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                  <text>'419
419

PROCESSAMENTO TÉCNICO DO VALIOSO ACERVO DE FOTOGRAFIAS DA CENTENÄRIA
CENTENÁRIA
BIBLIOTECA RIO-GRANDENSE.

Cila Milano Vieira
Leyla Gama Jaeger
Profs. do Departamento de BiblÍ£
Profs,
Bibli^
teconomia e História da Fundaçao
Universidade do Rio Grande, responsáveis pelo processamento tec^
tec
nico do acervo da Biblioteca Rio
-Grandense, por força de convênio .

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1 - RESUMO
O0 processamento técnico do acervo de antigas bibliotecas, estes verdadeiros monumentos culturais nascidos de iniciativas quase sempre particula^
particul£
res e pessoais, revela-nos, a cada passo,riquezas de imenso valor histórico. Resistindo aos efeitos do tempo e, por vezes, não sem razão, aos próprios homens, tais tesouros bibliográficos arrancados ao sono do passado ,
exigem,»dos técnicos, tratamento especial e, evidentemente, criativo.
exigem,*dos
0 acervo de fotografias da centenária Biblioteca Rio-Grandense,
de
grande valor para a reconstituição e acompanhamento de fases históricas das lutas por ideais e do trabalho construtivo do homem no extremo sul do
pais,
país, revelou e exigiu um tipo de procedimento técnico que muito apresenta
de pessoal, procurando-se, contudo, adaptar o mais aproximadamente possi
possl vel ãs
is regras biblioteconômicas.
biblioteconómicas.'
Foram cerca de 1.500 fotografias selecionadas e processadas,
elaboração da ficha catalográfica e o armazenamento.

com

a

2. A BIBLIOTECA RIO-GRANDENSE
2.1 - Esboço histórico.
Os anos avançavam pelo Brasil imperial quando um grupo de homens que
dedicavam atenção aos valores das conquistas espirituais, delineavam
a
criação de uma biblioteca. A época era marcada por forte ação mercantilista e a cidade do Rio Grande constituia-se, verdadeiramente, num grande empório de trocas, alimentado pela natureza geográfica, onde, o porto marít^
marit^
mo garantia-lhe vantajosa posição no tráfego de mercadorias.
A arquitetura, os costumes, o linguajar, as tendências políticas e as
artes estão impregnadas com as marcas da época. Em Rio Grande vicejavam os
aspectos mais conspícuos de uma sociedade devotada, com todas as suas forças, ao encantamento dos negócios.
As influências oriundas dos centros nervosos do grande mundo da época
chegavam ao Rio Grande, rapidamente, pelos camarotes dos navios de passa -

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geiros ou pelas cabinas de comando e convés dos cargueiros. Os negócios,os
costumes e as tendências nas artes estavam presentes em Rio Grande com a
prestimosa atualidade dos homens que entravam e saiam do porto.
As circunstancias ditadas pela localizaçao geográfica da cidade impu nham aos grandes negociantes, um acompanhamento do que se passava no mundo
político e cultural das metrópoles.0 grande caminho de contato, rápido
e
permanente, representado pelo oceano,evitava o isolamento e o confinamento
cultural dos negociantes.
E natural, portanto, que iniciativas a deitarem raizes de futuros mon^
mentos artístico-culturais,
artistico-culturais, tivessem encontrado um fértil solo no estado
d'alma dos principais vultos da sociedade do Rio Grande, ao se atingir os
cinqllentenário no século passado.
limites do cinqUentenário
cuj^
Em 15 de agosto de 1846 um grupo de homens voltados aos valores da cul_
tura humana lançaram as bases da Biblioteca Rio-Grandense. Entre a data de
fundaçao e instalaçao, 19 de janeiro de 1847, decorreu pequeno período, ne^
cessario aos arranjos iniciais. De lá para cá são
cessário
sao 132 anos de atividades ininterruptas e o acúmulo de um acervo que chega a 210.000 volumes.
A Biblioteca Rio Grandense é uma instituição de Direito Privado, mantj^
da, com grande dificuldade, é claro, pelo recolhimento de mensalidades dos
associados. Por vezes, alguns recursos eventuais do poder público chegam ,
timidamente, a seu pequeno orçamento.
Se a Biblioteca Rio-Grandense é hoje um monumento cultural do pais, o
é também, e de maneira não menos dignificante, um exemplo de acentuada abnegaçao de todos os que ao longo de seus 132 anos souberam garantir-lhe a
sobrevivência e o crescimento.

2.2
- 0 ACERVO
2.2-0
0 rico acervo da Biblioteca Rio-Grandense é constituído por 210.000 v£
vo^
lumes, onde sobressaem cerca de 750 obras raras e/ou valiosas, uma rica m^
poteca com mapas de grande valor histórico e um importante acervo de fotografias antigas.

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Els alguns títulos de grande destaque entre as obras raras:
Eis

I - Século XVI
1 - Referência Bibliográfica
PTOLOMEUS, Claudius.
286,64p. mapas.

Geographia •. Venetiis, V. Valgrisium, 1562.

II - século
Século XVI
1 - Referência Bibliográfica
MAFFEIVS, Joan Petrvs. Rervm a societate lesu in Oriente. Colonia,
G. Calenium &amp; H. lohannis,1574. 472p.

III - século XVII
1 - Referência Bibliográfica
bíblia. Latim. Biblia sacra.
1625 I 984p.

Venetiis

] Typographia Vaticana,

IV - século XVIII
1 - Referência Bibliográfica
COUTINHO, André Ribeiro. 0 capitão de infantaria portuguez.
Lisboa, Officina Sylviana,1751. 2v.

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0 acervo esta
está localizado num antigo prédio de linhas neo-clSssicas,
neo-clássicas,
proprio, de três
próprio,
tres pavimentos, contando com ampla sala de consulta e um aud^
audi
tõrio.

2.3-0 CONVÊNIO COM A UNIVERSIDADE
Uma etapa importante na vida da Biblioteca Rio-Grandense processou- se
a partir de 06 de janeiro de 1977, quando a benemérita instituição assinou
com a Fundaçao Universidade do Rio Grande, um convênio de colaboração
e
assistência técnica. 0 espirito que presidiu as negociações para o estabelecimento do convênio foi:
foi; o que pode a Universidade oferecer ã Biblioteca
Rio-Grandense?
0 inicio
início dé
de atividades por parte das bibliotecárias da FURG junto i1 B^
blioteca Rio-Grandense, sob os auspícios do convênio, orientou-se para 3
(tres) prioridades;
prioridades: processamento técnico das obras raras e/ou valiosas ;
processamento técnico das obras de Direito e processamento técnico do acer^
vo de fotografias antigas.
As obràs
obras raras e/ou valiosas tiveram o seguinte tratamento: retirada do acervo geral e selecionados os títulos; referência bibliográfica; comp^
lação da folha de rosto; confecção do catálogo impresso; localização
em
sala adequada; segurança e organização.
organizaçao.
0 trabalho junto is obras de Direito foi interrompido, cedendo prioridade ao acervo fotográfico.
0 convênio com a Fundação Universidade do Rio Grande abriu novas perspectivas de benefícios mútuos a ambas as instituições. De parte da Biblioteca Rio-Grandense o apoio técnico de pessoal qualificado, enquanto que a
Universidade pôde dispor de um vasto acervo de consultas, além de oportun_i
oportun^
dade de especializar bibliotecárias,pela experiência vivida, em aspectos importantes da profissão e que só sao oferecidos pelas antigas bibliotecas.

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2.4-0 MATERIAL FOTOGRÁFICO
A Biblioteca Rio-Grandense dispõe de um'valioso
um valioso acervo fotográfico, re
tratando acontecimentos destacados na vida da comunidade local e estadual,
com interesse projetado a nível nacional.
c»vn
A fotografia é um testemunho relativamente novo no registro dos fatos
históricos. Todavia, pela natureza documentária que se investe, com apelo
ao recurso visual, marca mais fortemente do que o próprio recursos escrito.
0 recurso da imagem através do desenho e da pintura teve, nos tempos remotos, a mais destacada importância,permitindo, inclusive, o conhecimento ,
pelas gerações posteriores, da história primitiva. Quando associada, o que
nao ée muito comum em fotos antigas, ao texto, seu valor assume dimensões não
realmente grandes. A fotografia documenta cenas ao vivo, em cujos detalhes
pode-se buscar interpretações e reconstituições ambientais. Uma fotografia
fala por si mesma, guardando certas fidelidades quase sempre comprometidas
na escrita e, muito particularmente, nas versões e traduções.
No acervo da Biblioteca Rio-Grandense foram trabalhadas cerca de 1.500
fotografias, cuja data mais recuada é de 1865. As fotos cobrem, portanto ,
imagens de três
tres grandes capítulos da nossa história: segundo império, rep^
blica velha e a nova república. São
Sio pouco mais de 100 anos de movimentada
historia, com mudanças de regimes políticos, revoluções e o avanço material da civilização brasileira. Através do registro fotográfico é possível
desvendar-se, nos pequenos detalhes,algumas incógnitas
incognitas e incertezas históricas.
Os vultos que escreveram a história no passado ganham em força quando
se lhes observa a fisionomia, a postura, as vestimentas. Alguns traços da
personalidade podem ser detectados na configuração fisionômica, no modo de
sentar-se, na posição dos membros, na maneira de vestir-se. Enfim, anali sando-se uma foto antiga de revolucionários, por exemplo, vê-se
vé-se a grande
diferença com o chamado retrato falado ou até com os quadros pintados com
a arte dos grandes mestres.
As fotografias de importantes obras públicas e da paisagem urbana consagram o esforço do homem pelo progresso e bem estar das coletividades.
0 acervo trabalhado possui essa riqueza interpretative.
interpretativa. EÉ .luspicioso
.'luspicioso que a Biblioteca Rio-Grandense pudesse chegar a organização de seu acervo

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fotográfico. Na verdade, é bom lembrar, ha
há uma trilogia histórica em torno
do acervo da centenária Biblioteca: obras raras e/ou valiosas; mapoteca de
antigos mapas e acervo de fotografias antigas.

2.4.1 - SELEÇÃO/PROCEDIMENTO
Quando, por solicitação do Presidente da Biblioteca Rio-Grandense, tomou-se conhecimento do acervo fotográfico, desde logo assumiu-se uma posição de inusitado interesse diante de tão
tao valioso material. As fotos encontravam-se em gavetas de velho armário, sem obedecer a qualquer ordem
de
sequência ou a qualquer tipo de organizaçao.
A primeira grande tarefa foi retirar, por partes, o material e separálo pelo objeto representado pelas fotografias.
Assim:
1 - acontecimentos (ação revolucionária, revolucionários, chegada ao porto de autoridades, etc.)
2 - edifícios
3 - grupo de pessoas
4 - monumentos
5 - obras públicas
6 - pessoas
7 - praças
Da seleção geral e arbitrária inicial partiu-se para ajustes nos
pos de fotografias, melhor definindo o objeto de interesse da foto.
nuiu-se, também, o ordenamento dos grupos,evitando-se repetições ou
das de categorias, embora, neste caso, haja forte inclinação pessoal
caráter interpretativo.
interpretative.

gruDimiduvi• de

Nesta fase sentiu-se a necessidade de verificação bibliográfica quanto
a procedimentos, porém nada foi encontrado ao alcance. Visitas a outras b^
bliotecas não resultaram em nada construtivo. Alguns trabalhos encontrados

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salientavam mais o artista, ou seja, o fotografo, fugindo, pois, ao interes
se do trabalho desencadeado.
Portanto, e a ressalva é pertinente, trata-se de um trabalho de caráter
muito pessoal, buscando-se, como já foi dito, o máximo de aproximação
às
técnicas biblioteconSmicas.
biblioteconômicas.
Uma vez selecionadas e ordenadas as fotos,deu-se-lhes um número no verso. Uo
No armazenamento, posterior,o número foi repetido na folha-fundo.
Cumprida esta primeira etapa do trabalho, isto é, retirada do material
das gavetas, limpeza, ordenamento geral,ordenamento final, numeração, partiu-se para a elaboração das fichas catalográficas.

2.4.2 - ELABORAÇÃO DA FICHA CATALOGRÃFICA
Esta foi a etapa mais difícil pois, praticamente, era preciso criar,pr£
curando-se, contudo, seguir as normas de fichários já conhecidas. Após reflexão, detidos estudos, debates,chegou-se a algumas conclusões. E preciso,
entretanto, reconhecer que a identidade de pontos de vista entre as
duas
bibliotecárias que tomaram a si a tarefa,em muito facilitou o trabalho.
fi
também importante destacar a necessidade de se assegurar a maior fidelidade
ao quadro fotográfico e à época do ocorrido, o que, muitas vezes, exigiu v£
rias consultas a pessoas de idade mais avançada ou àquelas que tinham conh£
conhe^
cimento confiável dos fatos.
A elaboração da ficha catalográfica impunha dados de entrada com obsolu
ta segurança ou então com o mínimo de erro,neste caso em escala desprezível.
Ora, em se tratando de fotografias antigas,muitas vezes sem data, com acontecimentos nao
não registrados em textos ou com registro insuficiente, pode-se,
muito bem, avaliar a dificuldade do trabalho. E necessário, assim, grande
seriedade na condução da atividade.
A primeira determinação a ser tomada foi a de estabelecer o número - de
chamada, as entradas e o corpo da ficha.

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Um exemplo:

Assim, o numero de chamada ficou composto dodo número do álbum e do núme
ro de registro da fotografia.
Mas, para melhor identificação da foto em cada ficha, foi especificado
o que ela representa.

Ex.: Floriane
Floriano Peixoto, Marechal (rua)
.Xavier
Xavier Ferreira (praça)
- .o • -

-I

Outra necessidade que pareceu pertinente foi a de fazer rápida observa
çao na ficha, com referencia
referência ao objeto central da imagem.

Ex.: Chalé. Rio Grande, 1940
Localiza-se. na praça Xavier Ferreira. Ali funcionou, antiga^
Localiza-se
mente, a Tabacaria Lages.
.1

I

riy

:

Quando mais de uma fotografia representava um mesmo local ou fato, foi
dada uma única entrada e no corpo da ficha os números de registro das fotos e outros dados considerados necessários.
Ex.:

cm

(Tamanho original das fichas: 12,5 x 7,5.)

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A7
Fot.32/46

Revolução 1891 - 1894.

Rio Grande

Fot.32 - Is.d.l
js.d.l Acampamento militar.
Fot.46 - 11893
|l893|I Trincheiras na praça.

Se o quadro fotográfico apresentava assuntos que merecessem destaque e£
pecial, foram abertas, dentro da ordem alfabética, fichas especiais.

Assuntos: fatos, igrejas,monumentos, pessoas. Porto Novo,
Velho, praças, prédios, ruas, etc.

Porto

Exemplos de fichas com cada uma das situações estabelecidas:

1 Al
Fot.51/52

Vitorino, General (rua)

Rio Grande.

Fot.51 - 11910 I Prédio da Beneficência
Portuguesa.
Fot.52 - |s.d. I Aparece em 19 plano bon
boii
de puxado a burros.

Al
'
Fot.53

Paissandú (rua)

Rio Grande.

|s.d.|

Atual República do Líbano.

cm

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3 Al

Jose da Silva Paes (monumento)
|l938|
Grande. |1938|

Rio

Fot.28/36
Fot.28 - Estátua pronta, ainda
sujeita a pequenas modificações.
29/30 - I s.n.I
31
- Monumento completo
32
- Foto ampliada para mostrar.
33/36 - Fotografias tiradas de diversos ângulos.

E2
Fot.331

Estação de Bondes.

Rio Grande. | s.d. |

Local onde hoje funciona o Colégio
Santa Joana d'Are.
d'Arc.

Obs.: A letra E significa que a foto esta armazenada em envelope.

5 A2
Fot.10/17

Biblioteca Rio-Grandense.

Rio Grande.

Fot.10
- |1926 I
11
- 11937 1
12/14 - I1939
|1939 I Construção da parte dos fundos.
15
- |s.d. 1
16/17 - Il952 1I Construção do novo
prédio.

cm

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A2
Fot.225/6

são Pedro.

(Igreja)

Rio Grande.

Atualmente Catedral de São Pedro.
Fot. 225 - I s.d.
8.d. I
226 - I 1936 I

A3
Fot.340

Casa localizada ã rua Pinto Lima, entre
Marechal Floriano e Gen. Osório.
Rio
|s.d.||
Grande |s.d.
Uma das mais antigas de Rio Grande.

A4
Fot.2/7

Revolução de 1891 - 1894.

83 Rio Grande.

Fot.2 - |l891'|
11891 I Povo na praça General
Teiles festejando a queda do
Telles
Marechal Deodoro da Fonseca.
3 - I8/11/1891 I Guarda Nacional
e exército em passeata.
4 - II8/11/1891
8/11/1891 I Manifestação em
frente ã Câmara Municipal,
(continua)

cm

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9 A4
Fot.2/7

(Ficha (2)
Revolução de 1891 - 1894.
1894, Rio Grande.
Fot.5 - 18/11/1891
I 8/11/1891 I Exército
Exircito e povo,
povo
carregando bandeiras de vávarias nacionalidades.
6 - I8/11/1891
I 8/11/1891 I Manifestaçao
Manifestação que
se dirige ã casa do juiz de
Direito da Comarca do
Rio
Grande.
7 - |s.d. I Fortificação do Porto
da cidade do.
do Rio Grande.

10 A7
Fot.772

Andrade, José Bonifácio de, 1763-1838.
Rio Grande |s.d.
| s.d. j

11
A7
Fot.827

Bacharelandos do Gymnasio Lemos Junior.
Rio Grande, 1919.
Atualmente Colégio Estadual Lemos
Junior.

2.4.3. ^- ARMAZENAMENTO OU-ARQUIVAMENTO
2.4.3.'
OU ARQUIVAMENTO

0 armazenamento do material é bem simples e não contém nenhuma técnica
mais avançada. As fotografias foram coladas em folhas-fundo, com a numera-

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ção do
çio
do-verso
verso nelas repetidas.
0 arquivamento ocupou pastas (do tipo A-Z),
A~Z), envelopes e álbuns
prios para fotografias).

(pró-

Os diferentes tipos de armazenamento deveu-se aos diversos formatos e
tamanhos das fotografias. Foi conservada a grafia da época. A mudança de
nomes de ruas, praças e locais foi anotada no corpo da ficha, visando maior
facilidade ao usuário.
A identificação das pastas, álbuns ou envelopes é feita da seguinte m£
ma^
neira:
pastas e álbuns: anotação
anotaçao no dorso do numero
número de ordem da pasta
ou álbum e o número da primeira e última foto
grafia:
1
Fot.1/80
envelopes: a mesma anotação,porém
anotação,porãn na folha de frente.

3 - CONCLUSÃO
0 trabalho realizado junto ao acervo da Biblioteca Rio-Grandende e ora
apresentado ao 109 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,
Docunentação,
representa um sincero esforço no sentido de caracterizar a atividade
do
bibliotecário não sú
sõ pelo que há de modelos,como, também, pela iniciativa
de se desenvolver técnicas, áinda
ainda que deficientes, em setores carentes da
biblioteconomia, particularmente em nosso pais.
0 processamento técnico de acervo de fotografias nao encontra, ainda,
muita acolhida na bibliografia especializada nacional. 6, portanto, natural que este trabalho contenha imperfeições e gere posições e opiniões con
trárias. Pode e deve proporcionar, também, contribuições a seu aperfeiçoamento. Como quer que seja, a contribuição dos autores está dada e o que re^
sultar posteriormente sú
sõ pode ser considerado como ação construtiva.

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4 - ABSTRACT
The Work
work is concerned with a model of technical processing
developed close
dose to the important holdings of old photographies of
the Rio-Grandense Library, Rio Grande - RS. The authors, librarians
of FURG Librarianship Department, that are responsable
by
the
technical processing of Rio-Grandense Library holdings, adopted
a
proper technique of selection,arrangement and numbering
of
the
photographies. They created models of cataloging cards and gave a
sense of arrangement that seemed to be more adequate. The sequence
of tasks was: material selection; separation by the
represented
object; elaboration of the cataloging card, the call number
being
composed by the record number of the photography and by the number
of the album, specification in the card of what is more representative in the photography; subjects detaching and finally, the types
storage: in bindings, envelopes and albums.

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Documentação&#13;
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            <name>Coverage</name>
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                <text>Curitiriba (Paraná)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Processamento técnico do valioso acervo de fotografias da centernária Biblioteca Rio-Grandense</text>
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              <text>Vieira, Cila Milano </text>
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              <text> Jaeger, Leyla Gama</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Curitiba</text>
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          <name>Date</name>
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              <text>1979</text>
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          <name>Type</name>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Subject</name>
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              <text>Tratamento da Informação </text>
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              <text> Documentação Fotográfica</text>
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          <name>Description</name>
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              <text>O processamento técnico do acervo de antigas bibliotecas, estes verdadeiros monumentos culturais nascidos de iniciativas quase sempre particulares e pessoais, revela-nos, a cada passo, riquezas de imenso valor histórico. Resistindo aos efeitos do tempo e, por vezes, não sem razão, aos próprios homens, tais tesouros bibliográficos arrancados ao sono do passado, exigem dos técnicos, tratamento especial e, evidentemente, criativo. O acervo de fotografias da centenária Biblioteca Rio-Grandense, de grande valor para a reconstituição e acompanhamento de fases históricas das lutas por ideais e do trabalho construtivo do homem no extremo sul do país, revelou e exigiu um tipo de procedimento técnico que muito apresenta de pessoal, procurando-se, contudo, adaptar o mais aproximadamente possível às regras biblioteconômicas. Foram cerca de 1.500 fotografias selecionadas e processadas, com a elaboração da ficha catalográfica e o armazenamento.</text>
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          <name>Language</name>
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