<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2486" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/2486?output=omeka-xml" accessDate="2026-09-20T21:46:42-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1568">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/8/2486/1598-1611-1-PB.pdf</src>
      <authentication>136eebe8b58cb2fe10e1ea20324b7e6e</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="29866">
                  <text>A avaliação como ferramenta de gestão no contexto do sistema de
bibliotecas/SIBI, da Universidade Federal de Goiás – UFG

Laura Vilela Rodrigues Rezende (UFG) - lauravil.rr@gmail.com
Arnaldo Alves Ferreira Júnior (UFG) - arnaldo@facomb.ufg.br
Eliany Alvarenga de Araújo (UFG) - y.alvarenga@gmail.com
Luciana Candida Silva (UFG) - candida.luciana@gmail.com
Resumo:
Trata-se de um relato de pesquisa de avaliação intitulada “SIBI 2015+Preparando o futuro:
diagnóstico organizacional do Sistema de Bibliotecas-SIBI/UFG”, realizada no período de
2010/2011, na Universidade Federal de Goiás, a partir do modelo de Lubisco (2009). A partir
das análises geradas no âmbito desta pesquisa é feita uma reflexão sobre as características e
possibilidades de uso da avaliação em bibliotecas universitárias como ferramenta de gestão.
Nesta pesquisa foram coletados e analisados dados e informações relativos aos seguintes
indicadores: Administração, Contexto Acadêmico, Formação, Processamento Técnico e
Desenvolvimento
das
Coleções.
A
partir
destas
reflexões,
conclui-se
que
a
avaliação/diagnóstico organizacional, em conjunto com estudos de comportamento
informacional e de cultura organizacional são ferramentas básicas para a gestão eficiente e
eficaz de bibliotecas universitárias.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Avaliação de bibliotecas universitárias. Diagnóstico
organizacional – Universidade Federal de Goiás
Área temática: Temática III: Bibliotecas, serviços de informação &amp; sustentabilidade

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

A avaliação como ferramenta de gestão no contexto do sistema de
bibliotecas/SIBI, da Universidade Federal de Goiás – UFG
Resumo:
Trata-se de um relato de pesquisa de avaliação intitulada “SIBI 2015+Preparando o
futuro: diagnóstico organizacional do Sistema de Bibliotecas-SIBI/UFG”, realizada no
período de 2010/2011, na Universidade Federal de Goiás, a partir do modelo de
Lubisco (2009). A partir das análises geradas no âmbito desta pesquisa é feita uma
reflexão sobre as características e possibilidades de uso da avaliação em bibliotecas
universitárias como ferramenta de gestão. Nesta pesquisa foram coletados e
analisados dados e informações relativos aos seguintes indicadores: Administração,
Contexto Acadêmico, Formação, Processamento Técnico e Desenvolvimento das
Coleções. A partir destas reflexões, conclui-se que a avaliação/diagnóstico
organizacional, em conjunto com estudos de comportamento informacional e de
cultura organizacional são ferramentas básicas para a gestão eficiente e eficaz de
bibliotecas universitárias.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Avaliação de bibliotecas universitárias.
Diagnóstico organizacional – Universidade Federal de Goiás.
Área Temática: Bibliotecas, serviços de informação &amp; sustentabilidade
1 INTRODUÇÃO
Mudanças nas formas de geração, distribuição, acesso e uso de informações
científicas e tecnológicas estão requerendo mudanças nas formas de se organizar,
disponibilizar e acessar tais informações por parte das bibliotecas universitárias, pois
o universo da comunicação e produção científicas e da inovação tecnológica é um
dos elementos de impacto no contexto organizacional destas bibliotecas.
Neste ambiente de constantes transformações o conhecimento do contexto
organizacional, por meio de avaliações periódicas, constitui-se em ferramenta
poderosa para a gestão eficiente e eficaz da biblioteca universitária, pois a mesma
possibilita o conhecimento detalhado das origens dos problemas organizacionais e
ainda possibilita a formulação de alternativas de solução para os problemas
detectados. Pode-se compreender a avaliação, no contexto de gestão, como o
processo planejado de levantamento de dados e informações e posterior reflexão e
tomada de decisões relativas aos diversos aspectos e serviços das organizações.
Caracteriza-se como uma intervenção na rotina da organização, usando conceitos e
métodos previamente definidos, para avaliar o estado da organização num

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

determinado momento e encontrar formas de ampliar, de forma constante a eficácia
de todos os elementos analisados.
A partir destas considerações iniciais, este texto objetiva apresentar uma
reflexão sobre as características e possibilidades de uso da avaliação em bibliotecas
universitárias como ferramenta de gestão. Estas reflexões baseiam-se nas análises
geradas pela pesquisa intitulada “SIBI 2015+Preparando o futuro: diagnóstico
organizacional do Sistema de Bibliotecas-SIBI/UFG, realizada no período de
2010/2011. Vale salientar que esta pesquisa utilizou o modelo de avaliação de
bibliotecas universitárias, criado por Lubisco (2009).
2 REVISÃO DE LITERATURA
Em abril de 2007, a Association of College and Research Libraries (ACRL)
citado por Araújo et al. (2011), com sede nos Estados Unidos da América, divulgou
os resultados de uma pesquisa sobre o futuro da biblioteca universitária. Foram
listadas as premissas mais importantes para a sobrevivência da biblioteca
universitária num universo povoado por constantes mudanças culturais, tecnológicas
e científicas. Assim, as premissas evidenciam que:
1) Haverá um incremento na digitalização das coleções, preservação de arquivos
digitais e melhoria nos métodos de armazenamento e recuperação de dados;
2) Conjunto de habilidades dos bibliotecários deverá continuar a evoluir em
resposta às necessidades e expectativas das mudanças demográficas (estudantes e
docentes);
3) Os estudantes e docentes aumentarão suas demandas para uma mais amplo e
rápido acesso aos serviços;
4) Discussões sobre a propriedade intelectual serão cada vez mais comum no
ensino superior;
5) A demanda para serviços tecnológicos crescerá e irá requerer verbas
adicionais;
6) A educação superior cada vez mais será vista como um negócio;
7) Os estudantes, cada vez mais, se considerarão como clientes e consumidores,
esperando encontrar instalações e serviços de alta qualidade;
8) O ensino à distancia será vista como uma opção comum no ensino superior e
irá coexistir sem ameaçar o modelo tradicional de ensino presencial;
2

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

9) Continuará a crescer o acesso livre e público à informação gerada por
instituições de pesquisa que recebem apoio governamental;
10) A privacidade continuará a ser um importante assunto no mundo dos usuários
de redes de comunicação eletrônica.
Este panorama traçado pelas 10 premissas da ACRL ressalta a presença
constante e massiva das tecnologias de informação, os serviços e produtos de
informação oferecidos pelas bibliotecas universitárias deverão sofrer alterações, tais
como digitalização das coleções, preservação de arquivos digitais, acesso mais
rápido e mais amplo às informações, demandas por serviços tecnológicos, ensino a
distância, discussões sobre propriedade intelectual.
A partir destas considerações, entende-se que, a biblioteca universitária deve
buscar a constante avaliação de seus serviços e produtos. Neste sentido, a literatura
pertinente apresenta vários modelos de avaliação. O modelo utilizado neste estudo
foi o modelo proposto por Lubisco (2009). Este modelo constitui-se dos seguintes
elementos:
Grupos de indicadores - são os elementos representativos das funções e
atividades, serviços e produtos da biblioteca. Ex.: Grupo - Administração; Grupo Contexto

Acadêmico;

Grupo

-

Formação,

Processamento

Técnico

e

Desenvolvimento das Coleções; Grupo - Serviços ao Usuário.
Indicador ou Indicador de Desempenho - é a expressão que descreve
atividades, fatos, pessoas, objetos, serviços e produtos em termos quantitativos e
qualitativos, e que possibilita obter evidências concretas da realidade, isto é, trata-se
de uma medida de desempenho.
Critérios - são especificações dos elementos que servem de base para a
avaliação, juízos, comparação ou apreciação e para atribuir uma nota a um
indicador. Sempre que possível, vêm acompanhados de padrões mínimos. Ex.:
missão do órgão coordenador está acordo com a missão da universidade.
Padrão - refere-se a medidas que orientam para o bom desempenho nas
atividades, serviços e produtos, ou para boas condições de funcionamento, de
maneira que a biblioteca possa cumprir não só suas funções básicas, mas os
objetivos estabelecidos no seu planejamento. Ex.: 1 Bibliotecário/500 alunos).
Nota - representação numérica do resultado da avaliação de um indicador ou
de um grupo de indicadores, numa escala de 1 a 5, sendo 1 o valor mais baixo e 5, o
mais alto.
3

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Baseados na consideração de que a avaliação é um dos componentes
imprescindíveis ao planejamento e a gestão de qualquer organização, pois “reúne
dados úteis para a solução de problemas e tomada de decisões.” (LANCASTER,
1996, p. 1), realizou-se este estudo que será apresentado no decorrer do texto.
3 MATERIAIS E MÉTODOS
O panorama social e conceitual, apresentado anteriormente, trouxe a reflexão
sobre as atuais condições de funcionamento do Sistema de Bibliotecas - SIBI, da
Universidade Federal de Goiás. De forma específica tem-se que enquanto
coordenador técnico, o SIBI/UFG tem as seguintes competências: propor e
coordenar a implantação da Política de Informação Técnico-Científica da UFG,
articulada às demais unidades gestoras de informação como arquivos e museus;
estabelecer políticas, normas e procedimentos que visem a compatibilizar as
atividades técnicas, a prestação de serviços aos usuários e o intercâmbio de
informações entre as bibliotecas da UFG; planejar, acompanhar e avaliar os serviços
de informação das Bibliotecas da UFG; promover e realizar programas de educação
continuada para os recursos humanos do SIBI/UFG, com vistas à capacitação e
aperfeiçoamento do pessoal técnico e auxiliar.
Assim, em relação ao Estudo de Diagnóstico Organizacional e a partir de
uma reflexão sobre a competência institucional do SIBI/UFG, indagou-se: Qual o
nível de eficiência das ações desenvolvidas pelo SIBI/UFG, enquanto coordenador
técnico das bibliotecas da UFG?
Buscando orientar o processo de elaboração de resposta para tal indagação,
redigiu-se o seguinte objetivo geral: Realizar Diagnóstico Organizacional (DO) sobre
a eficiência do Sistema de Bibliotecas-SIBI, da Universidade Federal de Goiás.
Seguem os objetivos específicos:
• Identificar
administração,

a

atual

contexto

situação
acadêmico,

dos

seguintes

formação,

grupos

de

processamento

indicadores:
técnico

e

desenvolvimento das coleções, serviços aos usuários e recursos humanos;
• Analisar, em termos do grupo de indicadores – administração, os seguintes
indicadores: desenvolvimento organizacional, planejamento e avaliação, controle de
pessoal, espaço físico, condições ambientais de funcionamento e de segurança;
• Analisar, em termos do grupo de indicadores – contexto acadêmico, o
4

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

seguinte indicador: integração do SIBI/UFG com os projetos pedagógicos dos
cursos;
• Analisar, em termos do grupo de indicadores – formação, processamento
técnico e desenvolvimento das coleções, os seguintes indicadores: seleção,
aquisição, tratamento e condições dos acervos;
• Analisar, em termos do grupo de indicadores – serviços aos usuários, o
seguinte indicador: relação entre a prestação de serviços e os níveis de satisfação
dos usuários;
• Analisar, em termos do grupo de indicadores – recursos humanos, os
seguintes indicadores: formação, qualificação, quantitativo-bibliotecários e auxiliares
de biblioteca, níveis de satisfação.
A partir da definição dos objetivos da pesquisa, delimitou-se o campo da
mesma. Inicialmente, tem-se que o Sistema de Bibliotecas da UFG (Sibi/UFG) é
composto por sete unidades.
Em termos de recursos humanos, o SIBI/UFG conta atualmente com 31
bibliotecários, 72 técnicos administrativos e 18 bolsistas e estagiários.
Em termos da delimitação do universo de pesquisa visando à realização do
Estudo de Diagnóstico Organizacional do SIBI/UFG tem-se que, a coleta de dados
foi feita junto ao quantitativo total dos recursos humanos do SIBI/UFG. Assim, foram
pesquisados 121 recursos humanos do citado contexto.
Em termos dos instrumentos de coleta dos dados, o questionário foi um dos
instrumentos escolhidos para ser aplicado junto aos recursos humanos do SIBI/UFG
pesquisados: técnicos administrativos da UFG e funcionários cedidos (atuam como
executores de funções administrativas e ou bibliotecárias auxiliares); bolsistas e
estagiários (atuam como executores de funções administrativas e ou bibliotecárias
auxiliares); professora colaboradora (atua como educadora na Biblioteca do CEPAE
(uma das bibliotecas do SIBI/UFG). O segundo instrumento de coleta de dados
escolhido foi a entrevista semi-estruturada. Na etapa da organização dos dados
foram utilizados percentuais gráficos e tabelas para os dados de natureza
quantitativa e as técnicas de categorização temática e o discurso do sujeito coletivo
(DSC). Conforme Minayo (1996, p.205), “as categorias temáticas são empregadas
para se estabelecer classificações. Nesse sentido, trabalhar com elas significa
agrupar elementos, ideias ou expressões em torno de um conceito capaz de
abranger tudo isso”. O discurso do Sujeito Coletivo (DSC), por sua vez, é uma
5

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

técnica de pesquisa de opinião, onde por meio de depoimentos provenientes de
questões abertas, agrupa os estratos dos depoimentos de sentido semelhante em
discursos - síntese redigidos na primeira pessoa do singular e finalmente é gerado
um discurso único como se uma coletividade estivesse falando.
4 RESULTADOS FINAIS
A apresentação dos resultados finais será feita seguindo a ordem do grupo de
indicadores, conforme o modelo de Lubisco (2009). Assim, tem-se que inicialmente
serão

apresentadas

as

reflexões

relativas

ao

Grupo

de

indicadores:

Administração, que contempla os seguintes temas: desenvolvimento institucional,
planejamento/avaliação,

recursos

humanos,

espaço

físico,

funcionamento,

infraestrutura, segurança e condições ambientais. Num segundo momento serão
apresentadas reflexões relativas ao Grupo de indicadores – Contexto Acadêmico,
que contempla os seguintes temas: Integração do Sistema de Gerenciamento das
Funções das Bibliotecas do SIBI/UFG, integração do Sistema de Gerenciamento das
Funções das Bibliotecas com os sistemas acadêmicos e utilização dos Projetos
Políticos Pedagógicos de Curso e Planos de Ensino das Unidades Acadêmicas para
aquisição e estudos do acervo. Num terceiro momento, as reflexões relativas ao
Grupo de Indicadores – Formação, Processamento Técnico e Desenvolvimento
das Coleções serão apresentadas. As mesmas contemplam os seguintes temas:
seleção, aquisição, tratamento das coleções, condições de acesso às coleções.
Finalizando, temos as reflexões relativas ao Grupo de Indicadores – Serviços aos
Usuários, que contempla os seguintes temas: prestação de serviços e nível de
satisfação dos usuários.
4.1 GRUPO DE INDICADORES: ADMINISTRAÇÃO
4.1.1 Grupo de Indicadores: Administração- Desenvolvimento Institucional
Em termos do desenvolvimento institucional foram analisados os seguintes
aspectos: dependência organizacional, missão, planejamento institucional, estrutura
organizacional e orçamento. Os dados coletados relativos à dependência
organizacional, missão e planejamento institucional revelam que estes aspectos
6

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

estão adequados, de acordo com o modelo teórico adotado. Em termos dos
aspectos relativos à estrutura organizacional, os dados analisados revelam a
inadequação do mesmo, com uma situação considerada insuficiente. Assim, tem-se
que, a estrutura organizacional do SIBI/UFG não representa a sua atual e real
configuração e ainda, permite a ocorrência de uma sobreposição prejudicial ao
citado sistema, uma vez que a direção do sistema é exercida concomitantemente
pela direção de uma das bibliotecas (BC/Campus II). Esta sobreposição cria
dificuldades no gerenciamento dos diferentes contextos administrativos (SIBI/UFG e
BC/UFG).
Em relação ao item Orçamento, os dados analisados revelam a inadequação
do mesmo, com situação considerada insuficiente. Conforme o modelo teórico
adotado (Lubisco, 2009), a situação ideal relativa a este item seria aquela em que o
SIBI/UFG fosse uma unidade orçamentária. A atual situação não se configura desta
forma, pois, conforme os dados coletados, além de não ser considerada uma
unidade orçamentária, os bibliotecários entrevistados não possuem uma posição
unificada sobre qual a configuração mais adequada.
4.1.2 Grupo de Indicadores: Administração - Planejamento /Avaliação
Em termos do indicador Planejamento/Avaliação, o mesmo está estruturado a
partir de cinco itens que serão apresentados a seguir.
O item denominado “Modelos de Gestão”, conforme o modelo teórico
adotado, trata de práticas de gestão baseadas em um plano estratégico de trabalho,
com objetivos e metas estabelecidas e devidamente orçadas. No contexto do
SIBI/UFG este é um aspecto inadequado, com situação considerada precária, uma
vez que o mesmo constitui-se de um modelo improvisado, que atua segundo as
necessidades do momento.
Em relação ao Regimento do SIBI/UFG, tem-se que, o mesmo encontra-se
desatualizado. Assim, faz-se necessário, uma revisão e atualização, buscando com
isto uma adequação deste importante documento a atual realidade e necessidades
do SIBI/UFG.
O Banco de Informações Gerenciais (BIG) constitui-se num instrumento
gerencial fundamental, possibilitando o registro das decisões tomadas, o
compartilhamento de experiências e a gestão do conhecimento criado pelos
7

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

recursos humanos que atuam no SIBI/UFG. Este item não existe no contexto
estudado.
A existência de um Setor de Planejamento Bibliotecário, Avaliação e Controle
no contexto do SIBI/UFG com recursos humanos com formação adequada para
atuar no mesmo é uma necessidade urgente, uma vez que tal recurso inexiste neste
contexto.
Em termos da existência de mecanismos formais de comunicação
organizacional interna, tem-se que, o SIBI/UFG conta apenas com a atuação
episódica de mecanismo baseado em email. Tal situação configura-se como
precária.
4.1.3 Grupo de Indicadores – Administração- Recursos Humanos
O Diagnóstico Organizacional do SIBI/UFG contemplou quatro aspectos
relativos aos recursos humanos que atuam junto a este sistema de bibliotecas.
Assim, os recursos humanos- bibliotecários e os recursos humanos - técnicos
administrativos que atuam junto ao SIBI/UFG foram pesquisados em termos
quantitativos (1 auxiliar de biblioteca para cada 500 estudantes e 1 bibliotecário para
cada 500 estudantes), atividades desenvolvidas, nível de satisfação e capacitação
para a função. A quantidade de auxiliares de biblioteca é precária nas bibliotecas do
Campi de Goiás, Jataí, Catalão, Campus I, Faculdade de Letras e CEPAE. Esta
precariedade é suprimida por meio da forte presença de bolsistas. Por outro lado, a
situação é considerada adequada na Biblioteca Central e na Biblioteca da Faculdade
de Letras.
Apenas a Biblioteca Central encontra-se com bom número de auxiliares de
biblioteca em relação às atividades desenvolvidas. Em relação a estas, observa-se
uma concentração de recursos humanos nas atividades básicas desta biblioteca, na
seguinte ordem: 1º) Colocação e reposição de material em estantes; 2º) Empréstimo
e devolução de material.
Em termos da satisfação dos recursos humanos, os auxiliares de biblioteca
demonstraram um alto nível de satisfação, sendo que apenas a questão salarial a
reduz. O nível de satisfação dos técnicos administrativos que atuam no SIBI/UFG é
baixo na Biblioteca Central, Catalão, Jataí e Goiás. Nas unidades do SIBI/UFG
localizadas nos campi do interior, pode-se explicar a insatisfação relacionada à
8

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

questão salarial devido à vinculação dos recursos humanos – auxiliares de
biblioteca, em sua maioria, se dar a órgãos municipais.
Em termos da capacitação dos recursos humanos, no contexto dos auxiliares
de biblioteca, tem-se que tal ação não ocorre de forma satisfatória. Foi constatada a
necessidade de contratação de bibliotecários para algumas bibliotecas do sistema. A
Biblioteca Central e a Biblioteca da Faculdade de Letras possuem quantidade
suficiente de bibliotecários.
Em termos das atividades desenvolvidas pelos bibliotecários, as mesmas são
compatíveis com a formação recebida por estes recursos humanos e, conforme
sugerido pelo modelo teórico adotado, todos os cargos de chefia, seja no nível de
coordenação/direção de bibliotecas, seja no nível de coordenação de setores do
SIBI/UFG, contam com a presença deste profissional. Esta configuração gerou um
nível eficiente com situação considerada ideal.
Em relação aos processos de educação continuada dos recursos humanos
(bibliotecários), o nível obtido foi insuficiente.
4.1.4 Administração – Espaço Físico
O Indicador – Espaço Físico foi analisado a partir dos seguintes aspectos:
suficiência dos espaços físicos para usuários, administração/área técnica e acervos
e padrões de acessibilidade. Em relação a este indicador, de uma forma geral, duas
situações se configuraram a partir da análise dos dados. Constatou-se uma situação
de inadequação ou saturação total dos espaços físicos de todas as bibliotecas do
SIBI/UFG. Por outro lado, um processo inicial de saturação do espaço físico da
Biblioteca Central.
Vale salientar em relação a este indicador a situação especial de espaço físico
temporário, vivenciada pela Biblioteca do Campus I quando do momento de
realização deste diagnóstico. Considerando esta situação, a referida biblioteca não
foi avaliada neste quesito (espaço físico).
A acessibilidade é um aspecto que faz parte deste indicador. O espaço físico
que alcançou um bom nível de eficiência foi apenas a Biblioteca Central, o que exige
que as outras bibliotecas que compõem o SIBI/UFG sejam adaptadas para
possibilitar a ampla acessibilidade.
4.1.5 Administração – Funcionamento
9

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Em termos de funcionamento (dias e horários) tem-se que se faz necessário
realizar um estudo sobre a necessidade/viabilidade de ampliação dos dias e horários
de funcionamento (sete dias da semana com o oferecimento de todos os serviços
aos usuários nos finais de semana).
4.1.6 Administração – Infraestrutura
Os dados relativos a este item tratam do número de computadores/uso
interno e externo e o acesso livre a Internet. Em relação a este item a situação foi
considerada crítica em Goiás, Jataí, Faculdade de Letras, CEPAE. A situação é
precária em Catalão, e considerada adequada apenas na Biblioteca Central e no
Campus I.
4.1.7 Administração – Segurança e Condições Ambientais
Neste Grupo de Indicadores foram analisados dados relativos a equipamentos
de segurança (alarmes contra incêndio, extintores, sistema antifurto, câmeras),
política de manutenção (prevenção e reparos), limpeza do ambiente e do acervo. Os
dados analisados permitem a visualização de um cenário de total carência. Apenas a
Biblioteca Central apresenta-se em situação adequada neste item.
4.2 GRUPO DE INDICADORES – CONTEXTO ACADÊMICO
Observa-se neste item que mesmo existindo no SIBI/UFG um sistema
eletrônico integrado de bibliotecas (Software SOPHIA), três unidades deste sistema
ainda não possuíam este software, sinalizando ainda uma desintegração e
isolamento destas bibliotecas (Faculdade de Letras, CEPAE, Goiás) em relação ao
contexto sistêmico proposto pelo SIBI/UFG. Outro aspecto tratado neste Grupo de
Indicadores relaciona-se a não utilização dos Projetos Pedagógicos dos Cursos de
Graduação como fonte de informação para a formação dos acervos do SIBI/UFG. A
situação é considerada crítica.

10

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

4.3 GRUPO DE INDICADORES – FORMAÇÃO, PROCESSAMENTO TÉCNICO E
DESENVOLVIMENTO DAS COLEÇÕES
4.3.1 Grupo de Indicadores – Seleção
Este indicador refere-se ao processo de escolha dos materiais informacionais
que serão incorporados ou descartados, segundo as necessidades, tendo em vista
os critérios que foram estabelecidos anteriormente em uma Política de Seleção e
Aquisição. De acordo com os critérios analisados, bibliotecas do SIBI/UFG não
possuem políticas de seleção de materiais informacionais, mas conforme os dados
obtidos, as mesmas seguem alguns padrões nesse sentido. Entretanto, os padrões
não foram especificados.
Nas bibliotecas que compõe o SIBI/UFG não há controle de sugestões de
materiais informacionais a serem incorporados na coleção do sistema, nem
tampouco controle de descarte de obras que não mais atendem as necessidades
dos usuários das bibliotecas do sistema. Estas mesmas bibliotecas não aplicam
critérios e não controlam padrões mínimos de perdas de materiais.
4.3.2 Grupo de Indicadores – Aquisição
Este indicador refere-se ao processo de obtenção dos recursos de informação
por compra, doação e permuta, segundo os critérios estabelecidos em uma Política
de Seleção e Aquisição.
Distintamente das outras unidades que compõe o SIBI/UFG, a Biblioteca
Central dispõe de algumas orientações para aquisição, centradas a partir dos
interesses dos programas de graduação. As outras unidades (Campus I, Goiás,
Jataí, Catalão, Faculdade de Letras, CEPAE) não contam com políticas, nem
diretrizes para aquisição. Estas unidades do SIBI/UFG limitam-se a enviar pedidos
de compra para a Biblioteca Central.
Em todas as unidades constatou-se unicidade de fonte de recursos
financeiros para aquisição de materiais informacionais.
O descarte de materiais informacionais é controlado precariamente na
Biblioteca Central através de sistema de gerenciamento da coleção. Nas outras
unidades não há controle de descarte. As unidades da Biblioteca Central, Campus I,
11

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Goiás, Jataí, Catalão, Faculdade de Letras e CEPAE desconhecem políticas e
índices

de

incremento

de

coleções

e

também

não

conhecem

padrões

recomendáveis / aceitáveis e não tem controle das perdas anuais de materiais
informacionais em coleções abertas ou fechadas ao público.
4.3.3 Grupo de Indicadores – Tratamento da Informação
Centrado basicamente nas atividades de tratamento da informação, este
indicador refere-se ao processo de registro e indexação dos documentos adquiridos,
com base nas normas internacionais, de modo a assegurar a representação e a
recuperação eficazes da coleção.
A Biblioteca Central adota Formato Internacional de Registros Bibliográficos
(MARC 21), Regras Internacionais de Catalogação (código AACR2), Sistema de
Classificação (Classificação Decimal Universal) e tem controle de autoridades por
assunto, autor e editora (Vocabulários de Autoridades da Rede BIBLIODATA - FGV).
Por utilizar um modelo centralizado de tratamento da informação (onde todos os
procedimentos são concentrados na Biblioteca Central em Goiânia) as unidades de
Goiás, Jataí, Catalão, Faculdade de Letras, Campus I e CEPAE não realizam as
atividades de Processamento Técnico de materiais informacionais. No desempenho
das atividades de tratamento da informação a Biblioteca Central controla as
quantidades de material tratado, mas não foi possível obter dados relativos ao
quantitativo de títulos catalogados na catalogação original e/ou cooperativa. Também
não controlam o tempo que tarda uma obra para ser posta à disposição do usuário.
Por outro lado, controlam a qualidade das bases de dados da coleção de materiais
informacionais, bem como de materiais não catalogados mediante uso de
ferramenta eletrônica.
4.3.4 Grupo de Indicadores – Condições de Acesso às Coleções
Este

indicador

analisa

as

condições

de

controle

quantitativo,

de

armazenamento e de acesso a todo tipo de recursos informativos.
No conjunto dos itens trabalhados neste indicador, a Biblioteca Central e a
biblioteca do Campus I possuem controle numérico de acessibilidade e de materiais
através de ferramenta eletrônica, entretanto, não executam inventário para controle
dessas duas situações.
12

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

As bibliotecas dos Campi de Goiás, Jataí, Catalão, Faculdade de Letras e
CEPAE não controlam numericamente a acessibilidade a volumes de livre acesso,
volumes de acesso fechado e materiais do tipo: monografias, revistas, materiais
especiais. Estas unidades não executam inventário para controle dessas situações.
Em todas as unidades que compõe o SIBI/UFG foi constatado o
armazenamento das coleções em estantes abertas e mal sinalizadas. Estas
unidades não dispõem de espaço físico suficiente para o crescimento das coleções.
Ressalta-se, ainda, que o espaço atual destinado ao armazenamento das coleções é
precário.
O controle de uso da coleção em todas as bibliotecas do SIBI/UFG é precário,
pois em nenhuma unidade foi identificada a realização de avaliação sistemática do
uso das coleções de materiais informacionais. As bibliotecas dos Campi de Goiás,
Jataí, Catalão e Faculdade de Letras e Campus I e CEPAE não participam do
Catálogo Coletivo Nacional de periódicos, não disponibilizam dissertações e teses
pela Biblioteca Digital de Teses e Dissertações e nem contam com políticas para
repositórios institucionais.
A Biblioteca Central participa do Catálogo Coletivo Nacional de Publicações
Periódicas e disponibiliza a produção científica da IES por meio de repositório
institucional (Biblioteca Digital de Teses e Dissertações e Portal de Periódicos).
4.4 GRUPO DE INDICADORES – SERVIÇOS AOS USUÁRIOS
Em termos do Grupo de Indicadores – Serviços aos Usuários, observa-se
considerável disparidade entre a Biblioteca Central e as demais bibliotecas do
SIBI/UFG. Isto demonstra, por um lado a ausência de padronização na oferta e
controle dos serviços e, por outro lado, a necessidade de se expandir para todas as
bibliotecas do SIBI/UFG os padrões de serviços já alcançados pela Biblioteca
Central. O grupo de indicadores Serviço aos Usuários obteve um bom nível de
eficiência com situação considerada adequada. Este nível de eficiência foi obtido
devido a algumas realizações importantes no contexto do SIBI/UFG:
 As bibliotecas do SIBI oferecem e controlam de 90% dos serviços listados;
 Controlam os itens não atendidos;

13

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

 Dispõem de regulamento de empréstimo e uso das bibliotecas (embora 3
unidades possuam também o seu próprio regulamento – Faculdade de
Letras,Goiás e CEPAE);
 Os processos de empréstimo são automatizados se integrando ao sistema
acadêmico (excetuando-se Faculdade de Letras, CEPAE e Goiás).
 Os serviços de atendimento ao usuário contam com linhas telefônicas, acesso
restrito a fax e utilizam e-mail;
 Divulgação dos serviços e normas do sistema de bibliotecas por meio de
diferentes canais;
 Realizam (precariamente) estudos de satisfação do usuário;
 Contam com canal de recebimento de sugestões, críticas, etc.
Vale salientar que, conforme o Modelo Teórico adotado (Lubisco, 2009) e no
contexto deste Grupo de Indicadores é avaliada apenas a existência ou inexistência
de serviços considerados básicos para um sistema de bibliotecas universitárias.
Assim, não foi possível avaliar a qualidade de tais serviços.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
No momento de finalização deste diagnóstico, realizou-se uma reflexão sobre
a atual configuração do Sistema de Bibliotecas- SIBI/UFG, a qual busca responder a
questão que orientou este estudo: Qual o nível de eficiência das ações
desenvolvidas pelo SIBI/UFG, enquanto coordenador técnico das bibliotecas da
UFG?
Ao se buscar qual o nível de eficiência total (NET) para todos os grupos de
Indicadores do SIBI/UFG, chegou-se ao valor de 2,7, que pode ser arredondado
para o valor 3,0. Em termos do modelo teórico adotado, este valor nos permite
responder a indagação inicial, afirmando que o nível de eficiência das ações
desenvolvidas pelo SIBI/UFG, enquanto coordenador técnico das bibliotecas da
UFG e no período estudado (2010/2011) pode ser classificado como nível de
eficiência precário.
Diante

destas

avaliações

foram

apresentadas

propostas

de

ações

enquadradas em termos de urgência de execução como curto, médio e longo prazo,
visando solucionar os problemas detectados.
14

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Pôde-se ter a real dimensão da importância da atividade de avaliação ou de
elaboração

de

diagnósticos

organizacionais

no

contexto

das

bibliotecas

universitárias brasileiras. Dois pontos que emergiram quando da realização deste
estudo devem ser destacados nestas considerações finais. O primeiro ponto
relaciona-se a importância da realização concomitante de estudo de comportamento
informacional da comunidade universitária, objetivando com isto o conhecimento
completo das necessidades de informação da mesma, bem como, dos níveis de
satisfação do atendimento destas necessidades por parte da biblioteca universitária
estudada.
O segundo ponto a ser destacado é que se faz necessário, anterior a
implantação das ações/soluções sugeridas, o desenvolvimento de estudo sobre a
cultura organizacional do contexto bibliotecário. Tal estudo é de fundamental
importância, pois o conhecimento das visões e das praticas organizacionais
improdutivas que estão enraizadas, permite que se gerencie, com maior eficiência e
eficácia o processo de mudanças e implantação das ações/soluções elencadas
quando da realização da avaliação.
A partir destes pontos, pode-se vislumbrar um futuro grandioso para as
bibliotecas universitárias brasileiras, tendo o SIBI da UFG como amostra, onde as
constantes transformações sociais, culturais, tecnológicas, econômicas e políticas
terão respostas consistentes e constantes, sempre no sentido do atendimento de
qualidade das necessidades de informação dos usuários e do apoio ao crescimento
da ciência e da tecnologia em nosso país.
REFERÊNCIAS
ARAÚJO, E. A.; FERREIRA JÚNIOR, A. A.; REZENDE, L. V. R., SILVA, L. C. da.
Análise de tendências no contexto do Sistema de Biblioteca/SIBI, da Universidade
Federal de Goiás/UFG: preparando o futuro. In: CONGRESSO INTERNACIONAL
DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 1., 2011. Anais eletrônicos... Valparaíso,
Chile.Disponível em: &lt; http://www.cibu.usm.cl/pt.html&gt;. Acesso em: 8 abr. 2012.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de biblioteca. Brasília: Briquet de
Lemos, 1996.
LUBISCO, Nídia M. L. Biblioteca universitária brasileira: instrumento para seu
planejamento e gestão, Salvador: FAPESP/BA, ICI/UFBA, 2009.
MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde.
4. ed. São Paulo.Rio de Janeiro: Hucitec/ABRASCO, 1996.
15

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="8">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7176">
                <text>CBBD - Edição: 25 - Ano: 2013 (Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7177">
                <text>Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7178">
                <text>7-10 de Julho de 2013</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8556">
                <text>Florianópolis/SC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29855">
              <text>A avaliação como ferramenta de gestão no contexto do sistema de bibliotecas/SIBI, da Universidade Federal de Goiás – UFG</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29856">
              <text>Laura Vilela Rodrigues</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="29857">
              <text>Arnaldo Alves Ferreira Júnior</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="29858">
              <text>Eliany Alvarenga de Araújo</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="29859">
              <text>Luciana Candida Silva</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29860">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29861">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29862">
              <text>2013</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29864">
              <text>Temática III: Bibliotecas, serviços de informação &amp; sustentabilidade - Trabalho científico</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="29865">
              <text>Trata-se de um relato de pesquisa de avaliação intitulada “SIBI 2015+Preparando o futuro: diagnóstico organizacional do Sistema de Bibliotecas-SIBI/UFG”, realizada no período de 2010/2011, na Universidade Federal de Goiás, a partir do modelo de Lubisco (2009). A partir das análises geradas no âmbito desta pesquisa é feita uma reflexão sobre as características e possibilidades de uso da avaliação em bibliotecas universitárias como ferramenta de gestão. Nesta pesquisa foram coletados e analisados dados e informações relativos aos seguintes indicadores: Administração, Contexto Acadêmico, Formação, Processamento Técnico e Desenvolvimento das Coleções. A partir destas reflexões, conclui-se que a avaliação/diagnóstico organizacional, em conjunto com estudos de comportamento informacional e de cultura organizacional são ferramentas básicas para a gestão eficiente e eficaz de bibliotecas universitárias.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66449">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="2">
      <name>cbbd2013</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
