejo sustentável; e 6. As construções sustentáveis. O
surgimento de tecnologias, como a dos e-books, permite que o processo de
produção de uma obra seja realizado de forma sustentável proporcionando assim,
a redução do uso dos recursos naturais e o consumo também se mostra
sustentável. A reciclagem do papel para produção do livro também é outra forma
de redução dos impactos ambientais, uma vez que esta prática evita um novo
desflorestamento. No varejo sustentável o Pacto da Madeira proposto pela
iniciativa “Conexões Sustentáveis: São Paulo – Amazônia” tem apresentado
efeitos positivos tanto no comportamento dos setores ao longo de toda cadeia
produtiva, como também para os consumidores. Deste modo, o Brasil vem
tentando cumprir as metas que assumiu: reduzir o desmatamento e minimizar a

�emissão de gases causadores do efeito estufa. Assim, as atividades de produção
e de consumo acontecem de forma ecologicamente correta.
Discussão: Conforme se observou o livro passou por sucessivas mudanças até
chegar ao que hoje conhecemos. Nos estudos de Teixeira (1989), Chartier (1998),
Febvre e Martin (2000), Martins (2002), Portella (2003) e Ferreira (2010)
percebeu-se que o surgimento da escrita propiciou o nascimento do livro. A
informação passou a ser registrada começando nas paredes das cavernas até
chegar ao que hoje existe, livro impresso e e-books, como veículos de informação.
Assim, recursos naturais, pertencentes aos três reinos na natureza (mineral,
vegetal e animal), foram utilizados para a fabricação do livro. Os mais conhecidos
foram a argila, o papiro que era fabricado a partir de uma planta, o pergaminho
que era feito de pele de animais e o papel. Com o advento da imprensa de tipos
móveis de Gutemberg em Mogúncia, no século XV, entre os anos de 1450 e 1455
ocorreu à popularização do livro de forma mais intensa o que levou ao maior
consumo das matérias-primas, celulose e água, utilizadas para a produção do
livro. De lá para cá as indústrias papeleiras se proliferaram levando a maior
degradação ambiental. Para que a produção do livro se desse de forma mais
sustentável várias políticas foram adotadas no intuito de proporcionar a
amenização do efeito degradante ao meio ambiente: reciclagem de papel,
reflorestamento de áreas degradadas, dentre outras medidas. As TICs propiciaram
o novo formato de livro como apontou Ferreira (2010) os e-books nasceram para
revolucionar o processo de produção e de consumo, uma vez que estes
baratearam os custos para produção de uma obra. Isso resultou em uma
diminuição nos gastos com o processo produtivo. Também o processo de
consumo ficou mais dinâmico, pois os leitores agora podem consumir o livro tanto
no formato impresso quanto no eletrônico. A partir dos trabalhos de Henderson e
Quandt (1976), Varian (2006), Vasconcellos e Oliveira (2008), Pindyck e Rubinfeld
(2010) foi possível realizar a análise sob a ótica microeconômica do mercado
editorial. Constatou-se que este se caracteriza como um mercado perfeitamente
competitivo no qual existe liberdade para o exercício das atividades de produção e
comercialização das mercadorias. O Ministério do Meio Ambiente por intermédio
do Comitê Gestor de Produção e Consumo Sustentáveis (CGPCS) tornou público,
em 2011, o PPCS. O objetivo essencial é fomentar dinâmicas e ações, no médio e
longo prazo, que mudem o atual paradigma de produção e consumo, contribuindo
significativamente para o desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira.
Seus objetivos gerais são: 1. Fomentar no Brasil um vigoroso e contínuo processo
de ampliação de ações alinhadas ao conceito de Produção e consumo
sustentáveis (PCS), tal como estabelecido pela Organização das Nações Unidas
(ONU) no Processo de Marrakesh, compartilhando com os parceiros nacionais e
internacionais o esforço para promover também a sustentabilidade no plano
global; 2. Integrar a iniciativa de disseminação de PCS ao esforço de
enfrentamento das mudanças climáticas, e também a outras frentes prioritárias
para a sociedade brasileira, como o combate à pobreza, a distribuição equitativa
dos benefícios do desenvolvimento, a conservação da biodiversidade e dos
demais recursos naturais. O objetivo específico é fornecer as diretrizes básicas e
eleger as prioridades para que um conjunto de ações cabíveis, articuladas entre si,
possa efetivar mudanças expressivas e mensuráveis, tanto nos padrões de
consumo como de produção, que possam ser reconhecidos como mais

�sustentáveis. Portanto, constata-se a preocupação governamental com a
sustentabilidade. Shaver Dan; Shaver Mary (2003) mostraram dois modelos da
indústria do livro: da publicação impressa e da eletrônica. Em seu trabalho foram
feitos dois fluxogramas e mostraram as diferenças existentes entre ambos. É
importante frisar que os dois coexistem. Como foi possível observar existe uma
preocupação em implementar o novo modelo de produção de forma mais efetiva.
Amaro (2012) frisa que há ainda um longo percurso até que se consiga um
desenvolvimento econômico sustentável, produzindo mais mercadorias com
menor degradação, ao longo do ciclo completo dos produtos. Isto é, com menor
impacto em termos de uso de recursos naturais. Com base no trabalho de Marx
(2013) foi possível perceber que há uma distinção entre consumo produtivo e o
consumo individual. O consumo produtivo ocorre durante o processo de produção,
ou seja, é o consumo da força de trabalho e das matérias-primas para dar origem
a um produto. Já o consumo individual é aquele realizado no mercado consumidor
quando se compra a mercadoria.
Considerações Finais: O estudo permitiu ver que é possível consumir de forma
sustentável, isto é, pensando na preservação do meio ambiente. Os bens são
produzidos com menor impacto o que é benéfico para a sociedade, pois os
recursos naturais são preservados o que melhora a qualidade de vida tanto no
presente quanto no futuro. A sociedade tem sentido as mudanças climáticas que
vem ocorrendo devido ao uso intensivo dos recursos naturais. Por isso, medidas
para combater os problemas ocasionados pela rápida destruição do meio
ambiente devem ser amplamente adotadas com a finalidade de conter a
destruição do planeta. As atividades econômicas devem continuar sendo
desenvolvidas, contudo de forma sustentável. As buscas por tecnologias que
promovam a produção ecologicamente correta devem ser constantes para que os
livros continuem sendo produzidos, porém sem degradar o meio natural. É preciso
que os livros eletrônicos tenham um preço inferior para que sejam consumidos na
mesma proporção que o formato impresso, pois os preços dos e-books no Brasil
são relativamente altos quando comparados aos praticados nos demais países, é
vital que o consumidor tenha um preço acessível para que se sinta estimulado a
consumi-los. O comércio eletrônico livreiro ainda não chega a ter maior
faturamento que o formato impresso, pois se trata de um produto recente em
relação ao impresso. O mercado editorial vem oferecendo atualmente os e-books
em paralelo aos formatos tradicionais de livros. Estas começam a adotar em seus
processos produtivos práticas sustentáveis, estas medidas não só proporcionam a
preservação do meio ambiente como também ampliam o leque de vendas, estas
passam a oferecer aos leitores dois tipos de formatos como opção para o
consumidor. Este pode optar por aquele suporte que melhor atenda as suas
necessidades e ofereça menor custo. Conclui-se que a produção do livro impresso
provocou, ao longo do tempo, a exploração intensiva dos recursos naturais e a
degradação do meio ambiente. Controlar os danos do modelo econômico
tradicional, o qual implica em grandes desperdícios, tornou-se um desafio para o
mercado editorial nacional. Na tentativa de diminuir a utilização de recursos
naturais surgiram os e-books os quais permitem a minimização da utilização dos
recursos naturais e economia no processo produtivo.
Referências:

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Brasília, DF: Senado Federal, 2012. Disponível em:
&lt;https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/242669/Boletim2012.7.pdf?sequence=1&gt;.
Acesso em: 25 abr. 2017.
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em: &lt; http://ufsb.edu.br/wp-content/uploads/2015/07/Produ%C3%A7%C3%A3o-e-ConsumoSustent%C3%A1vel-MMA.2011.pdf&gt;. Acesso em: 09 jul. 2017.
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Fortaleza (Ceará)</text>
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              <text>Eixo 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>O presente artigo tem a seguinte problemática: A produção e o consumo de livros no Brasil são realizados pensando na sustentabilidade?. Aborda sobre a produção e o consumo do livro no Brasil verificando os benefícios advindos com a adoção de um modelo de produção e de consumo sustentáveis. Estuda o mercado brasileiro do livro, investigando alguns aspectos importantes, objetivando: mostrar como ocorreu o surgimento e evolução do suporte informacional ao longo do tempo, analisar o mercado editorial utilizando a teoria microeconômica e verificar se existe sustentabilidade no processo de produção e consumo do livro. Realiza a diferenciação entre consumo produtivo e consumo individual sob a concepção marxista. Faz uma revisão de literatura acerca da história do livro a fim de compreender como ocorreu seu surgimento e evolução até chegar aos modernos suportes informacionais. Analisa o mercado editorial sob uma concepção microeconômica. Constata que o mercado editorial é um mercado perfeitamente competitivo. Explicita que é essencial produzir e consumir pensando na questão da preservação do meio ambiente. Ratifica que já existe uma preocupação governamental em produzir e consumir de forma sustentável, pois em 2011 o Ministério do Meio Ambiente (MMA) por meio do Comitê Gestor de Produção e Consumo Sustentáveis (CGPCS) formulou o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS). Conclui que o mercado editorial e os consumidores de livros estão gradativamente se adequando a este novo modo de produção e de consumo sustentáveis proposto pelo PPCS.</text>
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