<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2327" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/2327?output=omeka-xml" accessDate="2026-07-29T12:37:48-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1409">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/8/2327/1438-1451-1-PB.pdf</src>
      <authentication>12782537a31713aab01206c3342a9b7e</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="28201">
                  <text>Proposta de uma política de formação e desenvolvimento de
coleções: Biblioteca do Instituto Federal do Rio de Janeiro –
Campus Nilópolis.

Cássia Nogueira Santos (IFRJ) - cassia.santos@ifrj.edu.br
Cintia Luciano de Paiva (IFRJ) - cintia.paiva@ifrj.edu.br
Daniele Achilles (UNIRIO) - danyachilles1@yahoo.com.br
Lelia Mara Alves (FBN) - leliamara@ig.com.br
Tamara Luciano de Paiva (RECORD) - tamarapaiv@yahoo.com.br
Resumo:
Revisa a literatura na área de formação e desenvolvimento de coleções. Apresenta o histórico
e missão da instituição IFRJ. Discute a elaboração de uma política de Formação e
Desenvolvimento de Coleções (FDC) para a Biblioteca do IFRJ – Campus Nilópolis. Baseia o
estudo na elaboração dessa política. Arrola as fases do processo de Desenvolvimento de
Coleções. Propõe uma comissão de
desenvolvimento de coleções para atendimento das reais necessidades de seus usuários.
Norteia a pesquisa através da observação participativa, a aplicação de um questionário aberto,
respondido pelas bibliotecárias da Instituição e pesquisas em fontes institucionais e diversas
bibliográficas. Conclui que é necessário utilizar uma política de Desenvolvimento de Coleções
como instrumento de gestão do acervo e
contemplar tanto o público universitário quanto o médio-técnico de maneira coerente com
objetivos da instituição.
Palavras-chave: Formação e Desenvolvimento de Coleções – política. Instituto Federal do Rio
de Janeiro – missão e objetivos. Biblioteca IFRJ – Campus Nilópolis.
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Proposta de uma política de formação e desenvolvimento de coleções:
Biblioteca do Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Nilópolis

Resumo:
Revisa a literatura na área de formação e desenvolvimento de coleções. Apresenta o
histórico e missão da instituição IFRJ. Discute a elaboração de uma política de
Formação e Desenvolvimento de Coleções (FDC) para a Biblioteca do IFRJ –
Campus Nilópolis. Baseia o estudo na elaboração dessa política. Arrola as fases do
processo de Desenvolvimento de Coleções. Propõe uma comissão de
desenvolvimento de coleções para atendimento das reais necessidades de seus
usuários. Norteia a pesquisa através da observação participativa, a aplicação de um
questionário aberto, respondido pelas bibliotecárias da Instituição e pesquisas em
fontes institucionais e diversas bibliográficas. Conclui que é necessário utilizar uma
política de Desenvolvimento de Coleções como instrumento de gestão do acervo e
contemplar tanto o público universitário quanto o médio-técnico de maneira coerente
com objetivos da instituição.
Palavras-chave: Formação e Desenvolvimento de Coleções – política. Instituto
Federal do Rio de Janeiro – missão e objetivos. Biblioteca IFRJ – Campus Nilópolis.
Área temática: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente.
1 INTRODUÇÃO
As

transformações

tecnológicas,

sobretudo

o

advento

da

internet,

impulsionaram o processo de desenvolvimento de coleções, surgindo também
diferentes suportes de informação, transcendendo o tempo e o espaço. Nesse
contexto, os bibliotecários intensificaram suas preocupações com a problemática de
como formar e desenvolver coleções, refletindo, especialmente, no armazenamento
da informação registrada. No entanto, nem toda informação pode ser armazenada
nas bibliotecas devido seu crescimento relacionado aos seus espaços físicos. Por
isso, é preciso que haja planejamento para seleção das demandas informacionais
das bibliotecas. Além disso, é necessária uma elaboração de uma política de
formação e de desenvolvimento de coleções.
Diante dessas considerações, este estudo objetiva abordar, a partir da revisão
de literatura, a importância de uma política de desenvolvimento de coleções para
Biblioteca do Instituto Federal do Rio de Janeiro – IFRJ, Campus Nilópolis, visto que
não existia essa política até o presente momento.
1

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Para dar conta desse estudo foi necessário fazer um levantamento
bibliográfico

a

respeito

do

tema

principal

“elaboração

de

políticas

de

desenvolvimento de coleções”. E adotada a metodologia da coleta de dados, através
de questionário aberto aplicados e direcionados às bibliotecárias do IFRJ do
Campus Nilópolis. A aplicação desse instrumento de coleta de dados demonstrou
que não existe uma política de desenvolvimento de coleções para esta biblioteca e
por este motivo surgiu o interesse por esse tema.
Sendo assim, pode-se verificar a grande necessidade na elaboração de uma
política de desenvolvimento de coleções para atendimento das reais necessidades
do seu usuário, oferecendo uma coleção equilibrada, coerente, dinâmica e
atualizada.
2 FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES: REVISÃO DE
LITERATURA
Fonseca (2007) ressalta que a biblioteca não pode ser um aglomerado de
livros e revistas amontoados pelo mero acaso. Com essa afirmação, o autor
evidencia a importância de uma política de desenvolvimento de coleções para a
formação coerente dos acervos.
Evans (2000) define desenvolvimento de coleções como um processo de
identificação das fortalezas e fraquezas das coleções de uma biblioteca em termos
das necessidades dos usuários e dos recursos da comunidade, na tentativa de
corrigir fraquezas existentes, se houver.
Segundo Figueiredo (1991), o processo de desenvolvimento de coleções,
quando bem executado, irá assegurar a qualidade e o tamanho da coleção em
concordância com as necessidades informacionais dos usuários.
Vergueiro (1997) afirma que o processo de desenvolvimento de coleções não
está somente baseado em critérios de custo-benefício, mas, sobretudo, em políticas
de seleção, aquisição, avaliação e desbastamento onde são consideradas, também,
desde

as

características

inerentes

ao

campo

de

conhecimento

no qual a seleção ocorre às particularidades específicas dos clientes e do próprio
ambiente no qual os serviços de informação se localizam.

2

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

De acordo com Vergueiro (1989), o desenvolvimento de coleções é um
processo cíclico que se divide em seis etapas interdependentes. Essas etapas são o
estudo da comunidade, políticas de seleção, seleção, aquisição, avaliação,
desbastamento e descarte. Esse processo é complexo, mas deve estar presente no
cotidiano das bibliotecas. Assim, pode-se afirmar que acima de tudo é um trabalho
de planejamento que exige comprometimento com metodologias.
Segundo Weitzel (2006) a política de desenvolvimento de coleções é um
instrumento importante para desencadear o processo de formação e crescimento de
coleções, constituindo-se num documento formal elaborado pela equipe responsável
pelas atividades que apoiam o processo de desenvolvimento de coleções como um
todo. Portanto, a política de desenvolvimento de coleções é um instrumento
necessário para garantir a consistência e permanência do processo de
desenvolvimento de coleções em uma biblioteca.
Finamente, as etapas de desenvolvimento de coleções foram conceituadas
pela literatura da área em questão no texto acima, enfatizando a importância deste
processo para as todas as bibliotecas.
22

3

IFRJ: história e missão
Conforme as informações no site institucional, O IFRJ, O Instituto Federal de

Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (2013), foi criado pela Lei 11.892,
de 29 de dezembro de 2008, mediante a transformação do Centro Federal de
Educação Tecnológica de Química de Nilópolis (CEFET Química de Nilópolis-RJ),
seguida da integração do Colégio Agrícola Nilo Peçanha, que era vinculado à
Universidade Federal Fluminense.¹
Conforme seu estatuto, sua missão é promover a formação profissional e
humana, por meio de uma educação inclusiva e de qualidade, contribuindo para o
desenvolvimento do país nos campos educacional, científico, tecnológico, ambiental,
econômico, social e cultural. Tendo como visão, a consolidação da instituição como
referência em educação profissional, científica e tecnológica, integrando as ações de
ensino, pesquisa e extensão, com ênfase na disseminação da cultura inovadora e
em consonância com as demandas da sociedade. (ESTATUTO IFRJ, 2009)
1

Site IFRJ - http://www.ifrj.edu.br/instituicao/historico

3

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

3.1

Breve histórico da Biblioteca IFRJ – Campus Nilópolis e sua missão
A inauguração da biblioteca ocorreu 1994. É uma biblioteca mista, seu perfil é o

atendimento aos usuários de catorze (14) cursos de diversas áreas e níveis do
conhecimento humano e também aos docentes e aos técnico - administrativos desta
Instituição. Ela tem como missão de oferecer apoio e suporte informacional as
atividades de ensino, pesquisa e extensão de sua comunidade.
Os cursos que a biblioteca atende são os cursos do ensino médio – técnico
(Curso de Controle Ambiental, Manutenção e Suporte em Informática (EJA), Técnico
em química); graduação nas áreas (Bacharelado em Química, Licenciatura em
Física, Licenciatura em matemática, Licenciatura em Química, Tecnologia em
Gestão da Produção Industrial, Tecnologia em Produção Cultural) e pós graduação
– Lato Sensu (Especialização em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação,
Especialização em Educação de Jovens e Adultos, Especialização em Gestão
Ambiental) e Stricto Sensu (Mestrado Profissional em Ensino de Ciências
(PROPEC).
3.2 Composição do seu acervo
Atualmente, a Biblioteca do Campus Nilópolis apresenta um acervo composto
de livros técnicos e científicos, periódicos doados, trabalhos de conclusão de curso
(tccs da graduação e pós - graduação), dissertações, relatórios de estágio, teses,
CDS, DVDS, obras de referências, a saber: guias, dicionários, enciclopédias,
manuais etc.. A divisão da coleção compreende as áreas de ciências exatas e da
terra, ciências sociais aplicadas, ciências humanas, ciências tecnológicas,
Linguística, letras, literaturas e artes.
Até a presente data a biblioteca possui em sua totalidade acerca de 15.000
exemplares destinados a sua comunidade. A Biblioteca não possui uma política
definida de desenvolvimento de coleções. As justificativas apresentadas pelas
repostas das bibliotecárias do campus foram as duplicações de títulos no acervo, a
não participação do profissional bibliotecário na comissão de seleção e aquisição da

4

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

biblioteca e finalmente nenhuma política adotada para obras desatualizadas e sem
preservação.
Conforme a LDB (1996), no seu artigo 14, os princípios que norteiam os
sistemas de ensino são:
Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática
do ensino público na educação básica, de acordo com as suas
peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto
pedagógico da escola;
II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou
equivalentes.

Compreende-se que desta forma, deve existir a integração do profissional
bibliotecário juntamente com corpo docente quanto à elaboração de projetos
pedagógicos que contribuirá para melhores resultados na proposta de uma política
de desenvolvimento de coleções.

4 PROPOSTA DE POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO ACERVO
Conforme Miranda (2007), a formação e expansão de seu acervo, a biblioteca
deve estabelecer sua política de desenvolvimento de coleções que será
materializada em documento, no qual serão levadas em consideração, dentre outros,
os seguintes dados essenciais: os objetivos da biblioteca, o estado atual da coleção,
as necessidades informacionais da comunidade a ser servida, orçamentos e outros
recursos informacionais disponíveis. Deve constar no documento, a indicação da
responsabilidade nas decisões para a seleção do acervo, ou seja, se deve haver
uma comissão.
De acordo com os questionários respondidos pelas bibliotecárias do Campus
Nilópolis, não existe uma comissão composta por bibliotecários para o processo de
FDC. Ao contrário do que aborda Romani; Borszcz (2006), a comissão deve ser
composta por: 01 (um) bibliotecário, responsável pela unidade de informação; 01
(um) representante das principais áreas de atuação (coordenador do curso) da
instituição à qual está diretamente subordinada; 01 (um) representante da área
administrativa (setor de compras).

5

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Recomenda-se também uma coordenação para esta comissão que seja de
responsabilidade do bibliotecário, o qual precisará convocar os demais membros
para

reuniões

periódicas

e/ou

reuniões

extraordinárias.

Quando

ocorrer

impossibilidade de agrupar a comissão, o bibliotecário tem o poder de decisão.
Vergueiro (1989) esclarece que a política deve ser proposta por uma equipe
ou comissão formada por profissionais, usuários, devidamente analisada e aprovada
pelos órgãos competentes. Precisa ser explicitada por um documento flexível que
permita acréscimo e modificações, o qual deve conter a identificação dos
responsáveis, os critérios utilizados no processo, os instrumentos auxiliares, as
políticas específicas e os documentos correlatos.
Como aborda Vergueiro (1989) apud Dias e Pires (2003), essa comissão deve
considerar sua responsabilidade em relação à análise dos objetivos gerais da
organização à qual está inserida a biblioteca enfatizando os seguintes critérios:
a) definição da extensão e a profundidade na cobertura temática da coleção,
segundo os diferentes níveis da comunidade a ser atendida;
b) conhecimento da situação da coleção a fim de elaborar o orçamento necessário
para solucionar os problemas;
c) procedimento da análise quantitativa da coleção; coberturas de áreas de maior
demanda da comunidade,
d) definição das prioridades da seleção; determinação de critérios para intercâmbio
de material bibliográfico e recebimento de doações e descartes;
e) atendimento a todas as sugestões, procurando atender as solicitações e
comunicando ao solicitador sobre a aquisição ou não do item solicitado. Como
enfoca Figueiredo, a saber:
O Desenvolvimento de Coleções é um processo que envolve as seguintes
atividades: política de seleção, seleção, aquisição, desbastamento,
remanejamento, descarte ou seleção negativa, avaliação, estudo de
comunidade, conservação e restauração. FIGUEIREDO (1993, p. 64).

Para Vergueiro (1989, p. 17), o desenvolvimento de coleções, aliado a outros
fatores como formação dos profissionais e reconhecimento social da profissão,

6

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

poderá contribuir, em grande escala, para que o próprio bibliotecário reconheça
como é importante desenvolvê-las.
4.1

Estudo da Comunidade
De acordo Miranda (2007), os usuários influenciam o processo de seleção,

não apenas como um dos fatores decisivos na preferência dos títulos, mas também
contribuem com suas sugestões. As indicações recebidas daqueles que frequentam
a biblioteca, colhidas por meio do estudo de usuários, são relevantes na seleção do
acervo. Esse estudo é realizado cuidadosamente com o uso de instrumentos de
pesquisa (entrevistas, questionários, formulários, observação etc.).
Sabe-se que a Biblioteca do IFRJ do Campus Nilópolis atende um público
heterogêneo de usuários, justamente por possuir característica de biblioteca escolar
e universitária. São os seguintes usuários: aluno do ensino médio – técnico, e
aluno da graduação, aluno da pós – graduação, funcionário (professores e técnico administrativos).
4.2

Política de seleção
Em relação à seleção, Figueiredo (1993, p. 64) afirma que é “a função do

desenvolvimento da coleção; processo de tomada de decisão para títulos
individuais”, buscando-se eleger regras claras que habilitem o responsável pelo
gerenciamento do acervo.
Este procedimento na seleção é indispensável, visto que de nada valeria ter
um acervo imenso, porém inadequado aos usuários, pois, sem eles, a biblioteca não
passaria de um depósito de documentos, e deixaria de realizar seu papel de
organizar, processar e disseminar as informações, objetivando sua difusão e criando
meios para a proliferação do saber para futuras gerações.
A seleção está totalmente vinculada à finalidade da biblioteca, podendo ser
restrita ou não-restrita. A instituição criadora, ao elaborar o Regimento interno da
Biblioteca, determinará o público a ser alcançado e também sua finalidade.

7

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

4.2.1 Seleção da Bibliografia Básica
Quando se tratar de material nacional, basicamente, o número de exemplares
deve ser calculado na base de 05 (cinco) exemplares por disciplina do curso, além
do exemplar de consulta que deverá permanecer no acervo da Biblioteca (com tarja
vermelha na lombada).
Para casos de redução do número de exemplares, veja abaixo:
- títulos de custo alto, que excedam o orçamento da Biblioteca, impedindo a
compra de outros exemplares;
- materiais de assuntos polêmicos e de pouca aceitação científica (por
exemplo, quando um título é solicitado por apenas um professor, quando a maioria
desaprova ou não adota o mesmo);
- obras, que em determinado período, estão sujeitas a alterações e
atualizações;
- outros casos que poderão ser observados e devidamente justificados.
Os livros importados serão adquiridos quando não existir uma adequada
tradução em português ou espanhol. Nesse caso, o livro-texto importado não será
adquirido na mesma proporção do livro-texto nacional. Será adquirido apenas um
exemplar de cada título. Tal restrição faz-se necessária em virtude do pequeno
número de usuários que têm acesso a documentos escritos em outros idiomas.
4.2.2 Seleção da coleção de referência
Por ser material que permanece na Biblioteca para consulta rápida, é
necessário que se adquira no mínimo 03 (três) exemplares de obras diversas com
caráter de referência. Entretanto, dependendo da demanda ou exigência do docente,
pode-se adotar a política de mais exemplares (por exemplo, dicionários bilíngues,
técnicos de área específica, entre outros).
Será de competência da Biblioteca a seleção desses materiais, consultando
especialistas no assunto/área e dos professores, quando solicitado em plano de
ensino.

8

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

4.2.3 Seleção da Bibliografia complementar
Serão adquiridos no mínimo 03 (três) exemplares desse material, de acordo
com as possibilidades e demanda da Biblioteca, exceto nos casos em que haja
pedido expresso efetuado pelos solicitantes que justifiquem a necessidade de um
número maior de exemplares.
4.2.4 Seleção de periódicos técnico-científicos
A Biblioteca deve adquirir periódicos de informações gerais e especializadas
(locais, estaduais, nacionais e internacionais), mas como são muitas as publicações
periódicas existentes, a Biblioteca estabelecerá critérios de prioridade para aquisição
das mesmas:
-

periódicos de referência nas diversas áreas de conhecimento dos cursos que
a Instituição oferece;

-

periódicos cujos títulos já fazem parte da lista básica, conforme indicação dos
docentes;

-

periódicos para dar suporte aos conteúdos programáticos e propostas
pedagógicas;

-

periódicos para os cursos em fase de reconhecimento, implantação,
credenciamento ou recredenciamento;
Há cada 02 (dois) anos, a Biblioteca deverá realizar uma avaliação da coleção

de periódicos correntes, com o objetivo de colher subsídios para tomada de decisão
para a compra (ou interrupção da assinatura) dos mesmos. Para isso, a listagem dos
títulos atualmente adquiridos será enviada a Direção de Ensino do Campus e aos
professores coordenadores de curso para análise com a participação do profissional
bibliotecário, no sentido de se realizar:
-

cancelamento de títulos que já não atendem as suas necessidades;

-

inclusão de novos títulos necessários para o desenvolvimento do conteúdo
programático e/ou atualização;

-

manutenção dos títulos já adquiridos.

9

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

São critérios para inclusão de títulos de periódicos:
-

títulos solicitados pelo corpo docente;

-

títulos publicados na área sem que haja equivalente disponível na Biblioteca;

-

quando houver necessidade de novo título em decorrência de alteração de
currículo de disciplina;

-

quando houver a implantação de novos cursos.

4.2.5 Seleção da produção científica
Serão incorporados no acervo toda produção cientifica da instituição, ou seja,
artigos científicos dos docentes, funcionários, discentes.
4.2.6 Seleção dos trabalhos acadêmicos
Serão mantidos no acervo da biblioteca, um exemplar de trabalhos de
conclusão de curso, teses e dissertações produzidos por discentes da Instituição,
para que possam servir como referência de pesquisa.
4.2.7 Seleção dos materiais informacionais recebidos por doação
A instituição ou pessoa física que doar obra para a Biblioteca deve
encaminhar materiais em bom estado de conservação e reservando ao Setor de
seleção o direito de dispor das obras doadas de acordo com seus critérios de
seleção do acervo.
Deixar claro para o doador que a Biblioteca poderá incorporar ou não o
material ao acervo e descartá-lo quando o mesmo não estiver de acordo com os
objetivos e normas estipuladas pelo Setor.
Serão aceitos títulos que satisfaçam as necessidades de informação e que
constem na bibliografia básica e complementar dos cursos do ensino médio,
graduação, pós-graduação e mestrado e seja coerente com a proposta pedagógica.

10

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

4.3

Aquisição do acervo
Maciel (2000, p. 21) conceitua aquisição como o “processo que implementa

as decisões da seleção. Esta função inclui todas as atividades inerentes aos
processos de compra, doação e permuta de documentos”. Como também, a coleção
é formada por meio dos processos de compra, doação e permuta. Esse processo,
por compra, requer um trabalho esmiuçador por parte do profissional encarregado,
para que haja uma perfeita correspondência entre a lista sugerida de aquisições e os
materiais adquiridos.
Na Administração Pública, os materiais bibliográficos (livros, periódicos e
outros) são classificados como “material permanente”. Nessas instituições, os
processos de compras devem ser executados conforme destaca a Lei nº 8.666, de
21 de junho de 1993, sendo realizados através de licitação, que engloba três
modalidades: convite, tomada de preço e concorrência, variando conforme o valor de
compra. Este processo é feito pela coordenação dos cursos da instituição e direção
de ensino sem a participação do profissional bibliotecário.
De acordo com a bibliotecária do Campus, quando a biblioteca recebe
doações ou realiza permuta, é feito um levantamento para saber se o documento é
necessário para compor o acervo.
Miranda (2007) afirma que todo material originário dessas modalidades deve
ser analisado antes de sua incorporação definitiva ao acervo para não se criar uma
coleção imensa, porém, fora da realidade dos interesses a que se destina.
Diante da escassez financeira, na maioria das organizações, é essencial
considerar as possibilidades de partilhar os recursos para a redução das dificuldades
com o desenvolvimento de coleções, buscando-se otimizar a aplicação dos recursos.
A aquisição cooperativa, exemplo desse compartilhamento de recursos, é a decisão
de várias bibliotecas de uma localidade, com os mesmos interesses e
especializações de assuntos, em estabelecerem uma rede de aquisição com trocas
de informações permanentes.

11

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

4.4

Desbastamento, descarte, remanejamento, preservação e conservação
A atividade desbastamento, de acordo com Figueiredo (1993, p. 64), é o

“processo de extrair títulos ou partes da coleção, quer para remanejamento, quer
para descarte”. Desbastamento não se refere unicamente a um simples expurgo de
materiais, conforme se vê no descarte. Envolve também o remanejamento e
conservação/preservação da coleção.
Já atividade de descarte ou seleção negativa conforme Figueiredo (1993, p.
64), é o “processo de retirada de títulos ou partes da coleção para fins de doação,
permuta ou eliminação”.
Já atividade remanejamento, Figueiredo (1993, p. 64) ressalta como o
“processo de retirar títulos ou partes da coleção para outros locais menos
acessíveis”. Sendo um processo de transição realizado, normalmente, antes do
descarte. Seu principal objetivo é evitar o descarte prematuro de alguma obra. Vale
destacar que ele é um processo dispensável, já que se não houver dúvidas quanto à
obsolescência do título, poderá fazer o descarte imediatamente.
Preservação: “Recomposição de obras raras para armazenamento especial”
(FIGUEIREDO, 1993, p. 64).
Conservação: “Retirada temporária da obra para recomposição física”
(FIGUEIREDO, 1993, p. 64).
Miranda (2007) aborda as atividades de Conservação/preservação como a
retirada temporária de publicações do acervo ativo por necessitarem de restauração.
Geralmente, são raras as obras selecionadas para reparação, sendo, pois
importantes na composição do acervo por possuírem valor histórico, cultural etc.
4.5

Avaliação do acervo e sua política
A avaliação da coleção é sistemática e deve ser entendida como um processo

empregado para medir a importância e a adequação do acervo com vistas à
finalidade da biblioteca, possibilitando a manutenção ou a alteração dos parâmetros
relativos à aquisição, à acessibilidade e ao descarte.

12

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Portanto, é imprescindível ao bibliotecário estar atentos aos assuntos e as
transformações ocorridas na área relativa à especialidade de sua biblioteca.
Miranda (2007) aborda que os métodos utilizados para avaliação do acervo
são: quantitativos (tamanho e crescimento) e qualitativos (julgamento por
especialistas, análise do uso real). Os resultados da avaliação são comparados e
analisados, buscando-se a extração de conclusões objetivas a serem usadas na
política de desenvolvimento de coleções.
A avaliação qualitativa, por meio do julgamento por especialistas no assunto,
pode trazer alguns problemas, conforme destaca Lancaster (1996): o especialista,
talvez, não seja completamente imparcial, como também, pode não estar
familiarizado com o perfil da comunidade que a biblioteca atende.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Segundo Vergueiro (1989), nesse cenário, o desenvolvimento de coleções
necessita ser um processo ininterrupto e cíclico, permanecendo em constante
progresso. No entanto, é necessário elaborar uma política de desenvolvimento da
coleção que conglomere os objetivos dos planos de ensino da instituição, no tocante
a englobar a literatura básica e complementar, com a finalidade de subsidiar a
tomada de decisão no processo de seleção, considerando todos os fatores
relevantes aos interesses da comunidade acadêmica, como também avaliar a
coleção periodicamente para preservar a qualidade e a idoneidade do acervo.
Enfim, essa política proposta visa adequar o acervo a dinâmica educacional
fazendo com que esta Biblioteca atenda aos objetivos da instituição, da comunidade
estudantil e acadêmica.

Sugere- se que a cada 02 (dois) anos, a política de

desenvolvimento de coleções deverá ser revista pela sua Comissão sendo sempre
submetida à aprovação da Comissão composta por bibliotecários e docentes
coordenadores do curso. Sendo a decisão final desse processo feita pelo
bibliotecário presidente desta comissão.

13

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

REFERÊNCIAS
ANDRADE, Diva; VERGUEIRO, Valdomiro. Aquisição de materiais de
informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
BRASIL. Lei 9.394, de 20 de dezembro 1996. Disponível
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 29 jan. 2013.

em:&lt;

________. Lei 8.666, de 21 de junho de 1993. Disponível em: &lt;
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666cons.htm&gt;. Acesso em: 31 jan.2013.
DIAS, Geneviane; SILVA, Terezinha Elizabeth da; CERVANTES, Brígida Maria
Nogueira. Políticas de informação nas bibliotecas universitárias: um enfoque no
desenvolvimento de coleções. Rev.digit. bibliotecon. Cienc. Inf., Campinas, v.11,
n.1, p.39-54, jan./abr. 2013.
DIAS, Maria Matilde Kronka; PIRES, Daniela. Formação e desenvolvimento de
coleções e serviços de informação. São Carlos: EDUFSCAR, 2003.
EVANS, G. Edward. Developing library and information center collection. 4.ed.
Englewood: Libraries Unlimited, 2000.
FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Metodologias para promoção do uso da
informação: técnicas aplicadas particularmente em bibliotecas universitárias e
especializadas. São Paulo: Nobel, 1991.
____________. Estudo de uso e usuários da informação. Brasília: IBICT, 1994.
____________. Desenvolvimento e avaliação de coleções. Rio de Janeiro:
Rabiskus, 1993.
FONSECA, Edson Nery da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet
de Lemos Livros, 2007.
IFRJ. Regimento Geral do Instituto Federal Educação, Ciência e Tecnologia do
Rio de Janeiro – IFRJ. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em: &lt;
http://www.ifrj.edu.br/.../REGIMENTO%20GERAL%20DO%20IFRJ.pdf. Acesso em:
29 jan. 2013.
IFRJ.
Estatuto.
Rio
de
Janeiro,
2009.
Disponível
http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/493. Acesso em: 29 jan. 2013.

em:

&lt;

LANCASTER, F.W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Tradução de Antonio
Agenor Brinquet de Lemos. Brasília: Brinquet de Lemos, 1996.

14

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação – Florianópolis, SC,
Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

MACIEL, Alba Costa; MENDONÇA, Marília Alvarenga Rocha. Bibliotecas como
organizações . Rio de Janeiro: Interciência, 2000
MIRANDA, Ana Cláudia Carvalho de. A política de desenvolvimento de coleções em
bibliotecas especializadas. Inf. &amp; Soc., João Pessoa, v.17, n.1, p.87-94, jan./abr.
2007.
ROMANI, Claudia; BORSZCZ, Iraci (Orgs.). Unidades de informação: conceitos e
competências. Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2006.
WEITZEL, Simone da Rocha. Elaboração de uma política de desenvolvimento de
coleções em bibliotecas universitárias. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói:
Intertexto, 2006.
VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e
técnicas. Brasília: Brinquet de Lemos, 1995.
___________. Desenvolvimento de Coleções. São Paulo: Polis: APB, 1989.
___________. Desenvolvimento de Coleções: uma nova visão para o planejamento
de recursos informacionais. Ci. Inf, Brasília. v. 22, n.1, p. 13-21. Jan./abr. 1993.
APÊNDICE A – Questionário
1. Caracterize a tipologia documental do acervo da biblioteca do IFRJ
(Nilópolis)?
2.

Como é feita atualmente a seleção e aquisição do material da biblioteca?

3. A biblioteca participa ativamente das reuniões do corpo pedagógico
para a seleção e aquisição do material bibliográfico?
4. A Biblioteca da IFRJ - Campus Nilópolis possui uma política de
desenvolvimento de coleções?
5.

Com que periodicidade e como é realizado atualmente o descarte do acervo?

6.

Com que periodicidade são feitas as aquisições de novos materiais?

7. Qual a sua expectativa como bibliotecária em relação à elaboração
de uma política de desenvolvimento de coleção para a biblioteca?
Acredita que possa ser adequada a todos os usuários?

15

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="8">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7176">
                <text>CBBD - Edição: 25 - Ano: 2013 (Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7177">
                <text>Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7178">
                <text>7-10 de Julho de 2013</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8556">
                <text>Florianópolis/SC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28189">
              <text>Proposta de uma política de formação e desenvolvimento de coleções: Biblioteca do Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Nilópolis.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28190">
              <text>Cássia Nogueira Santos</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28191">
              <text>Cintia Luciano de Paiva</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28192">
              <text>Daniele Achilles</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28193">
              <text>Lelia Mara Alves</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28194">
              <text>Tamara Luciano de Paiva</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28195">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28196">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28197">
              <text>2013</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28199">
              <text>Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente - Trabalho científico</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28200">
              <text>Revisa a literatura na área de formação e desenvolvimento de coleções. Apresenta o histórico e missão da instituição IFRJ. Discute a elaboração de uma política de Formação e Desenvolvimento de Coleções (FDC) para a Biblioteca do IFRJ – Campus Nilópolis. Baseia o estudo na elaboração dessa política. Arrola as fases do processo de Desenvolvimento de Coleções. Propõe uma comissão dedesenvolvimento de coleções para atendimento das reais necessidades de seus usuários. Norteia a pesquisa através da observação participativa, a aplicação de um questionário aberto, respondido pelas bibliotecárias da Instituição e pesquisas em fontes institucionais e diversas bibliográficas. Conclui que é necessário utilizar uma política de Desenvolvimento de Coleções como instrumento de gestão do acervo econtemplar tanto o público universitário quanto o médio-técnico de maneira coerente com objetivos da instituição.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66290">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="2">
      <name>cbbd2013</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
