<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2375" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/2375?output=omeka-xml" accessDate="2026-08-21T19:09:06-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1457">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/8/2375/1487-1500-1-PB.pdf</src>
      <authentication>cd9a8bc46db18d6297d204a9f22f3975</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="28711">
                  <text>A gestão do conhecimento aplicada a unidades de informação: uma
abordagem direcionada a bibliotecas

Bruno Giordano Rosa (IFES - Itapina) - brunocyber@yahoo.com.br
Maria de Lourdes Cardoso (IFES - Campus Piúma) - mcardoso@ifes.edu.br
Paulo Roberto Borghi Moreira (IFES - Guarapari) - paulo.moreira@ifes.edu.br
Resumo:
O presente trabalho propõe a discussão das nuances que envolvem o processo de gestão do
conhecimento direcionado a unidades de informação. Pretende,
através do desenvolvimento de uma pesquisa bibliográfica, discorrer sobre o processo de
gestão do conhecimento que pode ser aplicado às bibliotecas e arquivos, unidades estas que
são objeto deste estudo. Aborda a evolução dos processos de criação, armazenamento e
disseminação de informações e do Conhecimento no âmbito das organizações no decorrer da
história e da evolução social das instituições. Cita os períodos históricos e as abordagens
destes por alguns autores, com o objetivo de traçar parâmetros para o desenvolvimento desta
pesquisa através de concepções que sirvam de
subsídio para demonstrar a evolução dos processos envolvidos nos fluxos informacionais e dos
temas relacionados à Gestão do Conhecimento. Utiliza argumentos de vários autores com o
propósito de mostrar a importância da aplicação da GC nas unidades informacionais,
especificamente nas bibliotecas e arquivos, com o objetivo de adequá-los às novas tendências
e realidades advindas com as recentes demandas.
Palavras-chave: Gestão do conhecimento. Unidades de informação. Bibliotecas. Profissional
da Informação
Área temática: Temática II: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da
informação

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

A gestão do conhecimento aplicada a unidades de informação: uma
abordagem direcionada a bibliotecas

RESUMO
O presente trabalho propõe a discussão das nuances que envolvem o processo
de gestão do conhecimento direcionado a unidades de informação. Pretende,
através do desenvolvimento de uma pesquisa bibliográfica, discorrer sobre o
processo de gestão do conhecimento que pode ser aplicado às bibliotecas e
arquivos, unidades estas que são objeto deste estudo. Aborda a evolução dos
processos de criação, armazenamento e disseminação de informações e do
Conhecimento no âmbito das organizações no decorrer da história e da
evolução social das instituições. Cita os períodos históricos e as abordagens
destes por alguns autores, com o objetivo de traçar parâmetros para o
desenvolvimento desta pesquisa através de concepções que sirvam de
subsídio para demonstrar a evolução dos processos envolvidos nos fluxos
informacionais e dos temas relacionados à Gestão do Conhecimento. Utiliza
argumentos de vários autores com o propósito de mostrar a importância da
aplicação da GC nas unidades informacionais, especificamente nas bibliotecas
e arquivos, com o objetivo de adequá-los às novas tendências e realidades
advindas com as recentes demandas.

Palavras-chave:
Bibliotecas.

Gestão

do

conhecimento.

Unidades

de

informação.

Área temática : Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional
da informação

1 INTRODUÇÃO
A informação é um subsídio indispensável à evolução do homem
durante toda a sua luta pela sobrevivência. No entanto, as suas formas de
assimilação, organização e disseminação e transformação em conhecimento
passaram

por

um

processo

de

evolução

durante

as

épocas

do

desenvolvimento da história da humanidade. Nas eras mais remotas, a luta
pela subsistência, em um ambiente hostil e o modo de vida nômade, tornavam
a existência diária num enorme desafio.
Mesmo convivendo com perigos nas interações entre o meio ambiente e
os demais seres humanos e animais, o homem subsistiu. Mas para isto,
1

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

precisou desenvolver formas que tornassem a vida para si e para os seus
descendentes mais fácil, como forma de assegurar a perpetuação da vida. Este
processo provocou uma revolução em todos os aspectos. Para sobreviver
mais, alimentar-se melhor, o homem precisou aprender e vencer as
adversidades do meio em que viver. Ele precisou se organizar, compartilhar o
conhecimento e também transmiti-los às outras gerações. Alguns especialistas
acreditam que a primeira organização formada foi a familiar e ,provavelmente,
a partir dela que se desenvolveram as demais organizações, sejam simples ou
as mais complexas.
Um

dos

primeiros

grandes

avanços

da

humanidade

foi

o

desenvolvimento da agricultura às margens dos grandes rios. Para alcançar
êxito, o homem precisou desenvolver conhecimento sobre as práticas de
cultivos e a utilização de técnicas agrícolas associadas à dinâmica dos rios.
Assim, estudou e desenvolveu técnicas para dominar as forças da natureza de
modo a transmiti-las tais conhecimentos às gerações futuras. Desta forma, a
história do conhecimento foi sendo desenvolvida, não de forma linear, mas de
acordo com o contexto de interação entre humanos, entres estes e os outros
animais e também com o meio ambiente. Estas interações resultaram nas mais
variadas formas do desenvolvimento, assimilação e disseminação de
informações que foram sendo transformadas em conhecimento no desenvolver
da história da vida humana.
Dentro deste contexto, surgiu a importância do desenvolvimento das
atividades relacionadas à coleta e armazenamento do conhecimento adquirido,
como forma de preservá-lo para que seja utilizado nas atividades cotidianas.
Após o desenvolvimento das várias formas de comunicação primitivas como: o
surgimento do alfabeto e posteriormente o desenvolvimento dos processos
relacionados à prática do registro do conhecimento, cresceu a importância de
profissionais

que

tinham

como

função

armazenar

e

preservar

este

conhecimento produzido. Toffler (apud MAGNANI; HEBERLÊ 2010, p. 10),
propõe o desenvolvimento histórico da humanidade sob forma de ondas.
Segundo aquele autor, a primeira onda, que teve o seu início há
aproximadamente 10 mil anos, foi determinada pelo desenvolvimento da
2

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

agricultura. Neste contexto, a riqueza vinha das atividades relacionadas a terra.
Sendo assim, toda a organização social, econômica e política estava
relacionada ao trabalho de gerar conhecimento para que as comunidades
pudessem sobreviver. As formas de transmissão do conhecimento não eram
formais. A segunda onda viria a partir da era industrial, onde os processos de
produção, de organização espacial e familiar seria novamente alterado. A
organização da produção deixa de ser agrícola para se transformar em fabril.
Inicia-se um crescente movimento da população em direção às cidades.
A educação passa a ter uma ênfase mais técnica e ocorre um enorme
crescimento e desenvolvimento da educação escolar, formando assim um
crescente mercado em torno do consumo de informação, principalmente a
técnica, relacionada aos procedimentos de qualificação de mão-de-obra fabril.
A terceira onda seria a chamada Sociedade Pós-Industrial ou Sociedade da
informação ou, até mesmo, sociedade do conhecimento. Esta grande mudança
provavelmente teve início com o fim da segunda guerra mundial, quando
grande parte da tecnologia desenvolvida nos conflitos anteriores foi aplicada
para o desenvolvimento de produtos e serviços que seriam empregadas para
atividades civis. Neste novo cenário cresce a importância dos cientistas e
pesquisadores que podem disputados entre os países e organizações pois, o
conhecimento que possuem, pode ser considerado o ativo mais importante da
organização.
Ao contrário da segunda onda, que era baseada em recursos materiais,
energéticos e geográficos, a era do conhecimento tem como ativo principal as
informações estratégicas e o conhecimento adquirido através de pesquisas e
processos desenvolvidos e que podem estar fisicamente em qualquer lugar
tendo como aliados às modernas Tecnologias de Informação e Comunicação
desenvolvidas.
2 CONCEITO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO
Segundo Davenport; Prusak (1998), Gestão do conhecimento é o
conjunto de atividades ligadas à geração, codificação e transferência do
conhecimento. Os conceitos ligados a este tema cresceram vertiginosamente
3

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

a partir da década de 1990, quando as empresas começaram a entender que
precisavam tomar medidas para que o conhecimento desenvolvido nas
organizações fosse gerenciado de forma a evitar que a rotatividade de mão-deobra afetasse o funcionamento e evolução desta corporações. A GC agora
torna-se um fator crítico de sucesso ou fracasso, em um ambiente corporativo
marcado por mudanças em curto espaço de tempo e em um cenário de enorme
competitividade por recursos e por pessoas capazes para colaborar com
estratégias que visem sustentar o crescimento e a sobrevivência das
empresas. Se outrora, o valor da empresa estava pautado no balanço
patrimonial,

agora

o

maior

valor

organizacional

está

focalizado

no

conhecimento produzido por pessoas capacitadas aliado a uma gestão
eficiente deste conhecimento de modo a ser usado no estabelecimento de
estratégias empresarias combinadas com um monitoramento do mercado e
inovação

constantes,

identificados

como

fatores

que

garantem

asustentabilidade competitiva das instituições.
A visão a partir da proposta da GC é ao mesmo tempo local e global. O
indivíduo ao mesmo tempo consome, produz e interage com os outros em um
ambiente em que não se leva em consideração os aspectos geográficos como
barreira para que haja a interligação entre as organizações para a colaboração
e gestão eficaz do conhecimento. Ainda de acordo com Viana; Mesquita;
Moura (2011, p.5), vive-se o paradigma do trabalho coletivo, da capacidade das
equipes, da qualidade dos processos realizados em que o indivíduo precisa ser
estar qualificado e ao mesmo tempo integrado à equipe de trabalho.

3 BIBLIOTECAS COMO UNIDADES DE INFORMAÇÃO E CONSTRUÇÃO
DO CONHECIMENTO
As bibliotecas e os arquivos, enquanto espaço físico, ocuparam uma
função primordial na antiguidade e no desenvolvimento dos aspectos culturais
em muitas sociedades: figuravam como guardiões da memória e do conteúdo
registrado e armazenado, com objetivo de preservá-los.

Martins (apud
4

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

SANTOS 2009, p.2) afirma que na antiguidade as bibliotecas não possuíam
caráter público, serviam como depósito e também para esconder o livro. Nesta
concepção fica em evidência o caráter de um modelo de gestão baseado na
tutela, com o objetivo de evitar que as pessoas não autorizadas tivessem
acesso aos conteúdos disponíveis nos arquivos e bibliotecas. Estes espaços,
apesar de muito importantes centros de produção e armazenamento do saber,
permaneceram muitos séculos sem proporcionar acesso público e sem possuir
profissionais capacitados para darem significado aos dados armazenados.
Muitos deles foram destruídos e sobraram apenas poucos vestígios de milênios
de produção artística e intelectual.
Assim como nas eras passadas e, ainda hoje, estas unidades de
informação sofrem com a falta de políticas públicas que as tornem centro das
discussões mais importantes para a sociedade. Arquivos e bibliotecas
constituem unidades informacionais imprescindíveis no contexto da sociedade
da informação. O modelo custodial, que permaneceu por milênios, na
atualidade pode ser substituído pelo modelo baseado no acesso, onde as
novas tecnologias de informação e comunicação são aliados indispensáveis na
missão de tornar os conteúdos disponíveis em diversas plataformas. Para que
as unidades informacionais se constituam em centros de saber dinâmicos há
necessidades de que tais espaços busquem mecanismos que possibilitem um
movimento constante de aperfeiçoamento de técnicas e também pesquisas que
tenham como objetivo o desenvolvimento de seus produtos e serviços
adequados às demandas advindas da interação entre os produtores de
informação, os responsáveis pela sua organização e disponibilização e o
consumidor desta informação, tendo como objetivo final a prestação de
serviços de qualidade e que sejam adequados às mudanças produzidas no
contexto em que estão inseridos.
4 DESAFIOS ENFRENTADOS PELAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO NA
SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
As unidades informacionais, assim como as outras organizações, sofrem
influência de fatores internos e externos no desenvolvimento das suas
atividades. As novas demandas por informações de qualidade, advindas da
5

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

evolução dos anseios da sociedade, a exigência incessante por qualidade no
consumo de bens e serviços têm provocado transformações profundas no
modo como as pessoas buscam informações. Vive-se numa época onde a
velocidade dos fluxos infomacionais, aliada à rápida obsolescência dos
produtos e processos desenvolvidos, vêm provocando a sucumbência de
organizações tradicionais e também propiciando novos nichos de mercado para
outras que possuem uma maior capacidade de adaptação. Se antes era
exigido de um enorme esforço para se obter informações estratégicas, agora
elas parecem fluidas e acessíveis em diversos formatos em disponíveis em
diversas fontes. Neste contexto de grandes transformações, as unidades de
informação, aqui focalizadas nas bibliotecas, precisam vencer as barreiras
culturais, logísticas, estratégias e de recursos. Precisam adaptar seus
conteúdos a novos formatos e torná-los mais acessíveis para que usuários,
independentemente das barreiras geográficas possam acessar.
Na era da portabilidade, a informação precisa ser acessível ao usuário
através de tablets, smartphones, redes sociais e outras ferramentas que
possibilitem uma maior integração entre a fonte de informação e o seu
destinatário final sem grandes esforços. Para que isso seja possível, existe a
necessidades de que os profissionais envolvidos neste processo possam estar
capacitados para interagirem com as novas ferramentas tecnológicas
disponíveis no mercado e também para adequarem a oferta de serviços
informacionais às novas demandas. Esta tarefa, no entanto, não pode ser
desenvolvida aleatoriamente. Faz-se necessário a introdução de modernas
técnicas de monitoração, estudo do perfil e do comportamento dos usuários
tendo como objetivo final a adequação e oferta da informação como produto
final específica para os seguimentos de usuários identificados nas pesquisas
realizadas. Assim como as grandes empresas tradicionais são monitoradas
pelos consumidores, concorrentes e os seus órgãos internos, as unidades de
informação também sofrem influência da visão que a comunidade envolvida
tem sobre ela e os serviços prestados. Por mais que boa parte das dos
formadores de opinião entendam que as bibliotecas sejam mantidas e que
ressaltem a sua importância, faz necessário que os profissionais envolvidos
6

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

nos fazeres diários das unidades informacionais sejam também encarregados
de buscarem modos que as transformem em organizações dinâmicas. Santos
(2009 p.6) destaca que na idade média a biblioteca era vista como guardiã de
livros e esteve e afastada da função de disseminação da informação. Esta
concepção, no entanto, não deve ser aplicada na atualidade pois, as
sociedades evoluíram e as organizações que se propõem a disseminar
informações precisam estar sensíveis aos novos anseios. O atendimento a
estas novas demandas requer também a formação e desenvolvimento do novo
profissional da informação.

Profissional

este que deve, necessariamente,

passar da ênfase estritamente técnica para a função gestora aliada a uma
visão inovadora. Esta função torna-se mais evidente na medida em que cresce
a complexidade dos processos que envolvem a criação, armazenamento,
disseminação e a utilização de todos os recursos disponíveis antes, durante e
depois deste processo.
Neste cenário pós-moderno, a unidade informacional perde o caráter de
espaço físico e passar a ter um alcance além das fronteiras espaciais
antigamente definidas. Cada vez mais cabe ao gestor da unidade o
gerenciamento estratégico dos recursos e a sua coordenação com os demais,
de forma que nenhum dos serviços oferecidos pela organização sofra com o
descrédito e a leve ao fracasso. Em um período de incertezas constantes e em
que a capacidade de atender aos anseios dos clientes é testada a cada busca
por da informação relevante, é imprescindível que os profissionais precisem
estar constantemente inseridos em um processo contínuo de treinamento e
também que isto se estenda a todos os profissionais envolvidos em cada setor
da unidade informacional. Assim como na antiguidade, quando muitas
bibliotecas e arquivos foram destruídos por intenções diversas, corre-se o risco
de que estas unidades sejam ameaçadas pelas novas formas de acesso a
informações. O importante, no entanto, é adequar estes espaços e torná-los
como centros de inovações que devolvam a elas a concepção de espaços
criativos e não unicamente de acondicionamento de material informacional.
5 GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS
7

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

O conceito de informação é amplo e aplicado de acordo com as
percepções de cada indivíduo e de cada área que estuda seus fluxos.
Infelizmente muitos profissionais ainda não consideram as bibliotecas como
espaços criativos que precisam utilizar os conceitos de gestão do
conhecimento. Todas as unidades informacionais, independente do tipo de
informação que se propõe a armazenar, produz conhecimento das suas
atividades internas e precisa ter definido o seu processo de geração e gestão
deste conhecimento. A gestão da informação que será oferecida ao usuário
pode estar relacionada a processos formais e padronizados e a gestão do
conhecimento, principalmente aquele usado e aplicado nas interações entre
humanos, com características informais, pode estar relacionado à gestão do
conhecimento. Nas bibliotecas, os livros, periódicos e demais materiais
informacionais geralmente são adquiridos artificialmente. São adquiridos de
acordo com o interesse da organização baseado na necessidade de acesso a
estas informações. Para que este processo ocorra dentro dos princípios de
uma boa gestão, deve ser elaborada uma política de desenvolvimento de
coleções que pode ser desenvolvida, de forma mais eficaz, com a interação
humana, entre todos os atores envolvidos de forma harmônica.. Mesmo tendo
suas diferenças, todas as unidades enfrentam desafios e possuem áreas que
podem ser melhor desenvolvidas a partir da visão de que a gestão do
conhecimento pode ser um fator de sucesso ou fracasso. O processo de
organização e disseminação de informações e delineamento de processos
internos, primando pela GC, são aspectos importantes no papel de entender o
usuário e também o seu contexto.. Silva (2008, p.2) utiliza o conceito de
informação elaborado Brenda Dervin, que considera informação aquilo que faz
sentido ao indivíduo, levando em consideração as suas experiências. Neste
sentido

os

bibliotecários

encontram-se

diante

de

grandes desafios

relacionados à tarefa de buscar meios eficazes para que as informações
gerenciadas por eles possam ser relevantes para os clientes consumidores de
informações. Nesta direção, sabemos que unidades informacionais que não
buscam a excelência no fornecimento de informações e que não encontram
sentido naquele que busca obter conhecimento, correm o risco de desaparecer.
8

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Nas bibliotecas, o processo de gestão do conhecimento pode ser
amplamente aplicado nas atividades internas da unidade. Elas podem utilizar
tal conceito também no processo de gestão do conhecimento produzido pelas
organizações em que estão inseridas. Boa parte deste conhecimento produzido
simplesmente é esquecido por parte destas instituições e também pelos
indivíduos

encarregados de

gerenciar e

mediar estes processos.

A

conseqüência deste distanciamento da criação de uma memória organizacional
é refletida no aumento dos gastos em alguns tipos de treinamentos, o que
acarreta grandes prejuízos para as unidades organizacionais e também para as
instituições a que estão subordinadas. A aplicação de uma metodologia
sistemática de criação e difusão do conhecimento produzido deve então ser
sistematizada para que as mudanças ocorridas não afetem o funcionamento e
crescimento das bibliotecas.
Neste contexto, o papel do profissional da informação torna-se cada vez
mais relevante. Viana; Mesquita; Moura (2011, p. 10) apresentam o Gestor do
conhecimento como o profissional flexível, aberto a mudanças e com a
capacidade de ouvir críticas e utilizá-las para a tomada de decisão. Estes
autores ainda enfatizam que este profissional teve ter base em conhecimento
de tecnologias e gestão de pessoas.
O conhecimento que é importante para a organização pode ser mediado
e utilizado com o objetivo de preservá-lo para que ela possa manter seus
processos internos e também garantir a sua existência no futuro. Mas para se
obter êxito neste processo, é importante levar em consideração fatores críticos
que influenciam a implantação da GC nas unidades de informação. Três
aspectos podem sem considerados muito importantes e críticos nesta
atividade: As pessoas responsáveis pela gestão dos recursos de informação, a
arquitetura dos fluxos informacionais e a disponibilidade de recursos
tecnológicos. Os primeiros, exigem uma muita habilidade dos gestores e
também investimentos, por parte da organização em programas que facilitem e
estimulem os encontros dos indivíduos com o objetivo de criar um ambiente
favorável à inovação, criação e também as ações envolvidas em todo o
processo de GC. O segundo diz respeito à modelagem dos fluxos e de todas
9

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

as suas nuances com o objetivo de organizá-los de acordo com as
necessidades da instituição e anseios dos indivíduos envolvidos neste
processo. Os último aspecto diz respeito às novas tecnologias disponíveis e os
modos de tornar-las amigáveis e sempre disponíveis ao cliente. Há muitos
anos as unidades informacionais, que são focalizadas neste trabalho, utilizaram
métodos e ferramentas de trabalho que hoje não são mais utilizadas. No
entanto, a partir do desenvolvimento de novas técnicas e o do advento dos
sistemas informatizados de gestão, que podem ser aplicados a muitos
processos e atividades desenvolvidas nestas unidades, existe a necessidade
de constante avaliação e adequação dos produtos e serviços e das interações
humanas envolvidas nestes processos. Dentro deste contexto, novas
ferramentas tecnológicas introduzidas exigem da unidade a contratação de
profissionais que estejam em constante atualização. Então, faz-se necessário
também o constante treinamento da equipe que auxilia nos processos de
gerenciamento dos fluxos informacionais e um envolvimento mais efetivo
destes nos processos de gestão e disseminação do conhecimento produzido.
Este é um processo dinâmico pois, todos os lados estão envolvidos nas trocas
informacionais que, consequentemente, produzem informações úteis à unidade
de informação e ao usuário, que é o objetivo final da biblioteca. Tais
informações produzidas e geridas,

têm utilidade também para ações que

podem ser efetivadas no futuro.
Cabe ressaltar que a gestão do conhecimento nas organizações é um
processo complexo e não pode ser dinâmico sem a participação de todos.
Assim como em outras organizações, as bibliotecas e arquivos precisam
desenvolver

metodologias

de

gestão

específicas

para

que

possam

desenvolver-se como unidades com a responsabilidade de gerenciar o
conhecimento produzido no âmbito de suas atividades e também aquele a que
se propõe a gerenciar. Para a organização, o objetivo da gestão de conteúdos
informacionais é o auxílio nas atividades de tomada de decisão. Neste sentido
as instituições buscam ações para que possam desenvolver a própria
inteligência que seja capaz de assegurar que a elas sobrevivam por longos
tempos. Valentim (2002) aponta os sete passos para que o processo de
10

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

inteligência competitiva organizacional tenha o seu funcionamento contínuo.
São eles:
1. Identificar os "nichos" de inteligência internos e externos à organização;
2. Prospectar, Acessar e Coletar os dados, informações e conhecimento
produzidos internamente e externamente à organização;
3. Selecionar e Filtrar os dados, informações e conhecimento relevantes para
as pessoas e para a organização;
4. Tratar e Agregar Valor aos dados, informações e conhecimento mapeados e
filtrados, buscando linguagens de interação usuário / sistema;
5. Armazenar através de Tecnologias de Informação os dados, informações e
conhecimento tratados, buscando qualidade e segurança;
6. Disseminar e transferir os dados, informações e conhecimento através de
serviços e produtos de alto valor agregado para o desenvolvimento competitivo
e inteligente das pessoas e da organização;
7. Criar mecanismos de feed-back da geração de novos dados, informações e
conhecimento para a retroalimentação do sistema.
Todos os sete passos destacados por aquela autora são totalmente aplicáveis
em unidades informacionais como as bibliotecas. Vivemos um período de
intensa concorrência por audiência e rápida obsolescência de modelos
tradicionais modelos de fluxos de informação. Novos processos precisam ser
criados e barreiras precisam ser vencidas para que as metodologias aplicadas
à biblioteconomia e os métodos utilizados nos fluxos do gestão do
conhecimento possam ser adequados à crescente demanda por novas formas
para que seja um maior significado à informação oferecida ao cliente.
Davenport et al apud Leite; Costa (2006, p. 210) através de seus
estudos sobre projetos de GC desenvolvidos pelas empresas, classificam as
iniciativas identificadas em quatro tipos, são elas:
1. Para criar repositórios do conhecimento;
11

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

2. Para melhorar o acesso ao conhecimento;
3. Para melhorar o ambiente do conhecimento;
4. Para gerir o conhecimento como um bem;
Todos os tipos propostos por aqueles autores são totalmente aplicáveis
em unidades informacionais como as bibliotecas, que são objeto do nosso
estudo. No entanto para que estas unidades alcancem a plenitude nos
modernos modelos de GC, os profissionais envolvidos precisam adotar uma
filosofia de trabalho condizente com a perspectiva da “organização que
aprende”. Nesta concepção os gestores informacionais precisam interagir com
profissionais de outras áreas do conhecimento e muitas vezes com pessoas
localizadas em áreas geográficas distintas, tendo como objetivo maior a
promoção de encontros, sejam estes físicos ou virtuais, com o objetivo de
fomentar ações que visem à criação, organização e preservação do
conhecimento organizacional. Um dos grandes desafios às instituições que
trabalham com o propósito de gerir conhecimento e informação é torná-los
acessíveis. Neste contexto, o conceito de portabilidade denota um imperativo e
que precisa ser pesquisado e analisado pelas instituições. Neste cenário,
surgem questionamentos pertinentes à segurança da informação e do
conhecimento organizacional e as maneiras de criar as barreiras para que
estas informações e o conhecimento produzido não se percam ou sejam
adquiridos ilegalmente por pessoas estranhas à organização. Os grandes
repositórios informacionais, precisam ser preservados para que a instituição
não seja ameaçada no desenvolvimento das suas atividades. Este é mais um
dos aspectos que precisam ser discutidos e que precisa estar na pauta das
discussões dos principais gestores. Os processos envolvidos na criação,
organização e disseminação de conteúdos produzidos depende não só dos
encarregados de gerenciar estes fluxos, mas também de todos os atores que
fazem parte do funcionamento das empresas. Sendo assim, as atividades
ligadas à GC não deve ser simplesmente encarada como um processo de
organização de dados e sim um como um processo dinâmico de interação que
envolve profissionais de todas as áreas, tecnologias de informação e
12

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

comunicação e modernos processos de canais que propiciem a formação e
desenvolvimento do conhecimento organizacional. Vale destacar, muitas
vezes, que ainda alguns profissionais encarregados de gerenciar os arquivos e
bibliotecas oferecem resistência às novas iniciativas de GC e ainda não
encaram estas unidades como partícipes deste processo. Faz-se necessário,
então, que as escolas de biblioteconomia espalhadas pelo país sejam
encarregadas de incentivar os novos profissionais a buscarem uma nova visão
que seja capaz de adequar estas unidades às novas realidades advindas com
o crescente anseio por informações nos mais diversos canais e suportes e o
que conhecimento produzido em larga escala pelas instituições seja gerido de
forma a dar agilidade nos processos internos, contribuir para diminuir as
incertezas e permitir um futuro promissor.
6 CONCLUSÃO
A gestão do conhecimento e o gerenciamento de informações foram abordados
de diversas formas durante toda a história de desenvolvimento da humanidade.
Os processos de GC foram desenvolvidos e aplicados de acordo com o
crescimento da complexidade das interações humanas e dessas relações com
a

aquisição,

armazenamento

e

disseminação

de

informações

e

do

conhecimento operados pelas instituições, de acordo com as visões de mundo
de cada época. Se antes da idade moderna, a circulação de informações e a
produção de conhecimento estavam restritos a pequenos grupos, a partir da
década de 1970, no século passado, houve um grande salto na produção e
circulação do conhecimento, alicerçados pelas crescentes demandas por
produção técnico-científica, aliada às novas tecnologias de Informação e
Comunicação, que auxiliaram neste processo. Neste contexto, surgiram
teóricos que se propuseram a estudar os fluxos de informações e produção do
conhecimento em sua totalidade, ou seja, Gestão do Conhecimento. Com estas
grandes mudanças ocorrendo, as unidades informacionais não podem operar
fora deste contexto. As bibliotecas, agora, precisam ser adequadas às novas
demandas e também modernizar seus processos internos em consonância
com a concepção da GC, tendo como objetivo garantir a efetividade deste
processo. Para que isto ocorra, faz-se necessário que os profissionais que
13

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis,SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

estão á frente

destas unidades busquem um posicionamento visando a

adequação de todos os recursos disponíveis para torná-las unidades produtora
de conhecimento, superando a antiga visão unicamente custodial.
REFERÊNCIAS
DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Conhecimento empresarial: como as
organizações gerenciam seu capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
LEITE, Fernando Cesar Lima; COSTA, Sely. Repositórios institucionais como
ferramentas de gestão do conhecimento científico no ambiente acadêmico.
Perspect. ciênc. inf., Belo Horizonte, v.11 n.2, p. 206 -219, mai./ago. 2006.
MAGNANI, Marcio; Heberlê, Antônio Luiz Oliveira. Introdução à gestão do
conhecimento. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2010.
SANTOS, J. M. Vida de ensino: o processo histórico evolutivo das bibliotecas
da antiguidade ao renascimento. Vi. En., v. 1, n. 1, p. 1 - 10, ago./fev. 2010.
Disponível

em:&lt;

http://rioverde.ifgoiano.edu.br/periodicos/index.php/vidadeensino/article/view/58
&gt;. Acesso em: 08 jan. 2013
SILVA, Marcos Gomes da. Informação e a população carcerária
[manuscrito]: estudo de usuários de informação na Penitenciária José Maria
Alkmim, Ribeirão das Neves – MG /Marcos Gomes da Silva. 2008.
VALENTIM, Marta. Inteligência Competitiva em Organizações: dado,
informação

e

conhecimento.

Disponível

em:&lt;

http://dgz.org.br/ago02/Art_02.htm&gt;. Acesso em 27 Dez. 2012.
VIANA, Francisca das Chagas; MESQUITA, Denizete Lima de; MOURA,
Franceli Mariano de. A gestão do conhecimento em bibliotecas universitárias :
discutindo

um

processo.

In:

congresso

brasileiro

de

biblioteconomia

documentação e ciência da Informação, 14, Maceió. 2011. Anais, Maceió,
2011.

14

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="8">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7176">
                <text>CBBD - Edição: 25 - Ano: 2013 (Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7177">
                <text>Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7178">
                <text>7-10 de Julho de 2013</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8556">
                <text>Florianópolis/SC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28701">
              <text>A gestão do conhecimento aplicada a unidades de informação: uma abordagem direcionada a bibliotecas</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28702">
              <text>Bruno Giordano Rosa</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28703">
              <text>Maria de Lourdes Cardoso</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28704">
              <text>Paulo Roberto Borghi Moreira</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28705">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28706">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28707">
              <text>2013</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28709">
              <text>Temática II: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da informação - Trabalho científico</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28710">
              <text>O presente trabalho propõe a discussão das nuances que envolvem o processo de gestão do conhecimento direcionado a unidades de informação. Pretende,através do desenvolvimento de uma pesquisa bibliográfica, discorrer sobre o processo de gestão do conhecimento que pode ser aplicado às bibliotecas e arquivos, unidades estas que são objeto deste estudo. Aborda a evolução dos processos de criação, armazenamento e disseminação de informações e do Conhecimento no âmbito das organizações no decorrer da história e da evolução social das instituições. Cita os períodos históricos e as abordagens destes por alguns autores, com o objetivo de traçar parâmetros para o desenvolvimento desta pesquisa através de concepções que sirvam desubsídio para demonstrar a evolução dos processos envolvidos nos fluxos informacionais e dos temas relacionados à Gestão do Conhecimento. Utiliza argumentos de vários autores com o propósito de mostrar a importância da aplicação da GC nas unidades informacionais, especificamente nas bibliotecas e arquivos, com o objetivo de adequá-los às novas tendências e realidades advindas com as recentes demandas.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66338">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="2">
      <name>cbbd2013</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
