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CDU :025.5: [027.625+027.81

EXPERIÊNCIAS INOVADORAS DA BIBLIOTECA LUCILIA MINSSEN

YVETTE ZIETLOW DURO
Diretora da Biblioteca Lucilia
Minssen da Secretaria de Cultura,
Desporto e Turismo, do Rio Grande
do Sul.
Professora da Faculdâde de Biblio
teconomia e Comunição da UFRGS.
CRB 10/92

RESUMO
Serviços desenvolvidos pela Biblioteca Lucilia Minssen decorrentes da utilização do livro genérico e da participação at^
va de crianças, jovens e adultos.
1. SERVIÇOS bibliotecários PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA
ATUALIDADE
Os mais recentes trabalhos que tratam dos serviços

desendesen^

volvidos em bibliotecas infanto-juvenis
infante-juvenis referem-se ãs alterações
que vêm sendo introduzidas no sentido de otimizá-los. Se o cres
cimento dessas instituições vem ocorrendo qualitativamente, não
se pode dizer que tenha havido um aumento quantitativo de.biblio
de biblio
tecas infante-juvenis.
infanto-juvenis. Existe flagrante desproporção entre o nú
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13

�mero de bibliotecas e seções infanto-juvenis existentes e a população que deveria utilizá-las, principalmente em países em de
senvolvimento. Considerando esse aspecto, pode-se afirmar que o
atendimento é muito limitado ou mesmo inexistente, pois é muito
expressivo o número de crianças e de jovens que jamais entraram
em uma biblioteca, existindo ainda aqueles que jamais leram.
Porém se isso ocorre, existe o atenuante
atenua ite de que essas bibliotecas sempre desenvolveram atividades com o objetivo de ins
truir e de orientar os leitores. Pode-se afirmar que sempre

se

voltaram para o Serviço de Referência, embora, como é natural,
os bibliotecários pioneiros se preocupassem mais com a organiza
ção do acervo.
Verifica-se que atualmente tem havido uma busca no sentido
de desenvolver atividades que atraiam clientela. Isso demonstra
que estão sendo atingidos os objetivos que visam a oferecer con
dições para que crianças e jovens se preparem para ser um usuário adulto.
Fala-se com freqüência em avaliação de serviços, o que leva áã uma retomada dos objetivos propostos. Embora não possa haver um modelo integral e internacionalmente aceito,

em

linhas

gerais, os objetivos se assemelham, resguardadas as características da clientela a que servem. E interessante notar que alguns
dos objetivos de determinadas bibliotecas podem ser

atingidos

simultaneamente.
0 que existe porém, é o consenso generalizado de que a biblioteca deve estar preparada para competir com outros meios que
propiciam atividade de lazer âã criança e ao jovem, que deve ser
uma instituição dinâmica, atuante junto ã comunidade.
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ii

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�2. EVOLUÇÃO DE ATIVIDADES
O maior desenvolvimento de serviços bibliotecários infantojuvenis ocorreu nos Estados Unidos, onde desde o início do sécu
lo XIX vêm
vim sendo criadas bibliotecas infantis.^
Existe um programa de intercâmbio com países

estrangeiros

que possibilita que bibliotecários sejam treinados para se tornarem elementos multiplicadores em seu retorno. Atualmente é bem
menor do que em períodos anteriores, o numero de bibliotecários
estrangeiros que participam desse programa.®
A experiência foi levada a diferentes países, em alguns lo
grou obter mais êxito do que em outros. Os bibliotecários tiveram que adaptar-se ã realidade de seus países pois encontraram
situações diferentes da que tinham vivenciado, mas

procuraram

adequar-se ao seu universo.
Tem havido, no entanto, um crescimento em relação ao perío
do inicial. Houve um aumento gradativo

dos

limites de idade,

passaram a dar atendimento ao prê-escolar. 0 temor pela possível
danificação dos materiais foi substituído pelo interesse em que
a criança desde pequena se familiarize com a biblioteca.®

Con-

seqUentemente, pais e professores passaram a freqüentar
seqtlentemente,
freqtlentar as bibliotecas com maior assiduidade, participando também das atividades oferecidas.
0O crescimento,
crescimento verificou-se também ijo
i}o raio de ação
açãodabiblio
da biblio
teca, as atividades extramuros foram uma conseqüência do objeW
objeti
vo de maior integração com a comunidade, que

foi

estabelecido

após constatação de que grande parte da população não tem condi
ções de usufruir dos serviços da instituição. Essa ajudae apoio
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�não se limita aos que têm baixa renda, mas também aos que estão
impossibilitados fisicamente.
Houve intensificação na inter-relação com entidades que tra
balham com crianças, atualmente são desenvolvidos trabalhos em
instituições assistenciais, escolas e hospitais.
0 acervo das bibliotecas infanto-juvenis ampliou o número
de materiais, a clientela utiliza com o mesmo desembaraço tanto
o material impresso, como o fônico, como o lúdico e "a lista é
limitada somente pela imaginação do bibliotecário".^
SiNTESE DE 25 ANOS DE ATUAÇÃO
3. SlNTESE
A Biblioteca Lucilia Minssen desde 1955

vem

atendendo

a

crianças e jovens de Porto Alegre e de algumas cidades dos arre
dores.
Foi orgar.'.zada
organ zada segundo padrões trazidos dos Estados Unidos
por Lucilia Minssen. Desde seus primõrdios
primórdios desenvolveu atividades como a Hora do Conto, orientação ã leitura.
leitura, Instrução
instrução no uso
dos livros e da biblioteca.
Antes mesmo de ser inaugurada, fazia o atendimento de crianças das imediações, teve condições de conhecer os reais

fre-

quentadores e os em potencial, sondou seus interesses, conheceu
o alunado das escolas das imediações, enfim iniciou em condições
ideais.
Em recentes entrevistas em que foram ouvidos os primeiros
leitores da biblioteca, constatou-se que a instalação da instimuita relevância para as crianças
tuição foi um acontecimento de multa
das imediações. Um dos depoimentos mais marcantes é o de que du-

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�rante ima
uma partida de futebol os meninos souberam que a bibliote
ca já estava em funcionamento. Essa notícia fez com que o jogo
fosse interrompido, os meninos abandonaram a pracinha para conhe
cer o que lhes parecia um mundo maravilhoso,

diferente de tudo

o que conheciam. A partir daí os jogadores passaram a usar tamhouves
bém a biblioteca como lazer. Mesmo que naquela época não houve£
se a concorrência da televisão, havia o cinema, havia o futebol,
havia a possibilidade de brincar tranquilamente nas praças e cal
ca^
çadas.. .
çadas...
A Biblioteca funcionou durante três anos no mesmo local com
uma clientela assídua. Posteriormente foi instalada no mesmo pré
dio da Biblioteca Pública do Estado, o que interrompeu a realização de atividades ao ar livre e das que ocasionassem ruídos.
Em 1973, por motivos de ordem administrativa, a Biblioteca
permaneceu fechada por 10 meses, reabrindo em local bem próximo
àquele
ãquele no qual iniciara
..niciara suas atividades. Porém as condições eram
completamente diversas: instalada em um edifício, para a clientela que atendera durante 14 anos, era distante, o ruído de ve^
culos

intenso e incessante, a dificuldade de acesso tornava ne

cessaria a companhia de adultos.
A mudança de local e os meses em que suspendeu o atendimen
atendlmen
to foram fatores decisivos para a diminuição do afluxo de dien
clien
tes.
Encontrava-se com o acervo atualizadíssimo,

inclusive com

audiovisuais, com equipamentos e móveis modernos, mas

com

uma

clientela pequena. A época da reabertura coincidiu com a proximidade do término do período letivo, a divulgação foi ampla mas
o aumento da clientela não atingia ao desejável.
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�Foram traçadas novas diretrizes de ação, foram programadas
atividades e partiu-se para a execução. As limitações e dificul
dades para implantação do programa foram superadas e

a partir

dal a Biblioteca se tornou um centro de animação cultural.
4. A NOVA LINHA DE ATUAÇÃO
4.1 - Atividades com crianças e adolescentes
No primeiro período de férias escolares após a mudança,

a

Biblioteca ofereceu um Curso de Xadrez. O0 número de participantes atingiu ao que fora previsto e, após a leitura dos livros so
bre xadrez, as crianças começaram a se interessar por outros li
vros. A avaliação demonstrou que houve extrapolação nos resulta
dos e a partir desse curso têm sido realizados cursos de Xadrez
nos dois períodos de férias escolares e também durante o ano.
O0 desafio de oferecer uma atividade que levasse adolescentes ao interesse pela leitura foi vencido com a execução

de um

curso sobre a História Universal durante o ano letivo. 0O poder de
comunicação do professor, sua capacitação profissional, adaptabilidade aos alunos, grande conhecimento de literatura e habili
habili^
dade para promover o livro através de recursos audiovisuais oca
sionaramo aumento de leitores. Também para adolescentes foram o
ferecidos Cursos de Fotografia, em que os participantes realiza
ram alqumas
algumas atividades em laboratório fotográfico, nos quais se
pode verificar a criatividade dos participantes.
Outras atividades que estão sendo desenvolvidas
tados positivos são as realizadas no período de férias
tados'positivos

com resul
escola-

res. Já foram realizados vários cursos de Iniciação âã Expressão
Dramática

para crianças e para adolescentes. O Projeto Conhece

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13

�tua Cidade enseja a possibilidade de os participantes

conhece-

rem a história da cidade e do Estado através de visitas

a

pré

dios e locais de significado histórico, visa sensibilizar para
a importância da preservação do patrimônio histõrico-cultural.
histórico-cultural.
ativi^
0O Projeto Vamos Brincar como Antigamente, através de ativi
dades lúdicas possibilita que os participantes criem seus brinquedos com sucata doméstica, que conheçam brincadeiras das quais
participavam seus pais e avós. A participação de pais nas brincadeiras confere maior importância ãâ atividade, pois além da in
tegração,dá condições para que essas brincadeiras continuem em
casa.
As programações regulares de projeções e de audição de dis
dis^
COS já constituem rotina e alguns espetáculos teatrais são oferecidos quando oportuno.
0 Projeto o Mundo da Carochinha recentemente executado desenvolveu atividades com crianças de 4 a 6 anos foi de muita va
lia pois conseguiu despertar o interesse pela leitura e pela b^
blloteca.
blioteca.
As atividades culturais visam também atingir as crianças da
periferia urbana. 0 Projeto de Sessões de Narrativas de Estórias
desde 1976 éê realizado em praças, creches e hospitais de

Porto

Alegre. Os narradores são treinados para usar somente a voz e o
gesto ao narrar, essa técnica tem atraído não só a crianças, co
mo a adultos, mesmo idosos, que acompanham o cronograma de execução para participar da atividade. Nesse projeto, a mesma esto
cidade,
ria é narrada no mesmo dia e horário em várias praças da cidade*
formando assim um elo entre as crianças da cidade.
Em 1980 foi organizada com o Instituto Estadual do Livro a
Ilâ Feira do Livro Infantil, com o patrocínio de outras entidaIia
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�des. Nessa feira — o que não ocorreu na anterior — 2.500 escola
res da periferia tiveram oportunidade de escolher para si,livre
mente, um livro

dentre 350 títulos diferentes. Dessas crianças,

algumas visitavam o Parque Farroupi,lha
Farroupilha pela primeira vez e a pO£
sibilidade de escolha de um livro para seu próprio uso foi muito gratificante.
Segundo Fasik, desenvolver o interesse pela leitura
antigo objetivo que não deve ser abandonado.^

é

um

Para que isso o-

corra é preciso que todos estejam informados sobre lançamentos
de livros, principalmente de Literatura Infantil. A produção de
Literatura Infanto-Juvenil Brasileira intensificou-se

de

tal

forma que dificilmente as pessoas podem ler a todos. Para contor
nar essa dificuldade, as proformas que são preparadas para

os

serviços técnicos e que trazem resumo da obra, circulam com as
aquisições por todos os funcionários, antes de serem arquivadas
junto ao balcão de empréstimo. Dessa forma, todos têm condições
de orientar na escolha de livros quando

da

impossibilidade da

pessoa encarregada.
Para que os leitores encontrem facilidade

na

localização

de livros nas estantes, foi elaborado um catálogo visual,

que

utiliza uma codificação cromática que também aparece na lombada
dos livros.
Para promover o uso mais efetivo da coleção são

montadas

vitrines e estantes especiais. A possibilidade de compulsar os
os livros tem levado a resultados compensadores pois livros que
jamais haviam sido manuseados, passaram a circular.
O atendimento de turmas de alunos que visitam a biblioteca
para conhecer seu funcionamento sempre gerou dúvidas
374 .

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quanto

ã

�eficácia. Sabia-se que certos aspectos e funções da biblioteca
passavam despercebidos, que havia pouca rentabilidade em relação
ãs atividades desenvolvidas. Em caráter experimental foram orga
nizados módulos de instrução que permitem que todos os visitantes participem das atividades que a biblioteca oferece regularmente. Os resultados demonstraram que houve grande interesse dos
visitantes e que muitos passaram a freqüentar

a

biblioteca, o

que não ocorria anteriormente. O elemento lúdico utilizado para
»
a organização
organizaçao dos módulos exige apenas a criatividade do biblio
tecário, sem a necessidade de recorrer a recursos sofisticados e
tecãrio,
onerosos.
Se a criança não pode ir àã biblioteca, esta deve prever atividades extramuros. A integração biblioteca-escola se faz atra
vês de cestas-estantes, atingindo a crianças que por razões sõcio-econõmicas
cio-econômicas não têm acesso ã leitura recreativa. As crianças
hospitalizadas que pertencem ã baixa camada sõcio-econõmlca
sócio-econômica des^
des
de 1973 vim
vêm recebendo a assistência da Biblioteca, com ênfase es
e£
pecial em datas de Páscoa, Natal, São João, Dia da Criança.
4.2 - Atividades com adultos
Sabe-se que a criança e o jovem não liem
lêem resenhas .bibliobibliográficas, desconhecem fontes que informam sobre Literatura Infan
to*-Juvenil e que não estão habituadas a escolherem sozinhas seus
to*-Juvenll
livros. Na grande maioria das vezes, as crianças lêem livros in
dicados por pais e professores, sem possibilidades de escolha.
dlcados
O freqüentar a biblioteca limitava-se
llmitava-se ã consulta para complementaçâo de trabalho escolares e ao empréstimo de livros, ge
plementação
375

cm

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�ralmente indicados pelos professores.
Essa situação indicava que alguma atividade deveria ser en
dereçada aos adultos que trabalham com a criança e com o jovem.
Foram organizados cursos dirigidos a esse público adulto e

aos

funcionários da Biblioteca. Vários cursos de Literatura Infantil
já foram ministrados por especialistas nacionais e estrangeiros,
a Biblioteca passou a ser um centro de informações sobre o assun
to, houve uma mudança na clientela.
Paralela e posteriormente foram oferecidos cursos e seminã
rios de Psicologia Infantil, Psicologia Evolutiva e Psicologia
das Relações Humanas, visando a oferecer melhores condições para o adulto que trabalha com a criança.
Cursos sobre História era
em Quadrinhos,

sobre Teatro de Fan-

toches, sobre Dinâmica e Funcionamento de Bibliotecas para Crianças foram temas apresentados para adultos.
Recentemente foi realizado um Seminário de Literatura

In-

fantil com a participação de especialistas em Literatura Infantil, História em Quadrinhos, cinema, teatro, jornal, rádio, televisão, psicólogos, psiquiatras, escritores e ilustradores

de

livros infantis. 0 interesse das pessoas inscritas suscitou debates, depoimentos e questionamentos que contribuiram para o al
cance dos objetivos propostos.
Com a inclusão no acervo de livros destinados ãleitura
ã leitura con
junta de pais e filhos e com a ampliação da faixa etária de aten
dimento para crianças de 18 meses, os adultos passaram afreqüen
tar mais a biblioteca, a se integrar das atividades oferecidas e,
o que parece muito importante, não interferem na escolha de livros pelas crianças.
376

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-li/

�Houve realmente uma alteração na clientela, mas ao que tudo indica, está havendo uma busca para solucionar a falta de in
teresse pela leitura.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A falta de recursos humanos e materiais não constitui barreira para que uma biblioteca infanto-juvenil se torne um centro
de animação cultural, pode mesmo representar um desafio

para o

bibliotecário.
0O conhecimento da clientela e dos recursos da comunidade,
bem como os informes estatísticos do movimento

da

biblioteca

são elementos valiosos para um estudo das possibilidades de atua
ção.
A pesquisa é um outro instrumento que possibilita o conhecimento de dados importantes para a dinami2ação
dinamização da biblioteca.
Porém esses instrumentos de nada valem se

o

planejamento

de atividades não estiver sendo avaliado constantemente. Essa a
valiação
valiaçâo permite identificar quais as alterações que devem

ser

feitas, quais os serviços que realmente são adequados ã cliente
la, não importando os resultados auferidos por outras instituições ao executar os mesmos serviços.
A avaliação pode ser feita em termos quantitativos

quando

se pretende atingir a uma meta, porém a avaliação em termos qua
litativos deve ser uma constante, embora seja de difícil execução.

Desenvolver atividades que tornam a biblioteca infanto-ju-

venil mais dinâmica é o que se pretende para preparar o usuário
de bibliotecas do terceiro milênio.
377

cm

2

3

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gentilmente por:

�FONTES CONSULTADAS
1. BENNE, Mae. Educational and recreational Services
services of the Public
'Library for chlldren.
‘Library
children. The Llbrary
Library Quarterly, Chicago, 48(4):
499-510.
499510. Oct. 1978.
2. CHELTON, Mary K. Educational and recreational services
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the Public Library for young adults. The Library
Llbrary Quarterly,
Chicago, ^{4):
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3. FASIK, Adele M. Research and measurement in library Service
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children. International Library Review,
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London, New York,
12(1):95-104.
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(1):95-104. Jan.1980.
4. MARSHALL, Margaret. Libraries and literature for teenagers.
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PATTE,Geneviève.
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Jul./Ago. 1974.

ABSTRACT
Services developed by Lucilia Minssen
Mlnssen Library

through the

use of the generlc
generic book by the active participation of chlldren,
children,
young adults and adults.
378

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-li/

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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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              <text>Experiências inovadoras da biblioteca Lucilia Minssen</text>
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              <text>Duro, Yvette Zietlow</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>FEBAB &amp; Associação Profissional de Bibliotecários da Paraíba</text>
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          <name>Date</name>
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              <text>1982</text>
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              <text> Serviços de Biblioteca</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>Serviços desenvolvidos pela Biblioteca Lucilia Minssen decorrentes da utilização do livro genérico e da participação ativa de crianças, jovens e adultos.</text>
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