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                  <text>Bibliotecas universitárias: locais de memória
Milena Polsinelli Rubi (UFSCar) - milena.rubi@gmail.com
Maria de Fátima Rossi da Costa (UFSCar) - frcostamaria@gmail.com
Érica Piantoni (UFSCAR) - ericapiantoni@gmail.com
Elza Naomi Kawaguchi (Ufscar) - elzank@yahoo.com.br
Joaquim Augusto Machado (UFSCar) - joaquim@ufscar.br
Resumo:
A tarefa de resgatar a trajetória humana só é viável se o patrimônio intelectual da humanidade
estiver preservado. Para tanto, deve a universidade invocar para si a função de reunir,
selecionar, classificar, registrar, preservar e divulgar saberes produzidos ao longo do tempo.
Objetivou-se relatar a experiência da Biblioteca da Universidade Federal de São Carlos,
campus Sorocaba, em tratar, organizar e divulgar o acervo documental do professor Domingos
de Toledo Piza, pioneiro da indústria do turismo no Brasil, e introdutor do chamado "estudo do
meio”. O acervo que constitui o fundo arquivístico Domingos de Toledo Piza é composto por
documentos de variados tipos e suportes, que foram produzidos e acumulados pelo Professor
Domingos de Toledo Piza ao longo de sua carreira profissional. Após a doação pela família do
Professor, foram realizadas as seguintes ações, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão:
higienização mecânica dos documentos; identificação, separação/reunião dos documentos
segundo os conteúdos e suportes; confecção de caixas e embalagens em papel neutro e filme
de poliéster cristal; definição de séries e subséries documentais; criação da nomenclatura de
classificação dos documentos; identificação e acondicionamento de cada documento de acordo
com séries e subséries; criação de uma base de dados; registro e digitalização dos documentos
em base de dados. As ações desenvolvidas até o momento possibilitaram a salvaguarda de um
acervo de documentos primários de grande relevância para a fundamentação teórica dos
estudos sobre metodologia de ensino, e a profissionalização do turismo no Brasil.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Arquivo pessoal. Política de formação de coleções
especiais
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

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Bibliotecas universitárias: locais de memória

Resumo:
A tarefa de resgatar a trajetória humana só é viável se o patrimônio intelectual
da humanidade estiver preservado. Para tanto, deve a universidade invocar
para si a função de reunir, selecionar, classificar, registrar, preservar e divulgar
saberes produzidos ao longo do tempo. Objetivou-se relatar a experiência da
Biblioteca da Universidade Federal de São Carlos, campus Sorocaba, em
tratar, organizar e divulgar o acervo documental do professor Domingos de
Toledo Piza, pioneiro da indústria do turismo no Brasil, e introdutor do
chamado "estudo do meio”. O acervo que constitui o fundo arquivístico
Domingos de Toledo Piza é composto por documentos de variados tipos e
suportes, que foram produzidos e acumulados pelo Professor Domingos de
Toledo Piza ao longo de sua carreira profissional. Após a doação pela família
do Professor, foram realizadas as seguintes ações, com apoio da Pró-Reitoria
de Extensão: higienização mecânica dos documentos; identificação,
separação/reunião dos documentos segundo os conteúdos e suportes;
confecção de caixas e embalagens em papel neutro e filme de poliéster
cristal; definição de séries e subséries documentais; criação da nomenclatura
de classificação dos documentos; identificação e acondicionamento de cada
documento de acordo com séries e subséries; criação de uma base de dados;
registro e digitalização dos documentos em base de dados. As ações
desenvolvidas até o momento possibilitaram a salvaguarda de um acervo de
documentos primários de grande relevância para a fundamentação teórica
dos estudos sobre metodologia de ensino, e a profissionalização do turismo
no Brasil.
Palavras-chave: Biblioteca universitária. Arquivo pessoal. Política de
formação de coleções especiais.
Área Temática: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a
frente

1 INTRODUÇÃO
“Os documentos públicos e privados, são a fonte informativa primária sobre
o desenvolvimento econômico e social de uma nação, e constituem por
essa razão mesma, uma parte incomensurável do seu patrimônio cultural”
(DECLARAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA 1ª REUNIÃO INTERAMERICANA
SOBRE ARQUIVOS, Washington, out/1961).

A ideia paradigmática que atrela a missão da universidade à produção e
divulgação do conhecimento, é traduzida em nossos dias pela instrumentalização do
sentido de conhecimento aos limites do que seja inovador: “inovação” é palavra de
ordem.
Por outro lado, é justamente por seu caráter instigador e gerador de ideias,
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que a universidade mantém uma relação visceral com os testemunhos materiais do
passado, registrados em documentos impressos ou não, e que retratam a aventura
do conhecimento.
A tarefa de resgatar a trajetória humana só é viável se o patrimônio intelectual
da humanidade estiver preservado, e para tanto deve a universidade invocar para si
a função de reunir, selecionar, classificar, registrar, preservar e divulgar o conjunto
dos saberes produzidos ao longo do tempo.
Sob essa perspectiva, e pelo fato de estar instalada numa região de grande
pujança industrial, onde as inovações tecnológicas geradoras da força produtiva e
da lucratividade são elevadas a máxima potencialidade, é que a Biblioteca do
campus Sorocaba (BSo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), vem em
sua breve existência, envidando esforços para implementar uma política de
formação de coleções especiais, constituídas inclusive por acervos e arquivos
particulares e/ou pessoais, cuja preservação seja fundamental para a construção da
história social local.
Para Bellotto (2004, p. 266), arquivo pessoal pode ser compreendido como
[...] o conjunto de papeis e material audiovisual ou iconográfico
resultante da vida e da obra/atividade de estadistas, políticos,
administradores, líderes de categorias profissionais, cientistas,
escritores, artistas e etc. Enfim, pessoas cuja maneira de pensar,
agir, atuar e viver possa ter algum interesse para as pesquisas nas
respectivas áreas onde desenvolveram suas atividades; ou ainda,
pessoa detentoras de informações inéditas em seus documentos que
se divulgadas na comunidade científica e na sociedade civil, trarão
fatos novos para as ciências, a arte e a sociedade.

Com esse trabalho objetivamos relatar a experiência da BSo em tratar,
organizar e divulgar o acervo documental do professor Domingos de Toledo Piza,
pioneiro da indústria do turismo no Brasil, e introdutor do chamado "estudo do meio",
prática essa hoje já consolidada como metodologia adotada em diversas áreas do
ensino.

2 MATERIAIS E MÉTODOS
2.1Sobre a massa documental
O acervo que constitui o fundo arquivístico Domingos de Toledo Piza é
composto por documentos de variados tipos e suportes, que foram produzidos e
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acumulados pelo Professor Domingos de Toledo Piza ao longo de sua carreira
profissional.
Em 2009, a BSo foi procurada pela família herdeira do acervo, que sem
condições de dar manutenção, temia pela perda do material. Após longas
formalidades jurídico-burocráticas, a UFSCar consentiu no aceite do material pela
BSo, como parte da política de incentivo adotada pelo Sistema de Bibliotecas e
direção do campus, para a formação e desenvolvimento do Setor de Coleções
Especiais e Memória Institucional.
A família doadora fez uma seleção prévia dos documentos, classificando-os
por “pessoais” e “profissionais”, e oficializou através de um termo formal, a doação
para a BSo dessa segunda parte dos documentos. Nela se inclui:
- roteiros de viagens elaborados pelo Professor;
- planos estratégicos de aulas e cursos;
- correspondência comercial;
- diplomas;
- condecorações recebidas;
- fotografias;
- diapositivos de viagens e locais visitados;
- bilhetes de viagem;
- passaportes;
- óculos;
- mala de viagem;
- mesa de trabalho do Professor.

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Figura 1 – Objetos pessoais do Prof. Domingos de Toledo Piza

Fonte: Arquivo da Biblioteca de Sorocaba

2.2 O método de trabalho

Por intermédio do projeto denominado Bolsa-Atividade, da Pró-Reitoria de
Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE/UFSCar), foi contratado um bolsista,
aluno do curso de Economia da própria UFSCar, que foi treinado para fazer uma pré
seleção dos documentos, agrupando-os de acordo com o suporte.

2.2.1 Sobre a higienização dos documentos

Foi feita higienização mecânica com trincha para retirada de poeira, e com
boneca de algodão/gaze e pó de borracha, para minimizar sujidades maiores, em
mesa higienizadora.

2.2.2 Sobre a organização e tratamento do fundo

No período 2011-2012, foram aprovados pela Pró-Reitoria de Extensão
(ProEx/UFSCar) os projetos "Fundo arquivístico Domingos de Toledo Piza:
tratamento técnico e acondicionamento" e “Fundo arquivístico: digitalização e
disponibilização”, com concessão de recursos financeiros para aquisição de material
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de consumo e permanente, além de duas bolsas.
No total participaram dos projetos quatro bolsistas, alunos do curso de
bacharelado em Turismo que foram treinados pelos bibliotecários.
As seguintes ações foram desenvolvidas:
- identificação dos documentos;
- separação/reunião apurada dos documentos segundo os conteúdos e
suportes;
- confecção de caixas e embalagens em papel neutro e filme de poliéster
cristal, pelo pessoal da Biblioteca;
- definição de séries e subséries documentais, pelos bibliotecários;
- criação da nomenclatura de classificação dos documentos dentro das séries
e subséries, pelos bibliotecários;
- identificação e acondicionamento de cada documento de acordo com séries
e subséries, pelos bolsistas;
- criação de uma base de dados em linguagem PHP, pelos Analistas de
Sistemas do campus UFSCar;
- registro de todos os documentos na base de dados;
- digitalização dos documentos em suporte papel.

2.2.3 Sobre a planilha de representação descritiva

Uma vez que foi idealizada pelos bibliotecários, respeitou-se o padrão da
planilha já utilizada pelo Sistema de Bibliotecas da UFSCar (SiBi/UFSCar), no que
diz respeito à representação descritiva utilizada para o acervo bibliográfico, com
algumas adaptações de campos específicos para os documentos arquivísticos.
Esse cuidado deveu-se também ao fato de que os registros serão
disponibilizados para consulta no catálogo on-line do SiBi, e o formato de
apresentação não poderia ser muito discrepante do restante dos registros
bibliográficos.
A seguir, apresenta-se uma planilha com os campos preenchidos:

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Figura 2 – Planilha Base de Dados Fundos BSo

Fonte: Arquivo da Biblioteca de Sorocaba

3 RESULTADOS PARCIAIS
Todos os documentos do Fundo encontram-se classificados segundo seu
conteúdo e reunidos em séries e subséries arquivísticas, acondicionados em
embalagens confeccionadas especificamente para cada tipo de suporte e
catalogados em base de dados.

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Figura 3 – Manuscrito acondicionado em pasta confeccionada em filme de poliéster cristal

Fonte: Arquivo da Biblioteca de Sorocaba

O total dos documentos em papel foi digitalizado e a imagem para leitura foi
agregada ao registro bibliográfico.
Atualmente a base de dados "Toledo Piza" encontra-se disponível no servidor
local "intranet". O objetivo principal que consiste na disponibilização on-line dos
documentos, ainda não se concretizou devido à necessidade de ajustes técnicos da
Base Toledo Piza ao catálogo on-line do SiBi/UFSCar.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As ações desenvolvidas até o momento possibilitaram a salvaguarda de um
acervo de documentos primários de grande relevância para a fundamentação teórica
dos estudos sobre metodologia de ensino, e a profissionalização do turismo no
Brasil.
E para a BSo tal experiência representou um verdadeiro desafio,
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considerando-se a escassez de recursos materiais e a ausência de pessoal
especializado. A partir do sucesso dessa iniciativa experimental, concluímos que é
importante que a ação de captação, organização, guarda e disponibilização de
arquivos particulares, seja um dos objetivos-âncora da Política de Formação de
Acervos da UFSCar.
Considerando o bom nível de treinamento e, consequentemente, o
aprimoramento da equipe conseguido a partir das atividades desenvolvidas durante
o projeto, bem como a carência de instrumentos de preservação/recuperação da
memória documental reunida nos acervos arquivísticos particulares e a consequente
urgência de sua salvaguarda, concluímos que a guarda, preservação e
disseminação dos arquivos particulares, devam também ser itens adotados nas
políticas de formação dos acervos das bibliotecas universitárias.
Figura 4 – Sala “Arquivo Toledo Piza” e os objetos pessoais do Professor

Fonte: Arquivo da Biblioteca de Sorocaba

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Ressalte-se que todas as atividades foram realizadas por bibliotecários, com
respaldo na literatura arquivística, porém sem a pretensão de aprofundamento nos
fundamentos da Arquivologia. Sendo essa última, uma tarefa que ficará pendente e
deverá ser a justificativa para uma posterior proposta para contratação de mão de
obra técnica especializada. Além disso, acreditamos que, a partir da adoção das
ações

propostas

nesse

trabalho,

a

melhoria

das

próprias

equipes

de

documentalistas das universidades deva ser desencadeada, uma vez que para
efetivar tais ações as universidades deverão contemplar um maior número de
profissionais arquivistas em seus quadros funcionais.

REFERÊNCIAS
BELLOTTO, H. L. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2. ed. Rio de
Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2004.
TOGNOLI, N. B.; BARROS, T. H. B. As implicações teóricas dos arquivos pessoais:
elementos conceituais. PontodeAcesso, Salvador, v.5, n.1, p. 66-84, abr. 2011.
Disponível em: &lt;http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici&gt;. Acesso em 19
mar. 2013.

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