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CDÜ
CDU
CDD

025.4.05:025.17:778.14.072
029.5

CONTROLE DE VOCABüLArIO
VOCABULÄRIO NA INDEXAÇÃO DE DOCUMENTOS MICROFILMADOS

MARIZA DE CASTRO MARTAü
MARTAU
(CRB-10/144)
Diretora da Divisão de Documentaçao/CI, da Superintendência
ção/Cl,
do
Desenvolvimento da Região
Sul
- SÜDESÜL.
SUDESUL.
HELEN BEATRIZ FROTA ROZADOS
(CRB-10/368)
Bibliotecária da Divisão de Documentação/CI, da Superintendêncuoentação/CI,
cia do Desenvolvimento da Região
Sul - SÜDESÜL.
SUDESUL.

RESUMO

Apresenta-se uma experiência na adoção de um vocabulário
controlado ã linguagem livre até
atê então empregada na indexação de
recortes de jornais e artigos de periódicos microfilmados.

1 - INTRODUÇÃO
Com este trabalho pretendemos apresentar uma experiência que
está sendo realizada na SUDESUL, com' a indexação de documentos
microfiImados.
Trata-se de uma experiência concreta, atê
até agora bem suce-

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�343
dida, que se pretende divulgar, pensando em ser útil a outros
profissionais ligados, tanto ã documentação, como ã microfilmagem.
0 Sistema de Indexação de Documentos se subdivide em duas
partes: 1) Subsistema de indexação de recortes de jornais e,
2) Subsistema de indexação de artigos de periódicos.
Os dois subsistemas integram o serviço de divulgação da Divisão de Documentação e foram implantados no final de 1974, com
a finalidade de atender ãs necessidades de atualização dos técnico s .
nicos.
0 grande volume de documentos gerados e incorporados aos
acervos dos setores, forçou a adoção de um sistema de microfilmagem. Para a agilização
agilizaçao da recuperação das informações criou-se um sistema de indexação por palavras-chave, conjugando-se,
assim, as técnicas de microfilmagem, indexação e processamento
de dados.
A aplicação de um controle no vocabulário empregado na recuperação se fez necessária pelo volume crescente e a diversidade de termos.
termos .
A linguagem natural empregada no processo de recuperação deu
lugar a uma linguagem controlada, onde houve o cuidado com a
padronizaçao dos termos, através de uma indexaçao temática estudada, normalizada e uniforme, procurando, com isto, que houvesse uma coincidência entre a linguagem de indexação
indexaçao e a linguagem de busca.

2-0 SERVIÇO DE DIVULGAÇÃO DE NOTICIAS
NOTiCIAS
2.1 - Estrutura
A Divisão de Documentação mantém um serviço de divulgação
de noticias
notícias jornalísticas, como uma de suas atividades rotineiras oferecidas aos técnicos da SUDESUL. Visa responder
responder, de mamap
.
.
~ necessidades de atualizaçao
~ dos técnicos
-.'-tí
neira
dinâmica,
dinamica,
ãs
as
atualização
'ee

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gentilmente
gentil
mente por:

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sistematizar a tarefa de análise de assuntos, maximizando a utilização dos documentos.
0 serviço se constitui na manutenção de um fluxo regular de
informações relevantes aos técnicos, de acordo com os seus interesses e necessidades, tendo em vista, principalmente, a distância física de alguns setores e a interdisciplinaridade
dos
projetos desenvolvidos.
ÉÊ de competência do setor a seleção, montagem, divulgação,
preparação para microfilmagem e indexação das notícias
noticias contidas
nos principais jornais da região, complementadas por jornais de
são Paulo e Rio de Janeiro.
2.2 - Seleção e Montagem
são selecionados recortes sobre 72 grandes assuntos, arrolados em uma lista alfabética, com codificação scqtlencial.
seqUencial.
Os
termos, até então usados para a descrição de assuntos, foram
escolhidos da formulação das consultas e dos contatos diários e
diretos com os usuários. A partir de janeiro de 1979, passou-se
a adotar um vocabulário controlado, tanto para a indexação de
recortes, como para artigos de periódicos, e que será detalhadamente descrito mais adiante.
*«
Os recortes são montados em folhas pré-carimbadas na parte inferior ã direita. Do carimbo constam dados que identificam
o jornal, espaço para a data da notícia
noticia e para o assunto não esclarecido na manchete.
vistahsneEsta montagem obedece tamanho limite, tendo em vista
hs necessidades da microfilmagem.
2.3 - Divulgação
Após a etapa de seleção e montagem, as notícias
noticias
gadas, seletivamente, de maneira a atingir, não só
sõ a
técnicos envolvidos em tarefas com objetivos
objetivo s comuns.
comuns,

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são divulgrupos de
mas também

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ãs
as necessidades individuais, segundo um
utn esquema de prioridades
e o "cadastro de interesses e interessados". Até março de 1979,
era feito um perfil dos usuários muito simples, porém
porem constantemente atualizado, de maneira a acompanhar os seus interesses
no desenvolvimento de suas funções. A partir de abril do mesmo
ano, foi implantado um novo sistema de conhecimento das necessidades dos usuários, através de um estudo individualizado dos
perfis.
Estabelece-se, e se controla rigorosamente, a escala
de
prioridades dentro de cada assunto, tendo em vista as funções e
tarefas dos setores onde os técnicos estão lotados.
Quando os documentos retornam ao setor, são arquivados em
arquivos convencionais, em pastas suspensas ordenadas pelos assuntos e obedecendo internamente uma ordem cronológica das notícias.
ticias.

3-0 SISTEMA DE MICROFILMAGEM

A coleta de noticias resulta em uma média mensal de 1.200
recortes, já expurgadas as noticias duplas ou de interesse temporário. Isto representa um volume assustador, no que se refere
ás condições de armazenamento. Pensando numa solução urgente para reduzir o espaço ocupado e agilizar a recuperação das informações microfilmadas, foi estudado, esquematizado e implantado
um sistema de microfilmagem. Foi levado em consideração que o
tempo típico de acesso em microfilme é de 30 a 60 segundos, desde que tenham sido planejadas e executadas indexação e codificação adequadas ãs características da documentação e ã solicitação dos usuários.
3.1 - Uso e Aproveitamento dos Documentos
SUA IMPORTÂNCIA
Todo o documento é gerado tendo em vista a pessoa ou o se-

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%^Sys,e.
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tor interessado.
interes sado. 0 recorte de jornal poderá conter uma notícia
importante, mas se não houver cadastro de interesse registrado.
registrado,
se lecionado.
não será selecionado.
0 grande valor deste arquivo
ar quivo está fundamentado no fato de
ser excelente fonte para pesquisas
pes quisas retrospectivas. Por exemplo:
dentro dos assuntos "adminis
"administração
tração federal, estadual ou municipal" áé possível se traçar perfil
pe rfil do desenvolvimento do
pensamento político de seus admin
administradores,
istradores, durante determinado periodo ou gestão, pelas notic
ias e pronunciamentos publicados.
ríodo
notícias
Trata-se de uma pesquisa muito importante para os cargos diretivos do órgão.
VOLUME
VOLÜME DA DOCUMENTAÇÃO
Em 1975, quando foram microfilmadas as notícias
noticias coletadas
desde fins de 1974, já existiam 14.000 arquivadas. Até dezembro
de 1978, foram microfilmados 60.000 documentos. São coletadas
aproximadamente 18.000 notícias
noticias anualmente. Destas são expurgadas todas de interesse temporário e todas classificadas em mais
de um assunto. Estas circulam com cópia para os assuntos diferentes, porém são arquivados somente os originais.
ACESSO E FREQüENCIA
FREQUEnCIA DE CONSULTAS
Considerando o arquivo
ar quivo como instrumento de informação, pode-se classificar o pr
presente
esente caso como um arquivo dinâmico.Isto
é, os documentos são cconstantemente
onstantemente consultados e, por isso, devem ser de fácil acesso.
acess o .
A documentação arquivada
ar quivada e microfilmada é sempre considerada corrente, pois mesmo
me smo aquela tida como histórica, pode retornar ao ciclo de utilização,
uti lização, por uma necessidade qualquer.
E elevado o índice
Indic e de consulta de notícias
noticias atuais,
quanto o índice das pesquisas
pe squisas retrospectivas.

tanto

A forma de acesso é um parâmetro muito importante na ava1iação
liação dos resultados. pois está diretamente relacionada aá ra-

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pidez na recuperação da informação.
No acesso ao documento está
estã o ponto alto de um programa de
microfilmagem. 0 microfilme é usado fundamentalmente para propiciar técnicas capazes de substituir em eficiência, a recuperação da informação no seu formato original.
Sao dois os arquivos: um formado por recortes de jornais,
dos últimos 6 meses, arquivados por assuntos e, internamente,
em ordem cronológica.
cronologica. 0 acesso é direto; outro arquivo
estã
está
constituído pelas jaquetas ou microfichas em filme diazo ordenadas alfabeticamente por assuntos. 0 acesso pode ser
direto,
mas usualmente é feito indiretamente com a utilização do índice
KWIC .

3.2 - Preparação da Documentação
PREPARO
A documentação a ser microfilmada é toda preparada pelo pró
prio setor.
Como os recortes já
ja sao montados nos tamanhos limites
tipulados para a microfilmagem, a preparação consiste nas
guintes etapas:

esse-

- Seleção e expurgo de noticias
notícias de atualidade temporária;
- Divisão por assunto;
- Contagem;
- Elaboraçao de lista de assuntos com as respectivas quantidades de recortes;
- Relação das jaquetas incompletas.
Sao, então, enviadas ao biró
birô que realiza ooprocessarnento
processamento da
microfilmagem,
mi
crofiImagem, os recortes agrupados por assunto e já ordenados
cronologicamente e o conjunto de jaquetas.

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CODIFICAÇÃO
A utilização de flashes foi a codificação adotada por
recer a mais simples e indicada para o caso.
Ela s5 é valida
válida nos rolos do arquivo de segurança, que
ventualmente são usados para a copiagem de noticias.

pa-

e-

MICROFILMAGEM
Os documentos são microfilmados em birô especializado, como jã
já foi dito anteriormente, nos períodos semestrais.
Foi adotada a jaqueta por ser a microforma que melhor se
presta para constantes inserções e ao método de indexação a ser
utilizado.
Quando voltam do birô os documentos são detalhadamente revisados e os serviços são conferidos com as especificações fornecidas. As jaquetas com problemas retornam ao birô
para
as
devidas correções.

4 - INDEXAÇÃO

Passa-se ã fase de indexação
indexaçao dos recortes microfilmados que,
após o processamento dos dados pelo computador, dará origem ao
índice KWIC.
A indexação se constitui num ponto fundamental nas técnicas de organização de arquivos de documentação.
Complementada
pela codificação, compoe o método global de recuperação de informações microfilmadas.
4.1 - Indexação Pré-coordenada e PÔs-coordenada
PÕs-coordenada
A preocupação inicial e primordial na implantação do vocabulário controlado foi a determinação do uso da pré-coordenac;aípré-coordenação

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C*ereaclaro«nto

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.349
349
ou da p5s-coordenação.
põs-coordenação.
Na indexação pré-coordenada os termos representam conceitos
simples e sao combinados no momento de sua preparação, ou seja,
os termos sao elaborados com o objetivo de identificar itens específicos. As expressões compostas, que expressam assuntos compostos, são previamente combinados, estando inseridas nos vocabulários controlados.
Na indexaçao pós-coordenada
põs-coordenada os termos são combinados
correlacionados no momento da pesquisa, para a recuperação
informação.
Prevendo-se o uso de uma recuperação"on-line"
recuperação "on-line" num
próximo, optou-se pela pós-coordenação,
proximo,
põs-coordenação, que oferece;
oferece:
a)

ou
da

futuro

diminuição sensível da quantidade de termos indexados;

b) maior trabalho na recuperação.
A adoçao de uma indexação põs-coordenada
pós-coordenada não exclui o uso
paralelo da pré-coordenação,
pre-coordenação, principalmente quando o significado dos descritores simples, pós-coordenados,
põs-coordenados, óé diferente de seu
significado no descritor composto, ou ainda, quando pode resultar em dois descritores diferentes, ambíguos.
A pos-coordenaçao
pos-coordenação éS usada quando a combinação de termos sim
pies nao leva ã ambigUidade por representar sempre o mesmo conceito .
não-descritor
4.2 - Descritor e nao-descritor
Passaremos a tratar por descritor e nao-descritor
não-descritor os termos
indexados autorizados ou não
nao autorizados.
Víò cfL-cio ^
Vzi
H e um termo selecionado, empregado para representar
sem ambigUidade, os conceitos. 0 descritor Sé o elemento de uma
linguagem documentária que pode ser usado, independente do texto, para armazenagem e recuperação dos conceitos que ele contém.
Por descritor se entende também que são termos

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que o indexador atribui a um
utn documento, para descrever seu conteúdo temático.
Não díi
dzi CAãtOAe.i
C-fL-ito
são termos não autorizados que compreendem
sinônimos ou quase-sinônimos e formas diferentes das palavras.
são conhecidos também como termos de entrada.
4.3 - Principais Regras de Indexação
Exporemos, resumidamente, algumas das principais regras de
indexação, baseadas quase totalmente no SPINES Thesaurus e que
servem de base para o trabalho do setor.
4.3.1 - Substantivo
Os descritores são usados, sempre que possível, na forma
substantiva, ou no gerúndio; a forma verbal deve ser evitada bem
como a adjetiva.
Emprega-se o substantivo adjetivado quando, na pSs-coordepós-coordenação, os decritores reunidos resultam em conceitos diferentes.
4.3.2 - Adjetivos
Há certo número de casos em que o emprego do adjetivo ou
Ha
de outras formas não substantivas, são necessárias. Uma vez que
os adjetivos podem ser pré-coordenados com substantivos e terem
entrada como descritores compostos, a decisão de admitir adjetivos isolados deverá ser ditada por considerações de praticabilidade e flexibilidade.
Recomenda-se a pré-coordenação sempre que um adjetivo aparecer com muita freqllência
freqUência associado a outro termo particular.
4.3.3 - Número
Para determinar o número do descritor toraa-se
toma-se
sempre o termo como e usado na linguagem natural.

por

base,

Procura-se empregar no singular os termos indicativos de:

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- materiais;
-materiais;
- propriedades especificas;
- nomes próprios e disciplinas.
Usa-se o plural sempre que o termo for conhecido mais dessa forma ou que, quando usado em ambas as formas, tenha sentido
diferente em cada uma delas.
4.3.4 - Homógrafos
Os termos homógrafos - vocabulário com a mesma grafia, mas
com significados diferentes - devem ser diferenciados pela adjetivação_. Quando tal procedimento não é possível, os parênteses
jetivaçãoj
são utiLiz_ados incluindo-se, então, palavras de diferenciação.
4.3.5 - Abreviaturas e Siglas
As abreviaturas somente deverão ser usadas quando os seus
respectivos significados estiverem bem definidos entre o grupo
de usuários específicos e também internacionalmente, devendo existir vantagens de ordem prática na sua adoção. Caso contrário,
el s devem ser evitadas.
el-s
As siglas que formam um termo devem ser aceitas como descritor, quando bem conhecidas dentro da especialidade, bem como
aquelas que são familiares aos usuários do sistema.
4.3.6 - Algarismos
Os elementos numéricos de um termo indexador sãa
são sempre indicados em algarimos arábicos, quer se trate de números romanos
ou ordinais.
4.3.7 - Terminologia Cientifica
É dada preferência a adoção do termo usual em lugar do ter
mo cientifico.
4.3.8 - Ortografia
Adota-se a ortografia mais comumente aceita e fazem-se re-

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Sy st
em
GereacUracnt»
Ciereoclannita

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missivas das diferentes versões indicando sua
súa sinonímia.
sinonimia.
4.3.9 - Tradução
Muitos termos técnicos correntes foram formados pela tradução de palavras de outras línguas, mas, as vezes, um termo de
língua estrangeira moderna ou um termo grego ou latino éi incorporado ao vocabulário especializado de um determinado assunto. Quando o termo estrangeiro e sua tradução admitida coexistem com o mesmo significado, deverão ser Incluídos
incluídos no vocabulário, sendo um deles o descritor e o outro um não-descritor, fazendo-se remissivas para indicar a sinonímia.
4.4 - Descritor X Kwic
A primeira etapa de implantação de um vocabulário controlado usando-se descritores ao invés de palavras-chave, iniciou-se com o preenchimento dos boletins de implantação, a partir
dos novos recortes de jornais ou artigos de periódicos indexados, segundo a nova metodologia indexada.
Numa segunda etapa retomaremos a documentação já alimentada para as devidas normalizações.
0 controle de uso dos decritores e não-descritores, feito
através do estudo e autorização de termos, está a cargo de uma
equipe técnica. Os termos são levantados pelos técnicos responsáveis pela indexação do documento e submetido ã apreciação da
equipe, que por sua vez, autoriza ou não autoriza seu uso. Cada
termo é transcrito em ficha própria, onde, além do termo,haverá
suas remissivas, observações, definições, etc.
Os termos indexadores usados para o índice Kwic serão os
mesmos usados na indexação dos livros e publicações oficiais da
Divisão de Documentação. Pretende-se cora
com isto, uma linguagem éúnica de recuperação da informação, já que visa atender o mesmo
usuário.

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System
Ciereaclaro«nto

♦

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índ-ice Kwic de Recortes de Jornais
4.4.1 - Descritor e o ín&gt;i-ice
Sempr e que possiv^l
Sempre
possível se.farã,a
se fará a modificação necessária,
necessária
no próprio titulo,da
titulo da
que possa ser determinado o descritor no.prSprio
cia jornalística,
jornal ística, mas quando tal fato não ocorre, quer seja
ficação necessária descaracterizaria o titulo,
que a modi
modificação
título, o
olocado
entre
barras.
critor é colocado
c

para
not^
pordes-

comum,Sé o.aparecimento
0 cas
casoo mais comum
0 aparecimento de sinônimos.^Neste
sinônimos. Neste caescritor autorizado,está
titulo da notícia, ,basta
so, se o ddescritor
autorizado está no título
basta
marcá-lo;; caso contrário áé usado o descritor autorizado
marcã-lo
autorizado, entre
barras.
. ■
,
'
^ i f■ . ^ - p
0 uso do singular e plural, bem como o problema
problana dehomografos
dehomografos^
não oferecem maiores dificuldades, principalmente no segundo canao
so, pois um titulo
título de noticia
notícia dificilmente ié compostode
composto de uma sso
palavra e um homôgrafo, uma frase não deixa margem a dúvidas
duvidas
quanto a seu significado.
' ~

\0

0 mesmo ocorre com as outras normas, tendo sofrido algumas
adaptações, sempre que necessário e sendo estudados constantemente os casos isolados.
isolados .
4.5 - Manutenção»e
4.5Manutenção e Atualização do Vocabulário Controlado
•^o i
Para.atualização
Para atualização e manutenção do vocabulário contro
controlado
lado fazemos verificações periódicas sobre:
a) Análise de freqUência de utilização dos descritores;
b) Análise da existência de descritores que sao, na verdade, sinonimos;
sinónimos;
c) Eliminação de descritores nuncft
nuncQ utilizados por serem redundante s ;
dundantes;
T
^
d) Eliminação e/ou substituição dos descritores que se tor■
' '' .
naram ultrapassados;
.‘ !■ ■A ,. wi J.í&gt; , í
o
■
'■
e) Subdivisão de descritores que reúnem grande quantidade,
de documentos, isto ê,
é, aumento
aumento,de,especificidade
de especificidade
dos
termos de indexação.

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For outro lado, a seleção de novos descritores
Por
descricores decorre da
necessidade de inclusão no sistema, de conceitos novos, que devam ser analisados conforme as normas usadas para a escolha inicial de termos indexadores.
5-0 SUBSISTEMA
SÜBSISTEMA DE INDEXAÇÃO DE ARTIGOS DE PERIÖDICOS
PERIODICOS
0 crescente^e
crescente e assustador volume da produção cultural divulgada em periódicos, sobrecarregou as'dependências
as dependências
disponíveis da Divisão de Documentação. A redução na utilização do espaço só foi conseguida com a adoção da microfilmagem das coleções de periódicos. 0 processo adotado propiciou
dois outros
importantes benefícios: a complementação das coleções, lisualJsualmente com falhas, e a indexação^dos
indexação dos artigos de maior interesse.
PREPARAÇÃO PARA MICROFILMAGEM
0 preparo da documentação eé executado pelo pessoal do setor
e consiste das seguintes etapas:
- Seleção dos títulos (obedecendo critérios pré-estabelec^
dos) ;
- Complementação das coleções, através de empréstimo entre
bibliotecas;
- Seleção e indicação dos artigos a serem indexados;
~- Elaboração de lista contendo o número do último rolo da
coleção, em caso de atualizações.
0 material é enviado ao biró com todas as
possíveis.

especificações

CODIFICAÇÃO
A microforma
microforms escolhida foi o rolo com o flash como codificação. Antecedendo cada artigo selecionado como
significativo
na recuperação, é colocado um flash numerado para a identificação do código de endereçamento.

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É esta fase a mais importante na preparação, pois depende
deste detalhe (o flash numerado é colocado na posição exata) o
sucesso do sistema.
INDEXAÇÃO
A fase de indexação obedece a mesma rotina adotada para a
indexaçao de recortes. Varia somente quanto ao codigo de ender eçamento.
6 - CONCLUSÃO
Esta experiência, até certo ponto, jã
jâ implantada com suce^
suces^
so, está sendo divulgada para fins de intercâmbio técnico, com
outros centros de documentação ou bibliotecas, principalmente,
aquelas participantes da Rede Sul de Ihformaçao
Informação Documentária.

ABSTRACT

S -

A successful experience on use of vocabulary control
for
indexing microfilmed newspaper clippings and periodical articles.
artides.

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MICROGRÄFICA, 1., São Paulo, 7
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Sea a
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(Polígrafo de
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TAÇÃO,
IBBD, 1970. p.195-206.
i

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�</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Controle de vocabulário na indexação de documentos microfilmados</text>
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              <text> Rozado, Helen Beatriz Frota</text>
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              <text> Indexação (biblioteconomia) </text>
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              <text> Microfilmes</text>
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              <text>Apresenta-se uma experiência na adoção de um vocabulário controlado à linguagem livre até então empregada na indexação de recortes de jornais e artigos de periódicos microfilmados.</text>
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