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CDD 021,64
021.64
CDU 026:021.64(100)

FORMAS DIRETAS E INDIRETAS DE COOPERAÇÃO ENTRE
BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS A NÍVEL INTERNACIONAL

PAUL KAEGBEIN
Professor de Biblioteconomia,
Universidade de Colônia,RFA.
RENATE V.H.SINDERMANN
Bibliotecária, Biblioteca
Central - UFRGS

RESUMO
A nível internacional questões especiais surgem em conexão com a cooperação direta ou indireta entre bibliotecas espe^
cializadas. Após uma visão geral da situação
situaçao das bibliotecas es^
pecializadas em dois países (Alemanha e Brasil) são consideradas
_
.n
1
.j '
_
hipóteses e possibilidade de efetiva cooperação usando os exemplos relativos a convênios bilaterais, entre organizações oficiais e não
nao oficiais. Em conformidade com o caráter e funções das
bibliotecas especializadas, prioridades sao
são observadas na aquis^
aquisi^
ção da bibliografia em áreas especializadas e para a recuperação
de informação. Atividades e métodos de trabalho das bibliotecas

cm

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especializadas e seus aspectos econômicos são revistos em conexão com fontes de informação copiadas ou usando a própria informação. Importância ée dada ao impacto político dos diferentes t^
tj^
pos de cooperação.
I
Atualmente, a situaçao da informação especializada,
em todo
i-odo mundo, está sofrendo uma transformação. No passado,as
bliografias e resumos informavam ã clientela internacional sobre
as novas publicações de suas especialidades. Em nossos dias, os
bancos de dados unem estes processos em diversas esferas e os subs^
tituem parcialmente - pelo menos no que tange ã rapidez e auxiauxílio prestados - em pesquisas complexas. Também a produção destes
serviços de informação centralizada mudaram. Enquanto, em tempos
passados, a bibliografia especializada dos países era elaborada
de forma mais ou menos centralizada, atualmente, há
hã uma tendência
em descentralizar a indexação da literatura combinada com uma a£
mazenagem centralizada e um acesso descentralizado aos conteúdos
dos bancos de dados centrais ou núcleos mediadores regionais. Es
te desenvolvimento no campo da informação irã
irá influenciar as b£
bliotecas especializadas, as quais deverão, além da responsabil£
dade de aquisiçao
aquisição e conservação do material bibliográfico, colaborar diretamente com os centros de documentação através da inde
ind£
xaçao de documentos
xação
docume-tos e elaboração
elaboraçao de resumos especializados. A co
C£
operaçao entre bibliotecas especializadas da mesma área deverá
ser intensificada não apenas ã nível nacional porém também ã n£
vel internacional. Esta situaçao, óbvia para aqueles países nos
quais as bibliotecas especializadas possuem uma longa tradição e,
portanto, mais estreito contato, é väli'^a
válida também para os países
nos quais as bibliotecas especializadas se desenvolveram recent£
mente e procuram não apenas alcançar os padrões internacionais de
desenvolvimento, porém, receber também auxilio
auxílio de bibliotecas bem
equipadas de outros países.
A seguir procuraremos apresentar possibilidades de
cocperaçao dire‘.a
coeperação
dire'a e indii'eta
indireta com alguns exemplos extraídos do c£
nãrio biblioteconômico alemão e brasileiro. Será considerada e
nário

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14

�315
situaçao geral das bibliotecas especializadas em am
comparada a situação
bos os países bem como examinar as reais tendências para diversas formas de cooperação em algumas áreas especializadas.
1
II
Ã despeito do fato de terem as bibliotecas especial^
zadas, em geral, uma tradiçao
tradição que reponta ao século 19, na Alem^
nha, as associações especializadas foram, entretanto, criadas ape^
nas após a Segunda Guerra Mundial. Em 1945, a mais tarde denominada Associação de Bibliotecas Especializadas (ASpB) foi criada
segundo modelo da ASLIB, com um núcleo de bibliotecas das áreas
técnica, científica e econômica. A ASpB nao se limitou porém a
estas áreas e nos anos subsequentes ampliou suas atividades procurando incluir todas as áreas de especialização. Em seus congre^
sos, realizados a cada dois anos, a ASpB ocupa-se com questões
bib1ioteconômica e métodos de trabalho
fundamentais da prática biblioteconômica
de interesse de todas bibliotecas especializadas. Neste sentido
ela atua como uma associaçao
associação "teto" para todas as outras bibliotecas na República Federal da Alemanha orientadas para uma área
especifica do conhecimento.
As associações de bibliotecas reunidas por especial^
dades, tiveram desenvolvimento também durante as últimas décadas.
Estão organizadas mais ou menos livremente e preocupam-se com aque^
Ias bibliotecas que atuam dentro das respectivas especialidades.
A eLas
elas pertencem:
• Associação
gé1ica
• Associação
Associaçao
• Associação
rídica
• Associação
Associaçao
• Associação
• Associação
Associaçao
• Associação
Associaçao
cola

de Arquivos e Bibliotecas da Igreja Eva^
Evan
das Bibliotecas Teolôgico-Catô1icas
Teolõgico-Catõlicas
para Biblioteconomia e Documentação Jude Bibliotecas de Arte
Árte
j
de Bibliotecas Médicas
de Bibliotecas Parlamentares
para Biblioteconomia e Documentação Agrj^
Agr^

Estas associações realizam seus congressos separadaJ
cm

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Sy st e m
C.erenclancnto

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14

�316
mente, ou junto com outras associações alemãs de biblioteconomia
e documentação. Deve ser salientado que, na República Federal da
S£
Alemanha, existem, ao lado das associações de bibliotecários, se_
paradamente as associações de documentalistas, tais como:
• Associação Alemã para Documentação
• Associação Alemã
Alema para Documentação Medica
Médica e
tística
• Sociedade Alemã de Documentalistas

Esta-

Examinadas do ponto de vista de suas atividades e o_b
o^
jetivos,
jetivcs, existem relações particularmente estreitas entre as associações de documentalistas e as de bibliotecários especializados .
Existem na Alemanha ainda outras associações de bibliotecas, a maior parte de âmbito nacional, e que incluem todos
tipos de bibliotecas. Sao
São elas:
• Associação Al
Alemã
ema de Bibliotecas
Bibl iotecas (com um departamen
to para bibliotecas
bibli otecas especializadas)
espe cializadas)
• Associação de Bibliotecas
Bibli oteca s da Renânia do Norte
• Associação de Bibliotecários
Bibli ot ecá rios de Bibliote
Bibliotecas
cas Públicas
• Associação Alemã
Al ema de Bibliotecários
Bibl iotecários
• Associação dos
Bibliotecários
Bibliotecas
do s Bibl
iotec ários de Bibliot
ecas Cientificas
tíficas
Há, portanto, na Alemanha, inúmeras associações de bjL
b^
bliotecãrios trabalhando ã nível regional, a maior parte de forma totalmente independente.
Se compararmos esta situaçao com a do Brasil constataremos que o desenvolvimento das associações de bibliotecários
neste país,
pais, tomaram outro rumo. Há, por exemplo, no Brasil, asso
ass£
ciações de bibliotecários em diversos estados, ao todo vinte,
ciaçoes
todas subordinadas ã Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB) e atuando no campo da documentação e bibli£
biblio
tecas especializadas através de grupos de trabalho.
Cabe ainda ressaltar que no Brasil nao
não houve como na
Alemanha uma cisão entre biblioteconomia e documentação, porque

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GereacUracnt»

�317
as bibliotecas especializadas, de um mooo geral, tomaram a si o
trabalho de documentação. Conforme diz Briquet de Lemos (3) "Nao
se tendo verificado, no Brasil, a cisão entre bibliotecários e
documentalistas, que sé
se observou em outros países, menos por e^
pirito de conciliação do que por deficiência da estrutura sociopírito
economica de pais
país subdesenvolvido onde a demanda de informação tec^
nico-cientIfica se dava em nível compatível com a formaçao dada
nico-cientifica
aos bibliotecários, as escolas de Biblioteconomia incorporaram aos
seus currículos o ensino de Documentação, sem que houvesse prote£
proté^
tos relevantes".
Ãreas especializadas que merecem uma atençao maior,
e um estudo comparativo entre Brasil e Alemanha, são: biomedicina, agricultura, direito e esportes.
Observando a cooperação internacional vemos que ela
ainda não está muito desenvolvida entre as próprias associações.
Isto se deve, particularmente, ao fato de o objetivo principal de^
dej^
tas entidades estar mais dirigido a problemas internos. As associações de bibliotecários são sociedades de membros individuais
cujo interesse primordial repousa no tra'alho cooperativo interno enquanto que o trabalho de cooperação externa e mais ou menos
negligenciado. Entretanto podemos já encontrar nesta área alguns
pontos de uma positiva cooperação entre associações de bibliotecários de diferentes países e que no futuro poderão ter atuaçao
relevante. Assim, devemos considefar
considêfar de alt-o valor o convite de
representantes de instituições estrangeiras para tomarem parte
nos próprios congressos de Biblioteconomia. Deste modo, proporciona-se aos membros destas entidades informações sobre o esta^
est^
gio da biblioteconomia em outros países bem como conhecimentos e^
ej^
pecíficos através dos trabalhos apresentados pelos seus represei»
represeii
tantes. Como exemplo deste procedimento citaremos o convite rec£
rece^
bido pelo presidente da ASpB, em 1977, para tomar parte no 99 Con
gresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação,realizado em
Porto Alegre, em julho de 1977, e vice-versa a participaçao da
presidente desse Congresso, em maio de 1978, na Alemanha, do Con
Co^
gresso Alemão de Bibliotecas.
Devido ã precariedade de recursos financeiros das aj^
sociaçoes e instituições afins tais convites permanecerão limita^

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14

�F"
318
dos enquanto as autoridades governamentais não derem suporte financeiro para iniciativas deste tipo.
BiblÍ£
Na Alemanha existe uma Sociedade para Assuntos Bibli£
tecários Estrangeiros (Bibliothekarische Aus1
tecãrios
Auslandsste1le)
andsste1le) que desenvolve um programa de apoio financeiro a bibliotecários convidadrs dos mais variados países. Esta entidade pertence à Congregação Alema de Bibliotecas, instituição que congrega as associa
assocÍ£
çoes nacionais de bibliotecas.
Ill
III
Faz parte da tendência já mencionada no início,
inicio, a in
tegraçao, cada vez maior, das bibliotecas especializadas a nível
nacional, dentro dos planos nacionais para a construção de sist£
mas de informação e aquisição bibliográfica, promovido por autoridades governamentais.
Na República Federal da Alemanha isto acontece através da Comunidade Alemã
Alema de Pesquisas (DFG)
(DFG),, a qual entre seu pl£
no de estabelecer centros especializados também encarrega biblio”"
tecas, de significado nacional, para coletar material científico
cientifico
relevante, do exterior, e conservá-lo para a pesquisa futura. Is
to acontece nas áreas de criminologia, legislação de energia nu
clear, história contemporânea, geologia regional e livros texto.
Além disto, a DFG sugere, que todas bibliotecas conectadas a e£
e^
te plano, tornem acessível a bibliografia das respectivas áreas
especializadas através de modernos canais de informação. Com es
ta atividade as bibliotecas es&lt;ao
estão tomando a si algumas das funções pertencentes ao domínio da documentação e informação. A es
te grupo de bibliotecas também pertencem as bibliotecas universi
tarias. Cada uma tem a seu encargo a aquisiçao e guarda de umde
um de
terminado assunto, funcionando assim também, dentro da estrutura
deste plano, comoumn
como.umn biblioteca especializada para aquela área
de conhecimento.
dé
Nos últimos anos, as bibliotecas especializadas tem
sido colocadas sob o foco da «.tançao
*.tejiçao das autoridades, em confor
midade com o program-i do governo federal alemão, de promoção da
informação e documentação - o Programa I &amp; D. Para cada um dos

cm

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sj.-,
System
Ciereaclaro«nto

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�319
sistemas de informação planejados será operada, no futuro,uma bi
blioteca central especializada ao lado do centro de documentação,
este competente para’a
para a informação cientifica e aquela para o pr£
vimento da literatura especializada. Desta maneij'a,
maneii'a, o governo sob
os aspectos de uma política econômica,
econômica,' cientifica
científica e de pesquisa dã
dá
uma nova significação ãs
Ss bibliotecas especializadas - como , cen-r
centrais especializadas em'um
em um sistema de informação, operando dendenr
tro de um pais
país em cooperação com todas bibliotecas da mesma esp£^
esp£
ciaiidade.
cialidade.
Queremos ainda salientar a cooperação direta dás^
das bi
bliotecas especializadas dentro de limites nacionais, incluindo
sistemas de informação isolados, dentro dos bancos de dados internacionais. Esta cooperação tem sido praticada em todos os catèrnacionais.
sos em que tem havido uma demanda relevante.
Também no Brasil podemos identificar uma tendência s^
milar. As bibliotecas estão integradas a programas de desenvolvi
mento nacional. Cabe cit.ir aqui os sistemas de informação operan
tes no Brasil tais como: PRODASEN (Processamento de Dados do SeAgropecuãria)e EM
nado), EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária)e
BRATER (Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Ru
R^
ral) .
Papel de relevância, no desenvolvimento da informação e documentação no Brasil, tem sido executado pelo Instituto
Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Dentro
de seus objetivos e tarefas, ao lado da preocupação com a põs-graduaçab
duaçao em ciência da informação, o IBICT age como um órgão coordenador dos sistemas de informação existentes nas diferentes en
tidades através de convênios.
Outro projeto, de grande importância para as bibliobr asi le i r a‘. , é o Sistema Nacional para
tecas especializadas brasileira';,
o
Desenvolvimento Cientifico
Científico e Tecnológico operado pelo Conselho Na
cional para o Desenvolvimento Científico
Cientifico e Tecnológico. Seus o^
o_b
jetivos sao o aperfeiçoamento das pesquisas e a recuperação da in
formaçã(i em ciência e tecnologia.
formação
Se compararmos a situação, no setor dos acordos gover^
namentais na promoção da documentação e informação, no Brasil - e

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na Alemanha, veref.os
verev.os uma série de pontos em comum, apesar de ha
verem inúmeras
Inúmeras diferenças na forma de estruturação dos sistemas
de informação. Em ambos os casos eé importante a convicção de que
para dentro de um pais, a longo prazo, sob o aspecto de uma efetiva análise de custo, apenas sistemas de informação ã nível n£
na
cional serão econômicos. Bibliotecas especializadas e instituições similares deverão fazer parte de redes de informação que t£
te
nham um nõdulo central e diversos nõdulos regionais. A base de ca
da sistema de informação deve ser um assunto especializado, ,res
res
guardado de áreas afins. Em todas as redes de informação deverá
haver uma bem equilibrada relaçao
relação entre centro e periferia de ma
neira a assegurar o fluxo da informação. A bibliografia solicita
solicit£
da em um nõdulo regional, também, deve poder ser requisitada no
mesmo local nao assoberbando desnecessariamente o núcleo central.
Assim, esta parte do sistema não corre o risco de uma carga cxce£
exce^
siva e pode funcion.ir
funcion.ír mais intensivamente em conexão com casos
específicos de pesquisas e bibliografias difíceis de serem localizadas..
lizadas
A este nível de sistemas de informação, mantidos direta ou indiretamente por entidades governamentais, uma cooperação internacional através de contatos diretos entre os respectivos centros nacionais é re1
relativamente
acivamente fácil e de rápida organiza
çao. Esta eé uma área
area que deve merecer especial atenção
atençao em ambos
os países para um mútuo beneficio e aperfeiçoamento do serviço de
pesquisa e suas aplicações. Isto é verdadeiro especialmente,para
espec ia 1mente,para
as questões incipienes
incipien'. es no campo do provimento da literatura cien
cie£
cifica,
tifica, campo este que vem merecendo forte atenção internacional
por parte da Unesco e IFLA dentro do programa de Disponibilidade
Universal de Publicações (Universal Avaliability
Availability of Publications).
Ate hoje a cooperaçco neste campo limitou-se mais ou
menos a atividades individuais para a aquisição da bibliografia
necessária, seja para satisfazer as necessidades dos usuários já
jã
conhecidos ou mais sistematicamente, em conexão com a aquisição
aquisiçao
continua da literatura em uma determinada área especializada. Na
Alemanha, a internacionalmente conhecida biblioteca do Instituto
íbero-Americano,
Ibero-Americano, com sede em Berlim Ocidental, e com um acervo
especializado para a América do Sul, vem empenhando-se em promo-

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14

�321
ver, regularmente,
r egularmer.te, viagens de aquisiçao bibliográfica através dos
países latino-americanos, possibilitando assim, a obfençao
obt'ençao daque^
la literatura de difícil acesso através do contato direto com b^
bliotecas e . instituições congeneres
congêneres nesles
nes'. es países. Se - ;Observarobservarmos os resultados destes esforços, os quais podem, também,
ser
constatados em outras bibliotecas alemãs responsáveis pela.ífripela África ou Ãsia, podemos identificar um sucesso digno de nota. A repii
rep£
taçao internacional do Instituto Ibero-Americano está -baseada,prin
baseada,prin
instai^
cipalmente, em sua biblioteca modelar tanto pelas suas instal£
çoes como pelo seu acervo.
Como um exemplo de colaboração
colaboraçao bilateral a nível g£
g^
vernamental, entre Alemanha e Brasil, podemos citar o convênio p£
valido também para a norm£
norm^
ra a padronizaçao de normas técnicas, válido
lizaçao na área de biblioteconomia e documentação. Por parte do
governo alemao, o Instituto Alemão de Normalizaçao (DIN)está
(DIN)esta pr£
parando material de ensino a ser usado em seminários no Brasil.
Não
Nao há dúvida que neste caso foi pensado na informação e documen
tação no campo geral da padronizaçao,
padronização, porém atençao devera ser
serd£
d^
da também ao campo especifico
específico da biblioteconomia e documentação.
Chamamos aqui atençao para a responsabilidade do NABD - Normas Tec^
Te£
nicas em Biblioteconomia e Documentação como parte do DIN,o qual
a nível internacional mantém estreitos contatos com a Internatio^
InternatÍ£
nal Standard Organization (ISO) através do
comitê
técnico
(ISO/TC 46) competente para a documentação. Cabe, neste sentido,
verificar até que ponto, dentro do convênio bilateral entre Alemanha e Brasil o NABD pode ser considerado competente para prom£
ver a padronizaçao brasileira em biblioteconomia e documentação.
Talvez fosse válida a transferência
transferencia direta das experiências que
obtiveram êxito na Alemanha, para sua "partner" brasileira.
No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas possui inúmeros comitês de padronizaçao com grupos de estudo
competentes para o estabelecimento de normas determinadas.Alguns
anos atrás foi fundado adicionalmente o Instituto Nacional de M£
trologia, Normalizaçao e Qualidade Industrial (INMETRO). Seu o^
o_b
jetivo é difundir as normas brasileiras bem como dar validade as
decisões do Conselho Nacional de Metrologia, Normalizaçao e Qualidade Industrial (CONMETRO). 0 CONMETRO por sua vez é responsáresponsã-

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II

12

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�322
vel pelas decisões políticas sobre medidas, padronização e con~
controle de qualidade. Do ponto de vista da política biblioteconôm^
biblioteconomia
ca um ponto crítico
critico a ser salientado é que dentro da estrutura oir
or^
ganizacional do CONMEXRO,
CONMETRO, dentre os vinte e dois representantes
dos ministérios brasileiros, falta até hoje um representante do
Ministério de Educaçao
Educação e Cultura. Esta situação significa que até
o presente a normalizaçao da biblioteconomia e documentação não é
encarada com a relevância que eata
esta área terá no futuro.
As jã mencionadas áreas de associações de bibliotec£
biblioteca
rios, iniciativas promovidas por fundos públicos ou governamentais
para a cooperação na área da informação e documentação, incluindo a biblioteconomia, serão abordados através de alguns exemplos.
Tendo em vista as jã
já demonstradas tendências, devemos reconhecer
a necessidade de uma mais intensa cooperação, a este nível, para
o futuro. Nao apenas sob o aspecto econômico devemos esperar um
incentivo gradual. Também a política governamental de informação
parece engajar-se intensivamente nesta área especializada uma vez
que este engajamento permite ressaltar prioridades em diferentes
difere:ites
países.
IV
\RegÍ£
Na área biomédica, atua no Brasil, a Biblioteca Regio^
nal de Medicina - BIREME,. com sede central em São Paulo, para t£
das questões de informação e comutação bibliográfica. Estabeleci
da mediante acordo entre a Organização Fanamericana
Panamericana da Saúde e g£
go
verno brasileiro sob a responsabilidade do Ministério da Educação
e Cultura e Ministério da Saúde, está internacionalmente, conce£
concec
tada com o sistema MEDLINE e desta maneira pode suprir a inform£
inform^
çao biomédica necessária no Brasil.
Brasil.'
Esta situação
situaçao é semelhante on da Alemanha. Neste país
pais
o DIMDI- Instituto Alemão para Documentação e Informação Médica,
em Colonia, dispõe do banco de dados MEDLINE. Gradualmente, está
instalando terminais também nas bibliotecas universitárias.A aqui
aqu£
sição bibliográfica, porém, é feita de maneira diversa do que no
Brasil. De acordo com a já mencionada estrutura organizacional dos
sistemas de informação alemãos, é a Biblioteca Central de Mçdic£
Mçdici

cm

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GereacUraent»

�323
na, da Universidade de Cblonia,
Colonia, que tem o encargo de suprir toda
a literatura biomédica.
biomédicá. Uma boa cooperação entre o DIMDI e a Ceii
Cen
trai de Medicina se torna possível uma vez que ambos ficam localizados na mesma cidade.
A Biblioteca Central de Medicina pode ser encarada c£
co
t
' ^
3
"
~
mo uma parceira para pedidos de bibliografia biomédica
biomedica em lingua
alema, uma vez que ela está apta a fornecer cópias
copias de arí
ari igos com
encontrãveis em uma
rapidez para todos os casos em que nao sejam encontravais
‘t
'
’
■
’
l
'
biblioteca brasileira. Cabe aqui abordar, novamente, o problema
2
de um relacionamento equilibrado
equilibradc entre funções centralizadas
e
descentralizadas. 0 que é importante, em âmbito nacional,na área
de informação e aquisiçao bibliográfica, é mais importante ainda
em âmbito internacional. Da mesma forma pela qual a Associação
Alema de Pesquisa preconiza o uso, em primeiro lugar, das fontes
bibliográficas a nível local e regional antes de consultar o ser^
ser_
viço bibliotecário nacional, assim também os recursos nacionais
i
devem, primeiramente, ser esgotados, antes de subirmos o degrau
do serviço internacional. Apenas esgotados os recursos nacionais
devemos assumir os custos de tempo e dinheiro do serviço bibliotecário internacional, a fim de evitar que este serviço se torne
impraticável no futuro, devido ã sobrecarga dos centros nacionais. Esta filosofia do serviço inter-bibliotecário já presume
que o acervo bibliográfico nacional esteja representado, o mais
completamente possível, através dos catálogos coletivos. Também
devemos considerar que os títulos estrangeiros necessitados, mui^
mu^
tas vezes sao adquiriveis
adquiríveis no próprio país.
pais. Assim o serviço biblio^
tecário internacional pode restringir-se
rest ring ir-se àqueles materiais usados
menos- frequentemente, e nao adquirlveis
menoS'
adquiríveis pela biblioteca solicitan
t e..
te
No Brasil, o já mencionado IBICT, interéssou-se
interèssou-se , em
meados da década de cinquenta, em coletar informações acerca das
coleçoes de periódicos na área nacional. Em 1955, estabeleceu-se
uma comissão para o catálogo coletivo nacional, com o objetivo de
coordenar os catálogos coletivos regionais. Inicialmente, foram
publicados os catálogos regionais de periódicos. Assim, em 1961,
foi publicado pela Biblioteca Central da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, o catálogo coletivo de peri^

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Cierenclancnto

�324
dicos para o Rio Grande do Sul. Desde 1968, o IBICT vinha experj^
exper^
mentando automatizar o catálogo coletivo nacional de periódicos,
objetivo que foi alcançado em 1971. Aos poucos foi se caracterizando a tendência em dividir este catálogo coletivo nacional em grandes
áreas de assuntos. Assim, a partir de 1975, começaram a ser pubH
cados os catalogos
catálogos coletivos nacionais em ciências agrícolas e n£
na
turais, ciências biomédicas,
biomêdicas, ciência e tecnologia, ciências sociais e humanidades, os catálogos coletivos setoriais, os catálo
catál£
gos coletivos regionais, catálogos de bibliotecas e desde 1976 o
catálogo coletivo nacional em microfichas.
V
A documentação e informação na área agrícola, no Brasil, êé coordenada pelos sistemas de informação da Embrapa - Empresa Brasilei
Brasile^
ra de Pesquisa Agropecuária e Embrater - Empresa Brasileira de A£
sistência Técnica e Extensão Rural, ambas filiadas ao Ministério
da Agricultura. No plano internacional o sistema está conectado
com o sistema AGRIS, administrado pela FAO. Bibliotecas univers£
univers^
tárias ou especializadas que necessitem informações podem dirigir-se ã um dos núcleos da Embrapa ou Embrater. Podemos observar
um paralelismo na estrutura organizacional deste sistema com a
informação na área biomédica. Semelhante, também, é a situação na
Alemanha com a diferença de que a documentação agrícola não
nao está
ainda tão
tao bem estruturada como
'orno no Brasil. Há uma grande parte de
instituições trabalhando em partes específicas da documentação
agrícola, muito bem equipadas, como por exemplo: política agríc£
la, tecnologia agrícola, batatas e cereais, pesca, horticultura,
etc. Pertencem, porém, a diferentes graus da administração govejr
gove£
namental ou a instituições privadas. Esta situação torna difícil
a coordenação a nível nacional. Apenas a aquisição bibliográfica
é centralizada. Ela é executada pela Biblioteca Central de Agrj_
Agr£
cultura, em Bonn. No Brasil, a criaçao
criação da Biblioteca Nacional de
Agricultura, dentro do plano global de modernização do Ministério
da Agricultura, bem como
coiuo a implantação
implantaçao de bibliotecas estaduais
de agricultura êé considerada como fator decisivo na consolidação
da Rede de Coleta e Registro Bibliográfico, servindo de deposit£
deposita
rias para o acervo desta área.

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14

�325
VI
Na area do direito e legislação, comparando o siste
ma de informações brasileiro - Processamento de Dados do Senado
- Prodasen e o Serviço de Informação Jurídica “~ SIJUR, com o de
senvolvimento da informação jurídica na Alemanha, vemos que nes^
nes
te pais o sistema ainda nao está
estã concluído. Trabalhos preparatórios tem sido feitos desde o inicio dos anos setenta para implan
taçao do sistema JURIS, que pretende combinar a documentação cientifica com a documentação de dados. Talvez esta tentativa de conexão de dois níveis diferentes de documentação tenham sido razao
para o lento desenvolvimento do sistema.
Do ponto de vista do acervo devem ser mencionadas,no
Brasil, a Biblioteca do Senado e na Alemanha, a Biblioteca Prusdepositárias na
siana, de Berlim (Ocidental) como as bibliotecas depositarias
área.
ir ea.
A Biblioteca Prussiana é auxiliada, financeiramente,
pela Associação Alema de Pesquisa. Ela coleciona material jurldi
CO e legislação de outros países, servindo pois de excelente
excele.nte base para o intercâmcio
intercamcio internacional e estudos comparados. Se levarmos em conta, que esta biblioteca esta
está instalada no mesmo pré
dio do Instituto íbero-Americano,
Íbero-Americano, vemos que é possível uma boa
coordenação na aquisição
aquisiçao de material bibliográfico sul-americano.
VII
Pode ser constatado, com as disciplinas ji
já mencionadas, que uma cooperação direta entre bibliotecas especializadas,
no Brasil e Alemanha, acontece apenas em alguns pontos. Ao lado
disto, esta cooperação deve ainda ser medida, tendo em vista o
diferente nível de desenvolvimento que os sistemas de informação
isolados alcançaram em ambos os países.
Constatações mais concretas podem ser citadas no cam
po da educaçao física e desportos. Na realidade esta afirmação d^
di^
rige-se ao futuro. Entre a República Federal da Alemanha e Brasil
foi firmado um convênio para fomento do desporto no Brasil. Este
convênio inclui, nao apenas o desempenho desportivo e a constru-

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CpercacUncnto

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ção de instalações desportivas, mas também a documentação e a in
formação desta área. Parceiros deste esforço são, por parte da
Alemanha, o Instituto Federal para Ciência Desportiva, e por pa£
par^
te do Brasil, a Secretaria de Educação Física e Desportos, do
nistério da Educação e Cultura (SEED/MEC). Primeiramente,
Frimeiramente, está sen
do desenvolvido um trabalho conjunto a fim de estabelecer as linhas básicas de um sistema de informação desportiva no Brasil.Pa
Brasil.P£
ra atingir este objetivo poderá ser utilizada a experiência col£
tada pelo instituto alemão no passado, como instituição central
para a informação e documentação desportiva a nível nacional
e
internacional que ê. Um conselho consultivo foi nomeado
pela
SEED/MEC, constituído por um representante da Secretaria, um da
área desportiva, um da área de biblioteconomia, um da área de d£
cumentaçao e um de uma instituição de documentação desportiva.
desport iva.An
tes de tudo será delineada a estrutura do sistema de informação
a ser criado e estabelecer a diferença entre documentação de dados e documentação científica.
A documentação científica vem existindo desde 1974,
quando durante uma reunião do Departamento Científico da Federa
Feder£
çao Brasileira de Medicina Desportiva foi criado o Centro de D£
cumentação e Informação em Medicina Desportiva (CEDIME), em Porcumentaçao
to Alegre. De conformidade com o alargamento do círculo de interesse, este Centro ampliou suas atividades passando a denominarse Centro de Documentação e Informação em Ciência do Desporto,em
bora a sigla CEDIME tenha sido conservada. Suas atividades, desde o início, dirigiram-se ao nível internacional. A revista MED^
CINA DO ESPORTE, editada pelo CEDIME contêm
contém regularmente a documentação científica que vem contribuindo decisivamente para to£
nar conhecido o trabalho desta instituição.
Quanto ao suprimento da literatura especializada podemos informar que, pesquisa realizada nos anos 1976/77,junto as
bibliotecas dos estabelecimentos de ensino superior em Educação
Física e Desportos revelou que apenas 15% das bibliotecas possu£
possu^
am um acervo entre 2500 e'3000
e 3000 volumes (9). Atualmente, está sen
do realizado um levantamento semelhante, sob responsabilidade da
SEED/MEC, para uma análise da situação das bibliotecas especially
especial^
zadas em desportos no Brasil. Este trabalho servirá para funda-

cm

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CiercacUnicnto

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�&gt;327
327
mentar o estabelecimento da rede de informações em educaçao
educação físi
fisi
ca e desportos no Brasil. Para o futuro será fundamental uma coordenação entre a documentação científica e a aquisiçao da biblio
grafia especializada bem como um aproveitamento racional dos resocursos humanos e materiais com o objetivo de estabelecer uma sólida base futura. Dentro deste aspecto será possível um auxílio
por parte da Alemanha, dentro da estrutura do convênio bilateral.
bilateral .
No aspecto cooperação internacional, cabe ainda citar a tradução
para o português, que está sendo elaborada em Porto Alegre,
do
Thesaurus Internacional em Desportos, compilado pela International Association for Sports Information.
Independentemente de a documentação cientificada área
desportiva ficar sob a responsabilidade da SEED/MEC, a documenta_
documenta
çao de dados por força da lei n9 6251/75 regulamentada pelo decre^
to nÇ 80.228/77 fica a cargo do Conselho Nacional de Desportos,
no Rio de Janeiro. Assim, já existe desde o início uma separaçao
entre duas áreas da documentação.
VIII
Esta breve visão geral sobre algumas áreas nas quais
uma cooperação direta ou indireta entre bibliotecas especializadas na Alemanha e Brasil parece praticável não pode apresentar to^
dos os aspectos consideráveis. Isto nao
não foi possível pela forma
deste trabalho como pelas diferentes estruturas da biblioteconomia e documentação das diversas áreas
areas nos dois países em questão.
Porem e uma tentativa de chamar a atençao para questões básicas
em conexão com os problemas abordados. Talvez este relato das po^
po£
sibilidades de cooperação entre os dois países adquira um significado paradigmal, talvez estimule a reflexão sobre como encontrar soluçoes equivalentes em casos similares. Neste sentido este trabalho poderá ser interpretado como uma contribuição para a
cooperação internacional entre bibliotecas.

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ABSTRACT
f
At the international levei
level special questions arisein
arise in
connection with direct or indirect cooperation between special li
braries. After an overview of the special library situation
in
two countries (Germany and Brazil) suppositions and possibilities
of effective cooperation are considered using these examples
and
concerning also bilateral agreements between official and inofficial bodies. In accordance with the character and functions of
special libraries priorities are looked at for supplying literature in specialized fields and for ínformation
tura
information retrieval. In addition the activities and working methods of special
libraries
and their economic aspects are surveyed in connection with trainformation and with using the information
itself.
cing sources of Ínformation
Ínformationitseif.
Consideration is also given to political impact os the different
types of cooperation.
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Documentação&#13;
Ciência da Informação</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text> Sindermann, Renate V. H.</text>
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              <text>A nível internacional questões especiais surgem em conexão com a cooperação direta ou indireta entre bibliotecas especializadas. Após uma visão geral da situação das bibliotecas especializadas em dois países (Alemanha e Brasil) são consideradas hipóteses e possibilidade de efetiva cooperação usando os exemplos relativos a convênios bilaterais, entre organizações oficiais e não oficiais. Em conformidade com o caráter e funções das bibliotecas especializadas, prioridades são observadas na aquisição da bibliografia em áreas especializadas e para a recuperação de informação. Atividades e métodos de trabalho das bibliotecas especializadas e seus aspectos econômicos são revistos em conexão com fontes de informação copiadas ou usando a própria informação. Importância e dada ao impacto político dos diferentes tipos de cooperação.</text>
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