<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="2314" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.org.br/items/show/2314?output=omeka-xml" accessDate="2026-07-28T03:11:21-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="1396">
      <src>http://repositorio.febab.org.br/files/original/8/2314/1425-1438-1-PB.pdf</src>
      <authentication>5d02359d7e5558cc33cfa168dd0ab176</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="28065">
                  <text>O processo de comunicação estratégica: a percepção dos
bibliotecários da UFMS em relação às tecnologias de comunicação
como ferramenta do processo comunicacional

Daniel Fernando Figueiredo Spengler (IESF/FUNLEC) - daniel.biblio@bol.com.br
Rodrigo Pereira (IESFUNLEC) - rp1212003@yahoo.com.br
Resumo:
Neste trabalho, discute-se a importância do compartilhamento de informação e da troca de
experiências por meio de ferramentas eletrônicas, as quais sugerem maior dinamismo no
processo gerencial. Considera-se que o bibliotecário tem a necessidade de compartilhar
informações e trocar experiências com seus pares, com o objetivo de melhorar e facilitar a
rotina de trabalho, cada vez mais exigente diante das necessidades informacionais da
comunidade acadêmica em uma Biblioteca Universitária. Para tanto, a pesquisa em questão
fundamenta-se no seguinte questionamento: os bibliotecários da Universidade Federal de
Mato Grosso do Sul (UFMS) sentem a necessidade de possuir uma ferramenta de Tecnologia
da Informação e Comunicação para auxiliar nos processos de compartilhamento e tomadas de
decisão por força da informação propriamente dita? Verificou-se entre os bibliotecários da
UFMS quais foram suas expectativas quanto à utilização de Tecnologias de Informação e
Comunicação enquanto recurso eletrônico capaz de contribuir em seus contextos de prática
profissional. A pesquisa caracteriza-se como de campo, exploratória, de caráter descritivo,
utilizando-se de um questionário como instrumento de coleta de dados. O ambiente
pesquisado foi a UFMS e os sujeitos, seus respectivos bibliotecários, os quais estão espalhados
pelos campi da universidade. Percebeu-se, por meio de dados coletados, que os bibliotecários
são conscientes da necessidade de estabelecer uma (ou mais) ferramenta(s) tecnológica(s) de
compartilhamento de informação, ação que pode contribuir significativamente para o contexto
prático dos bibliotecários, oportunizando decisões mais assertivas e orientadas às perspectivas
do grupo de profissionais.
Palavras-chave: Compartilhamento da informação. Tecnologia da Informação e Comunicação.
Bibliotecário Universitário
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

O processo de comunicação estratégica: a percepção dos bibliotecários da
UFMS em relação às tecnologias de comunicação como ferramenta do
processo comunicacional
Resumo:
Neste trabalho, discute-se a importância do compartilhamento de informação e da
troca de experiências por meio de ferramentas eletrônicas, as quais sugerem maior
dinamismo no processo gerencial. Considera-se que o bibliotecário tem a
necessidade de compartilhar informações e trocar experiências com seus pares,
com o objetivo de melhorar e facilitar a rotina de trabalho, cada vez mais exigente
diante das necessidades informacionais da comunidade acadêmica em uma
Biblioteca Universitária. Para tanto, a pesquisa em questão fundamenta-se no
seguinte questionamento: os bibliotecários da Universidade Federal de Mato Grosso
do Sul (UFMS) sentem a necessidade de possuir uma ferramenta de Tecnologia da
Informação e Comunicação para auxiliar nos processos de compartilhamento e
tomadas de decisão por força da informação propriamente dita? Verificou-se entre
os bibliotecários da UFMS quais foram suas expectativas quanto à utilização de
Tecnologias de Informação e Comunicação enquanto recurso eletrônico capaz de
contribuir em seus contextos de prática profissional. A pesquisa caracteriza-se como
de campo, exploratória, de caráter descritivo, utilizando-se de um questionário como
instrumento de coleta de dados. O ambiente pesquisado foi a UFMS e os sujeitos,
seus respectivos bibliotecários, os quais estão espalhados pelos campi da
universidade. Percebeu-se, por meio de dados coletados, que os bibliotecários são
conscientes da necessidade de estabelecer uma (ou mais) ferramenta(s)
tecnológica(s) de compartilhamento de informação, ação que pode contribuir
significativamente para o contexto prático dos bibliotecários, oportunizando decisões
mais assertivas e orientadas às perspectivas do grupo de profissionais.
Palavras-chave: Compartilhamento da informação. Tecnologia da Informação e
Comunicação. Bibliotecário Universitário
Área Temática: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente
1 INTRODUÇÃO
As Bibliotecas Universitárias1, que durante muitos anos eram consideradas o
centro documental de acesso ao conhecimento, foram modificadas devido à
explosão informacional, consequência do desenvolvimento de Tecnologias da
Informação e Comunicação2, o que possibilitou o acesso a diversas informações por
meio da internet. Segundo Pereira (2012, p.20), a internet:
“instituiu um novo modelo de relação entre os sujeitos e a construção do
conhecimento, condições dinâmicas, eficazes e desprovidas de espaço
físico, estabelecendo um novo contexto organizacional [...].”
1

A partir deste parágrafo, a menção do termo Biblioteca Universitária se fará neste artigo da sigla BU, plural
BUs.
2
A partir deste parágrafo, a menção do termo Tecnologia da Informação e Comunicação se fará neste artigo da
sigla TIC, plural TICs.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Considerando a importância dos bibliotecários que atuam em BUs, estes
devem interagir com o usuário, mediando a necessidade de informação
propriamente dita, uma vez que o excesso informacional cria barreiras que colocam
situações

desconcertantes

quanto

ao

manuseio

das

novas

ferramentas

informacionais disponíveis. Essas barreiras mostram a necessidade de os
profissionais da informação estabelecerem parcerias com os docentes para a
integração do aprendizado e dos saberes referentes à competência informacional 3.
Diante da missão tradicional das BUs de atender às necessidades
informacionais nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, observa-se, com
base em Dudziak (2002), o surgimento de novas necessidades e novos conceitos,
proporcionando novas ferramentas de acesso diante das tecnologias digitais,
determinando inovações para acompanhar as necessidades da comunidade
acadêmica, a um espaço de experimentação e troca de experiências, orientações,
acesso global à informação, a coleções em diferentes mídias, observando uma nova
perspectiva do que seja a organização dos serviços bibliotecários. Este novo
contexto sugere fornecer serviços além de sua missão tradicional, reunindo
competências, fornecendo serviços ideais para suprir as necessidades da
comunidade universitária, tendo como base o oferecimento de cursos voltados à
competência informacional, atribuindo novos paradigmas em relação à missão da
BU diante da comunidade acadêmica.
Os sujeitos da pesquisa são bibliotecários da Universidade Federal do Mato
Grosso do Sul4, que possui em seus recursos humanos 19 bibliotecários, distribuídos
em todas as unidades da UFMS.
Portanto,

o

propósito

deste

artigo

é

discutir

a

importância

do

compartilhamento de informação e da troca de experiências por meio de ferramentas
eletrônicas, as quais sugerem maior dinamismo no processo gerencial, com o
objetivo de melhorar e facilitar a rotina de trabalho, cada vez mais exigente diante

3

Segundo Dudziak (2002) a informação como instrumento norteador de habilidades e valores
pertinentes ao processo intelectual e tecnológico para a humanidade, por meio de profissionais
habilitados para direcionar este processo de forma a capacitar pessoas que possam, através desta
nova conceitualização, aplicar meios diferenciados de busca, recuperação e mapeamento de
conteúdos adequados para as suas áreas específicas de conhecimento.
4

A partir deste parágrafo, a menção do termo Universidade Federal do Mato Grosso do Sul se fará
neste artigo da sigla UFMS.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

das necessidades informacionais da comunidade acadêmica. Em consequência,
poderá oportunizar a construção de novos conhecimentos.
Procura-se neste artigo responder à seguinte questão: tem havido a
necessidade, diante das expectativas dos bibliotecários do ambiente da pesquisa, a
partir das perspectivas das TICs, de se estabelecer uma ferramenta eletrônica para
efeitos de comunicação e, consequentemente, tomada de decisão entre os pares?
O objetivo geral será verificar por meio de pesquisa de campo exploratória se
os bibliotecários da UFMS sentem a premência de se comunicar, trocar experiências
de forma restrita, específica e estratégica, por meios eletrônicos, contribuindo com o
compartilhamento de informações e com a troca de experiências.
Os objetivos específicos deste trabalho são:
a) Entender as demandas informacionais dos bibliotecários da UFMS;
b) Por meio de coleta de dados e, citando Barboza e Brito (2011), que
apresentam o perfil dos bibliotecários da UFMS, verificar as expectativas
desses profissionais em compartilhar informação e experiência com o uso de
TICs.
A metodologia adotada para a referida pesquisa foi a pesquisa exploratória,
que segundo Gil (2007), vem proporcionar maior familiaridade com o problema, que
envolve levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas envolvidas e análise de
exemplos que estimulem a compreensão. Vale ressaltar que não foram realizadas
entrevistas – o instrumento a ser utilizado foi o questionário, realizado com todos os
bibliotecários da UFMS, sujeitos desta pesquisa. Para apresentação dos dados
utilizar-se-á do método descritivo.
Entre os autores que dão sustentação teórica à respectiva pesquisa,
destacam-se McGee e Prusak (1994), Beuren (2000), Cândido, Valentim e Contani
(2005) e Vieira (1993), na temática Gerenciamento estratégico da informação;
Pereira (2012), sobre a temática sociedade da informação, construção do
conhecimento e tecnologias da informação; e, por fim, os autores Barboza e Brito
(2011), bibliotecários e colegas de trabalho na UFMS, que realizaram um estudo
sobre o perfil e a atuação dos bibliotecários da instituição.
Durante a pesquisa, os questionários foram enviados aos bibliotecários da UFMS e,
em seguida, foram paulatinamente analisados. Os resultados foram explicitados
como parte da pesquisa em questão, o que norteou a discussão do todo e

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

principalmente das considerações finais. O desenvolvimento se deu entre novembro
de 2012 e fevereiro de 2013.
2 GESTÃO ESTRATÉGICA DA INFORMAÇÃO
Entender conceitos sobre a gestão estratégica da informação 5, a sua
importância e como realizá-la é fundamental para entender o processo que envolve
o compartilhamento de informação estratégica – temática central desta pesquisa.
Para

iniciar,

apresentamos

alguns

conceitos

básicos:

dados,

informação,

conhecimento e gestão estratégia.
É sabido que a informação é o insumo básico para qualquer saber, podendo
gerar conhecimentos somente quando a informação é apropriada pelo indivíduo,
proporcionando o desenvolvimento de uma organização (c.f. FADEL, 2010;
PEREIRA, 2012). Saber realizar tarefas, resolver problemas de rotina, entrar em
contato com pessoas faz com que procuremos exaustivamente por informações
rápidas e precisas, em meio a regulamentos estabelecidos ou à troca de mensagens
informais voltadas para a realização de processos de rotina dentro do ambiente de
trabalho. Como aponta Valentim (2002, p.4),
As pessoas das diferentes unidades de trabalho que compõem uma
organização têm necessidade de dados, informação e conhecimento para
desenvolverem suas tarefas cotidianas, bem como traçarem estratégias de
atuação. Portanto, dados, informação e conhecimento são insumos básicos
para que essas atividades obtenham resultados satisfatórios ou excelentes.

Convém

no

momento

conceituar

o

conjunto

“dado,

informação

e

conhecimento”. Assim, podemos contextualizar e melhor entender o objetivo que
envolve a GEI.
“Dados”, segundo Miranda (1999, p. 286), são “um conjunto de registros
qualitativos ou quantitativos conhecido que organizado, agrupado, caracterizado e
padronizado adequadamente transforma-se em informação”. A “informação”,
segundo Valentim (2002 apud Wurman, 1995, p.43), “aquilo que leva à
compreensão [...]. O que constitui informação para uma pessoa pode não passar de
dados para outra”. O “conhecimento” pode ser tácito ou explícito, é de difícil
explicação, pois quem já tentou transferir conhecimento entre pessoas pôde verificar
o quão difícil isso é. O conceito de conhecimento é referente a uma informação
valiosa na mente humana: inclui reflexão, síntese e contexto, porém é de difícil
5

A partir deste parágrafo, a menção do termo Gestão Estratégica da Informação se fará neste artigo da sigla GEI.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

estruturação, difícil de ser capturado por máquinas, frequentemente tácito (que é o
acúmulo de saber prático sobre um determinado assunto) e de difícil transferência.
O conhecimento explícito é o conjunto de informações já descritas em algum suporte
como um livro ou outro documento (VALENTIM, 2002). Segundo Vieira (1993, p.2),
“o conhecimento é o núcleo da competência profissional do indivíduo”.
É importante entender o conjunto “dado, informação, conhecimento”, pois a
competitividade nas organizações depende do gerenciamento adequado desse
conjunto, subsidiando melhorias e adotando estratégias para um fim.
“Gestão”, segundo Marchiori (2002 apud Manual... 2007),
Pode ser considerada um conjunto de processos que englobam atividades
de planejamento, organização, direção, distribuição e controle de recursos
de qualquer natureza, visando à racionalização e a efetividade de
determinado sistema, produto ou serviço.

Segundo Ferreira 2004, a palavra “estratégia” significa: “arte de aplicar os
meios disponíveis com vista à consecução de objetivos específicos”.
Portanto, a gestão da informação, segundo Marchiori (2002 apud Ponjuán
Dante, 1998).
[...] deve incluir, em dimensões estratégicas e operacionais, os mecanismos
de obtenção e utilização de recursos humanos, tecnológicos, financeiros,
materiais físicos para o gerenciamento da informação e, a partir disto, ela
mesma ser disponibilizada como insumo útil e estratégico para indivíduos,
grupos e organizações.

Utilizar a estratégia na informação somente é possível pelo uso de
informações no ambiente da organização, e segundo McGee e Prusak (1994)
representa três partes:
•
•
•

Necessidade de se definir uma estratégia;
Capacidade para compreender e executar a estratégia definida;
Integrar definição e execução de forma definida.

Portanto, o fluxo informacional é extremamente complexo. Assim sendo, a
“cultura organizacional precisa ser trabalhada em relação à produção, ao
compartilhamento, ao uso e a apropriação da informação” (FADEL, 2010, p. 15).
Dessa forma, uma GEI, para ser efetivada, deve se estabelecer por critérios
que atendam a necessidades informacionais específicas entre agentes voltados a
um mesmo interesse e mesma formação profissional, segundo a própria missão da
organização.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Na prática, a GEI necessita de informações precisas, de ações estratégicas
direcionadas à manutenção dos fluxos de informação, buscando subsidiar o
processo de tomada de decisão. Para Cândido, Valentim e Contani (2005), a gestão
estratégica é compreendida em quatro passos: determinação das exigências,
obtenção, distribuição e uso da informação, conforme segue a Quadro 1, que
especifica cada passo:
Quadro 1 – Passos para o Gerenciamento da Informação
Identificar
como
os
gerentes percebem os
Passo 1
ambientes informacionais
Determinação das
[...].Implica entender o
exigências
mundo dos negócios e
requer as perspectivas
política,
psicológica,
cultural, estratégica e
ferramental,
além
de
avaliações individual e
organizacional.
Exploração
de
Passo 2
informações; classificação
Obtenção
e
formatação;
e
estruturação
das
informações.
Refere-se às formas de
Passo 3
Distribuição
comunicação e divulgação
utilizadas.
Está ligado à maneira
Passo 4
Uso da informação
como se procura, absorve
e dirige a informação
antes de tomar uma
decisão.
Fonte: Cândido e Valentim e Contani (2005 apud DAVENPORT; PRUSAK, 1998).
Percebe-se que, ao indagar o trabalho de Cândido, Valentim e Contani
(2005), a cultura organizacional pode influenciar a facilidade ou dificuldade da
realização de um Gerenciamento Estratégico da Informação, em todo o processo.
Por isso deve-se ter a sensibilidade em observar, para entender o contexto em que
se encontra e como agem os indivíduos, perceber as perspectivas políticas,
psicológicas e culturais, além de monitoramentos (avaliativos): “as organizações são
formadas por indivíduos que carregam manifestações culturais e compartilham
metas comuns unidas em torno de objetivos, ações e comportamentos [...]” (2005).

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Diante da observação da cultura organizacional, faz-se necessário verificar se
os indivíduos reconhecem que as “habilidades de criação, busca, análise e
interpretação de informação são essenciais para indivíduos e grupos” (MARCHIORI,
2002, p.72).
O segundo passo é obter informações, realizar uma atividade de
monitoramento de informações, coletar, selecionar, filtrar, verificar sua relevância e,
assim, comunicar a informação, suprindo uma necessidade informacional,
socializando o mesmo entre os pares, compreendendo os passos três (distribuição)
e quatro (uso da informação).
De fato existe literatura que mostra passo a passo como realizar um
gerenciamento de informação de forma estratégica. No entanto, esse processo não
se resume a simplesmente executar os passos, pelo simples fato de envolver
informação e cultura organizacional, e, se tratando de uma tarefa intangível, torna-se
complexo sua execução, exigindo que agentes participantes tenham conhecimento
da ação e aos executores competência para tornar possível a gestão.
3 AS TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO E DE INFORMAÇÃO COMO SUPORTE AO
FLUXO DE INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA
Diante de uma sociedade em rede, compartilhar informações se tornou uma
tarefa fácil, através das redes sociais disponíveis na internet. São ferramentas que
proporcionam acesso gratuito a qualquer pessoa e possibilitam diversas ferramentas
para compartilhar frases, pensamentos, momentos, imagens, entre outros.
Em se tratando de compartilhamento de informação estratégica, voltada a um
determinado

grupo

específico

de

profissionais,

podemos

considerar

que

independentemente de utilizar um blog, fórum, grupo de discussão, e-mail, facebook
ou qualquer outro meio, o que prevalece são o objetivo e os critérios a serem
estabelecidos para que o compartilhamento seja bem sucedido e os membros
participantes estejam cientes da proposta estabelecida envolvendo a ferramenta online de modo profissional. Segundo Tomael, Alcará e Di Chiara (2005, p.102).
A aprendizagem é promovida pelo compartilhamento e uso da informação,
os quais, como resultado, possibilita novos aportes, entre eles os mais
significativos são os novos conhecimentos e as novas habilidades. As redes
que constituem espaços em que o compartilhamento da informação e do
conhecimento é proficiente e natural são espaços também de aprendizagem
e, assim, tornam-se um ambiente para o desenvolvimento e para a
inovação.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Diante da importância do compartilhamento da informação estratégica,
Tomael, Alcará e Di Chiara (2005, p.98) realizaram alguns apontamentos
importantes para que se compreendesse a complexidade dessa tarefa, que envolve
o contato entre as pessoas em uma organização:
- As organizações devem começar a pensar como as pessoas usam a
informação, e não como usam os recursos tecnológicos;
- as informações que as pessoas consideram importante nas organizações,
em grande parte, não são passíveis de serem gerenciadas por recursos
tecnológicos;
- as pessoas agregam valor aos dados interpretando-os e contextualizandoos, por isso os gerentes preferem informações das pessoas;
- as pessoas são ativos importantes e determinantes no contexto
informacional, assim, qualquer modelo ou mapa informacional deve incluílas;

Podemos considerar que a tecnologia vem a somar no sistema de GEI porém,
quem determinará o nível do fluxo de informação, gerenciará as informações,
determinará critérios, promoverá o uso do GEI e transformará a informação em
conhecimento são as pessoas.
Dentre as importantes ferramentas utilizadas em organizações de TIC,
podemos citar:
•

O e-mail ou correio eletrônico: ferramenta utilizada oficialmente pelas

organizações,

proporcionando

e

facilitando

troca

de

informações

e

documentos anexos. Têm a característica de serem impessoais e
intransferíveis. Cada um tem um login e uma senha para o acesso e há a
possibilidade de envio de acordo com o contato para uma pessoa ou várias. O
endereço de e-mail pode ser inserido na lista de grupos de discussão,
importante ferramenta para GEI, o que facilita o processo de comunicação
informal entre especialistas. (CAMPELLO; CÉNDON; KREMER, 2000, p.
281). Essas ferramentas normalmente fazem parte das organizações por
conta da necessidade de compartilhar informações de rotina, documentos,
ofícios, comunicados, etc. São utilizadas formalmente, assim como o telefone.
•

Intranet: ferramenta que consiste em utilizar uma web privada no

processo de comunicação. Segundo Rowley (2002, p.201), “a definição
genérica de intranet é: sistema de comunicação interna de uma organização
que emprega a tecnologia da internet”. Dentre os benefícios que a tecnologia
das intranets traz para as organizações, pode-se citar id. (2002), p. 201).

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

“[...] é fácil de usar, também inclui acesso a formatos em multimídia, como
texto, vídeo, som e imagem gráficas. Importante para trazer informações
principalmente aos clientes, como serviços oferecidos, missão, entre
outros.”

•

Blog: aparece muito nas organizações, principalmente em bibliotecas,

promovendo seus serviços e aproximando a comunidade. Diferentemente do
site organizacional, que traz informações formais, o blog é uma ferramenta
que pode, se bem trabalhado para isto, compartilhar informações estratégicas
com um grupo de profissionais específicos, assim como os fóruns e grupos de
discussão.
Verifica-se, independente da TCI a ser utilizada, que o que prevalece são
suas ferramentas específicas no compartilhamento de informações. No entanto, o
que determinará o sucesso para compartilhar informações estratégicas será o
envolvimento dos membros, conhecimento e competência de quem realizar o
gerenciamento de todo o processo, com objetivos e critérios bem estabelecidos e
compreendidos.
4 AS DEMANDAS INFORMACIONAIS DOS BIBLIOTECÁRIOS DA UFMS
Verificar as necessidades informacionais dos sujeitos em estudo é o primeiro
passo para se traçar uma GEI, segundo MeGee e Prusak (1994). Compartilhar
informações de interesse do grupo só é possível por meio do conhecimento de suas
necessidades informacionais.
E, conforme Cândido, Valentim e Contani (2005 apud DAVENPORT;
PRUSAK, 1998), faz-se necessário identificar como os membros percebem o
ambiente. Compreender que tipo de informações realmente são necessárias implica
entender perspectivas políticas, culturais, psicológicas, individuais e organizacionais.
Portanto, faz-se necessário conhecer melhor como funciona o sistema de bibliotecas
da UFMS, buscando informações no site institucional da universidade e sintetizando
o perfil dos sujeitos desta pesquisa, utilizando como fonte o questionário elaborado
para responder à problemática em questão e o trabalho de Barboza e Brito (2011).
O ambiente é o SIBI – Sistema de Bibliotecas da UFMS, composto pela
Biblioteca Central e dez seções de bibliotecas. A Biblioteca Central é um órgão
vinculado à Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e coordena tecnicamente o SIBI.
As seções de bibliotecas, portanto, têm vinculação técnica com a Biblioteca Central

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

e administrativa com as referidas unidades em que estão localizados. A missão das
bibliotecas da UFMS é, através de seus materiais informacionais e de seus serviços,
atender à comunidade acadêmica e aos pesquisadores em geral nas atividades de
ensino, pesquisa e extensão, favorecendo o acesso à informação e a produção do
conhecimento (COORDENADORIA DA BIBLIOTECA... 2013).
Portanto um dos principais objetivos dos bibliotecários é atender às
necessidades informacionais da comunidade acadêmica de acordo com os serviços
oferecidos.
5 MATERIAIS E MÉTODOS
Por se tratar de pesquisa exploratória, facilitou este estudo o fato de o autor
ser um bibliotecário da UFMS, o que possibilitou maior familiaridade com a
problemática. Hipoteticamente, percebe-se que o compartilhamento de informação
estratégica facilitaria a rotina diária dos bibliotecários, contribuindo com sua missão
nas respectivas bibliotecas da UFMS. Aliado a um exaustivo levantamento
bibliográfico com as temáticas “compartilhamento da informação” e “gestão
estratégica da informação”, e utilizando a pesquisa de Barboza e Brito (2011) sobre
o perfil dos bibliotecários da UFMS, somam-se informações colhidas por um
questionário com 13 questões abertas e fechadas, com o objetivo de verificar a
expectativa dos bibliotecários da UFMS quanto à utilização de uma ferramenta de
TCI para compartilhar informação.
6 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
Realizando a análise descritiva do questionário, constataram-se as seguintes
informações sobre os bibliotecários da UFMS:
- As informações relevantes em suas rotinas de trabalho:
•

O acesso a informações no site institucional da UFMS e do portal da
Biblioteca Central, duas ferramentas on-line da UFMS e da CBC são
consideradas informações relevantes pelos bibliotecários da UFMS.

•

Outros sites relacionados às bibliotecas de outras instituições oferecem
subsídio informacional, como o portal da Biblioteca Nacional, Portal
Periódicos da Capes, IBICT, Rede Pergamum, Library of Congress, Biblioteca

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Digital de Teses e Dissertações, Biblioteca Nacional da Espanha, Biblioteca
Nacional de Portugal e Biblioteca Nacional da França.
• As informações mais buscadas nas rotinas de trabalho são as normas e
regulamentos
• Expectativa na utilização de ferramentas de TIC para compartilhamento
de informação:
• Todos os bibliotecários que responderam ao questionário estariam dispostos
a colaborar e compartilhar informações e experiências entre os pares, desde
que com critérios bem estabelecidos e funcionários disponíveis para auxiliar
no processo.
• As ferramentas mais apontadas para realizar o gerenciamento de informações
estratégicas foram: Fórum, sendo esta a ferramenta ideal, segundo a
pesquisa de Barboza e Brito (2011); Grupos de Discussão, escolhidos por 7
dos 11 bibliotecários; Blog (3 de 11); Facebook (5 de 11); Boletim Informativo
(2 de 11); Circulares (2 de 11); e-mail e telefone (1 de 11). Comentou-se a
ferramenta

Skype,

que

poderia

funcionar

como

uma

central

de

compartilhamento de informações.
- Quando perguntado sobre o estabelecimento de um canal eletrônico de
informação e comunicação com o intuito de dinamizar o fluxo informacional
entre os pares, os informantes responderam:
• “Sim. Acredito que o estabelecimento de um canal eletrônico de informação e
comunicação institucionalizado iria facilitar a troca e o uso da informação e o
compartilhamento de experiências. Isso implicaria geração de valor e
otimização do trabalho e aperfeiçoamento das operações e tarefas realizadas
no cotidiano. Além disso, é preciso disseminar o conhecimento para que a
organização esteja sempre evoluindo. A finalidade é gerar resultados sempre
superiores aos alcançados anteriormente.
•

Sim, melhoraria para todos os campi, igualando o acesso ao conhecimento
das práticas realizadas em todas as bibliotecas da rede, bem como o acesso
às informações que muitas vezes não chegam a determinado campus.

• Acredito que sim, pois assim estaremos mais integrados ao estabelecer uma
consonância nos fazeres.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

• Sim. A troca de experiência; a unicidade de linguagem (todos falando a
mesma língua).
• Sim. Numa ferramenta como um fórum, por exemplo, poderia haver respostas
a dúvidas de colegas e trocas de experiências.
• Sim, desde que tivesse a participação dos pares.
• Com certeza. Saber o que cada um está fazendo contribui para a melhora dos
serviços oferecidos, bem como ajuda na questão da “padronização” dos
serviços, levando-se em conta as peculiaridades e realidade de cada
biblioteca.
- Considerações do autor diante da literatura e as expectativas apresentadas:
De fato podemos considerar que diante das diversas ferramentas de TIC
disponíveis em rede, como blogs, facebook, skype, entre outras redes sociais ou de
grupo, independentemente da ferramenta, o sucesso de um sistema de
compartilhamento de informações estratégicas dependerá dos membros envolvidos,
de sua capacidade e conhecimento, diante das complexidades que envolvem a
cultura organizacional e o fluxo informacional. Se os membros do respectivo sistema
tiverem compromisso de compartilhar informações com o intuito de ajudar o colega
em suas decisões e rotinas de trabalho, e os critérios forem claros e éticos, a
ferramenta só vem a somar e tornar possível o acesso, recebimento e envio de
postagens.
Ao estabelecer um gerenciamento de informação estratégica, segundo
Cândido, Valentim e Contani (2005) e o próprio MeGee e Prusak (1994), faz-se
necessário que os membros de um sistema tenham conhecimento dos objetivos e
motivos da existência do canal de comunicação. É fundamental a participação para
a sobrevivência desse sistema e os responsáveis pelo gerenciamento devem ter a
competência de realizar o processo. Os critérios para postagem, compartilhamento
de informações e experiências, comentários e outras ferramentas que poderão ser
utilizadas deverão ser estabelecidos especificamente para o grupo, tendo como pilar
a ética profissional e objetivo final a colaboração construtiva no trabalho do colega
de profissão.
Em meio aos 11 bibliotecários que participaram da pesquisa, podemos
verificar que há a necessidade de se estabelecer um canal de comunicação para
compartilhamento de informações estratégicas. Percebe-se um isolamento de certas

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

seções das bibliotecas do interior do MS devido ao vínculo administrativo, por meio
do qual são decididas e compartilhadas localmente informações relevantes na
administração das respectivas bibliotecas universitárias, envolvendo diversas
categorias de usuários na universidade (como visitantes, acadêmicos, professores,
técnicos-administrativos

e

gestores

das

unidades).

Dentro

de

ambientes

diversificados, a cultura organizacional, diante do fluxo informacional, sofre
percalços face à falta de um canal colaborativo de compartilhamento de informações
e experiências.
Especificamente sobre a realidade do local estudado, verificamos que, de
acordo com Barboza e Brito (2011):
- a falta de apoio administrativo é a mais citada entre os campi do interior
que estão subordinados à Biblioteca Central apenas tecnicamente [...].
- [...] não haver uniformidade nos formatos da administração entre os
diversos campi, contribuindo para que, em muitas situações, o bibliotecário
sinta-se ‘órfão’ por não poder recorrer à Biblioteca Central
administrativamente.
- O deslocamento, principalmente para os bibliotecários do interior, torna-se
inviável pela escassez de recursos para a emissão de passagens e diárias
[...].
- A freqüência com que os bibliotecários mantêm contato entre si, de acordo
com as respostas obtidas, é semanal.
- Sobre a forma de comunicação que utilizam para contato, os mais citados
foram o e-mail e o telefone.
- O serviço de mensagens instantâneas, que deveria ser utilizado como uma
ferramenta de trabalho eficaz e econômica, aparece em última opção, [...].
- Conforme pôde ser verificado, as questões técnicas são as que mais
motivam os contatos entre os pares.
- Comunicação e interação entre os bibliotecários, em que 11 dos 12
participantes responderam que precisam melhorar e 1 afirmou praticamente
não existe.
- [...] os bibliotecários se sentem valorizados pela comunidade acadêmica.

Complementando esse contexto, citamos Cândido, Valentim e Contani (2005),
As deficiências informacionais mais comum encontradas nas organizações
são, dentre outras, fluxos de informação inadequados; desconhecimento da
informação como apoio ao desenvolvimento de ações cotidianas;
subutilização das tecnologias de informação; tomada de decisão permeada
pela insegurança e imprecisão; estresse e ansiedade diante de um vasto
conteúdo informacional que não se consegue processar e colocar a serviço
das decisões mais urgentes.

A partir desta realidade podemos considerar que o compartilhamento de
informação através de TICs poderá proporcionar melhorias diante da atual contexto.
É sabido que os próprios bibliotecários, por terem um vasto conhecimento
relacionado à área de Ciência da Informação, detêm as habilidades necessárias
para lidar com o GIE.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa em questão cumpre com o seu objetivo, qual seja: verificar a
necessidade de uma ferramenta de Tecnologia de Informação como recurso
estratégico na prática dos profissionais bibliotecários da UFMS. Percebe-se, a partir
dos dados coletados, que os bibliotecários sujeitos da pesquisa são conscientes da
importância de um recurso como um Fórum e/ou Facebook, grupos e outros, para
que os citados possam compartilhar informações que estejam relacionadas às suas
práticas profissionais, dando, portanto, a possível ferramenta, características
específicas no contexto profissional da prática bibliotecária na UFMS, o que justifica
o estabelecimento de alguma Tecnologia de Informação e Comunicação como
recurso estratégico de trabalho.
Concluímos também, de acordo com a literatura compulsada, que
independentemente da TCI utilizada, o sucesso do objetivo de se compartilhar
informações estratégicas dependerá dos membros envolvidos, dos critérios éticos e
claros de acordo com as necessidades informacionais, bem estabelecidos e
entendidos pelos membros, proporcionando melhorias nas rotinas de trabalho.
REFERÊNCIAS
BARBOZA, Elder Lopes; BRITO, Tânia Regina de. Perfil e atuação dos bibliotecários
da UFMS: apontamentos e discussões. Revista EDICIC, v.1, n.3, , jul./set. 2011. p.
290-300. Disponível em: http://www.edicic.org/revista/. Acesso em: 18 jan. 2013.
BEUREN, Ilse Maria. Gerenciamento estratégico da informação: um recurso
estratégico no processo de gestão empresarial. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
CAMPELLO, Bernadete Santos; CÉDON, Beatriz Valadares; KREMER, Jeannette
Marguerite (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e profissionais.
Belo Horizonte, MG: Ed. UFMG, 2000.
CÂNDIDO, Carlos Aparecido; VALENTIM, Marta Lígia Pomim; CONTANI, Miguel
Luiz. Gestão estratégica da informação: semiótica aplicada ao processo de tomada
de decisão. Revista de Ciência da Informação, v.6, n.3, jun. 2005.
COORDENADORIA DA BIBLITOECA CENTRAL.
&lt;www.cbc.ufms.br&gt;. Acesso em: 12 fev. 2013.

UFMS.

Disponível

em:

DUDZIAK, Elizabeth Adriana. Information literacy education: integração pedagógica
entre bibliotecários e docentes visando a competência em informação e o

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

aprendizado ao longo da vida. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLITOECAS
UNIVERSITÁRIAS, 17., 2002, Recife. Universidade Federal de Pernambuco, 2002.
FADEL. Barbara et al. Gestão, mediação e uso da informação. IN: VALENTIM, Marta
(Org.). Gestão, mediação e uso da informação. São Paulo: Cultura Acadêmica,
2010. Cap. 1.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio da língua
portuguesa. 3 ed. Curitiba: Positivo, 2004.
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL. Edital
Reitoria n. 06, de 28 de dezembro de 2011. Disponível em:
&lt;http://www.copeve.ufms.br/concpub2012a/edital/edital_rtr_2011_006_dou.pdf&gt;.
Acesso em: 2 fev. 2013.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2007.
MARCHIORI, Patrícia Zeni. A ciência e a gestão da informação: compatibilidades no
espaço informacional. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n.2, maio./ago. 2002.
p. 72-79.
MCGEE, James V.; PRUSAK, Laurence. Gerenciamento estratégico da informação:
aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação
como uma ferramenta estratégica. 18 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
MIRANDA, Roberto Campos da Rocha. O uso da informação na formulação de
ações estratégicas pelas empresas. Ciência da Informação, Brasília, v.28, n.3,
set./dez. 1999. p. 286-292.
PEREIRA, Rodrigo. Sociedade da informação e construção do conhecimento: uma
relação constituída em face das novas tecnologias de informação e comunicação e a
ciência da informação. In: PEREIRA, Rodrigo (Org.). O multifacetamento da
biblioteconomia sul-mato-grossense: perspectivas fundadas a partir da prática
docente. Campo Grande, MS: Life Editora, 2012. p. 15-28.
ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2002.
TOMAÉL, Maria Inês; ALCARÁ, Adriana Rosecler; DI CHIARA, Ivone Guerreiro. Das
redes sociais a inovação. Ciência da Informação, Brasília, v.34, n.2, maio/ago
2005. p. 93-104.
VALENTIM, Marta Lígia Pomim. Inteligência competitiva em organizações: dado,
informação e conhecimento. Revista Ciência da Informação, v.3, n.4, ago. 2002.
Disponível em: &lt;http://www8.fgv.br/bibliodata/geral/docs/Intcomp.pdf&gt;. Acesso em 2
dez. 2012.
VIEIRA, Anna da Soledade. Conhecimento como recurso estratégico empresarial.
Ciência da informação, v,22, n.2, maio/ago. 1993.

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="8">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7176">
                <text>CBBD - Edição: 25 - Ano: 2013 (Florianópolis/SC)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7177">
                <text>Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7178">
                <text>7-10 de Julho de 2013</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8556">
                <text>Florianópolis/SC</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28056">
              <text>O processo de comunicação estratégica: a percepção dos bibliotecários da UFMS em relação às tecnologias de comunicação como ferramenta do processo comunicacional</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28057">
              <text>Daniel Fernando Figueiredo Spengler</text>
            </elementText>
            <elementText elementTextId="28058">
              <text>Rodrigo Pereira</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28059">
              <text>Florianópolis (Santa Catarina)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28060">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28061">
              <text>2013</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="49">
          <name>Subject</name>
          <description>The topic of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28063">
              <text>Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente - Trabalho científico</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="28064">
              <text>Neste trabalho, discute-se a importância do compartilhamento de informação e da troca de experiências por meio de ferramentas eletrônicas, as quais sugerem maior dinamismo no processo gerencial. Considera-se que o bibliotecário tem a necessidade de compartilhar informações e trocar experiências com seus pares, com o objetivo de melhorar e facilitar a rotina de trabalho, cada vez mais exigente diante das necessidades informacionais da comunidade acadêmica em uma Biblioteca Universitária. Para tanto, a pesquisa em questão fundamenta-se no seguinte questionamento: os bibliotecários da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) sentem a necessidade de possuir uma ferramenta de Tecnologia da Informação e Comunicação para auxiliar nos processos de compartilhamento e tomadas de decisão por força da informação propriamente dita? Verificou-se entre os bibliotecários da UFMS quais foram suas expectativas quanto à utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação enquanto recurso eletrônico capaz de contribuir em seus contextos de prática profissional. A pesquisa caracteriza-se como de campo, exploratória, de caráter descritivo, utilizando-se de um questionário como instrumento de coleta de dados. O ambiente pesquisado foi a UFMS e os sujeitos, seus respectivos bibliotecários, os quais estão espalhados pelos campi da universidade. Percebeu-se, por meio de dados coletados, que os bibliotecários são conscientes da necessidade de estabelecer uma (ou mais) ferramenta(s) tecnológica(s) de compartilhamento de informação, ação que pode contribuir significativamente para o contexto prático dos bibliotecários, oportunizando decisões mais assertivas e orientadas às perspectivas do grupo de profissionais.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="66277">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="2">
      <name>cbbd2013</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
