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                  <text>O uso do Facebook por bibliotecas públicas localizadas na cidade
de São Paulo

Caroline Pazini Cavalcante (USP) - fayofmetal@hotmail.com
José Fernando Modesto da Silva (USP) - fmodesto@usp.br
Resumo:
Este trabalho objetiva contextualizar as bibliotecas públicas com as redes sociais na internet,
com foco nas bibliotecas públicas localizadas na cidade de São Paulo quanto ao uso do
Facebook. Foi realizada análise dos perfis da Biblioteca Mário de Andrade, da Biblioteca
Viriato Corrêa e da Biblioteca de São Paulo com o auxílio de ferramenta própria para métricas
de redes sociais na internet. A partir disto, verifica-se que as redes sociais na internet devem
ser utilizadas de maneira efetiva para que se alcance visibilidade na web.
Palavras-chave: Biblioteca Pública. Redes Sociais na Internet. Visibilidade na Web.
Área temática: Bibliotecas Públicas

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�XXV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documento e Ciência da Informação – Florianópolis, SC, Brasil,
07 a 10 de julho de 2013

O uso do Facebook por bibliotecas públicas localizadas na cidade de São
Paulo

Resumo:
Este trabalho objetiva contextualizar as bibliotecas públicas com as redes sociais na
internet, com foco nas bibliotecas públicas localizadas na cidade de São Paulo
quanto ao uso do Facebook. Foi realizada análise dos perfis da Biblioteca Mário de
Andrade, da Biblioteca Viriato Corrêa e da Biblioteca de São Paulo com o auxílio de
ferramenta própria para métricas de redes sociais na internet. A partir disto, verificase que as redes sociais na internet devem ser utilizadas de maneira efetiva para que
se alcance visibilidade na web.
Palavras-chave: Biblioteca Pública. Redes Sociais na Internet. Visibilidade na Web.
Área Temática: Bibliotecas Públicas.

1 INTRODUÇÃO
A Biblioteca Pública é um organismo que existe em várias sociedades,sob
estágios distintos de desenvolvimento. Normalmente, é mantida pelo poder público
(local, regional ou estadual). Proporciona acesso ao conhecimento, à informação, e
à educação de forma igualitária, a todos os extratos sociais, independente de raça,
nacionalidade, idade, gênero, religião, língua, condições físicas, educacionais e
financeiras. Está é uma característica comum das bibliotecas públicas (KOONTZ;
GUBBIN, 2012).
As redes sociais têm se tornado cada vez mais populares nos últimos anos,
principalmente entre o público jovem.Elas, também, se tornaram um espaço
importante de compartilhamento de informações. Conectam pessoas a pessoas ou
pessoas a instituições na internet.

As redes sociais apresentam muitas

possibilidades de serem aproveitadas noambiente das bibliotecas públicas, em
especial ao propiciar o compartilhamento de informações úteis.
Este trabalho tem como objetivo verificar, de modo quantitativo, como as
bibliotecas públicas localizadas na cidade de São Paulo utilizam a rede social, em
especial o Facebook1 enquanto potencial ferramenta propulsora de informação.

Materiais e Métodos

1

FACEBOOK. 2012a. Disponível em: &lt;www.facebook.com&gt;. Acesso em: 16 jul. 2012.

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Foi realizada pesquisa quantitativa, na qual foram selecionadas para análise
duas bibliotecas públicas municipais (a Biblioteca Municipal “Mário de Andrade” e a
Biblioteca Municipal “Viriato Correa”), e uma biblioteca pública estadual (a Biblioteca
de São Paulo).
Os motivos para a escolha dessas bibliotecas foram:
a)

Biblioteca “Viriato Corrêa” – selecionada como modelo de uma biblioteca
pública de bairro, e por sua pró-atividade, tanto na rede social, quanto
em relação ao seu público. A mesma possui horário diferenciado2 de
atendimento entre as bibliotecas de bairro do Sistema Municipal de
Bibliotecas Públicas da Cidade de São Paulo.

b)

Biblioteca “Mário de Andrade” – escolhida devido a sua importância
histórica para a cidade de São Paulo, além de possuir um número
considerável de “fãs” em sua página3 no Facebook.

c)

Biblioteca de São Paulo – selecionada pelo número de “fãs” no
Facebook, e por ser representativa no Sistema de Bibliotecas Públicas
do Estado de São Paulo.

A metodologia do estudo consiste da revisão de literatura sobre as bibliotecas
públicas e redes sociais na internet (RSIs), além da utilização de uma ferramenta
própria da área de social media que permite a obtenção de métricas das RSIs. A
ferramenta utilizada foi o Scup, um recurso de monitoramento de mídias sociais que
não sendo gratuita, oferece planos isentos de cobrança para estudantes e
professores da área de comunicação. A ferramenta permite gerar relatórios e análise
dos dados coletados, e o seu diferencial perante outras ferramentas do gênero está
na possibilidade de organização do conteúdo coletado por meio de palavras-chaves
e de realizar operações de SAC 2.0 (SCUP, 2012).
O período de coleta de dados por meio desta ferramenta deu-se de 1º de
setembro a 31 de outubro, e a realizada diretamente na página do Facebook da
biblioteca ocorreu em 31 de outubro de 2012.

2

De 3ª a 6ª feira das 10h às 19h / Sábados e domingos das 11h às 18h
Lembrando que, o número de fãs corresponde ao número de “likes”.

3

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2 BIBLIOTECAS PÚBLICAS E AS REDES SOCIAIS

A biblioteca pública é um serviço de informação posto à disposição de uma
coletividade em uma determinada localidade (CAVALCANTI; CUNHA, 2008, p. 52),
tendo como missão ser uma

[...] porta de entrada ao conhecimento, educação, informação e lazer - é seu
dever oferecer condições para tornar os cidadãos aptos a encontrarem a
liberdade, prosperidade, desenvolvimento individual e social; ser agente de
paz e bem estar espiritual; contribuir para a integração social, preservação
da memória e respeito a ecologia. (MACEDO; MODESTO, 1999, p.48)

Na cidade de São Paulo encontram-se bibliotecas públicas vinculadas a dois
sistemas distintos: o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado de São
Paulo (SEBPS/SP), oficialmente instituído em 1984 e revitalizado em 2008 (VIANA,
2009, p. 140; SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA, 2011); e o Sistema
Municipal de Bibliotecas (SMB), cuja configuração atual data de 2005(SISTEMA
MUNICIPAL DE BIBLIOTECAS, 2012).
Em qualquer localidade em que estejam, as bibliotecas públicas não podem
se manter isoladas, nem apáticas, passivas ou desinteressadas diante dos
acontecimentos da comunidade (ALMEIDA JÚNIOR, 2003, p.69-72). Elas devem ser
pró-ativas, buscando melhor integração com seus usuários. É função, também da
biblioteca pública fornecer acesso às novas tecnologias da informação e
comunicação (TICs), e familiarizar a comunidade com esses recursos (CANELAS;
VALÊNCIA, 2012, p.23).
Entre as TICs na internet, se encontram as redes sociais, como por exemplo,
o Facebook, o Twitter e o Orkut. Das RSIs, segundo Vargas (2011, p. 71), é possível
que as bibliotecas públicas façam três usos: “divulgação dos serviços da biblioteca,
divulgação de eventos da biblioteca e comunicação com os usuários”.
É pertinente, entretanto, que se compreenda o que são redes e redes sociais.
A rede, em sua concepção mais ampla, pode ser considerada uma “metáfora
estrutural composta de nós (nodos) e suas conexões” (RECUERO, 2010, p.178). Já,
do ponto de vista da área da comunicação, pode-se tomar a definição de Castells
(2005, p.566), onde as “redes são estruturas abertas capazes de expandir de forma

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ilimitada, integrando novos nós desde que consigam comunicar-se dentro da rede,
ou seja, desde que compartilhem os mesmos códigos de comunicação (...)".
O conceito de rede social (digital ou não) pode ser entendido como:

(...) formas de interação social, definidas como um intercâmbio dinâmico
entre pessoas, grupos e instituições em contextos de complexidade. Um
sistema aberto e em construção permanente que envolve conjuntos que se
identificam nas mesmas necessidades e problemáticas e, que se organizam
para potencializar seus recursos (ZAMORA, 2006, tradução nossa)4.

Na internet, as redes sociais, possibilitam que as pessoas interajam através
de um site que pode a mantê-las conectadas e interligadas de maneira dinâmica.
Conforme Santos (2011, p. 20), “as Redes Sociais na internet representam a mesma
relação entre os indivíduos como seres sociais, no entanto, através de
computadores, o que exige uma linguagem específica para uso desse ambiente”.
Devido à dinamicidade das RSIs, diversas funcionalidades são incorporadas
com a finalidade de aprimorá-las. Alguns desses aparatos são comuns a todas,
como a possibilidade de criar um perfil, estabelecer e manter uma rede de contatos,
comunicar-se com outros membros da rede, divulgar o que um membro está
fazendo, compartilhar fotos, vídeos e textos, integrar aplicativos (como jogos e
outras redes sociais), oferecer ferramentas de buscas internas e controle de
privacidade. A maioria das RSIs também oferece a possibilidade de criar grupos ou
comunidade, e algumas só permitem o acesso a membros que possuem um convite
(ARROYO VÁZQUEZ, 2008, p. 289-290).
Uma das redes sociais na internet de grande destaque é o Facebook, que se
tornou uma plataforma de marketing para diversas empresas que almejam aumentar
sua visibilidade. Tal estratégia também tem sido adotada por bibliotecas. Além da
visibilidade no ambiente digital, esta RSI “facilita a produção, circulação e
comunicação da informação” (SILVA; BACALGINI, 2009, p. 5).
As RSIs podem e devem ser utilizadas no âmbito das bibliotecas, tanto para
se comunicar com os usuários, como para manter contato com outras bibliotecas ou
para divulgar informações da instituição.

4

Tradução nossa do trecho: “Las Redes son formas de interacción social, definida como un
intercambio dinámico entre personas, grupos e instituciones en contextos de complejidad. Un sistema
abierto y em construcción permanente que involucra a conjuntos que se identifican em lãs mismas
necesidades y problemáticas y que se organizan para potenciar sus recursos.”

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A seguir se explana sobre o Facebook e o uso das RSIs pelas bibliotecas
públicas, antes de se enfocar o seu uso pelas bibliotecas paulistanas.

2.1 O Facebook
O Facebook, criado em 2004 por Mark Zuckerberg, a partir de setembro de
2006 abriu-se ao público em geral. A rede que até então era composta
majoritariamente por estudantes universitários, ganhou popularidade global, sendo
traduzida em diversos idiomas e integrando diversos aplicativos (ARROYO
VÁZQUEZ, 2008, p. 287).
Em julho de 2012 a RSI registrou 955 milhões de usuários, sendo o Brasil o
segundo país em número de membros. O Facebook permite a conexão entre
amigos, possibilitando o compartilhamento de fotos, vídeos e links diversos e a
opção “curtir” (like) e “comentar” para estes elementos. Porém, existem críticas
direcionadas ao recurso, como por exemplo, a privacidade dos usuários,
considerada baixíssima devido ao nível de informações divulgadas publicamente,
muitas vezes sem considerar o poder de alcance das mesmas (DIAS, 2012, p. 2).

2.2 Bibliotecas nas RSIs
A evolução da web permitiu a criação de ambientes mais interativos, onde o
usuário pode criar e modificar conteúdos. O uso dessas tecnologias na biblioteca se
faz necessária a partir do momento que se almeja ir “além dos serviços tradicionais,
estáticos, assíncronos e observar a interação e colaboração dos usuários”
(BLATTMANN, SILVA, 2007, p.192-193).
Essa web, denominada Web 2.0, orienta-se no usuário, de forma a valorizar a
troca de informações e a colaboração entre os mesmos (MANESS, 2007). Este
aspecto se reflete no conceito Biblioteca 2.0, definida como “uma aplicação das
tecnologias baseadas na web para interatividade, centrada no usuário, na
colaboração e na multimídia para os serviços e coleções ofertados da biblioteca via
web e sugere que essa definição seja adotada pelacomunidade de bibliotecários”
(BLATTMANN, SILVA, 2007, p.195).

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Em relação a Biblioteca 2.0, Margaix Arnal(2007, p.101) agrupa os seus
elementos básicos da seguinte maneira:
a) Atitudes: aproveitamento da inteligência coletiva; confiança radical; melhoria
continua;
b) Conteúdo social: comentários; notação; etiquetas; outros elementos;
c) Ferramentas: blogs; wikis; RSS feed; mashups; redes sociais.
A utilização destas ferramentas traz vantagens como: fidelização de usuários,
captação de novos usuários entre o público potencial, obtenção de contatos
profissionais, aperfeiçoamento de recursos, ampliação dos canais de comunicação
com os usuários, adaptação e reforço dos mecanismos de avaliação de serviço,
manutenção de uma imagem atualizada da biblioteca, e baixo custo (GARCIA
GIMÉNEZ, 2010).

3 O USO DO FACEBOOK PELAS BIBLIOTECAS PÚBLICAS DA CIDADE DE
SÃO PAULO

O Facebook é a rede social com maior número de usuários no mundo, o que
por si só torna interessante à presença das bibliotecas públicas.
Segundo Garcia Giménez (2010),
Nas bibliotecas se promove a interação criativa e as novas articulações da
democracia, fomentando assim a convivência, a transversalidade cultural e
a identidade de município. O Facebook tem capacidade para relacionar
diferentes tipos de usuários com um interesse comum. Formam-se
comunidades virtuais estruturadas em torno de temáticas com identidade
própria, que superam barreiras culturais e de geração (tradução nossa)5.

A cidade de São Paulo é heterogênea. Concentra indivíduos de diversas
culturas, costumes, línguas, gerações, classes sociais, e regiões geográficas. Para
as bibliotecas públicas é um desafio atender de forma igualitária a uma população
tão diversa. Sendo o Facebook uma plataforma atual utilizada pela população global,

5

Tradução de: Enlas bibliotecas se promueve La interacción creativa y las nuevas articulaciones de la
democracia, fomentando así la convivencia, la transversalidad cultural y la identidad de municipio.
Facebook tiene capacidad para relacionar diferentes tipologías de usuários com un interes común. Se
forman comunidades virtual es estructuradas en torno a temáticas com identidad propia, que superan
lãs barreras culturales y generacionales.

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poderia ser utilizado como meio de visibilidade e de comunicação pelas bibliotecas
públicas para uma aproximação com os usuários potenciais?
Nos itens seguintes se apresenta análise dos dados coletados nas páginas
das bibliotecas pesquisadas, acompanhadas de breve introdução.

3.1 Biblioteca Pública Municipal “Viriato Corrêa”
A Biblioteca iniciou suas atividades sob o nome de Biblioteca de Vila Mariana,
no ano de 1952, em um sobrado alugado pela Prefeitura. Em 1965 a biblioteca
ganhou um prédio próprio na Rua Sena Madureira, no bairro de Vila Mariana, onde
permanece até hoje.
No final de 2008, ela passou a fazer parte do projeto de bibliotecas temáticas,
sendo designada Temática em Literatura Fantástica. Deste modo a biblioteca
adquiriu também uma programação temática e diferenciada, que conta com eventos
como o Fantasticon6 e a "Fantástica Jornada Noite Adentro 7" (SISTEMA MUNICIPAL
DE BIBLIOTECAS, 2012a).
No quadro 1 estão listados os dados coletados no Facebook8 e monitorados
por meio da ferramenta SCUP:

Quadro 1 - Dados da Biblioteca Pública Municipal “Viriato Corrêa”

Biblioteca Viriato Corrêa
Endereço no Facebook
Nome na rede
Data de criação
Número de posts
Número de likes
Quantos estão falando sobre
Quantos estiveram aqui

https://www.facebook.com/pages/BibliotecaP%C3%BAblica-ViriatoCorr%C3%AAa/208057299219345
Biblioteca Pública Viriato Corrêa
13 de abril de 2011
73
405
26
710

Fonte: Elaboração própria

6

Simpósio de Literatura Fantástica realizado anualmente.
Evento realizado periodicamente, onde são apresentadas palestras, exibições de filmes e uma
partida de RPG na modalidade liveaction, todos em torno de um mesmo tema dentro do universo
fantástico.
8
FACEBOOK.
Biblioteca
pública
Viriato
Corrêa.
2012b.
Disponível
em:
&lt;https://www.facebook.com/pages/Biblioteca-P%C3%BAblica-ViriatoCorr%C3%AAa/208057299219345&gt;. Acesso em: 31 out. 2012.
7

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3.2 Biblioteca Pública Municipal “Mário de Andrade”
Situada na Rua da Consolação, a Biblioteca “Mário de Andrade” é parte da
história do surgimento das bibliotecas públicas na cidade de São Paulo.
Em 2005, com a instituição do Sistema Municipal de Bibliotecas, a Biblioteca
“Mário de Andrade” adquiriu status de Departamento, o que lhe confere maior
autonomia administrativa e condições de cumprir com sua dupla missão de
preservação e acesso.
Entre os anos de 2007 e 2010 a biblioteca passou por uma importante
reforma. Em meados de 2010, quando o acervo Circulante, com 42 mil obras, foi
reaberto informatizado, e com horário de atendimento ampliado9, a Biblioteca
chegou a receber 700 usuários por dia.
Em 2011, na ocasião do aniversário da cidade de São Paulo, a Biblioteca foi
reinaugurada, fornecendo ao público acesso às coleções fixas, além do retorno da
programação cultural (SISTEMA MUNICIPAL DE BIBLIOTECAS, 2012b).
No quadro 2 apresentam-se os dados coletados no Facebook10 e monitorados
por meio da ferramenta SCUP:
Quadro 2 - Dados da Biblioteca Pública Municipal “Mário de Andrade”

Biblioteca Mário de Andrade
Endereço no Facebook:
Nome na rede:
Data de criação:
Número de posts:
Número de likes:
Quantos estão falando sobre:
Quantos estiveram aqui:

https://www.facebook.com/BibliotecaMariodeAndra
de
Biblioteca Mário de Andrade
30 de março de 2011
20
1943
235
381

Fonte: Elaboração própria

3.3 Biblioteca de São Paulo
Vinculada à Secretaria de Estado da Cultura e, portanto, ao Sistema de
Bibliotecas Públicas do Estado de São Paulo, a Biblioteca de São Paulo foi
inaugurada em fevereiro de 2010. Está localizada na Zona Norte da capital paulista,
9

De 2ª a 6ª, das 8h30 às 20h30 / Sábado, das 10h às 17h
FACEBOOK.
Biblioteca
Mário
de
Andrade.
2012c.
Disponível
&lt;https://www.facebook.com/BibliotecaMariodeAndrade&gt;. Acesso em: 31 out. 2012.
10

em:

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no bairro do Carandiru, onde antes existia o Complexo Penitenciário do Carandiru. A
Biblioteca foi inspirada na Biblioteca Pública de Santiago (no Chile) e tem como
projeto prioritário a inclusão social por meio da leitura. (SECRETARIA DE ESTADO
DA CULTURA, 2012).
No quadro 3 estão os dados coletados no Facebook11 e monitorados por meio
da ferramenta SCUP:

Quadro 3 - Dados da Biblioteca de São Paulo

Biblioteca de São Paulo
Endereço no Facebook
Nome na rede
Data de criação
Número de posts
Número de likes
Quantos estão falando sobre
Quantos estiveram aqui

https://www.facebook.com/SPbiblioteca
Biblioteca de São Paulo | BSP
2 de agosto de 2010
185
3289
666
2347

Fonte: Elaboração própria

3.4 Análise de dados

Dos três perfis analisados, dois tinham pouco mais de um ano de existência
(vinculados ao Sistema Municipal de Bibliotecas), e o mais antigo pouco mais de
dois anos de atividades (Biblioteca de São Paulo). O número de fãs das páginas
segue uma ordem crescente na mesma sequência das datas de criação dos perfis. A
Biblioteca Municipal “Viriato Corrêa” foi criada em abril de 2011, e na época tinha
405 fãs, a Biblioteca Municipal “Mário de Andrade”, cuja página foi criada em março
de 2011, tinha 1.943 fãs. Já, a Biblioteca de São Paulo, que ingressou no Facebook
em agosto de 2010, tinha 3.289 fãs.
Apesar de possuir quase dois mil fãs, no período da pesquisa, a Biblioteca
“Mário de Andrade” foi a que menos fez postagens de conteúdos durante os dois
meses de acompanhamento das análises. Ao todo foram 20 publicações, o que dá
uma média de 1post a cada 3 dias12. Entretanto, a Biblioteca é consideravelmente
11

FACEBOOK.
Biblioteca
de
São
Paulo
|
BSP.
&lt;https://www.facebook.com/SPbiblioteca&gt;. Acesso em: 31 out. 2012
12
A média correta é 1post a cada 3,05 dias.

2012d.

Disponível

em:

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comentada na rede, visto que 235 pessoas estão “falando” sobre ela, ou seja,
mencionaram a biblioteca em uma conversa, e 381 afirmaram que estiveram na
biblioteca.
A Biblioteca Municipal “Viriato Corrêa”, por sua vez, realizou uma publicação
ou mais por dia durante os dois meses13. Porém, apenas 26 pessoas a citaram em
uma conversa. A quantidade de pessoas que marcaram em uma publicação que
estiveram nesta biblioteca (710) é maior do que o número de fãs da mesma, e é
possível que este número esteja relacionado ao fato da biblioteca sediar eventos
periodicamente.
A Biblioteca de São Paulo foi a que demonstrou ser mais ativa, fato que
corresponde a sua atuação no Twitter. Em dois meses, a mesma publicou pelo
menos 3posts por dia14. Ela também já foi citada 666 vezes em conversas de
usuários do Facebook, e 2.347 pessoas declaram já ter estado na biblioteca.
No caso da Biblioteca “Mário de Andrade”, seria recomendável tornar-se mais
ativa nesta RSI, tanto por ser uma biblioteca central, quanto por possuir um grande
número de fãs, o que indica alto poder de alcance.
Já, a Biblioteca municipal “Viriato Corrêa” mostrou um desempenho
considerável. E, apesar de ter número menor de fãs do que as demais analisadas,
tal fato se deve ao fato de ser uma biblioteca de bairro, possuindo um público mais
local.
A Biblioteca de São Paulo se mostrou a mais ativa em todos os indicadores
avaliados, revelando-se engajada em estar presente nas RSIs e em contato
constante com seus usuários reais e potenciais.

A partir da pesquisa foi possível observar que o Facebook é uma importante
plataforma para a concessão de visibilidade no que diz respeito às bibliotecas
públicas, que torna possível que a informação chegue ao usuário de maneira rápida,
e que este perceba que a biblioteca não está alheia as evoluções da web.
Entretanto, RSIs devem ser usadas corretamente, ou seja, atualizadas
constantemente com informações pertinentes, utilizando-se de aplicativos que se

13
14

A média correta é de 1,19 posts por dia.
A média correta é de 3,083 posts por dia.

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integrem e que as tornem mais atrativas, pois este é um ambiente dinâmico e exige
uma pró-atividade por parte de quem dele adere.
Segundo Triana Bohórquez (2010, p. 9), ter visibilidade na web é um bom
método para a biblioteca conhecer os interesses do público e manter estar em
contato com o mesmo. Deve-se aproveitar os benefícios daque a web traz, como
ubiquidade, velocidade, economia e comodidade para potencializar os serviços
oferecidos pela biblioteca.
Diversas bibliotecas localizadas na cidade de São Paulo, a exemplo das que
foram analisadas neste trabalho, fazem parte de redes sociais, apesar de possuírem
ou não significativo número de seguidores, a tentativa de usar o ambiente é válida, e
deve persistir na busca por aprimorar seus conhecimentos sobre RSIs.

4 CONCLUSÃO

O estudo procurou apresentar de forma sintética a interação das bibliotecas
públicas e as redes sociais na internet, por meio de estudo métrico experimental das
bibliotecas públicas da cidade de São Paulo em relação ao uso que fazem do
Facebook.
Foram analisados os perfis de três bibliotecas, com especificidades próprias,
e que modo geral, mostraram engajamento, pois se preocuparam em realizar
publicações periodicamente no Facebook. Fato que demonstra interesse com seus
usuários reais e potencias.
Não foi objetivo do estudo observar a qualidade e a tipologia do conteúdo das
postagens, mas sim a quantidade de publicações e o número de usuários atingidos.
Em realidade desenvolveu-se um exercício de análise.
Os perfis destas bibliotecas foram selecionados levando em conta o número
de contatos que cada uma possuía, e que tais números não refletem a realidade de
todas as outras bibliotecas, que algumas vezes não possuem perfil em qualquer
rede social, ou possuem uma presença tímida em alguma RSI.

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As bibliotecas públicas situadas na cidade de São Paulo possuem um público
potencial elevado se tomado em relação ao número de habitantes da cidade 15, e
estando as pessoas, de modo geral, cada vez mais inseridas nas RSIs, devem as
bibliotecas se fazer presentes nessas plataformas. Aquelas que ainda não possuem
perfis nas redes deveriam aderir para dar acesso à informação, ou firmarem contato
com o seu público, bem como oferecer condições para que as pessoas se apropriem
dos equipamentos culturais ofertados. Desta forma, tais bibliotecas podem contribuir
para a integração e desenvolvimento social da sua comunidade.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA JÚNIOR, Oswaldo Francisco de. Biblioteca Pública: avaliação de
serviços. Londrina: Eduel, 2003. 288 p.
ARROYO VÁZQUEZ, Natalia. Bibliotecas públicas y sitios de redes sociales, ¿una
cuestión de visibilidad?. In: CONGRESO NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS,
4., 2008, La Coruña. Anais… Madrid: Ministerio de Cultura, Subdirección General
de Información y Publicaciones, 2008. p. 285-299.
BLATTMANN, Ursula; SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. Colaboração e interação na
web 2.0 e biblioteca 2.0. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina,
Florianópolis, v.12, n.2, p. 191-215, jul./dez., 2007. Disponível em:
&lt;dialnet.unirioja.es/servlet/fichero_articulo?codigo=2684572&gt;. Acesso em: 22 jul.
2012.
CANELAS, Lygia Luzia Cordon; VALENCIA, Maria Cristina Palhares. O Twitter como
disseminador de informação e conteúdo digital em bibliotecas públicas. In: CRB-8
Digital, São Paulo, v. 5, n. 1, p. 22-32, jan. 2012. Disponível em:
&lt;http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/view/67/69&gt;. Acesso em: 22
jul. 2012.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 8ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2005. A
era da informação : economia, sociedade e cultura. 698 p.
CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira; CUNHA, Murilo Bastos da.Dicionário
de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2008. 451 p.
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>José Fernando Modesto da Silva</text>
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              <text>Este trabalho objetiva contextualizar as bibliotecas públicas com as redes sociais na internet, com foco nas bibliotecas públicas localizadas na cidade de São Paulo quanto ao uso do Facebook. Foi realizada análise dos perfis da Biblioteca Mário de Andrade, da Biblioteca Viriato Corrêa e da Biblioteca de São Paulo com o auxílio de ferramenta própria para métricas de redes sociais na internet. A partir disto, verifica-se que as redes sociais na internet devem ser utilizadas de maneira efetiva para que se alcance visibilidade na web.</text>
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