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                  <text>Movimento associativo e entidades de classe: discussões possíveis
na Ciência da Informação, pesquisa sobre produção científica
existente

Alexsander Borges Ribeiro (UFRGS) - alexribeirocrb10@gmail.com
Angélica Conceição Dias Miranda (FURG) - angelicacdm@gmail.com
Juliani Menezes dos Reis (UFRGS) - juliani.reis@gmail.com
Resumo:
Apresenta os resultados parciais da pesquisa que aborda o movimento associativo e as
entidades de classe. Resgata a história dos organismos associativos da área da
Biblioteconomia. Investiga a produção de artigos relacionados a movimentos associativos e
entidades de classe, em doze periódicos da área. Utiliza como metodologia a pesquisa
descritivo-quantitativa. Buscou nas revistas da área da Ciência da Informação trabalhos sobre
Movimento Associativo, Entidades de Classe, Conselho de Classe, Conselho Federal de
Biblioteconomia – CFB e Conselho Regional de Biblioteconomia - CRB. Conclui que os
bibliotecários escrevem pouco sobre o tema nos periódicos pesquisados.
Palavras-chave: Movimento Associativo. Entidades de Classe. Conselho de Classe.
Área temática: Temática II: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da
informação

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013.

Movimento associativo e entidades de classe: discussões possíveis na Ciência
da Informação, pesquisa sobre produção científica existente

Resumo:
Apresenta os resultados parciais da pesquisa que aborda o movimento associativo e
as entidades de classe. Resgata a história dos organismos associativos da área da
Biblioteconomia. Investiga a produção de artigos relacionados a movimentos
associativos e entidades de classe, em doze periódicos da área. Utiliza como
metodologia a pesquisa descritivo-quantitativa. Buscou nas revistas da área da
Ciência da Informação trabalhos sobre Movimento Associativo, Entidades de Classe,
Conselho de Classe, Conselho Federal de Biblioteconomia – CFB e Conselho
Regional de Biblioteconomia - CRB. Conclui que os bibliotecários escrevem pouco
sobre o tema nos periódicos pesquisados.
Palavras-chave: Movimento Associativo. Entidades de Classe. Conselho de Classe.
Área temática: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da
informação.

1 INTRODUÇÃO

Como todas as profissões existentes no mercado - senão quase todas - a
profissão do Bibliotecário, depara-se com a existência de entidades de classe. Essas
objetivam contribuir para organização da sociedade, bem como para a própria
profissão. Compreende-se que existem muitas, cada qual com suas atribuições, por
vezes, ocasionando confusão, uma vez que esta não é matéria ministrada nos
bancos de classe.
Como motivação deste trabalho, teve-se a curiosidade de saber se os
bibliotecários, docentes e discentes da área de Biblioteconomia, tem interesse no
que diz respeito aos organismos de classe. Entende-se que atuar em movimentos
associativos e entidades de classe contribui para o crescimento profissional,
trazendo um diferencial ao bibliotecário. As inúmeras experiências vivenciadas
também contribuem para ampliação da rede de contatos do profissional.
Na sua totalidade a pesquisa abrangeu periódicos, eventos, monografias,
teses e dissertações da área. Contudo, neste trabalho serão apresentados dados
parciais relativos à busca nas revistas da área da Ciência da Informação. Visou-se
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descobrir se a Biblioteconomia brasileira tem desenvolvido artigos sobre esse tema.
Para tal, investigou-se em doze periódicos da área, buscando pelas palavras-chave:
Movimento Associativo; Entidade de Classe; Entidades de Classe; Conselho de
Classe; Conselho Federal de Biblioteconomia - CFB; Conselho Regional de
Biblioteconomia - CRB.
Os estudos sobre produção do conhecimento têm crescido, pois visam
conhecer o que é produzido em termos de quantidade. Neste sentido, não se
abordou as métricas da informação por compreender que essas são mais profundas
e estabelecem as relações com as leis existentes e outros conceitos.
Neste contexto, nesta etapa do trabalho, este artigo apresenta uma revisão
de literatura visando clarear os conceitos relacionados à produção de artigos sobre
organismos de classe. A metodologia explica o caminho percorrido para consecução
desta pesquisa. Após, apresenta a análise e resultados e, finalmente, suas
considerações.

2 REVISÃO TEÓRICA

O primeiro curso de Biblioteconomia brasileiro nasceu no Rio de Janeiro,
idealizado em 1911 e efetivamente iniciado em 1915. O surgimento de cursos
semelhantes em São Paulo, em 1929 e 1936, culminou na criação da primeira
entidade classista bibliotecária, em 1932: a Associação Paulista de Bibliotecários.
Em 1954 profissionais de várias regiões do país perceberam a necessidade de um
evento nacional, que proporcionasse a possibilidade de apresentação de seus
trabalhos e, criaram, nesse ano, o Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação (CBBD). (CALDIN et al, 1999; FEBAB, 2012?).
Após muita articulação entre os profissionais, em 1958 a profissão de
bibliotecário foi incluída no grupo de profissões liberais, por meio da Portaria 162, do
Ministério do Trabalho. Durante o II CBBD, em 1959, foi criada a Federação de
Associações de Bibliotecários. Em 1962, ocorreu a regulamentação da profissão de
bibliotecário, por meio de legislação federal, uma vez que a sociedade, através de
seus representantes eleitos, entendeu que a mesma era importante e que deveria
existir determinados requisitos para o exercício profissional, protegendo-a assim do
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leigo. Neste mesmo ano foi criado o Conselho Federal de Biblioteconomia, mas a
entidade ainda levaria quatro anos para iniciar suas atividades. (CRB8, 2012?;
JORNAL DA FEBAB, 1989).
Spudeit e Führ (2011, p. 235) expõem que “As representações para a defesa
dos interesses trabalhistas dos bibliotecários cabem aos sindicatos.”. Embora os
bibliotecários já tivessem sindicato em meados de 1970, na Bahia, foi só em 1985
que ocorreu a criação daquele que é até hoje seu sindicato mais forte no Brasil:
Sindicato dos Bibliotecários de São Paulo. Contudo, ainda são poucos os sindicatos
no País e, não há uma entidade que agrupe a todos, ficando muitas vezes a cargo
do Conselho Federal de Biblioteconomia e da FEBAB a defesa de interesses da
classe em âmbito nacional.
As entidades de representação da classe bibliotecária foram criadas para
atuarem de forma coordenada (Figura 1), ou seja, cada qual atuando em uma
direção, como uma engrenagem, sem que exista disputa de espaço e uma
auxiliando a outra. Isso ocorre comumente na organização das comemorações pelo
dia 12 de março de cada ano, Dia do Bibliotecário. Infelizmente, por falta de
sindicatos em número suficiente, associações e conselhos profissionais acabam
ampliando, muitas vezes com deficiências, suas atividades. A Academia, por sua
vez, trabalha pouco o tema do associativismo e, o profissional recém-formado
raramente não tem dificuldade em saber qual o papel de cada instituição. Em
algumas regiões do país é nítido que nenhuma das três entidades consegue cumprir
sequer o seu papel, que dirá ampliar e preencher as lacunas deixadas pelas outras
entidades.
Os Conselhos de Classe existem, essencialmente, para fiscalizar o exercício
da profissão, ou seja, para proteger a sociedade dos profissionais leigos no exercício
da profissão, fazendo com que desta forma, a sociedade tenha profissionais
qualificados nas suas atividades. E, em consequência ao processo fiscalizatório, o
conselho divulga a profissão. As associações destinam-se a trabalhar na promoção
de eventos de qualificação profissional, divulgando também as vagas para os
profissionais. Tal atividade resultará no marketing da profissão. As associações
estão amparadas por leis que lhes possibilitam tal atuação. Já aos sindicatos cabem

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as relações de trabalho, tais como salário, horas extras, insalubridade, acordos e
dissídios coletivos, etc.
Figura 1 - Diferenças entre Conselho, Associação e
Sindicato

Fonte: Adaptado de Silva [2011?].

Na compreensão de que muitas instituições são importantes, não apenas
para o crescimento e a evolução da profissão, mas também para a sociedade,
bibliotecários praticam o voluntariado em conselhos de classe, associações e
sindicatos. Também existem aqueles que trabalham para ONGs, bibliotecas
comunitárias e outros tipos de bibliotecas, sem remuneração. É importante destacar
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que nem todo bacharel em biblioteconomia será bibliotecário, pois além do diploma
é necessário inscrição no conselho de classe.
A Figura 2 apresenta as definições para o profissional Bibliotecário,
estabelecidas pela Lei 4084/62, Conselho Federal de Biblioteconomia e pela IFLA e
UNESCO.
Figura 2 - Quem é o bibliotecário?

Fonte: Adaptado de BRASIL (1962), CFB (20--?) e UNESCO (1994).

O bibliotecário pode atuar em diversos espaços, conforme destacado na
Figura 3, pois a ciência se reinventa e mostra novos caminhos a cada dia.
Atualmente, existe uma constante busca por aperfeiçoamento em todas as áreas do
conhecimento e na Biblioteconomia, que tem como insumo a informação, não
poderia ser diferente. Com os novos rumos que se apresentam, as profissões se
aperfeiçoam para melhor cumprir com seus objetivos e ocupar nichos de mercado
que emergem das transformações da sociedade.

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Figura 3 - Espaços de atuação do bibliotecário

Fonte: Adaptado de Valentim (2000).

Em seu estudo, Silva (2011), expõe que os bibliotecários de Brasília reúnem
atributos de personalidade mais voltados para os líderes com características de
motivação, determinação, disciplina, inovação e negociação. Esses atributos são
considerados positivos para o exercício da liderança. O trabalho buscou saber sobre
o perfil do profissional bibliotecário em relação à liderança. Considera-se muito
importante ter este conhecimento, visto que as exigências para esta área aumentam.
Nesse sentido, as pesquisas ganham diferentes caminhos e os pesquisadores
são

instigados,

constantemente,

com

novas

possibilidades

de

estudos

proporcionando, com seus trabalhos, a evolução da Biblioteconomia. Dessa forma,
considera-se fundamental investigar os temas que interessam aos profissionais
visando contribuir para o desenvolvimento e crescimento da profissão. No trabalho
de Silva (2011) a autora buscou conhecer o perfil do profissional bibliotecário
existente. Arruda, Marteleto e Souza (2010) tiveram o interesse de saber o perfil
desejado pelos contratantes.
Arruda, Marteleto e Souza (2010) entendem que

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[…] o novo modelo econômico interpõe um novo perfil profissional
que requer, além de maior qualificação profissional, maior
envolvimento emocional e social do trabalhador. Elege-se como
ideal o profissional que potencialize a comunicação, a interpretação
de dados, a flexibilização, a integração funcional e a geração,
absorção e troca de conhecimento. Este, portanto, deve ser capaz
de operacionalizar seu conhecimento profissional de modo
integrado às suas aptidões e vivências socioculturais. O trabalhador
adestrado, característico do modelo fordista, deixa de atender aos
requisitos do novo padrão produtivo. (ARRUDA; MARTELETO;
SOUZA, 2010).

Da análise entre o perfil desejado e o perfil disponível, surge a identificação
de gaps, emergindo a necessidade de mais estudos para identificar que ações são
mais eficazes para que a Academia forneça profissionais com formação mais
próxima do desejado pelo mercado. Barbalho e colaboradores afirmam que:

[...] o profissional bibliotecário, tendo como seu principal objeto de
trabalho a informação, tem percebido a ampliação deste espaço de
trabalho, bem como o crescimento pela exigência de habilidades e
competências antes não requisitadas, além da alteração de muitas
já estabelecidas. (BARBALHO et al., 2007, p. 4).

É evidente no trabalho de Barbalho et al (2007) que há o entendimento de
que o bibliotecário brasileiro está ciente das transformações da sociedade, das
oportunidades que estão surgindo, das gaps de competências e da necessidade de
capacitação em competências não desenvolvidas na graduação. Certamente
existem muitos assuntos relevantes e de interesse para serem discutidos, com isto
não se tenciona dizer ou justificar a quantidade de textos sobre o tema.
Compreende-se que conhecer o que existe - e se existe - é um bom ponto de
partida.

3 METODOLOGIA

A pesquisa é bibliográfica, no que diz respeito aos objetivos, pois pretendeu
mensurar a quantidade de publicações sobre organismos de classe. Neste sentido, o
trabalho é quantitativo, pois não avaliou a profundidade com que os temas são
abordados.
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O estudo, em sua totalidade, constituiu-se em investigar a produção de
artigos, trabalhos em eventos, teses e dissertações sobre organismos de classe.
Esta é uma etapa parcial da pesquisa realizada com artigos publicados e indexados
até março de 2013. O objeto do estudo são 12 periódicos nacionais das áreas de
Biblioteconomia e Ciência da Informação, no período de 18 a 25 de março de 2013,
totalizando 12 revistas científicas. A seguir apresenta-se nome e link dos periódicos
que compuseram o universo desta pesquisa. (Figura 4).
Figura 4 - Periódicos pesquisados

Fonte: Dados da Pesquisa (2013).

Quanto ao procedimento de coleta realizou-se busca em todos os argumentos
de pesquisa (título, assunto, palavras-chave, documento no todo) utilizando as
palavras-chave: Movimento Associativo, Entidade de Classe, Entidades de Classe,
Conselho de Classe, Conselho Federal de Biblioteconomia - CFB, Conselho
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Regional de Biblioteconomia - CRB. A fim de evitar a recuperação de termos
irrelevantes foram utilizados operadores booleanos, visando recuperar os termos
exatos.
Os periódicos foram pesquisados no campo geral, sem delimitação de
período de tempo ou campo. Acreditou-se que restringir o tempo poderia diminuir a
possibilidade de pesquisa. Para o tratamento dos dados foi utilizada a planilha do
software Microsoft Excel.

4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

Nos doze periódicos pesquisados foram recuperados 21 artigos, sendo que
13 foram selecionados por conter um dos temas procurados. O intuito foi descobrir
tudo o que foi publicado em relação aos temas pesquisados. Os 13 artigos
selecionados apresentaram os seguintes termos: Movimento Associativo (2),
Entidade de Classe (0), Entidades de Classe (2), Conselho de Classe (0), Conselho
Federal de Biblioteconomia - CFB (4), Conselho Regional de Biblioteconomia - CRB
(5). Não se obteve nenhum resultado através da pesquisa pelas siglas CFB e CRB.
O gráfico a seguir apresenta os percentuais para os termos pesquisados na
totalidade de artigos selecionados.
Gráfico 1 – Artigos selecionados

Fonte: Dados da pesquisa (2013).
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Dos 13 artigos selecionados, ocorreu de num mesmo periódico, dois artigos
serem recuperados por meio de busca com argumentos de pesquisa diferentes. Um
deles apareceu 3 vezes e o outro 2 vezes. Com isso, o resultado de artigos
diferentes recuperados passa a ser 10.
Observa-se que os resultados obtidos nos periódicos se repetiram, não sendo
possível filtrar ou cruzar os resultados que já haviam sido apresentados no SEER Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas. Por isso, por vezes os documentos
eram recuperados mais de uma vez através de dois argumentos de pesquisas
diferentes. Ou seja, dois termos diferentes recuperaram o mesmo documento.
Na Revista Biblionline ao pesquisar pelo termo “Conselho Regional de
Biblioteconomia”, obteve-se dois resultados, sendo os dois resultados remetem ao
mesmo artigo. Porém, um link remete ao resumo e o outro que indica para o resumo
e para o pdf, remete para o sumário do mesmo número.
Embora alguns trabalhos tenham sido recuperados por conter uma das
palavras-chave pesquisadas, verificou-se não se tratar de trabalho sobre o tema,
motivo pelo qual foi descartado.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho teve como principal objetivo apresentar os dados parciais da
pesquisa que investiga a existência de trabalhos teóricos ou relatos de experiência
publicados em periódicos, eventos, monografias, teses e dissertações da área da
Ciência da Informação, mais especificamente relacionados à Biblioteconomia. As
palavras-chave utilizadas foram: Movimento Associativo, Entidade de Classe,
Entidades de Classe, Conselho de Classe, Conselho Federal de Biblioteconomia –
CFB e Conselho Regional de Biblioteconomia. Nas próximas etapas serão
analisados os eventos da área e bibliotecas digitais de teses e dissertações.
A partir dos periódicos elencados na metodologia foram recuperados, no
total, 21 artigos, contudo, selecionados como sendo de interesse para esta
finalidade foram 13. Não foi estipulado um período de tempo, a pesquisa abordou

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todos os trabalhos publicados e indexados até março de 2013. Os resultados obtidos
retrataram o esperado, ou seja, há produção de textos sobre o assunto.
Visto o período de tempo pesquisado, pode-se afirmar que os profissionais da
área escrevem pouco sobre organismos de classe. Outra conclusão que se pode ter
é que tais resultados demonstram pouco engajamento pelo tema abordado. Pode-se
ainda supor, que os profissionais não se interessam em saber mais sobre a
profissão ou se envolver em movimentos que visem valorizar a profissão.
Portanto, entre as principais considerações, destaca-se a necessidade de
promover discussões acerca das entidades de classe da área da Ciência da
Informação, bem como propiciar que o tema seja debatido na Academia.
Considera-se que a habilidade de aprender é fundamental em qualquer
profissão e que o envolvimento em entidades de classe contribui não só para a
entidade em si, mas também para os colegas de profissão e para o fortalecimento e
reconhecimento da classe.

REFERÊNCIAS
ARRUDA, M. C. C.; MARTELETO, R. M.; SOUZA, D. B. Educação, trabalho e o
delineamento de novos perfis profissionais: o bibliotecário em questão. Ciência da
Informação, Brasília, v. 29, n. 3, p. 14-24, dez. 2010. Disponível em:
&lt;http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652000000300002&gt;. Acesso em: 12 mar. 2013.
BARBALHO, C. R. S. et al . Perfil do profissional bibliotecário brasileiro: a
contextualização pelo Conselho Federal de Biblioteconomia. In: CONGRESSO
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INFORMAÇÃO, 22., 2007, Brasília. Anais... Brasília, DF: FEBAB, 2007. Disponível
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BRASIL. Lei n. 4.084, de 30 de junho de 1962. Dispõe sobre a profissão de
bibliotecário e regula seu exercício. Brasília, DF: Presidência da República, 1962.
Disponível em: &lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/1950-1969/L4084.htm&gt;.
Acesso em: 01 mar. 2013.
CALDIN, C. et al. 25 anos do ensino de biblioteconomia na UFSC. Encontros Bibli,
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Movimento associativo e entidades de classe: discussões possíveis na Ciência da Informação, pesquisa sobre produção científica existente</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Alexsander Borges Ribeiro</text>
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              <text>Angélica Conceição Dias Miranda</text>
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              <text>Juliani Menezes dos Reis</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>FEBAB</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2013</text>
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          <name>Subject</name>
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            <elementText elementTextId="29217">
              <text>Temática II: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da informação - Trabalho científico</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Apresenta os resultados parciais da pesquisa que aborda o movimento associativo e as entidades de classe. Resgata a história dos organismos associativos da área da Biblioteconomia. Investiga a produção de artigos relacionados a movimentos associativos e entidades de classe, em doze periódicos da área. Utiliza como metodologia a pesquisa descritivo-quantitativa. Buscou nas revistas da área da Ciência da Informação trabalhos sobre Movimento Associativo, Entidades de Classe, Conselho de Classe, Conselho Federal de Biblioteconomia – CFB e Conselho Regional de Biblioteconomia - CRB. Conclui que os bibliotecários escrevem pouco sobre o tema nos periódicos pesquisados. </text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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      <name>cbbd2013</name>
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