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                  <text>Excelência em serviços de informação e os gaps de aprendizagem:
o caso da Biblioteca Mário Werneck, da Escola de Engenharia da
UFMG

Andre Ricardo Azevedo (UFMG) - andreseculoxxi@yahoo.com.br
Ráisa Mendes Fernandes de Souza (IFES) - raisamendes@yahoo.com.br
Resumo:
Este trabalho aborda a avaliação de serviços de informação em bibliotecas como meio de se
atingir a excelência em serviços de informação. Trata da aplicação do Projeto de
Competências que é composto por três minicursos ministrados na Biblioteca Mário Werneck
da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais. Esse projeto visa à
avaliação do aprimoramento dos funcionários terceirizados da biblioteca. Por fim, são
discutidos os meios que norteariam a avaliação final da aplicação dos conhecimentos
adquiridos no projeto.
Palavras-chave: Competência. Capacitação. Serviços de Informação.
Área temática: Temática II: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da
informação

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Excelência em serviços de informação e os gaps de aprendizagem: o caso da
Biblioteca Mário Werneck, da Escola de Engenharia da UFMG

Resumo:
Este trabalho aborda a avaliação de serviços de informação em bibliotecas como
meio de se atingir a excelência em serviços de informação. Trata da aplicação do
Projeto de Competências que é composto por três minicursos ministrados na
Biblioteca Mário Werneck da Escola de Engenharia da Universidade Federal de
Minas Gerais. Esse projeto visa à avaliação do aprimoramento dos funcionários
terceirizados da biblioteca. Por fim, são discutidos os meios que norteariam a
avaliação final da aplicação dos conhecimentos adquiridos no projeto.
Palavras-chave: Competência. Capacitação. Serviços de Informação.
Área Temática: Transcompetências: diferenciais dos usuários e do profissional da
informação.
1 INTRODUÇÃO
Qualquer biblioteca, enquanto unidade de informação, presta serviços e
elabora produtos visando atender, de forma cada vez mais aperfeiçoada, uma
determinada comunidade de usuários.
De acordo com Beluzzo e Macedo (1993, p. 125), “é de responsabilidade dos
bibliotecários
necessidades

administradores
dos

usuários,

de

serviços

quanto

de

promover

informação

tanto

avanços

voltados

identificar
para

o

melhoramento dos serviços que prestam”.
Outros autores reforçam os dizeres acima afirmando que compreender uma
unidade de informação como uma organização prestadora de serviços exige saberes
gerenciais para conhecer o contexto no qual a unidade de informação está inserida,
bem como identificar seus pontos fortes e fracos para definir as estratégias que
serão executadas através de um planejamento. Todo esse processo tem como
objetivo melhorar a qualidade dos serviços prestados para seus usuários (SPUDEIT;
FUHR, 2011).
Segundo Teixeira e Farias Filho (2008), as avançadas tecnologias de
comunicação e informação não só transformaram o universo das bibliotecas, mas
também aumentaram a capacidade de aproveitamento por parte do usuário. Esse

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novo contexto tornou imprescindível que as unidades de informação primem pela
excelência de seus serviços para os usuários.
Teixeira e Farias Filho (2008, p. 4) ainda afirmam que
A importância da atualização do conhecimento da sociedade de
informação com todas as transformações e acirradas competições,
conduzem

o

usuário

a

uma

interminável

busca

por

seu

aprimoramento. E as suas bibliotecas, para manterem-se como
centros de excelência na área de informação, devem seguir os
padrões tanto tecnológicos, como de recursos humanos, requeridos
pelo pronto atendimento aos seus usuários cada vez mais
interessados por informações e serviços seguros e ágeis.

As bibliotecas necessitam de avaliação contínua dos serviços e produtos
oferecidos a fim de proporcionar aos seus usuários qualidade, rapidez e eficácia
(Teixeira e Farias Filho, 2008). Isso é especialmente verdadeiro no ambiente
acadêmico, onde a comunidade de usuários está sempre presente e apresentando
suas demandas. A Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG), ambiente desse relato de caso, reflete bem a complexidade desse universo
acadêmico. A Escola oferece onze cursos de graduação, onze de especialização,
dez de mestrado e oito de doutorado, resultando no atendimento de cerca de cinco
mil usuários.
Após uma busca sucinta sobre a elaboração, aplicação e desenvolvimento de
programas de competências, e até mesmo sobre a avaliação de serviços em
bibliotecas, pouco se encontrou sobre o resultado desses esforços.
O presente trabalho apresenta uma parte do Projeto de Competências,
iniciado na Biblioteca Mário Werneck da Escola de Engenharia da UFMG. Ele é
composto por três minicursos, que serão ministrados de dois em dois meses. O
primeiro deles já foi realizado.
O projeto busca a excelência nos serviços e produtos de informação da
biblioteca, mais especificamente nos serviços de atendimento ao público prestados
pelos funcionários terceirizados, os quais são basicamente relacionados à circulação
de materiais. Tal projeto tem como objetivo principal identificar o que foi aprendido e

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que não está sendo aplicado para que o investimento na capacitação dessa parcela
de responsáveis pela biblioteca não tenha sido em vão.
Em vista de tantas discussões superficiais sobre essa etapa, questiona-se:
houve realmente aplicações mais tangíveis sobre o que foi aprendido, refletindo uma
obtenção de resultados positivos na avaliação dos serviços dessas unidades de
informação? É normal a realização de minicursos, treinamentos e etc. dentre os
profissionais responsáveis por uma unidade de informação, mas será que todo esse
conhecimento está sendo aplicado no cotidiano? O esforço no aprimoramento dos
profissionais foi válido? O “saber” foi realmente transformado em “saber fazer”?
2 CONTEXTUALIZAÇÃO
Nas décadas de 1960 e 1970 o mercado de trabalho começou a se preocupar
com a qualidade nos processos de seleção. Nesses processos, o histórico escolar,
os teste de QI e testes de avaliação de personalidade e tinham um grande peso.
Esses critérios, no entanto, não faziam uma referência direta às motivações que
guiavam o candidato. David McClelland (1971, 1972) propôs que fosse avaliada a
competência do candidato, mais do que a inteligência, no processo seletivo. Ele
identificou três grandes bases para a motivação: a necessidade de poder, de realizar
e de afiliar-se.
Para McClelland (1971, 1972, 1987), um líder de destaque é motivado pela
necessidade de poder e essa é a sua motivação mais importante. A necessidade de
poder, nesse caso, não é a necessidade de poder pessoal. Um indivíduo que deseja
se destacar por suas realizações conseguirá melhores resultados no papel de líder
do que um indivíduo que deseja se destacar por sua imagem pessoal.
A necessidade de realizar é que motiva o trabalho do indivíduo e, mais do que
isso, a excelência de seu trabalho. A capacidade do indivíduo de divisar um objetivo
desafiador para si e a sua determinação em alcançá-lo o estimulam a novos
objetivos e despertam nele um sentimento incessante de emulação. Além do mais,
essa necessidade de realização é um melhor indicativo de sucesso do que a
inteligência oriunda da educação formal.
A necessidade de afiliação é a mais amplamente difundida dentre os tipos
humanos, dada nossa natureza gregária. Essa motivação é fundamental para o
trabalho em equipe, mas ela está vinculada a uma alta seletividade, de acordo com

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as afinidades e com diferenças verificadas em todas as relações humanas. O
desafio que se coloca para o líder/administrador é harmonizar e promover uma
relação de simbiose entre os diversos grupos que se formam naturalmente dentro de
uma organização.
Ruas (2001) chegou à constatação de que existe um gap (tratado aqui como
sinônimo de lacuna) entre capacitação e competência. Competência, segundo o
autor, é o vértice superior do triângulo: saber, saber fazer e saber ser/agir. Na
prática, os processos de formação e de treinamento convencionais não conseguem
cumprir as expectativas de desenvolver competências (produzindo, assim, um gap).
A competência está intrinsecamente ligada à ação concreta do sujeito e não pode
ser desvinculada desta. Para Ruas (2001), assim como para Bouteiller (1997), a
formação tradicional de recursos humanos somente pode, “por sua inércia natural”,
se ajustar parcialmente ao contínuo desenvolvimento de recursos humanos.
Ruas (2001) defende a proposta de que o desenvolvimento de competências
deve ser implementado em três etapas – geração, difusão e sistematização – e é na
difusão de competências que este projeto se concentra. A geração de competências
está vinculada à esfera do indivíduo; a difusão de competências, à dos grupos; e a
sistematização de competências está na esfera da organização.
O autor entende que a aprendizagem individual e a aprendizagem
organizacional têm seu elemento de intermediação na instância “grupo”. Observando
a crescente complexidade da relação entre subsistemas (indivíduo e grupos) e da
sua relação com o sistema de que fazem parte (organização) entendemos o desafio
de trabalhar com a motivação. Esse desafio é o de intermediar com sucesso a
espontaneidade observada na formação de grupos de pessoas com afinidades de
todos os tipos e a finalidade da estrutura organizacional.
Sobre a questão do aparecimento de sistemas organizados e perfeitamente
funcionais, Maturana e Varela (1997, p. 27) observam que
“...é muitas vezes difícil aceitar que um sistema, qualquer que seja,
surge no momento em que em um conjunto de elementos começa a
estabelecer uma dinâmica de interações e de relações que dão
origem a uma clivagem operacional que separa um subconjunto
destes que passa a ser o sistema de outros elementos que ficam
excluídos deste, e que passam a constituir seu meio”.

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No que tange a avaliação das aprendizagens aplicadas ou, até mesmo, da
avaliação de unidades de informação, foram encontrados alguns autores, como
Beluzzo (1993) e Valls e Wergueiro (1998) que mencionaram ações corretivas
voltadas para os processos/atividades como resultado da avaliação realizada ou, até
mesmo, a satisfação dos usuários como forma de demonstrar que o investimento em
aprendizagens deu certo, porém, não chegaram a discutir particularmente essa
etapa de forma mais aprofundada.
A circulação de materiais é um serviço oferecido e tem resultados patentes no
atendimento à porção mais dinâmica e numerosa do público usuário da Biblioteca
Mário Werneck (os alunos de graduação). Esse serviço está sob constante avaliação
e percebeu-se que melhoramentos poderiam ser feitos.
A Biblioteca Mário Werneck conta com funcionários de uma empresa
terceirizada para o atendimento ao usuário no setor de empréstimos e devoluções
de materiais. A permanência desses funcionários no quadro de pessoal é irregular e
revela uma acentuada rotatividade. Diante disso, torna-se necessária a realização
de treinamento constante, que acontece sempre que um funcionário do quadro sai e
um novo é contratado. Os funcionários terceirizados da biblioteca recentemente
participaram de um minicurso de atendimento ao público cujo conteúdo abordava:
atitudes no atendimento ao cliente, linguagem corporal e aspectos do serviço
administrativo.
Esse minicurso teve carga horária de quatro horas e foi oferecido no IV
Encontro do Sistema de Bibliotecas UFMG, no mês de março de 2013. A
participação dos funcionários nesse evento provou ser, em si, um elemento de
motivação. Anteriormente, já havia sido iniciado com esse grupo de funcionários o
projeto - aqui apresentado - de capacitação para excelência em serviços de
informação.

3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
O Projeto de Competências foi desenhado para capacitar os participantes
aplicando: 1) conteúdos básicos de biblioteconomia e de administração; 2)
dinâmicas para o aprimoramento do trabalho em equipe e para o aparecimento de
novas afinidades. O projeto prevê a implementação de miniprojetos elaborados após

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a realização de cada minicurso pelos próprios funcionários (com a supervisão de um
bibliotecário).
Esse projeto procura trabalhar com o conceito de competência defendido por
Ruas (2001): o saber-agir. Espera-se que, da realização de miniprojetos, emerja
uma sinergia, com proveito organizacional, entre os diversos grupos (formados
espontaneamente pelos indivíduos). A realização de miniprojetos pode servir como
elemento potencializador para a ação do subsistema “grupo” dentro do sistema
“organização”. É a partir da avaliação dos resultados dos miniprojetos que
poderemos, no segundo módulo, incrementar o trabalho de motivação de pessoal.
Com a finalização dos programas de capacitação, pretende-se avaliar a
aplicação das aprendizagens seguindo algumas diretrizes. São elas:
1. Os avaliadores devem conhecer profundamente os cargos e pessoas
que avaliarão;
2. Os minicursos aplicados devem estar alinhados com as expectativas
dos funcionários avaliados;
3. O diagnóstico de uma competência deve considerar fatores externos
ao ambiente de trabalho, como problemas familiares, de saúde ou
financeiros;
4. A dinâmica de trabalho da biblioteca deve ser flexível quanto aos
pequenos erros que podem acontecer eventualmente, pois é por meio
deles que os funcionários demonstraram suas dificuldades, fixando
com maior clareza o conteúdo aprendido;
5. Os bibliotecários, independentemente do nível hierárquico, devem dar
o exemplo correto.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em todo o projeto, a avaliação é essencial. O êxito de um projeto será sempre
proporcional ao esforço despendido para levá-lo à perfeição e o número de erros
dele tenderá para zero na medida da severidade da correção aplicada. Em um
projeto que tem a pretensão de promover competências, a avaliação precisa
alcançar uma amplitude ainda maior. As forças de espontaneidade nas relações
humanas e de finalidade organizacional não concorrem naturalmente para o

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equilíbrio. Nesse sentido, o papel do administrador é fundamental, compatibilizando
e potencializando os interesses dos grupos e os propósitos da organização.
O trabalho dos grupos na realização dos miniprojetos vai determinar em que
medida as competências estão sendo difundidas na organização. Em cada
miniprojeto, os objetivos devem ser alcançados com entrosamento e a participação
de todos os envolvidos deve convergir numa composição em que a finalidade da
organização é atingida por uma ação criativa e espontânea de um grupo de
indivíduos.
O presente projeto faz parte do programa de excelência em serviços de
informação. Um outro projeto desse programa envolve a qualificação dos
bibliotecários da Biblioteca Mário Werneck e a aplicação de conhecimentos
adquiridos formalmente por eles na dinâmica de trabalho do setor em que cada um
trabalha.

5 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS

Este estudo de caso preocupa-se com o desenvolvimento de competências
para além do saber e do saber-fazer. Sugere-se aqui uma maior atenção da
comunidade de pesquisadores em Ciência da Informação e Biblioteconomia e dos
bibliotecários (principalmente) com a avaliação dos programas e dos projetos
desenvolvidos para o alcance na excelência de serviços em bibliotecas.
É preciso questionar também: um bibliotecário com pós-graduação em gestão
estratégica da informação é mesmo capaz de aplicar tais conhecimentos em seu
ambiente de trabalho? Um bibliotecário que possui mestrado em indexação está
trabalhando com isso no seu dia a dia? Acredita-se que vínculos simples como
esses – entre teoria e prática, entre conhecimento e habilidade – já proporcionariam
uma grande evolução para as unidades de informação, refletindo diretamente na
motivação e aproveitamento do profissional bibliotecário e na satisfação de seus
usuários.

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REFERÊNCIAS
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informação: contribuição para uma base teórica. Ci. Inf., Brasília, v. 22, n. 2, p. 124132,
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Disponível
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&lt;http://revista.ibict.br/cienciadainformacao/index.php/ciinf/article/view/1179/823&gt;.
Acesso em: 10 abr. 2013.
MCCLELLAND, D. C.. Motivating economic achievement. New York, (USA): Free
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_______________. A sociedade competitiva: realização e progresso social. Rio de
Janeiro: 1972.
_______________. O Poder e o grande motivador. São Paulo: Nova Cultural, 1987.
RUAS, R.. Desenvolvimento de competências gerenciais e contribuição da
aprendizagem organizacional. In: Gestão estratégica do conhecimento: integrando
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SPUDEIT, D. F. A. O.; FUHR, F. Planejamento em unidades de informação: qualidade
em operações de serviços na Biblioteca do SENAC Florianópolis. Bibl. Univ., Belo
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2011.
Disponível
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TEIXEIRA, M. E. P.; FARIAS FILHO, J. R. de. Avaliação dos serviços de bibliotecas:
estudo de caso UFF. In: IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO,
4., 2008, Niterói, RJ. Anais eletrônicos... Niterói, rio de Janeiro: [s. l.], 2008. 11 p.
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&lt;http://www.excelenciaemgestao.org/Portals/2/documents/cneg4/anais/T7_0019_0446.p
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Valls, V. M.; VERGUEIRO, W. C. S. A gestão da qualidade em servoços de informação
no Brasil: uma revisão de literatura. Perspect. cienc. inf., Belo Horizonte, v. 3, n. 1, p.
47 - 59, jan/jun.1998. Disponível em:
&lt;http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/609/379&gt;. Acesso em: 2
març. 2013.

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              <text>Este trabalho aborda a avaliação de serviços de informação em bibliotecas como meio de se atingir a excelência em serviços de informação. Trata da aplicação do Projeto de Competências que é composto por três minicursos ministrados na Biblioteca Mário Werneck da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais. Esse projeto visa à avaliação do aprimoramento dos funcionários terceirizados da biblioteca. Por fim, são discutidos os meios que norteariam a avaliação final da aplicação dos conhecimentos adquiridos no projeto.</text>
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