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                  <text>BIBLIOTECA NO PÁTIO: AÇÃO CULTURAL EM BIBLIOTECA
ESCOLAR

Ana Carolina Cardoso (CP2) - anaccardoso@cp2.g12.br
Cristiane Lopes Carvalho da Silva (CPII) - cristianelopes@cp2.g12.br
Vinícius Ribeiro Soares dos Santos (CP2) - viniciusrsds@id.uff.br
Nayara Peluffo Nascimento (UFF) - nanapeluffo@gmail.com
Resumo:
Relata a experiência do evento de ação cultural “Biblioteca no Pátio”, realizado pelo campus
Niterói do Colégio Pedro II. Com a intenção de quebrar a imagem de seriedade e rigidez do
espaço da biblioteca, que muitas vezes é vista apenas como um local de estudo e silêncio, o
projeto busca desmistificar essa concepção. É comum encontrar nas escolas jovens
preocupados com seu desempenho escolar em vias de uma realidade competitiva, até mesmo
com pressão por parte dos seus responsáveis. A biblioteca escolar tende a ser associada ainda
hoje à sua antiga concepção: espaço exclusivo para estudos e aperfeiçoamento de notas. A
leitura como entretenimento, de forma geral, fica relegada a segundo plano, de forma que se
torna esquecida pelos alunos. Tendo em vista a necessidade de a biblioteca escolar afirmar
sua relevância no ambiente de ensino, mostra sua faceta dinâmica, ativa, acolhedora e
criativa, onde exerce seu papel de agente cultural, desenvolvendo toda a capacidade do leitor
ao disponibilizar materiais bibliográficos e multimeios, de gêneros variados. Com o objetivo de
promover a ludicidade da biblioteca e a divulgação de obras literárias brasileiras e
internacionais, o projeto “Biblioteca no Pátio” apresenta para toda a comunidade escolar seus
serviços, seu acervo e seus projetos sem se limitar ao espaço físico. Desenvolve o contato com
os usuários fora de seu espaço usual e estimula a relação do leitor com a biblioteca e a leitura
de forma prazerosa.
Palavras-chave: Colégio Pedro II. Biblioteca escolar. Ação cultural. Mediação de leitura.
Incentivo à leitura.
Eixo temático: Eixo 11: IX Seminário Brasileiro de Bibliotecas das Instituições da Rede
Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

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�1 INTRODUÇÃO
Com o passar dos tempos, a relação do homem com a informação foi se modificando.
A informação hoje é matéria-prima e diferencial para quem a possui, o que acarreta mudança
nas estratégias de se obter a mesma. Esta nova relação com o saber, condicionada tantas vezes
“só” para fins de uso, também projeta uma nova postura do profissional da informação. Ao
invés de sua tradicional concepção de guardiões do saber, da memória, dos registros, do ensino
pedagógico, o bibliotecário urge trabalhar como disseminador da informação em seu aspecto
cultural e despretensioso de utilidade.
Dentro do contexto de um colégio do ensino médio, como o Colégio Pedro II, é comum
jovens preocupados com seu desempenho escolar em vias de uma realidade competitiva, até
mesmo com pressão por parte dos seus responsáveis. Assim, a Biblioteca Escolar tende a ser
associada ainda hoje à sua antiga concepção: espaço exclusivo para estudos e aperfeiçoamento
de notas. A leitura como entretenimento, de forma geral, fica esquecida. Na Biblioteca Escolar
Prof. Gilmar Luiz Novaes, por exemplo, não é incomum os alunos ingressos de outras escolas
se impressionarem com o fato de a mesma emprestar material não didático, e até mesmo ter
jogos e material multimídia. A Biblioteca e o bibliotecário escolar então, são chamados a
debater e assumir sua posição como ferramenta e agente cultural, respectivamente.
Unindo o objetivo de promover a ludicidade da Biblioteca e a divulgação de obras
literárias brasileiras e internacionais, conhecidas ou não, a ação cultural “Biblioteca no Pátio”
foi idealizada para toda a comunidade escolar com o intuito de mostrar a faceta de uma
biblioteca dinâmica, ativa e que vai atrás de seus usuários, sem se limitar ao espaço físico.

Colégio Pedro II e a Biblioteca Prof. Gilmar Luiz Novaes
O Colégio Pedro II é uma instituição pública federal de ensino básico e técnico (a
primeira instituição de ensino básico público do Brasil) que tem como missão e visão,
respectivamente, “promover a educação de excelência, pública, gratuita e laica, por meio da
indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, formando pessoas capazes de intervir
de forma responsável na sociedade” e “ser uma instituição pública de excelência em educação
integral e inclusiva, consoante com o mundo contemporâneo” (COLÉGIO PEDRO II, 2011).
Desde 2012, foi equiparado aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia e possui
a mesma estrutura organizacional (BRASIL, 2012). Já conta com quase 13 mil alunos
espalhados em 14 campi.
Fundado em 2 de dezembro de 1837, o Colégio fundamenta suas bases em sua tradição
centenária e vivenciou momentos de grande relevância na história nacional: o período do

�Império e o surgimento da República. Seu quadro de alunos egressos possui presidentes da
República, músicos, médicos, juristas, professores, jornalistas, dentre outros.
O campus Niterói surge em 2006 como resultado do plano de expansão do Colégio
Pedro II fora da cidade do Rio de Janeiro, através de um convênio com a Prefeitura de Niterói,
usando o espaço cedido por esta no bairro do Barreto para abrigar as suas instalações. Em 2016,
o colégio recebe o novo prédio e a biblioteca é nomeada como Professor Gilmar Luiz Novaes.
O campus conta atualmente com aproximadamente 550 alunos compondo seu quadro discente.

2 AÇÃO CULTURAL NA BIBLIOTECA ESCOLAR
Flusser (1983) trata da concepção de cultura e ação cultural, citando que a mesma
acontece quando se estabelece uma relação entre indivíduos e objetos, isto é, relação entre
indivíduos e o concreto. A ação cultural “Biblioteca no Pátio”, confronta o discurso de que a
biblioteca “é um lugar de total silêncio” (resquício de quando o saber era destinado para poucos)
e de que o saber é algo sagrado, para fazer com que a mesma ocupasse o pátio, um lugar não
habitual, não comum, mas recreativo, para trabalhar com a percepção transformadora de que a
unidade de informação tem seu nicho cultural e descontraído. Aquilo que não é comum é que
tem o caráter transformador de uma realidade, o que destacamos como um dos objetivos de
uma ação cultural: a possibilidade de mudança.
Outro ponto que caracteriza uma ação cultural, citada por Coelho Neto (1988), é que esta
é delineada segundo os desejos do seu público-alvo, pois parte de uma expressão do mesmo, de
um certo conhecimento prévio de suas necessidades, porém, sem necessariamente “se prender”
à expressão desta comunidade. Isto é, no evento realizado os próprios alunos, que também são
usuários do espaço, escolheram os materiais considerados mais interessantes para serem
levados ao pátio. Contudo, foram acrescentadas algumas indicações pelos profissionais da
biblioteca. Isso porque a ação cultural tem como objetivo oferecer ao público, até mesmo aquele
público em potencial, sua liberdade de expressão. A biblioteca forneceu apenas sugestões para
ampliação de possibilidades e interesses literários, alargar fronteiras e não imposição de
acervo/material considerado qualificado.
Em conformidade com essa visão cultural, o Manifesto IFLA/UNESCO (2005) sinaliza
que faz parte da Biblioteca Escolar trabalhar com seu público a aprendizagem para a escola e
para a vida. Por isso, os esforços envolveriam não somente conhecimento para sala de aula, mas
informação e cultura geral que refletisse em cidadania para seu público. Como afirma Fragoso
(2002), a biblioteca possui as dimensões educativa e cultural, pois é trabalhando como um

�agente cultural e confrontando a realidade que o bibliotecário exerce sua função em plenitude.
Assim também expõe Cabral:
Além da dimensão educativa, a ação cultural tem também uma
dimensão política por estar revestida de um caráter transformador, que
visa operar mudanças na realidade. Assim, ao fazer sua opção para atuar
como agente cultural, o bibliotecário deve dar início a um processo de
ação cultural emancipatória, de conteúdo ideológico, que propicie a
emergência das manifestações culturais do público. (CABRAL, 1999)

A ação cultural dentro deste contexto tem seu significado transformador, quando
promove a imagem (real e possível) de que o conhecimento é prazeroso, de que a leitura pode
ser “descontraída” e que é possível conhecer por prazer, aprender “sem querer”. É neste
momento que o bibliotecário exerce seu papel de agente cultural, estimulando a aprendizagem
de forma prazerosa e o uso de atividades afins no espaço.
3 RELATO DE EXPERIÊNCIA – “BIBLIOTECA NO PÁTIO”
A iniciativa do evento “Biblioteca no Pátio” surgiu da reformulação do Projeto Clube
do Livro desenvolvido na Biblioteca Escolar Prof. Gilmar Luiz Novaes do Colégio Pedro II,
campus Niterói. Ao invés de reuniões fechadas dentro do grupo, o clube decidiu ir para o pátio
e expor, de forma descontraída, o prazer que a Biblioteca pode proporcionar. O evento foi
divulgado para toda a comunidade escolar por e-mail, cartazes e pessoalmente nos setores.
No dia 04 de maio de 2017, com este novo formato e em resgate ao conhecimento de
forma prazerosa, o evento, primeiro neste novo formato, foi realizado no meio do pátio do
campus, na hora dos intervalos. O objetivo do evento foi divulgar a biblioteca como espaço de
entretenimento, lúdico e divertido onde é possível aprender brincando e desenvolver uma
relação prazerosa com o espaço. Diversos livros foram escolhidos, principalmente pelos alunos,
pertencentes ao clube, além de jogos educativos e materiais de mídia. Foi feita uma exposição
desses materiais no pátio para que toda a comunidade escolar conhecesse mais do acervo e
tivesse contato com itens divertidos e diferentes do que estão acostumados a interagir e
encontrar na biblioteca.
A apresentação do evento também não precisou de muitos recursos. Seguindo com o
quesito de criatividade e buscando o clima destituído de sala ou paredes, foram usados apenas
alguns bancos e cangas no chão, onde ficaram espalhados parte do material e um carrinho da
biblioteca expunha os livros de suspense, aventura, romance, ficção, quadrinhos, jogos de
perguntas e respostas, xadrez, etc. Confeccionamos também cartazes criados em conjunto pelos
alunos e pela biblioteca para ilustrar e sinalizar o espaço em que a ação estava acontecendo. Os

�interessados nos materiais puderam fazer empréstimos e quem ainda não tinha cadastro
na biblioteca pôde se cadastrar.
Uma das atividades feitas foi o jogo "Que livro sou eu?", idealizado e mediado pelos
próprios integrantes do Clube do Livro que provocou a memória dos alunos e divulgou
títulos novos para alguns, quando tinham que descobrir, através de dicas dos outros
participantes, qual o título ou personagem estava escrito em sua testa. Tudo de forma divertida
e muito descontraída!
A equipe da biblioteca interagiu com os presentes mostrando a variedade do acervo,
distribuindo folhetos que divulgavam os serviços oferecidos pela biblioteca e alguns projetos
realizados pela mesma, como o próprio Clube do Livro. Funcionários de vários setores
compareceram, além dos alunos e professores e todos elogiaram a iniciativa pedindo que o
evento se repetisse mais vezes.
As fotos do evento foram divulgadas no site oficial da Instituição, além das redes sociais
da Biblioteca. O alcance foi tão grande que atingiu outros campi e repercutiu com muitos
compartilhamentos para fora da instituição.

4 CONSIDERAÇÕES
A ação cultural da “Biblioteca no Pátio”, desenvolvida pela Biblioteca do campus
Niterói, procurou desenvolver atividades que retirassem o “peso” ao qual a Biblioteca costuma
ser associada em tempos de ansiedade de informação. Com isso, a biblioteca proporciona uma
ampliação de cultura geral, socialização através de jogos, autorreflexão advinda com a leitura
introspectiva, conhecimento de outras culturas de forma despretensiosa e não utilitária (sem
precisar de fazer provas ou prestar conhecimento a alguém).
A ação cultural bibliotecária realizada deve ser contínua e possuir diferentes estratégias,
ser dinâmica como os costumes, o comportamento e tendências que surgem. Foi interessante
notar a escolha de vários títulos de literatura brasileira pelos próprios alunos do clube do livro.
O evento “Biblioteca no Pátio” foi apenas o início da nova estratégia de promoção do
espaço para aprender de forma despretensiosa e, portanto, que pretende fazer novos eventos.
Diante do exposto, encarar e desmistificar o espaço da Biblioteca Escolar de ensino médio cheio
de seriedade, distante e construir um espaço junto aos alunos requer uma Biblioteca Escolar
que se lance a realizar ações culturais. Escapar do símbolo de um local distante e “sagrado do
saber” para estudantes preocupados com seu desempenho no vestibular, é mais que necessário.
Tal postura do espaço é o que vai efetivamente desenvolver seus usuários de forma integrada:
para a escola e para a vida.

�REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei nº 12.677, de 25 de junho de 2012. Dispõe sobre a criação de cargos efetivos,
cargos de direção e funções gratificadas no âmbito do Ministério da Educação, destinados às
instituições federais de ensino e dá outras providências. Brasília, DF, 25 jun. 2012. Disponível
em: &lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/L12677.htm&gt;. Acesso
em: 12 jun 2017.
CABRAL, Ana Maria Rezende. Ação cultural: possibilidades de atuação do bibliotecário. In:
VIANNA, Márcia Milton; CAMPELLO, Bernadete; MOURA, Victor Hugo Vieira.
Biblioteca escolar: espaço de ação pedagógica. Belo Horizonte: EB/UFMG, 1999. p. 39-45.
Seminário promovido pela Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal de Minas
Gerais e Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais,1998, Belo Horizonte.
COELHO NETO, J.T. O que é ação cultural. São Paulo: Brasiliense, 1988.
COLÉGIO PEDRO II. Missão, visão e valores. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em:
&lt;http://www.cp2.g12.br/cpii/missao.html&gt;. Acesso em: 20 maio 2017.
FLUSSER, Victor. A biblioteca como um instrumento de ação cultural. In: Revista Escola de
Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, p.145-169. 1983. Disponível em:
&lt;http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/index.php/article/download/15776&gt;. Acesso em: 29 jun.
2017.
FRAGOSO, Graça Maria. Biblioteca na Escola. Revista ACB: Biblioteconomia. Santa
Catarina, v. 7, n. 1, 2002. p. 124-131.
IFLA, FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E
INSTITUIÇÕES. Diretrizes da IFLA/UNESCO para a biblioteca escolar. Tradução Neusa
Dias de Macedo. São Paulo: IFLA, 2005. Disponível em:
&lt;https://www.ifla.org/files/assets/school-libraries-resource-centers/publications/schoollibrary-guidelines/school-library-guidelines-pt.pdf&gt;. Acesso em: 29 de maio 2017.
MACEDO, Neusa Dias. (Org.) Biblioteca escolar brasileira em debate: da memória
profissional a um fórum virtual. Rio de Janeiro: Senac, 2005.
MILANESI, Luís. A casa da invenção: biblioteca: centro de cultura. 3.ed. São Caetano do
Sul: Ateliê Editorial, 1997.

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