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                  <text>Biblioteca universitária 2.0: a experiência da biblioteca da
faculdade de medicina com o blog, o twitter e o flickr

Thaíssa Lage Matias (UFF) - thaissa706@yahoo.com.br
Roberta Jerônimo da Silva (UFF) - rojeronimo@ig.com.br
Maria Helena Ferreira Xavier da Silva (UFRJ) - mhxaviersilva@gmail.com
Resumo:
Este trabalho se propõe a mostrar experiências que a Biblioteca da Faculdade de Medicina da
Universidade Federal Fluminense (BFM) vem desenvolvendo no
cenário da Web 2.0. Relata as experiências que a biblioteca vem passando com relação ao uso
de três ferramentas: Blog, Twitter e Flickr. O Blog recebe dezenas de visitantes diariamente,
com destaque para países como EUA,
Bolívia e Alemanha. O Twitter possui cerca de 49 seguidores que participam replicando os
tweets da biblioteca. O Flickr funciona como um mecanismo de memória institucional e de
divulgação da biblioteca e da UFF. As ferramentas da Web 2.0 proporcionam a criação de um
elo menos formal com o usuário, trazendo maior interação entre usuário e biblioteca.
Palavras-chave: Web 2.0. Blog. Twitter. Flickr. Biblioteca 2.0.
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um passo a frente

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da
Informação – Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

Biblioteca universitária 2.0: a experiência da biblioteca da faculdade de
medicina com o blog, o twitter e o flickr
Resumo:
Este trabalho se propõe a mostrar experiências que a Biblioteca da Faculdade de
Medicina da Universidade Federal Fluminense (BFM) vem desenvolvendo no
cenário da Web 2.0. Relata as experiências que a biblioteca vem passando com
relação ao uso de três ferramentas: Blog, Twitter e Flickr. O Blog recebe
dezenas de visitantes diariamente, com destaque para países como EUA,
Bolívia e Alemanha. O Twitter possui cerca de 49 seguidores que participam
replicando os tweets da biblioteca. O Flickr funciona como um mecanismo de
memória institucional e de divulgação da biblioteca e da UFF. As ferramentas da
Web 2.0 proporcionam a criação de um elo menos formal com o usuário,
trazendo maior interação entre usuário e biblioteca.
Palavras-chave: Web 2.0. Blog. Twitter. Flickr. Biblioteca 2.0.
Área temática: Temática I: Tecnologias de informação e comunicação – um
passo a frente.

1 Introdução
A era digital trouxe novos desafios para os profissionais bibliotecários fazendo
com que estes procurem acompanhar os avanços tecnológicos disponíveis na
internet, por exemplo, os blogs.
Os blogs são ferramentas de divulgação, logo, numa biblioteca, eles podem
servir para divulgar os serviços e eventos da mesma, auxiliar os usuários reais,
atrair novos usuários e interagir com a comunidade em geral. Como afirmou
Maciel.
Blogs em bibliotecas permitem valorizar recursos, disseminar
eventos e valorizar coleções, envolvendo a comunidade e
dando-lhe espaço para se expressar, sublinhando-se a
necessidade de novas atitudes e comportamentos por parte dos
profissionais envolvidos.
A ideia de blog dentro da biblioteca é apontar aos usuários
páginas da Web com conteúdos interessantes
e
com
qualidades, alem de possibilitar que os usuários com interesse
criem comunidades e compartilhem conhecimentos. (MACIEL,
2010)

E assim, a biblioteca estende seus serviços para além das suas paredes. Com
esta finalidade, em 2010, a Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade

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Federal Fluminense teve a iniciativa de aplicar as ferramentas Web 2.0, optando
pela criação de um blog, um twitter e um flickr. Os três foram escolhidos por
atuarem como meio de comunicação e interação efetiva entre a biblioteca e seus
usuários.

2 Revisão de literatura
A biblioteca atual funciona como um agente disseminador da informação,
contudo o envolvimento da biblioteca com seus usuários sucedem de forma
estática, ou seja, um não interage com o outro. O trabalho do bibliotecário é
desenvolvido por traz das câmeras, como se fosse o lado oculto de uma
organização, no qual seus usuários não participam do processo de execução do
trabalho. Logo, a filosofia da Biblioteca 2.0 é o ensejo perfeito para aproximar a
biblioteca de seus usuários conhecendo seus interesses e suas necessidades,
com a finalidade de oferecer uma maior integração no fazer da biblioteca
(MARCOS, 2009).
Seguindo esse novo paradigma, tomamos emprestado a teoria da Web 2.0,
cujo termo foi utilizado pela primeira vez pelo seu criador Tim O‟Reilly em 2004. O
autor revela que a “Web 2.0” transformou a internet em uma plataforma que
aproveita a inteligência coletiva. Tim O‟Reilly (2006) define que
Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um
entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre
outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem
os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados
pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Acompanhando essa ideia, Maness (2006) diz que a Biblioteca 2.0 utiliza a
aplicação das tecnologias baseadas na Web 2.0 para interatividade, centrada no
usuário, na colaboração e na multimídia para os serviços e coleções ofertados
pela Web e sugere que essa definição seja adotada pela comunidade de
bibliotecários.
Breending (2007) reforça o uso das tecnologias da Web 2.0 nas bibliotecas
chamando-as de Library 2.0 – Biblioteca 2.0 - apontando a necessidade de ir além
dos serviços tradicionais, estáticos, assíncronos e observar a interação e
colaboração dos usuários.

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Informação – Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013
As bibliotecas estão se transformando em Bibliotecas 2.0 utilizando recursos da
Web 2.0, tais como blog, twitter; isso significa uma ruptura dos serviços e
produtos tradicionais oferecidos aos usuários. No entanto, os bibliotecários estão
preparados para lidar com essas novas ferramentas?
A Web 2.0 assim como a Biblioteca 2.0 é um novo espaço para armazenar,
acessar, organizar e disseminar a informação. No entanto, ao incorporarem as
tecnologias da Web 2.0 nas bibliotecas, os bibliotecários precisam conhecer as
vantagens e desvantagens da Web 2.0. Faz-se necessário um estudo de suas
ferramentas, explorando-as e testando-as com o intuito de facilitar o acesso,
ampliando o uso da informação.

3 Materiais e métodos
O objetivo alvo para a criação da Biblioteca 2.0 da Faculdade de Medicina da
UFF foi para que a mesma atuasse de forma mais efetiva na interação com seus
usuários. Partindo desse pressuposto, a ferramenta utilizada para a construção
desse novo meio de comunicação foi o blog, por ser considerada uma ferramenta
de fácil criação e manutenção, devido à simplicidade de uso e publicação.
(MARGAIX-ARNAL, 2008).
Após inúmeras pesquisas realizadas através das experiências em outras
bibliotecas de Instituições Acadêmicas e com o auxílio da equipe da biblioteca que
incluíram: a bibliotecária de referência e estagiários, o blog escolhido foi o
Blogger, gratuito e utilizado amplamente na comunidade acadêmica. A partir da
escolha, foram definidas estruturas, cor, política de atualização e formas de
validação de comentários. A biblioteca passou a dispor do endereço

eletrônico

http://bibliotecamedicinauff.blogspot.com.br.
O flickr foi criado para armazenar o acervo iconográfico da biblioteca,
enfatizando o espaço físico interno, sinalização, equipamentos, eventos, cursos e
seminários já

apresentados na biblioteca, além de atividades realizadas no

hospital, como por exemplo, datas comemorativas, campanhas de saúde,
congressos e semanas acadêmicas da Faculdade de Medicina da Universidade
Federal Fluminense.
O twitter foi feito concomitantemente ao desenvolvimento do blog. Este foi

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selecionado por ser uma ferramenta destinada à informação, veloz e de caráter
efêmero, como lançamentos de livros, cursos. Desse modo, o twitter atende ao
interesse da comunidade e supre as expectativas de aumentar a interatividade
com o usuário, pois proporciona aos usuários a replicação de informações
através do retweet, o que auxilia na divulgação da informação postada. O
acesso ao twitter da biblioteca se faz através do endereço eletrônico
@bibliomeduff.
O blog, o twitter e o flickr podem ser representados por ferramentas que se
complementam para difusão e disseminação da informação. Assim, ao blog foi
incorporado o flickr e as atualizações do twiiter além de um chat para responder as
dúvidas e os questionamentos dos usuários de forma rápida, dinâmica e
eficaz, garantindo assim a interatividade.

4 Captação da Informação e divulgação
Para a seleção de conteúdo, optou-se por uma visão abrangente quanto ao
assunto para o qual a Biblioteca está voltada: medicina. No entanto, o blog e o
twitter abrangem outros conteúdos, como por exemplo, divulgação de eventos
importantes para a comunidade da UFF, informes da própria biblioteca e da
Superintendência de Documentação a qual a biblioteca pertence.
As informações postadas no blog e no twitter são selecionadas através de
buscas em sites de jornais de grande circulação no Estado do Rio de Janeiro,
como por exemplo, Jornal O Dia, Jornal Extra, Jornal O Fluminense, como
também no site do jornal O Globo conhecido nacionalmente. A captação de
informações também é realizada nos sites da

Universidade Federal

Fluminense, do Hospital Universitário Antônio Pedro, do Hemorio, da Secretaria
Estadual de Saúde, da Fiocruz, do Ministério da Saúde, dentre outros. Todas as
informações

passam

por

uma

avaliação

de

relevância

realizada

pela

bibliotecária responsável, antes de serem postadas nas redes sociais.
Tutoriais foram criados e incorporados ao blog com o intuito de demonstrar
passo-a-passo o funcionamento do catálogo on-line utilizado pelo Sistema de
Bibliotecas, aos seus usuários.
As postagens ocorrem todos os dias da semana, podendo haver várias
postagens durante o dia.

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Para a divulgação das redes sociais (blog e twitter) foram criados 3 (três)
métodos. O primeiro foi à confecção de cartazes que foram fixados nos murais da
Faculdade de Medicina e da Biblioteca da Faculdade de Medicina. O
segundo foi à criação de um cadastro de e-mails contendo os endereços de
professores, das bibliotecas que fazem parte do sistema de bibliotecas além de
usuários. O terceiro foi à composição de panfletos que são distribuídos na
biblioteca para os usuários.

5 Resultados
O ponto de maior destaque do uso das redes sociais é a visibilidade que a
Biblioteca alcançou no meio virtual. A prova dessa afirmação se faz com o
número de acessos contabilizados. Diariamente são realizadas 150 (cento e
cinqüenta) visualizações aproximadamente; por mês são visualizadas em torno de
3 (três) mil postagens. De fato, desde 2010, mais de 65 mil pessoas já
visitaram o Blog da Biblioteca da Faculdade de Medicina e esse número vem se
expandindo continuamente.

Assim como seus seguidores; hoje contamos com

20 pessoas, porém a expectativa é triplicação nesse número.
Há também um bom número de visitantes de fora da cidade Niterói e do Rio
de Janeiro, inclusive de outros estados do Brasil e de outros países, com o
destaque para Estados Unidos, Bolívia e Alemanha. As visitas frequentes desses
locais podem assinalar à existência de grupos de brasileiros atuando no exterior ou
também estudantes de português, uma vez que o Blog é escrito na língua
portuguesa.
Através do blog foi possível explorar outras ferramentas de interação com o
público, como por exemplo, comentários e sugestões, servindo como veículo de
comunicação com os

setores da biblioteca, ressaltando a importância da

participação dos visitantes.
Percebemos que as postagens mais visualizadas, são aquelas que
envolvem cursos, congressos e pesquisas realizadas no Brasil, como
pesquisas de células tronco desenvolvidas por professores e pesquisadores da
Universidade Federal Fluminense no Hospital Universitário Antônio Pedro.
Essa pesquisa em especial, postada em 20 de janeiro de 2012, rendeu várias
visualizações e alguns comentários. Atualmente a biblioteca ainda recebe

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comentários, emails e telefonemas solicitando mais informações

dessa

pesquisa postada no blog.
E assim, a biblioteca por meio do blog adicionou um novo recurso
informacional. Com isto realiza o compartilhamento de registros, ou seja,
divulga informações pertinentes não somente aos seus usuários e sim a todos
que tenham interesse na temática proposta pelo blog e façam uso das
informações de alguma forma. Deste modo, vai ao encontro do que foi dito por
Grogan (1995, p. 8):
Esta „maximização de recursos constitui o princípio que se encontra no
cerne do próprio conceito de biblioteca, que é o compartilhamento e uso
coletivo dos registros gráficos em benefício da sociedade como um todo e
dos indivíduos que a constituem. Afinal, a primeira lei da biblioteconomia,
enunciada pro Ranganathan, determina que “os livros são para usar”.

O twitter da biblioteca até março de 2013 já divulgou 660 micro mensagens
(tweets), segue 32 outros twitters de bibliotecas e instituições de saúde. Entre os
49 seguidores do

twitter da Biblioteca estão alunos, profissionais da área,

bibliotecas, instituições de saúde e bibliotecários.
Portanto, acreditamos que o blog, o twitter e o flickr são recursos
apropriados para a divulgação interativa da informação, sendo essenciais para a
consolidação das bibliotecas virtuais. Porém vale salientar que cabe aos
bibliotecários optarem pelos recursos que melhor se encaixem aos objetivos e às
características

da Biblioteca e de

seus usuários. Assim, levar aos seus

usuários a informação seja qual o seu suporte. Como afirmou Grogan (1995, p.
30)
Todos os formatos, livros e outros suportes, impressos ou eletrônicos,
sonoros e visuais, são atualmente utilizados pelo bibliotecário de
referência. Além disso, à medida que agora se adota é a informação e
não mais a peça bibliográfica.

6 REFERÊNCIAS
BREEDING, Marshall. We need go to beyond Web 2.0. Computers and
Libraries, v.27,
n.5,
p. 22-25,
May
2007.
Disponível
em
&lt;http://www.infotoday.com/cilmag/may07/index.shtml&gt; Acesso em 12 abr.
2013.

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da
Informação – Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013
GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília, DF: Briquet de
Lemos/Livros, 1995.
MACIEL, Leila Maria Borges et al. Blogs em bibliotecas: uma ferramenta para
uso no serviço de informação. Anais... In: ENEBD, 33, 2010, Paraíba.
Disponível em: &lt;http://dci.ccsa.ufpb.br/enebd/index.php/enebd/article/viewFile/83/125&gt;. Acesso
em: 09 mar. 2013.
MANESS, J.M. Library 2.0 Theory: Web 2.0 and Its Implications for libraries.
Webology, v.3 n.2, 2006. Disponível em:
&lt;http://Webology.ir/2006/v3n2/a25.html&gt;. Acesso em: 09 mar. 2013.
MARCOS, Mari-Carmen. La biblioteca en la web 2.0. Santiago: DuocUC, 2009.
Disponível em: &lt; http://eprints.rclis.org/14849/&gt;. Acesso em: 26 maio 2013.
MARGAIX-ARNAL, D. Informe APEI sobre Web social. APEI, 2008. Disponível
em: &lt;http://eprints.rclis.org/15106/1/informeapeiWebsocial.pdf&gt;. Acesso em: 27
fev. 2013.
O‟REILLY, Tim. Web 2.0 compact definition: trying again. Disponível em:
&lt;http://radar.oreilly.com/2006/12/Web-20-compact-definition-tryi.html&gt;. Acesso
em: 11 abr. 2013.

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Informação – Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

ANEXO

�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da
Informação – Florianópolis, SC, Brasil, 07 a 10 de julho de 2013

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