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                  <text>ESTUDO COMPARATIVO DO SISTEMA BIBLIOTECA NATIVA
(BNWEB) E WINISIS NO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM
COMERCIAL – SENAC/MARANHÃO

Cenidalva Miranda de Sousa Teixeira (UFMA) - cenidalva@gmail.com
Edilson Thialison da Silva Reis (UFMA) - thialisonreis@yahoo.com.br
Resumo:
O estudo tem como objetivo comparar os Sistema Biblioteca Nativa – (Bnweb) e Winisis nas
bibliotecas do Serviço Nacional de Comércio e Aprendizagem do Maranhão – (SENAC), com o
intuito de analisar as principais diferenças em que as bibliotecas passaram ao mudar de
software, confrontando com a literatura existente na área de automação em bibliotecas.
Destaca as metodologias e os autores utilizados na Biblioteconomia para avaliação e seleção
de softwares, assim como os padrões e os formatos necessários para uma análise eficiente de
acordo com os requisitos que devem ser verificados. Expõe de forma criteriosa a mudança
gerencial que o Núcleo de Documentação passou ao utilizar o sistema Bnweb e suas
contribuições para a Biblioteca. A análise foi elaborada de acordo com os critérios de
avaliação de autores da Biblioteconomia e pretende servir como base para quem deseje
conhecer a usabilidade desse novo sistema disponibilizado no mercado.
Palavras-chave: Avaliação de softwares. Automação em Bibliotecas. Requisitos de qualidade
de software
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013
ESTUDO COMPARATIVO DO SISTEMA BIBLIOTECA NATIVA (BNWEB) E
WINISIS NO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL –
SENAC/MARANHÃO
Resumo:
O estudo tem como objetivo comparar os Sistema Biblioteca Nativa – (Bnweb) e
Winisis nas bibliotecas do Serviço Nacional de Comércio e Aprendizagem do
Maranhão – (SENAC), com o intuito de analisar as principais diferenças em que as
bibliotecas passaram ao mudar de software, confrontando com a literatura existente
na área de automação em bibliotecas. Destaca as metodologias e os autores
utilizados na Biblioteconomia para avaliação e seleção de softwares, assim como os
padrões e os formatos necessários para uma análise eficiente de acordo com os
requisitos que devem ser verificados. Expõe de forma criteriosa a mudança gerencial
que o Núcleo de Documentação passou ao utilizar o sistema Bnweb e suas
contribuições para a Biblioteca. A análise foi elaborada de acordo com os critérios de
avaliação de autores da Biblioteconomia e pretende servir como base para quem
deseje conhecer a usabilidade desse novo sistema disponibilizado no mercado.
Palavras-chave: Avaliação de softwares. Automação em Bibliotecas. Requisitos de
qualidade de software.
Área Temática: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente.
1

INTRODUÇÃO
Com a automação e os avanços tecnológicos as bibliotecas passaram a

ter novas expectativas nos seus serviços e nos seus produtos, mas algumas
dificuldades também foram tornando-se evidente no dia a dia do bibliotecário.
Diante desse cenário o profissional precisaria ser mais criterioso no
processo de seleção e avaliação dos softwares, além de calcular os impactos, que o
mesmo, teve diante á comunidade, os usuários e de todos aqueles que usufruem de
alguma forma da Biblioteca.
Outro fator que precisa ser analisado é a diversidade de softwares
ofertada pelo mercado, há uma grande preocupação do bibliotecário que se depara
com questionamentos relevantes ao momento como: Que softwares devo usar?
Como avaliar o melhor software? Segundo Rodrigues e Prudêncio (2009), essas
perguntas só podem ser respondidas mediante a um diagnóstico preciso e detalhado
do ambiente organizacional a que o programa irá servir e um estudo detalhado de
quais serviços serão automatizados.
Após a escolha do sistema, vem à preocupação se o sistema realmente
adequou-se a necessidade da biblioteca, sendo necessária uma avaliação dos
impactos causados pelo software diante a comunidade usuária, ou seja, a todos
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envolvidos

no

processo

organizacional

da

biblioteca

e

uma

análise

do

funcionamento e aplicabilidade do mesmo.
Diante a preocupação de inovar e oferecer um melhor serviço aos
usuários em 2011 às bibliotecas e salas de leituras do Serviço Nacional de
Aprendizagem

Comercial

(SENAC),

Departamento

Regional

no

Maranhão,

passaram por um processo de implantação de um novo serviço de automação, a
Biblioteca Nativa Web (Bnweb), tendo como objetivo principal auxiliar nas tomadas
de decisões das bibliotecas, e transparecer seus serviços e produtos aos usuários
reais e potenciais da Instituição.
Considerando que o sistema Bnweb atende as necessidades das
Bibliotecas, a inquietação para realização desse estudo foi a de analisar o que difere
o sistema Bnweb do Winisis.
Das metodologias avaliadas a que mais se adéqua ao objetivo do estudo
é a de Café, Santos e Macedo (2001), que elenca de forma concisa e organizada os
itens e requisitos que um sistema deve possuir para atender a necessidade de uma
biblioteca.
O estudo foi realizado através da pesquisa exploratória e descritiva,
permitindo um maior conhecimento com o tema a partir de buscas bibliográficas com
os autores tais como Café, Santos e Macedo (2001), Corte e outros (2002), Carazza
(2004), Heemann (1994), Rowley (2003). Quanto à técnica Rodrigues (2006, p.92)
comenta que “[...] é o suporte instrumental e prático que auxilia o pesquisador a
chegar um determinado resultado”, foi utilizada a observação e questionários que
serviu para analisar o sistema de acordo com os padrões utilizados na
Biblioteconomia.
Os questionários foram aplicados aos responsáveis pelas bibliotecas do
SENAC: Bibliotecária do Núcleo de Documentação - SENAC São Luís, estagiário de
Biblioteconomia Restaurante Escola- SENAC, bibliotecária do SENAC Imperatriz,
Gerente de Documentação Técnica do Departamento Nacional - Rio de Janeiro e
empresa proprietária do Bnweb – Contempory.
2

AUTOMAÇÃO DE SISTEMAS EM BIBLIOTECAS
Com a chegada da informática e com ela toda agilidade de

processamento e recuperação de dados provocaram mudanças significativas no
conceito de organização, funcionamento e gerenciamento de bibliotecas. Os antigos
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tratamentos de suportes informacionais (inclusive o livro), foram revistos com o
objetivo de conceber um processamento integrado e eficiente.
A automação em bibliotecas expandiu-se na década de 60, quando
utilizavam grandes computadores, que obtinham uma grande capacidade de
armazenamento, mas que não permitiam a atualização on-line, esses sistemas
foram criados com o objetivo principal para a geração de catálogos.
No ano de 1980 houve um desenvolvimento de aplicativos para
gerenciamento, trazendo maior agilidade no tratamento e na recuperação das
informações, mas a maioria tinha o objetivo de resolver problemas específicos nas
bibliotecas.
[...] posteriormente, surgiram os softwares prontos para serem
utilizados. Não era mais a biblioteca que ditava suas necessidades,
mas as empresas detentoras do produto que ofereciam sistemas nos
quais vinham embutidas soluções para a automação da biblioteca
como um todo. (CAFÉ; SANTOS; MACEDO, 2001, p. 70).

Dessa forma, o processo de automação de bibliotecas era visto como o
de tornar uma biblioteca em um ambiente onde fosse possível identificar a
disponibilidade de qualquer documento no acervo por meio de uma pergunta
inserida no sistema e gerar relatórios e estatísticas relativas ao uso da coleção,
Café, Santos e Macedo (2001, p.71) afirmam que o processo não poderia “[...]
perder de vista a noção de que a automação das diversas atividades da biblioteca
deveria está integrada em um ambiente de comunicação.”
Com o intuito de oferecer melhores serviços aos usuários as bibliotecas e
centros de documentação teriam que acompanhar passo a passo o desenvolvimento
da sociedade, entendendo com precisão os hábitos e os costumes dos usuários,
adaptando–se ás necessidades e quantidades de informações de que dispunham.
Para a escolha do programa/sistema a ser utilizado é importante que a
biblioteca determine os seus próprios requisitos obrigatórios e solicite as operações
desejáveis somente após certificar-se de que a funções básicas e necessárias
estejam plenamente atendidas. Para isso, primeiramente a biblioteca deve identificar
a cultura, missão, visão, objetivos e programas de trabalho e organização, as
características essenciais da biblioteca com relação á sua abrangência temática,
serviços e produtos oferecidos, os interesses e necessidades de informações dos
usuários, a plataforma tecnológica existente na instituição (softwares e hardwares),
sua capacidade de atualização e ampliação e também recursos humanos.
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Mas definir essa ferramenta quando se trata de programas não é uma
tarefa fácil, mesmo porque, com o desenvolvimento de sistemas, especialmente em
softwares para automação de bibliotecas houve um grande avanço tecnológico.
Depois da instalação do software em uma biblioteca faz-se necessário a
avaliação desses serviços, levando em conta todos os aspectos institucionais,
sociais, regimentais e culturais do mesmo, se a problemática anterior era de elaborar
e selecionar um sistema adequado às necessidades da biblioteca, o passo posterior
é a avaliação de softwares que exige um olhar criterioso dos bibliotecários.
Dessa forma, faz-se necessário que o bibliotecário esteja apto ás novas
tendências tecnológicas, conhecendo os critérios que norteiam a seleção de
softwares para uma futura avaliação do mesmo.

2.1 Metodologias que discutem critérios para seleção e avaliação de softwares
em bibliotecas
Na literatura biblioteconômica, alguns autores se propuseram a elencar
critérios para selecionar e avaliar os softwares disponíveis no mercado. Os critérios
vão desde a solicitação de compra de materiais, instalação, treinamento até á
disponibilização dos documentos aos usuários. Rodrigues e Prudêncio (2009),
destacam algumas metodologias de avaliação e seus autores como: “Metodologia de
Marasco e Mattes (1998), Metodologia de Côrte et al (1999), Metodologia de Café,
Santos e Macedo (2001).
A)

Metodologia de Marasco e Mattes (1998)
Enfocam que os primeiros passos para iniciar a automação de Unidade

de Informação é realizar um diagnóstico da unidade a ser informatizada. Em
seguida, ser produzido um projeto onde estejam todos os aspectos que compõem a
automação tais como: hardware, software e todas as fases de implantação e
treinamento, que devem atingir todos os profissionais envolvidos diretamente e
indiretamente até os usuários.
B)

Metodologia de Côrte et al (1999)
Os requisitos abordados por Côrte e outros (1999) foram relacionados à

tecnologia, à seleção e aquisição de documentos, ao processamento técnico, ao
empréstimo, à recuperação da informação, à divulgação, e aos processos
gerenciais.
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C) Metodologia de Café, Santos e Macedo (2001)
O que motivou os autores na realização deste trabalho foi à escolha de
um sistema para automação da Biblioteca do Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência da Informação e Tecnologia (IBICT). A metodologia adotada seguiu os
seguintes passos:
a) Revisão da literatura sobre automação de bibliotecas;
b) Elaboração de um sistema de notação com atribuição de pesos e notas
aos critérios.
E por fim, foi calculada uma nota onde a soma de todas as notas finais de
todos os critérios representou a avaliação final do software pela equipe.
Como afirma Rodrigues e Prudêncio (2009) fica claro que a escolha de
um software para automação de bibliotecas é uma tarefa a ser elaborada com
cautela e levando em consideração critérios pré – estabelecidos que vão desde um
estudo de redes até um estudo de usuários, além de verificar os itens contidos no
programa selecionado e que vantagens ele trará a biblioteca.

3 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) foi criado em
1946 pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), com o objetivo de oferecer
educação profissional destinada à formação de trabalhadores para o comércio.
A instituição no Maranhão foi criada em 1947, inicialmente denominada
Delegacia, logo depois se tornou uma Administração Regional. Possui cinco
Unidades administrativas de formação profissional (São Luís, Imperatriz, Bacabal,
Caxias e Santa Inês) no estado, formando profissionais nas áreas de informática,
comércio,

gestão,

imagem

pessoal,

comunicação,

artes,

saúde,

idiomas,

conservação e zeladoria, turismo e hospitalidade.
A instituição possui como missão “educar para o trabalho em atividades
de comércio de bens, serviços e turismo”. Tendo em vista reafirmar a sua posição,
até 2015, de referência brasileira em educação para o trabalho conciliando ações
mercadológicas e de promoção social.
Os setores auxiliam a instituição a cumprir seu objetivo social na
comunidade local, ao se tratar do valor que a informação possui diante a formação

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profissional, o Núcleo de Documentação (NUDOC) disponibiliza mecanismos para o
acesso a informação.
O NUDOC trabalha com a memória institucional do SENAC com o intuito
de preservar, conservar e disseminar os materiais e a informação necessária aos
técnicos, instrutores e alunos que compõem a instituição. A biblioteca está inserida
no Núcleo de Documentação e trabalha com o arquivo da memória institucional e
com os serviços de biblioteca especializada nas áreas dos cursos que o Senac/MA
oferece.
O acervo é direcionado aos cursos oferecidos pelo SENAC/MA nas áreas
de informática, comércio, meio ambiente, turismo, gestão, hotelaria, etc.. Para a
formação da coleção os professores, alunos, instrutores e técnicos dão sugestões
de livros a serem adquiridos, facilitando assim o trabalho do bibliotecário
contribuindo com a satisfação dos usuários.
Para auxiliar no gerenciamento das informações o NUDOC necessitou
adquirir um software de automação, na próxima seção analisaremos como se deu
esse processo nas bibliotecas do SENAC.

3.1 Automação da Biblioteca do SENAC
Por um bom tempo o NUDOC utilizou o software Winisis 1.4 Beta 22 uma
versão adaptada do software da UNESCO, disponibilizado pelo SENAC Nacional
para agilizar as tarefas nas bibliotecas, mas com a expansão da Biblioteca e em
contrapartida o aumento das necessidades dos usuários, foi-se necessário migrar
para um novo software, que se adequasse a essas novas necessidades.
A equipe do SENAC Nacional analisou os softwares disponíveis no
mercado e selecionou o sistema Sistema Bnweb, por conter algumas facilidades e
características que proporcionariam um melhor atendimento e agilidade das
atividades biblioteconômicas.
A implantação do novo Sistema no SENAC/MA iniciou-se no ano de 2011
nas bibliotecas e salas de leituras, na qual o objetivo principal seria interligar o
trabalho das Unidades de Informação, e transparecer seus serviços e produtos aos
usuários reais e potenciais da Instituição.
Mas para perceber melhor a diferença dos dois softwares, analisaremos
nas próximas seções as suas principais características.
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3.1.1 Winisis 1.4 Beta 22
O Winisis é uma versão do CDS/ISIS (Microisis), um software que serve
para armazenamento e recuperação de informação, foi desenvolvido pela Divisão de
Bibliotecas, Arquivos e Documentação da Unesco (órgão da ONU), possui interface
gráfica para o sistema operacional Windows e tem como principal função a
recuperação de informações bibliográficas, cadastrais e sobre legislação do Sistema
de Informação e Conhecimento do SENAC (SICS).
A entrada de dados no software dá-se por quatro planilhas Monog,
Semon, Perio, Mates, (Tabela 1):
Tabela 1: Planilhas de entrada de dados do Winisis.
Planilhas
Função
MONOG
Para Monografias Não – Institucionais, ou seja, extra Senac,
(livros, teses, folhetos, eventos como um todo e trabalhos
apresentados em eventos, catálogos, apostilas, cardápios...
SEMON

Para monografias institucionais (livros, anais, trabalhos
apresentados em eventos, separatas, capítulos de livros,
folhetos produzidos pelo Senac.
PERIO
Para artigos de periódicos (Está planilha contém números
avulsos separatas e artigos de periódicose de jornais e artigos
de periódicos em geral, incluindo os artigos impressos a partir
de fontes online
MATES
Para multimimeios (Multimeios, ou materiais especiais,
suportes diferentes de informação do livro e do periódicos
impressos, tais como: fitas cassetes, slides (diapositivos), fitas
de vídeo, materiais iconográficos, materiais cartográficos,
microfilmes CD – ROM, DVD, discos sonoros, disquetes...
Fonte: Adaptado do Manual do SICS, (2003).

As planilhas eram selecionadas de acordo com a natureza dos
documentados da biblioteca, facilitando assim o processamento técnico do material.
3.1.2 Biblioteca Nativa web–Bnweb
O Bnweb é um sistema de automação, via browser para gerenciamento
de bibliotecas, capaz de efetuar rotinas como controlar, tratar, disseminar e circular
as informações cadastradas no sistema.
O sistema atende desde um pequeno acervo até o de uma grande
instituição, com várias unidades em diferentes locais (cidades, estados e países),
permite uma interligação em tempo real de todas as informações de rotinas.
Foi desenvolvido por uma empresa brasileira a Contempory®, que
localiza - se no Rio de Janeiro, é especializada em automação de Unidades de
Informação. Sua equipe técnica é composta por programadores, analistas de
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sistemas e bibliotecários, que de forma integrada trabalham para uma melhor
comunicação com seus clientes.
Segundo a Contempory (200?) “[...] o sistema permite aos profissionais
(bibliotecário, auxiliar ou gerente), administrar e executar de forma prática todas as
rotinas e os controles de informação de sua instituição, sem perder a qualidade e a
importância de serviços específicos”. Além dos serviços tradicionais como:
aquisição, processamento técnico, empréstimo, controle de periódicos, vocabulário,
padrão MEC e outros, o sistema gera diferentes tipos de relatórios e estatísticas
para um controle mais eficiente sobre o perfil do acervo e sua utilização.
O software possui licença particular, ou seja, é um software proprietário,
para que se possa utilizar, copiar, ter acesso ao código – fonte ou redistribuir é
necessário adquirir uma licença com a empresa fornecedora.
4 Winisis 1.4 Beta 22 x Biblioteca Nativa web – Bnweb
Para utilização do Bnweb foi realizada uma migração dos dados inseridos
no Winisis 1.4 Beta, o procedimento foi orientado pela empresa Contempory
proprietária do Bnweb, todos os dados registrados foram migrados facilitando o
processo de mudança de software.
Após a implantação do Bnweb verificou-se uma grande mudança
organizacional nas atividades gerenciais das bibliotecas e agilidade e comodidade
aos usuários, mas não sabia-se por completo o que de fato teria mudado na
transição de um sistema para outro.
Então a pesquisa teve como objetivo elencar as principais diferenças
entre os dois softwares através do quadro adaptado de requisitos de avaliação de
softwares porposto ela da Metodologia de Café, Santos e Macedo (2001), para a
obtenção dos resultados foi utilizada a analise dos questionários aplicados aos
responsáveis pela biblioteca e sala de leitura do SENAC São Luís (NUDOC e
Restaurante Escola) a bibliotecária do SENAC de Imperatriz/MA, a gerente de
Documentação Técnica do Departamento Nacional, e a empresa Contempory
proprietária do software.
Na tabela 2 há um quadro comparativo com os sistemas Bnweb e Winisis,
utilizando “SIM” para as funções existentes, “NÃO” para as funções inexistentes, e
“D” demonstrando as funções que são desconhecidas pelos os mesmos.
Tabela 2: Requisitos avaliados no Bnweb x winisis
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REQUISITOS PARA AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE AUTOMAÇÃO

CARACTERÍSTICAS
GERAIS DO
SOFTWARE

ERGONOMIA

TECNOLOGIA

SELEÇÃO E
AQUISIÇÃO

CRITÉRIOS
O software integra todas as funções da biblioteca?
Software está em língua portuguesa?
Há possibilidade de customização (personalização)
do sistema?
Há possibilidade de expansão ou inclusão de novos
módulos sob demanda?
Há documentação (manuais)?
Possui manuais com fluxos operacionais?

Winisis
N
N
N

Bnweb
S
S
S

D

S

S
S

S
S

Há possibilidade de customização (personalização)
da interface?
O menu de ajuda é interativo?

N

S

N

S

Possui arquitetura de rede cliente/servidor?
Possui acesso via browser (Internet)?
Possui acesso via intranet?
A velocidade de operação local condiz com a
necessidade (Intranet)?
Velocidade de operação em rede condiz com a
necessidade (Internet)?
Há leitura de código de barras?
Há compatibilidade com o sistema operacional da
biblioteca?
O armazenamento e recuperação de caracteres
estão na língua portuguesa?
A data está no formato dd/mm/aaaa (língua
portuguesa)?
O software tem capacidade de suportar acima de 1
milhão de registros bibliográficos?
O software faz atualização dos dados em tempo
real?
Há possibilidade de identificar alterações feitas no
sistema e os responsáveis?
Há compatibilidade com o formato MARC?
Há compatibilidade com o protocolo de comunicação
Z39.50?
Há compatibilidade com o padrão ISO 2709?
Há disponibilização on-line do acervo (OPAC)?
Possui acesso on-line a catálogos coletivos?
Possui acesso simultâneo de usuários?
Possui acesso ilimitado de usuários?
Possui níveis diferenciados de acesso ao sistema
(senhas)?
Possui armazenamento e recuperação de
documentos digitais em diversos formatos?
O tratamento de texto e imagem é conforme o DDIF
(Digital Documentation Interchange Format)?

S
S
S
S

S
S
S
S

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N
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N
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S

N
N

S
S

O controle é integrado do processo de seleção e
aquisição?
Há integração dos dados de pré-catalogação da
aquisição para processamento técnico?
Possui controle de fornecedores?
Possui controle de editores?

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CIRCULAÇÃO

PROCESSAMENTO
TÉCNICO

Possui cadastro de entidades com as quais mantém
intercâmbio de publicações?
Possui mala direta de usuários, editoras e
instituições com as quais a biblioteca mantém
intercâmbio?
Existe controle de assinatura de periódicos?
Possui identificação da modalidade de aquisição
(doação, compra, permuta, depósito legal)?
Possui controle de datas de recebimento do material
adquirido?
Emite cartas de cobrança, reclamações e
agradecimentos de doações?
Possui identificação do usuário que sugeriu o título
para aquisição?
Possui controle de orçamento?

N

S

S

S

N
S

S
S

D

S

N

N

N

S

N

N

Há construção de lista de autoridades em formato
MARC?
Possui sistema de gerenciamento para construção
de tesauro poli hierárquico?
Possui consultas interativas (com remissivas)
durante cadastramento de um registro:
tesauro
lista de autoridades
lista de editores
lista de fornecedores
Possui correção dos registros associados a um autor
ou assunto mediante alteração na lista de autoridade
ou tesauro?
Há possibilidade de duplicação de um registro para
inclusão de novas edições?
Realiza processamento de materiais especiais:
Obras raras?
Memória técnica?
Periódicos?
Há possibilidade da importação de dados de
catálogos cooperativos on-line?
Há possibilidade da importação de dados de
catálogos cooperativos em CD-ROM?
Gera etiquetas para bolso?
Gera etiquetas para lombada com número de
chamada?
Gera etiquetas com código de barras?
Faz atualização on-line?

S

D

D

N

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---

N
N
N
N
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S
S
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S
N

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S

N
N

S
S

Possui controle integrado no processo de
empréstimo?
Há categorização de empréstimo: empréstimo
domiciliar, especial e empréstimo entre bibliotecas?
Possui cadastro de perfis de usuários?
Faz definição automática de prazos e condições de
empréstimo de acordo com o perfil do usuário para
cada tipo de documento?
Possui código de barras para cada usuário?
Possui definição de parâmetro para a reserva de
livros?

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Recuperação de
Informações

Realiza emissão automática de cartas cobrança ou
correio eletrônico para usuários em atraso?
Possui aplicação de multas e suspensões com
bloqueio automático de empréstimos?
Há possibilidade de pesquisar o status do
documento (disponível, emprestado, em tratamento
etc.)?
Realiza empréstimo, renovação e reserva on-line?

N

S

N

S

N

S

N

S

Possui interface única de pesquisa (busca em todo o
sistema)?
Há possibilidade de pesquisar pelos campos:
Autor
título
assunto
editor
local
palavra-chave
tipo de documento
resumo
classificação (CDU)
classificação (Tabela de Áreas do
Conhecimento do CNPq)
ISSN
ISBN
idioma
número de chamada
data
todos os campos
Há possibilidade de busca a partir de determinada
data ou entre datas?
Há possibilidade de selecionar os campos a serem
pesquisados por caixas de seleção?
Há possibilidade de selecionar o mesmo campo
mais de uma vez?
Possui refinamento de busca por:
frase
operador booleano AND
operador booleano NOT
operador booleano OR
truncamento à esquerda
truncamento à direita
truncamento ao meio

S

S

S
S
S
N
N
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N
N
N

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N

--S
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N
N
N
N

S
S
S
N

N
N

S
S

proximidade entre os termos
distância entre os termos
Há possibilidade de busca a partir dos resultados?
Há possibilidade de salvar estratégias de buscas
para utilização posterior?
Realiza busca automática por tesauro?
Realiza busca interativa a partir da seleção de
termos do tesauro?

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Recuperação de
Informações

DISSEMINAÇÃO

PROCESSO
GERENCIAL

-

-

S
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S
S
S
N
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S
S
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N

N

N

N

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N

S

N

S

N

S

N

N

Possui disseminação seletiva de informações (DSI)?

N

S

Possui serviços de alerta?

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Possui gerenciamento de diversos tipos de
documento?
Gera relatórios e estatísticas de:
seleção
aquisição
processamento técnico
circulação
intercâmbio
recuperação de informações

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Há capacidade de ordenar e classificar os
documentos pesquisados por:
autor
título
assunto
relevância
tipo de documento
data (ordem cronológica decrescente)
Apresenta referências em ordem cronológica
decrescente (default)?
Há possibilidade de limpar o formulário para nova
pesquisa?
Possui visualização do resultado da pesquisa em
forma de referência bibliográfica breve ou completa
(com resumo), de acordo com a ABNT?
Possui visualização do resultado da pesquisa em
forma de catálogo de acordo com a AACR2 (nível
2)?
Possui visualização de todos os registros
recuperados?
Há possibilidade de selecionar a quantidade de
registros a serem exibidos em cada página?
Possui visualização do número de registros
recuperados?
Possui visualização dos registros numerados (ex: ½,
2/2)?
Há capacidade de selecionar registros do resultado
da pesquisa e imprimir?
Há capacidade de salvar os registros selecionados
do resultado da pesquisa?
Possui visualização do cabeçalho com identificação
do assunto pesquisado e do número de referências
dos registros gravados?
Possui indicação do status do documento
pesquisado (emprestado, em tratamento ou
disponível)?
Possui indicação do status do periódico pesquisado
(corrente, encerrado, suspenso)?
Há possibilidade de solicitação de empréstimo do
documento?
Há possibilidade de solicitação de cópias do
documento pelo COMUT?

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

CARACT. DA
EMPRESA
FORNECEDORA

atualização de tesauro
listas de usuários, por categorias
documentos por utilização
documentos por assunto
documentos por autores
documentos por tipo
documentos em ordem alfabética
documentos em ordem de classificação
lista de autoridades
Gera catálogo?
Elaboração e imprimi bibliografias em formato
ABNT?
Realiza Inventário automático (código de barras)?
O sistema possui período de teste?
Demonstração do produto?
Implantação?
Treinamento?
Suporte?
Há custo do suporte?
Há garantia de manutenção?
Há garantia de doação dos arquivos-fonte do
software em caso de falência?
Há atualização do software?
Há disponibilização de novas versões?

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Adaptado de CAFÉ, Ligia; SANTOS, Christophedos; MACEDO, Flávio.

Dessa forma da para perceber claramente a aplicabilidade dos dois
sistemas em uso, sendo que com a migração do Bnweb as bibliotecas do SENAC
passaram a terem mais recursos e agilidade no seu trabalho sendo que, muitas das
funções necessárias na praxi da biblioteca o sistema o Winisis não disponibilizava.
Podemos perceber que o sistema Winisis era fechado, ou seja, não mantinha
contato com outros sistemas, e sua serventia na biblioteca seria para o
armazenamento dos dados, sendo que os outros processos da biblioteca
(empréstimos, carteiras de usuários, DSI...) era necessário à utilização de outras
ferramentas o que ocasionava um maior gasto de tempo das bibliotecárias.

5 CONCLUSÃO
Ao comparar o Winisis com o Bnweb tiramos a conclusão da diferença que o
novo software causou a todos envolvidos diretamente e indiretamente da instituição.
Pois ao oferecer com maior agilidade as informações, geração de relatórios que
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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação –
Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013
auxiliam nas tomadas de decisões e controle da bibliotecária em relação a todos as
unidades entre outras funções propicia um novo modelo de gestão.
Com todas essas ferramentas o bibliotecário pode exercer seu trabalho com
mais segurança ajudando a instituição a cumprir seu objetivo.
Outro fator que deve ser mencionado é a centralização dos serviços da
biblioteca em um único local não precisando elaboração de fichas de empréstimos,
carteiras de usuários, relações para controle de processamento técnico, relações
para disseminação da informação, cartas ou ligações de cobranças entre outros,
sendo que todos os itens se encontram no sistema e alguns são elaborados
automaticamente poupando o tempo do gestor. Dessa forma, poderia aproveitar
esse tempo em outras atividades oferecidas pela biblioteca.
Ao analisar os questionários aplicados percebemos que há um pequeno
desvio das afirmativas, mas em uma boa parte dos questionamentos houve uma
padronização das respostas sobre a existência da função ou não no sistema, o que
nos leva a entender que há certa “intimidade” dos bibliotecários com a aplicabilidade
e usabilidade do sistema dentro da instituição.
Portanto, almejamos que essas informações possam contribuir nas
tomadas de decisões das instituições e para aqueles que possuem dúvidas em
relação à usabilidade de um sistema possa visualizar o Bnweb como uma
ferramenta viável, logo importante para sua biblioteca.
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FREUND, Jorge Eduardo; TOMITA, Mari. Comunicação científica e tecnológica: a
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HEEMANN, Vivian. Mudança de hábito; impacto das novas tecnologias na
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MARTINELLI, A. da Tereza Spino. A base de dados bibliográficos de acervo como
suporte para o processo de automação: uma experiência na UNESP. In:
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10., 1998,
Fortaleza. Anais eletrônicos... Disponível em:
File:///c|/netscape/anais/trabalho/sessão/abaseded.htm. Acesso em: 2 jan. 2013.
MUELLER, Suzana. Uma profissão em evolução: profissionais da informação no
Brasil sob ótica de Abolt – Proposta de estudo. In: BAPTISTA, Sofia Galvão;
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universitária. São Paulo: Avercamp, 2006.
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guia de utilização do Winisis, versão 1.4: Base Biblio. Rio de Janeiro: SENAC, 2003.
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TAMMARO, Anna Maria; SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília: Briquet
de Lemos Livros, 2008.

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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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              <text>ESTUDO COMPARATIVO DO SISTEMA BIBLIOTECA NATIVA (BNWEB) E WINISIS NO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC/MARANHÃO</text>
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              <text>Cenidalva Miranda de Sousa Teixeira</text>
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              <text>Edilson Thialison da Silva Reis</text>
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              <text>O estudo tem como objetivo comparar os Sistema Biblioteca Nativa – (Bnweb) e  Winisis nas bibliotecas do Serviço Nacional de Comércio e Aprendizagem do Maranhão – (SENAC), com o intuito de analisar as principais diferenças em que as bibliotecas passaram ao mudar de software, confrontando com a literatura existente na área de automação em bibliotecas. Destaca as metodologias e os autores utilizados na Biblioteconomia para avaliação e seleção de softwares, assim como os padrões e os formatos necessários para uma análise eficiente de acordo com os requisitos que devem ser verificados. Expõe de forma criteriosa a mudança gerencial que o Núcleo de Documentação passou ao utilizar o sistema Bnweb e suas contribuições para a Biblioteca. A análise foi elaborada de acordo com os critérios de avaliação de autores da Biblioteconomia e pretende servir como base para quem deseje conhecer a usabilidade desse novo sistema disponibilizado no mercado.</text>
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